Arma impressa em 3D por 50 reais dispara 9 balas

O debate pela criação de armas com impressoras 3D não para. A notícia é que uma nova equipe de programadores conseguiu construir uma arma, de nome Liberator, que com apenas 50 reais de insumos e utilizando uma impressora 3D LulzBot, conseguiu disparar 9 balas de calibre 0,380, sem se romper.
Este avanço foi conquistado graças a que algumas peças chaves como os pernos do martelo percussor do corpo, foram substituídos por parafuso de metal, mais resistentes que as peças impressas. Inclusive, e como mostra de provocação aos organismos que começaram a debater o tema das armas impressas, seu projetista incluiu uma peça de metal não funcional para que seja reconhecida pelos detectores de metais, e assim não violar a Lei de Armas de Fogo Indetectáveis, que faz parte da Lei Nacional de Armas nos Estados Unidos.
Os 10 melhores truques tecnológicos para poupar tempo
O colunista de tecnologia do New York Times David Pogue compartilha nesta palestra TED, 10 inteligentes e simples conselhos para usuários de computador, da web, de smartphones ou de câmeras. Talvez você conheça alguns destes truques, mas é quase certo que há ao menos um que desconheça.
Chris Hadfield, o astronauta estrela da ISS regressou à Terra

- "Por agora, ainda estou tratando de ficar de pé. Tenho que me sentar no chuveiro para não desmaiar e cair". Com estas palavras, o astronauta canadense Chris Hadfield explicou sua sensação de ter voltado à Terra depois de permanecer cinco meses na gravidade zero dentro da Estação Espacial Internacional, trabalho que lhe permitiu se converter em talvez o astronauta mais popular do mundo na era da internet.
Seus videos sobre experimentos da vida real no espaço e suas canções valeram-lhe centenas de milhões de visitas, e sem dúvidas uma excelente imagem e crédito aos organismos responsáveis pelos programas espaciais.
Mas o regresso não resultou ser tão agradável para este veterano espacial de 53 anos. Apesar de ser sua terceira missão espacial, a readaptação à gravidade terrestre causou-lhe mais de um problema.
Eletrocutar o cérebro ajudaria a melhorar o desempenho em matemática

Um grupo de cientistas descobriu que aplicar uma certa corrente elétrica indolor no cérebro pode melhorar o desempenho matemático por até 6 meses. Os pesquisadores não sabem por que isto funciona (ainda).
Em 2010, o neurocientista Roi Cohen Kadosh da Universidade de Oxford em Reino Unido demonstrou que o estímulo elétrica combinado com treinamento pode fazer com que as pessoas tenham um melhor desempenho em tarefas numéricas, como julgar qual de duas quantidades é maior. No entanto, não estava claro se esta atividade se traduziria a uma melhoria nas habilidades matemáticas comuns.
Para isto, Cohen Kadosh realizou um novo estudo com 25 voluntários que realizaram exercícios matemáticos, enquanto parte deles recebia uma estímulo elétrico ao cérebro. A área estimulada corresponde ao córtex pré-frontal, considerado o responsável pelo processamento aritmético. A corrente chegou lentamente até 1 miliampere, e depois flutuou aleatoriamente entre valores altos e baixos.
Conheçam Origami: o preservativo de silicone que veio do futuro

Na luta para reduzir as doenças transmissíveis sexualmente e as gravidezes indesejadas, o preservativo é parte da cultura em que muitos crescemos. Mas apesar das incríveis inovações tecnológicas de nosso tempo, as camisinhas de látex não mudaram nadica de nada durante os últimos 100 anos. Este "mal necessário" poderia estar a ponto de experimentar uma segunda geração, conforme nossos tempos e nossas práticas culturais (e obviamente sexuais).
Daniel Resnic inventou um preservativo que não precisa ser desenrolado e é feito de silicone. O nome deste invento é Origami, em referência às dobras ou estrias ao longo da superfície da novidade, e que segundo seus criadores permite ter uma experiência mais próxima ao sexo sem a barreira dos preservativos.