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O sinistro prognóstico de Stephen Hawking sobre o que acontecerá com a Terra em 2600

LuisaoCS

O sinistro prognóstico de Stephen Hawking sobre o que acontecerá com a Terra em 2600

O cientista Steven Hawking vaticina que dentro de 600 anos, mais ou menos, a humanidade converterá a Terra em uma bola de fogo. O astrofísico britânico considera que essa catástrofe seria consequência do crescente número de habitantes e o constante aumento da demanda de recursos energéticos, segundo manifestou no encontro Tencent WE em Pequim, China, este 6 de novembro.

Como alternativa, Hawking insta novamente a humanidade a olhar ao firmamento para evitar esta fatalidade e sugere começar com Alfa Centauro, o sistema estelar mais próximo, que se encontra perto de 4,37 anos luz da Terra.

Para acelerar este objetivo, este visionário convidou empresários a financiar o projeto Breakthrough Starshot, uma iniciativa que poderia conseguir que uma pequena sonda viaje a Marte em menos de uma hora, atinja Plutão em dias e chegue a Alfa Centauro em pouco mais de 20 anos.

Hoje em dia, a nave espacial mais veloz cobriria o trajeto até esse sistema estelar em aproximadamente 30.000 anos.

Via | Mirror.


Veja o resultado do uso peças de reposição não originais à segurança do automóvel

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O vídeo acima faz uma comparação entre dois veículos da Volkswagen consertados com partes de reposição da carroceria: em um caso utilizando peças originais, da Volkswagen, e no outro, utilizando painéis de reposição genéricos, não originais.

Ainda que seja um estudo independente, supervisionado pelo certificador alemão Dekra, o estudo foi encomendado pela própria Volkswagen; coisa que convém ter em conta, ainda que em princípio para mim não causa nenhuma dúvida sobre a veracidade do teste.

Fabricar elementos da estrutura e da carroceria de um carro não é coisa trivial para além da aparência estética. Segundo o estudo há elementos que são chaves na segurança passiva do veículo que respondem de maneira diferente quando se trata de peças originais e quando não.


Um estudo arquitetônico de uma fachada da Catedral norueguesa animada a partir de uma única foto

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O animador Ismael Sanz-Pena trouxe à vida a fachada escultural da Catedral de Nidaros em Trondheim, através de uma animação de movimento contínuo única que usa apenas uma fotografia. O alinhamento de Sanz-Pena do vídeo com uma gravação ao vivo e acelerada adiciona um elemento adicional de vitalidade.

Originário da Espanha, Sanz-Pena estudou e trabalhou no campo da animação em todo o mundo e atualmente é professor assistente de animação no Kansas City Art Institute.


Ver como uma rede neuronal inventa caras fotorrealistas é assustador

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A Nvidia vem treinando suas redes neuronais para gerar fotos de famosos que não existem e conseguiu criar as imagens falsas mais detalhadas e convincentes que um algoritmo jamais criou. O método baseia-se em uma rede de geração adversativa (GAN) e tem truque. Como seu nome indica, em realidade são duas redes neuronais adversárias que trabalham juntas para melhorar o resultado. Uma rede gera as imagens a partir de um banco de dados (por exemplo, CelebA, uma coleção de centenas de milhares de fotos de famosos) e a outra, a adversária, verifica se são reais. Ao trabalhar ao mesmo tempo, estas duas redes podem produzir melhores falsificações.

Ainda que seja possível fazer bem mais que fotos de famosos que não existem (como criar novos objetos), o método tem suas limitações. Por exemplo, a resolução de 1024 por 1024 pixels é menor que a de qualquer câmera moderna, e muitas imagens não resultam fotorrealistas para o olho humano ou se parecem muito com as fotos autênticas em que se baseiam.


Apenas um par de robôs sem cabeça dando um rolê pelo escritório

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Um par de robôs Cassie dão uma volta pelo escritório de sua criadora, a empresa Agility Robotics. Essas maravilhas mecânicas incríveis são capazes de se manter em total equilíbrio em duas pernas sem cair, e foram inspiradas pela forma como um avestruz caminha. Tudo o que você vê aqui é 100% real, sem CGI.


Um relaxante vídeo de um homem fazendo um bumerangue de madeira

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O mestre marceneiro Andy Rawls publicou recentemente um vídeo de 7 minutos muito relaxante, onde nós conseguimos retroceder e assistir enquanto ele cria uma bumerangue com madeira de ipê. A escolha da madeira tropical brasileira se deve ao fato de sua densa estrutura e resistência a decomposição. Ele diz que esta foi a sua primeira tentativa de fazer um bumerangue e não funcionou tão bem quanto gostaria. ë que ele não jogou a peça para cima ^^.


A moto robô da Yamaha tenta bater o tempo de Valentino Rossi (não consegue, mas impressiona)

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A nova versão da moto autônoma da Yamaha, a Motobot 2, é uma combinação dos últimos avanços em motocicletas e em robótica. Seu propósito é, segundo a Yamaha, possibilitar a pesquisa e o desenvolvimento em aplicações ainda não exploradas pela robótica. Se for o caso trata-se de que um robô pilote uma motocicleta mais ou menos convencional; ou ao menos um motocicleta que não tenha sido especialmente modificada para a ocasião.

Ainda que a motobot de Yamaha já ficou conhecida há algum tempo, em 2017 a nova versão atingiu duas conquistas: superar os 200 km/h em circuito e enfrentar os tempo de um piloto humano (ou neste caso, um piloto sobre-humano), Valentino Rossi.

O vídeo acima recolhe o cara a cara. Valentino Rossi foi bastante mais rápido que a motobot, mas o vídeo não deixa de ser espetacular.


A máquina inútil em versão avançada

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Ainda que a ideia original das máquinas inúteis -artísticas mas sem valor produtivo- seja de Bruno Munari, a versão que se tornou mais popular foi a fabricada por Marvin Minsky, dotada de um braço que assim que você aciona o interruptor de ignição sai para voltar ao acionar e assim desligar a máquina. Minsky chamava-a a máquina definitiva, ainda que o nome não pegou.

Claude Shannon fez também suas próprias versões desta máquina e contam que quando Arthur C. Clarke viu alguma delas disse que tinha algo incrivelmente sinistro em uma máquina desenhada para não fazer nada mais do que desligar a si mesma.

A que trazemos hoje é uma versão avançada, com vários interruptores que a máquina começa a acionar de novo na mesma ordem em que usuário move depois de lhe dar um segundo de graça.

Estas máquinas, segundo a quem pergunte, podem estar pensadas como um engenhoso hack de engenharia, uma brincadeira, ou para deixar claro algum ponto filosófico.

A meu ver recordam muito o modo de funcionar de muitos grupos humanos. De muitos grupos humanos.


Novo tratamento permite a um homem com lesões na medula espinhal levantar-se e mover as pernas

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A cada certo tempo, a medicina anuncia avanços que até faz pouco eram impensáveis. Este é um desses casos. Uma nova técnica permitiu a um homem com uma lesão completa da medula espinhal recuperar a capacidade de levantar-se e mover suas pernas de forma independente.

Andrew Meas quebrou o pescoço em um acidente de moto quando tinha 28 anos. Desde então não podia caminhar ou mover de forma voluntária as pernas, inclusive após 21 meses de reabilitação e treinamento. Quatro anos depois, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Louisville emparelharam sua reabilitação com algo chamado estimulação epidural da medula espinhal (scES).

Trata-se de um tratamento invasivo onde implantaram um dispositivo sobre sua coluna vertebral, este proporcionava estimulação elétrica com o fim de ativar a coluna durante o treinamento físico. Em decorrência de 44 meses de treinamento com scES, Meas recuperou a capacidade de mover suas extremidades inferiores, sem necessidade de que o tratamento esteja ativo.

O tratamento pode restabelecer o controle voluntário do movimento e a posição após a paralisia completa em humanos, inclusive anos após da lesão. Isto deverá abrir novas oportunidades para a reabilitação.


Um inseto robô capaz de voar e de mergulhar

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Inspirado nos insetos, este diminuto robô compartilha com as abelhas, por exemplo, a capacidade de voar e de mergulhar. Na água, a tensão superficial do líquido e uma câmera de flutuação permite ao robô RoboBee manter as asas fora da água, enquanto uma pequena câmera eletrolítica produz oxihidrogênio mediante eletrólise, obtido do oxigênio da água. A liberação desse gás proporciona impulso ao robô, que pode assim romper a tensão superficial e sair voando.

Segundo os pesquisadores da universidade de Harvard, onde foi desenvolvido, os robôs híbridos aero-aquáticos encontrarão sua aplicação em estudos do meio ambiente e em missões de busca e resgate.


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