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A capacidade de sentir frio pode ser desativada

LuisaoCS

A capacidade de sentir frio pode ser desativada

Pesquisadores da Universidade de Southern Califórnia (EUA) conseguiram eliminar a sensibilidade ao frio em ratos extirpando um tipo concreto de neurônios. Os roedores conservaram, no entanto, a sensação de calor e o tato, de acordo com o trabalho publicado na revista Journal of Neuroscience em sua última edição.

Em trabalhos anteriores tinham observado que uma proteína das células nervosas chamada TRPM8, que funciona como canal iônico, era a responsável pela sensação de frio. Esta proteína, que se expressa em neurônios sensoriais, é ativada com as baixas temperaturas e com agentes químicos refrescantes, como o mentol, e gera a resposta correspondente.

Neste novo estudo os pesquisadores conseguiram isolar e desativar, em ratos, os neurônios nos quais se expressa a proteína TRPM8. A seguir utilizaram um grupo de controle de roedores normais e outro de animais com os neurônios TRPM8 desativados que foram colocados em uma superfície com diferentes temperaturas, entre 0ºC e 50ºC, pelo qual podiam se deslocar livremente. Enquanto os ratos do grupo controle tendiam a se manter nas zonas de temperatura temperada, ao redor dos 30ºC, aqueles que não tinham mais os neurônios TRPM8 só evitavam as regiões mais quentes. Segundo os autores, este fato indica que os animais sem essas células nervosas não podem sentir o frio, mas sim o calor.

Esta descoberta poderia ter aplicações indiretas no tratamento da dor, se fosse possível atuar de uma maneira similar para desativar de maneira específica os neurônios implicados no processo doloroso sem alterar o resto de sensações.

Via |  Science Daily.


O asteróide 2012 DA14 valeria 195 bilhões, se conseguíssemos “capturá-lo”

LuisaoCS

O asteróide 2012 DA14 valeria 195 bilhões, se conseguíssemos “capturá-lo”

Depois de amanhã, sexta-feira, o asteróide 2012 DA14 lamberá a Terra, passando a apenas 27.700 quilômetros de distância, o que em escala astronômica é praticamente nada -de fato, é o primeiro objeto que passa tão perto de nosso planeta desde que iniciaram as observações astronômicas modernas.

Pois bem, segundo a empresa Deep Space Industries (DSI, que recentemente anunciou seus planos de enviar já em 2015 sondas para coletar minerais de asteróides), o asteróide 2012 DA14 teria um valor estimado de US$ 195 bilhões se conseguissem "capturá-lo" e extrair seus recursos minerais.

Segundo os cálculos da DSI, se 5% da massa do asteróide fosse água, esta poderia ser separada em oxigênio e hidrogênio para ser utilizado como combustível para foguetes e valeria uns 65 bilhões. Se 10% da massa do asteróide fosse ferro, níquel ou outros metais "facilmente extraíveis", significariam mais uns 130 bilhões.

Sim, no negócio de estimar coisas há uma enorme margem de erro. No entanto, estes números nos permitem ter uma ideia do que nos espera no futuro, quando os recursos não renováveis comecem a escassear e tenhamos que recorrer seriamente à mineração espacial.

Via | Wired.


Apocalipse de peixes na Islândia - 30.000 toneladas de arenques mortos

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Muitos detratores das novas tecnologias dizem que a Internet é "terra de ninguém". Se pudessem fazer um voo sobre o mar mudariam de ideia rapidamente. Fiz muitos serviços para plataformas de petróleo e não são poucas as manchas que vemos neste curto deslocamento. O mar sim é "terra de ninguém", quem é que nesse momento está vendo o que fazem em um maldito baleeiro japonês, quem pode saber como verdadeiramente as tripulações tratam o mar quando não tem ninguém olhando.

No mar islandês encontraram em torno de 30 mil toneladas de arenques em um pequeno fiorde no norte da península Snayfedlsnes, cujo valor de exportação poderia ser estimado em mais de 60 milhões de reais. A manta de arenques mortos espalhados por toda a área é tão grande que supera o alcance do olho humano. A causa da morte dos peixes, como sempre acontece nestes casos, permanece desconhecida e envolta em mistério, e, se não fosse o bastante, este é o segundo incidente do tipo desde dezembro.


O que acontece ao colocar uma bola de metal incandescente sobre um bloco de gelo?

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Não há muito o que falar aqui, o título já é o bastante para despertar a curiosidade. O mesmo aconteceu com o responsável pelo vídeo, ele conta que alguém fez a mesma pergunta "O que acontece ao colocarmos uma bola de metal incandescente sobre um bloco de gelo?" em um dos comentários de outro vídeo. Curioso que ficou, decidiu fazer a experiência, colocando uma bola de níquel incandescente em um grande bloco de gelo. Esse foi o resultado.


Um cupido microscópico feito com nanotubos de carbono

LuisaoCS

Um cupido microscópico feito com nanotubos de carbono

Estudantes do departamento de física da Universidade Brigham Young criou um cupido microscópico mediante nanotubos de carbono. Só para ter uma ideia mais aproximada de seu verdadeiro tamanho basta assinalar que os braços deste deus da mitologia romana tem a espessura equivalente à de um cabelo humano.

A cada um dos nanotubos utilizados tem um espessura de apenas 20 átomos, de maneira que tiveram que colocar aproximadamente 10.000 para dar forma às extremidades. A estrutura resultante é tão frágil que um simples suspiro de admiração por parte de um observador usando um microscópio poderia destruir o conjunto.

Via | Gizmodo.


A embriaguez melhora alguma habilidade cerebral?

LuisaoCS

Estar ébrio melhora alguma habilidade cerebral?

Tomar bebida alcoólica moderadamente não mingua por completo todas nossas habilidades cerebrais. De fato, poderia aumentar a capacidade de detectar pequenas mudanças em um cenário visual, segundo demonstraram cientistas da Universidade de Illinois (EUA). Em dois experimentos, realizados por Jennifer Wiley e seus colegas, os pesquisadores comprovaram que os voluntários ligeiramente ébrios (com 0,8% de álcool no sangue) detectavam, com o mesmo nível de acerto que os sóbrios, as variações em duas versões de um filme praticamente idênticas, nas quais só havia uma pequena mudança, mas os que tinham bebido respondiam bem mais rápido. No entanto, quando se tratava de resolver testes de memória que exigiam recordar sequências de letras ou formas ao mesmo tempo em que propunham um problema matemático, as pessoas que tinham consumido bebida alcoólica faziam entre 15 e 30 % pior dos que não tinham consumido álcool, já que a embriaguez impedia os controlar adequadamente sua atenção. As conclusões foram publicadas na última edição da revista Consciousness and Cognition.

Estudos prévios realizados pela mesma equipe de cientistas revelaram que beber abaixo dos limites considerados "tóxicos" também melhora a criatividade e a capacidade de resolver situações problemáticas de maneira criativa.


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