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A sabedoria matemática dos insetos

LuisaoCS

A sabedoria matemática dos insetos

Os insetos não estudaram matemática, mas a aleatória evolução darwiniana propiciou que aconteçam algumas felizes coincidências ou simetrias que vinculam o comportamento dos insetos e a matemática. A seguir, alguns exemplos.

Lei de Dolbear

O ritmo a que cantam algumas espécies de grilos nos permite calcular a temperatura ambiente sem a necessidade de termômetro, graças ao que se conhece como a Lei de Dolbear, achado realizado pelo físico Amos Dolbear em 1987, depois de suas observações do grilo da árvore de asas estreitas (Oecanthus niveus).

Segundo Dolbear, o macho deste grilo efetua 80 chiados por minuto a temperaturas de 15 graus centígrados. Esta frequência sobe até 120 chiados a temperaturas de 21 graus. Em consequência, para calcular a temperatura ambiente basta somar 5 ao número de chiados do grilo durante um intervalo de 8 segundos, conquanto a fórmula só tenha sucesso para temperaturas entre 5 e 30 graus.


Demonstração, em super câmera-lenta, de porquê não há que meter certas coisas em uma ratoeira

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Aos que ainda não tenham tentado, é provável que passe pela cabeça a ideia de jerico de colocar um dedo ou um pênis (quem tenha) em uma ratoeira.

- "Não deve doer tanto", costumavam pensar os que tentaram. Bom, pois este vídeo gravado em super câmera-lenta a 147.000 fps ilustra com todo luxo de detalhes porquê não é uma boa ideia.

Nenhum dedo nem nenhum pênis foi danificado durante a realização deste documentário. Lamentavelmente, não podemos dizer o mesmo à associação de defensores das vinas do Paraná.


Robô supera o captcha “Eu não sou um robô”

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Evidentemente você já esbarrou com estes formulários de verificação "Eu não sou um robô", para validar comentários ou logins em alguns sites em vez de ser obrigado a ler algumas palavras estranhas (quando me sinto verdadeiramente um robô, por naõ entender). O Youtube Matt Unsworth postou este vídeo de um robô superando o sistema! Skynet cada vez mais próxima.


Este drone levanta até 300 kg durante 45 minutos

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O exemplo mais antigo de veículo aéreo não tripulado (VANT) foi desenvolvido após a primeira guerra mundial, e foi empregado durante a segunda guerra mundial para treinar os responsáveis pelo canhões antiaéreos. No entanto, foi necessário aguardar até final do século XX para operar os VANT com controle remoto, com todas as características de autonomia e estabilidade. E agora passaram a chamar drones.

Os drones estão servindo cada vez para mais coisas, mas um de seus pontos débeis é sua autonomia e sua escassa capacidade para transportar carga. O segundo começa a ser corrigido graças ao drone mostrado no vídeo que encabeça estas linhas.

Desenvolvido pelo fabricante norueguês Griff Aviation, o Driff 300 tem oito motores que são capazes de elevar até 300 kg (incluindo o peso da carga, 225 kg, e o seu peso, 75 kg) durante 45 minutos. Ma a empresa avisa que já estão trabalhando no Griff 800, que será capaz de levantar 800 kg.


Como faz: correntes metálicas

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Dizem que Tito mandou romper as correntes de Flavio Josefo ao invés de simplesmente desatá-las a fim de que ninguém duvidasse da inocência do historiador. A partir dai se tornou tradição fazer isso quando um acusado era absolvido de seu suposto delito. Mas 1900 anos depois as correntes já não são tão usadas para sujeitar pessoas senão que para delimitar acesso e levantar pesos.

Neste vídeo acompanhamos as interessantes filmagens de uma fábrica de um velho episódio de "How It's Made", mostrando a automação do processo de criação de correntes desde grandes bobinas de fio. É interessante e altamente satisfatório ver como o fio é cortado, dobrado, soldado e endurecido.


Como imprimir uma gif animada (sim, é possível)

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Print-A-Gif é um software em C# para imprimir gifs animadas, com ajuda de ImageMagick (que há que ter instalado) para o processamento de imagens. Se você não entender nada de programação, na página do projeto também há um link ao executável (.EXE) que pode ser baixado e instalado diretamente.

O programa inclui parâmetros para imprimir as gifs tal e qual mostra o vídeo. Pode ser controlado quantos fotogramas vão ser impressos em cada folha na horizontal e vertical, as margens, a área de corte, etcétera. O resultado é um PDF que pode ser aberto com Acrobat Reader e enviado diretamente à impressora. Tesouras, cola, uma pouco habilidade e paciência e pronto! Gif animada convertidos em livros de bolso que cobram vida ao passar as páginas.


Vejam o que acontece com esta piscina durante o terremoto

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Os terremotos são uma calamidade natural imprevisível (dizem que sapos e outros batráquio tem a capacidade de antevê-los) que pode trazer consigo uma força destrutiva inimaginável. Se efetivamente não se adotam precisas normas anti-sísmicas, qualquer construção, qualquer estrutura artificial ou natural que seja, pode ser transformado em uma armadilha mortal.

Nestas imagens acima podemos ver o momento em que um piquenique é interrompido pelo terrível terremoto que assolou o Nepal em 2015. Tenham os olhos fixos sobre a piscina.


Se você chama o seu casal com o nome de ex não tem nenhum problema

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Se você chama o seu casal com o nome de ex não tem nenhum problema

Ainda que possa acarretar um problema de ciúmes conjugais, chamar o seu parceiro atual com o nome do ex não significa necessariamente que esteja pensando nele. Ou que sofra de algum tipo de problema cognitivo. De fato, segundo um estudo recente, é algo que ocorre com frequência -não só com os casais-: costumamos confundir os nomes das pessoas que pertencem ao mesmo grupo ou categoria social, sobretudo se convivermos muito tempo.


O estudo foi publicado na Memory & Cognition e nele entrevistaram mais de 1.700 pessoas que pelo menos uma vez já chamaram o outro pelo nome equivocado ou que foram vítimas deste lapsus linguae. David Rubin, professor de psicologia e neurociência na Universidade de Duke e autor principal do estudo, sugere que estes erros são frequentes e normais, e que os nomes que soam parecidos também são susceptíveis de confusão entre si com mais freqüência.

A aparência física de uma pessoa, pelo contrário, não é um fator tão importante à hora de cometer estes erros. Ou seja, que não necessariamente a pessoa esteja pensando em seu ex quando comete esta gafe. A idade também não parece influir em que a gente se confunda nomeando outra pessoa.

Este tipo de rata pode ser ainda mais frequente se a pessoa for um pouco aérea, juntando então o lapsus linguae com o memoriae. Para evitá-la, há um artifício bem simples e eficaz. Evite chamar o casal pelo nome e escolha uma adjetivo carinhoso, tal qual anjo, minha linda, meu amor, minha paixão, fofão, bebê, xêro, príncipe, princesa, meu tudo, namolada, minha dona, mozim, mozão... e da próxima vez que você se equivocar a atual nem vai notar.

Via | Live Science.


Uma nova história da humanidade, ano 12.017 da era humana

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Uma nova história da humanidade, ano 12.017 da era humana

Chegou a hora de mudar a forma em que pensamos a respeito de nosso passado. Precisamos de um novo ano 0 para a humanidade. Mas que ano deveríamos escolher e por que? Em um ano zero que marque o momento em o que começamos a construir nosso novo mundo sobre o velho. O cientista italiano Cessar Emiliani propôs acrescentar o começo de era humana em 10000 a. C., um número redondo que facilitará os cálculos. À data atual devemos somar dez mil anos para obter a data correspondente no novo calendário Holoceno que substituiria o atual Gregoriano. Por exemplo, 2.017 seria 12.017 de era Holocena.


A viagem de um fóton do Sol até Júpiter

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Ocorreu a Alphonse Swinehar que a melhor maneira de mostrar a imensidão das distâncias no Sistema Solar seria mostrar o tempo que demora a luz para ir do Sol até Júpiter. Sobre estas linhas está a versão resumida, em que é possível apreciar os tempos que decorrem desde que o fóton sai da cromosfera até que chega aos diferentes planetas: 8 minutos e 19 segundos à Terra e 45 minutos a Saturno. Uma vez atingido o gigante gasoso, ainda restariam outros 36 minutos para chegar a Júpiter. Se você tem tempo para desfrutar, logo após o salto tem a versão completa do vídeo Riding Light.


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