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Novo campo da genética afirma que herdamos as experiências de nossos antepassados através do DNA

LuisaoCS

Novo campo da genética afirma que herdamos as experiências de nossos antepassados através do DNA

Vamos propor uma pergunta com certa ingenuidade: como o DNA humano sabe onde colocar suas peças para criar exatamente um ser humano particular? Não falamos de um indivíduo da espécie humana senão de uma pessoa concreta, filho ou filha de certos pais, descendente de certa genealogia. De primeira impressão poderíamos pensar que a natureza trabalha sobre um quadro básico de ingredientes, os quais sofrem poucas modificações ao longo do tempo. Mas segundo a pesquisa de dois biólogos canadenses, as histórias de vida (hábitos, estados emocionais, traumas psicológicos) de nossos descendentes modificam e outorgam a nosso material genético um grau extra de precisão.

A história resumida começa assim: um neurologista e um biólogo entram em um bar, tomam um par de tragos e falam superficialmente de suas respectivas linhas de pesquisa, ao sair criaram um novo campo da genética. Isto ocorreu em um bar de Madri a Moshe Szyf, biólogo molecular e geneticista da McGill University em Montreal, e a seu amigo Michael Meaney, neurobiólogo da mesma universidade.


As cinco personalidades dos chimpanzés

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As cinco personalidades dos chimpanzés

Cientistas americanos do Parque Zoológico Lincoln identificaram cinco dimensões básicas da personalidade dos chimpanzé. Segundo publicam na revista especializada American Journal of Primatology trata-se da desconfiança, a dominância, a sinceridade, a extroversão e a simpatia ou amabilidade. E acrescentam um possível sexto fator, pendente de confirmar em sucessivas pesquisas, que seria a capacidade para ser metódico.

Hani Freeman, principal autora do estudo, está convencida de que o entendimento da personalidade do chimpanzé tem importantes envolvimentos teóricos e práticos. Assim, a distinção destas cinco dimensões básicas de personalidade para classificar aos primatas ajudará os tratadores à hora de se relacionar com estes animais de maneira individualizada, assegurar seu bem-estar e prever, por exemplo, como se comportam em diferentes situações, concluem os pesquisadores.

Para o estudo, os cientistas trabalharam com chimpanzés com idades compreendidas entre 8 e 48 anos, a maioria nascidos em cativeiro. E para validar seus achados sobre a personalidade dos primatas contrastaram-nos com dados de seu comportamento compilados ao longo de dois anos, que confirmaram a classificação.

Via | Science Daily.


O sucesso e a forma do rosto estão relacionados

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O sucesso e a forma do rosto estão relacionados

Os homens bem sucedidos têm certos traços diferenciados em seus rostos, segundo demonstrou um estudo da Universidade de Sussex (Reino Unido) que publica a revista British Journal of Psychology.

A pesquisa baseia-se na proporção facial da altura pela largura do rosto ou índice FWH, por suas siglas em inglês, que se obtém dividindo a distância horizontal máxima do extremo direito e o esquerdo do rosto entre a distância que separa a zona superior dos lábios do ponto mais alto das sobrancelhas.

Pois bem, segundo os cientistas, os rostos masculinas que associamos a pessoas mais dominantes e bem sucedidas são aquelas com um FWH alto, isto é, mais largas do que longas. Pelo contrário, tendemos a associar os rostos alongados com uma limitada capacidade de liderança e menores níveis de sucesso.

Segundo Jamie Ward, coautor do trabalho, há duas possíveis explicações a esta descoberta. Uma opção é que o FWH seja realmente um indicador visível da personalidade dominante de um indivíduo, dado que também está associado a certos níveis de testosterona. A outra possibilidade é que os humanos tendamos a escolher como líderes indivíduos com o rosto largo, como herança evolutiva de chefes de grupos que tinham esta característica, como acontece com os gorilas.

Todo mundo com régua na mão?

Via | Science Daily.


Por que não existem gatos de 3 cores?

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Por que não existem gatos de 3 cores?

A genética como ciência tem formas maravilhosas de se expressar. Uma das mais curiosas pode estar agora mesmo perambulando por sua casa e soltando pelos no sofá: os gatos, mas especificamente a sua cor.

Como sabemos, estes pequenos felinos tem naturalmente 3 cores (ou suas misturas): pretos, brancos e alaranjados. Mas, nesse momento possivelmente você já saiba que um gato de 3 cores ao mesmo tempo... só pode tratar de uma gata.


Terapia contra esquizofrenia utiliza avatares para representar as alucinações sonoras

LuisaoCS

Terapia contra esquizofrenia utiliza avatares para representar as alucinações sonoras

Os pacientes de esquizofrenia costumam padecer alucinações auditivas muito fortes que em ocasiões tomam forma de vozes que ameaçam a eles ou seus familiares. Com o objetivo de dar um rosto às vozes atemorizantes, cientistas do University College London experimentam com uma terapia alternativa aos anti-psicóticos, que consiste em fazer que os pacientes desenhem um avatar das vozes que escutam em sua cabeça, para poder controlá-las eventualmente.

Em um programa piloto, três pacientes deixaram de escutar vozes depois da terapia, que consiste em várias sessões onde os pacientes e o terapeuta realizam um desenho tridimensional de como seriam o rosto das vozes que escutam em sua cabeça. O tratamento pode ser completado com anti-psicóticos, ainda que em uma medida regular sabe-se que os medicamentos não são efetivos em um de cada quatro casos.

Segundo Julian Leff, responsável pelo projeto, - "Os pacientes interagem com o avatar como se fosse uma pessoa real, porque o criaram e sabem que não podem machucá-los... Como resultado, os pacientes ganham confiança e valor para confrontar o avatar, e seu perseguidor".

Os pacientes recebem gravações de cada sessão, de modo que a ideia é que aprendam com suas próprias conversas com o avatar e que desativem uma crise psicótica no momento.

- "O mais bacana da terapia é sua simplicidade e brevidade", disse o professor Thomas Craig, que se encarregará da seguinte fase do projeto, que espera que os primeiros resultados de sua aplicação comecem a ser visíveis no final do ano 2015 nos pacientes atuais, quando o tratamento será aprovado para seu uso estendido, se demonstrarem que efetivamente funciona.

Será que talvez dar um rosto aos demônios permite ver seus olhos e saber que alguns deles também têm medo de nós?

Via | Guardian.


Déficit de atenção e hiperatividade pode ser uma doença inventada

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Déficit de atenção e hiperatividade pode ser uma doença inventada

Ao menos desde os anos 90 uma das doenças infantis diagnosticadas com maior frequência é o transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH), um problema psicológico que paralelamente se revelou como um dos principais negócios das grandes farmacêuticas e, no caso das crianças, permitiu encontrar uma justificativa médica para a inquietação e a distração que se criam próprias da idade.

Em anos recentes o diagnóstico vem sendo profundamente questionado, tanto em termos neurológicos quanto éticos, pois se por um lado não parece existir evidência conclusiva sobre sua existência como transtorno psicológico, por outro o fato de que gere enormes ganhos econômicos a um punhado de corporações o torna, para dizer o mínimo, bem suspeito.

Ditas dúvidas se avolumam agora que toda a WEB divulga como sendo uma confissão -na verdade foi uma entrevista ao diário alemão Der Spiegel- de quem na década de 1960 definiu o TDAH, o psiquiatra estadunidense Leon Eisenberg, que pouco antes de morrer disse que o diagnóstico da doença está sendo completamente superestimado e que, portanto, o TDAH é "um exemplo de doença fictícia".


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