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Após Pandora, James Cameron agora vai enviar câmeras 3D a Marte

LuisaoCS

Microsoft Courier

Pelo menos é isso é o que pretende a nova iniciativa da NASA junto com o diretor de cinema James Cameron, que depois de mostrar o mundo de Pandora em seu último filme, Avatar, desenvolverá agora câmeras especiais em 3 dimensões para serem enviadas para Marte para que enviem de lá as imagens mais espetaculares que jamais tenhamos visto.

A NASA tinha planejado enviar em 2011 uma nova nave a Marte que incluiria um rover, um veículo robotizado para percorrer toda a superfície marciana, que deveria carregar uma câmera para coletar imagens do planeta vermelho, mas os planos foram alterados.

Em janeiro deste ano James Cameron reuniu-se com o diretor da NASA, Charles Bolden, convencendo-o para que incluísse em dito veículo uma câmera capaz de captar imagens tridimensionais. O sucesso de bilheteria do último filme de Cameron graças ao 3D parece ter convencido Bolden.

Desta maneira, o veículo batizado como Curiosity, levará na parte superior de seu mastro uma câmera 3D apesar de que a a outra câmera tradicional já tenha sido fabricada e prestes a ser entregue à NASA.

A câmera fará imagens a 10 fotogramas por segundo, o que permitirá apreciar pela primeira vez o movimento e o volume das nuvens e as tormentas de areia marcianas.


A humanidade em um torrão de açúcar

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Torrão de açúcar

Tal e como sustenta o dramaturgo britânico Tom Stoppard: - "Fecha sua mão, e se teu punho for tão grande como o núcleo de um átomo, então o átomo inteiro é tão grande como a catedral de São Paulo, e se estivermos falando de um átomo de hidrogênio, então existe um único elétron revoluteando ao seu redor como uma traça em uma catedral vazia, às vezes na cúpula, às vezes no altar..."

Tendo em conta que o 99,9999999999999% de um átomo é espaço vazio, se forçássemos a todos os átomos que compõem o universo a comprimir se, esmagando uns contra os outros, eliminando todo esse espaço vazio entre eles até que só restassem os núcleos; apenas uma colherinha de chá (ou um torrão de açucar) da massa resultante pesaria cinco bilhões de toneladas. Aproximadamente dez vezes o peso de todos os humanos vivos na atualidade.

Na verdade, é exatamente isto o que acontece em uma estrela de nêutrons, as sobras de massa super densa que restam depois de certo tipo de supernovas.

Via | telegraph.co.uk.


As 5 descobertas mais importantes nos 20 anos do Hubble

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Galáxia Sombreiro

Há 20 anos atrás a NASA lançava no espaço um dos telescópios que mais alegrias trouxe à comunidade científica: o Hubble. Durante este tempo, o telescópio esquadrinhou o Universo conscienciosamente, nos permitindo atualmente admirar com todo luxo de detalhes desde planetas até estrelas passando por galáxias ou nebulosas, e conhecer com mais profundidade o espaço e tudo que nele acontece.


O Sol na mira do SDO

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Esta imagem impressionante é o Sol visto pela sonda SDO (Solar Dynamics Observatory) da NASA que foi colocada no espaço no último 30 de março. A foto mostra, com uma composição de falsa cor, os traços de plasma que chegam a temperaturas de 1 milhão de K.

O Sol fotografado pelo SDO

A ideia do SDO é explorar a atividade solar com a maior quantidade de detalhes possíveis. Segundo a APOD, está enviando 1,5 terabytes de dados ao dia à Terra para serem analisados. De fato foi esta sonda a responsável por gravar o sensacional vídeo da proeminência solar que vemos abaixo:


O lançamento da Apollo 11 em alta definição, a 500 frames por segundo

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Com certeza não está disponível para gente comum e, muito possivelmente, nem acessíveis para a produção cinematográfica (mesmo que estejam acostumados a gastar grandes fortunas por equipamentos de ponta para fazer filmes), mas as câmeras capazes de gravar vídeo a 500 frames por segundo já estavam disponíveis para o governo estadunidense em 1969 no lançamento da Apollo 11.

A sequências foi gravada usando uma câmera E-8. A extensão total do vídeo 8 minutos, representam os primeiros 30 segundos do lançamento, em câmera lenta.


A bactéria Wolbachia poderia ser uma ferramenta eficaz na luta contra a Dengue

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Wolbachia

Segundo os últimos experimentos publicados na famosa e respeitada revista Science, poderiam utilizar a bactéria Wolbachia modificada para reduzir à metade a vida dos mosquitos que transmitem a Dengue. Ademais apontam que a bactéria pode ser transmitir das fêmeas a suas crias e que os machos infectados sofrem uma modificação cujo efeito é o acasalamento unicamente com fêmeas infectadas.

A Dengue afeta 50 milhões de pessoas ao ano em todo mundo, segundo os dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), de modo que estes estudos poderiam ser de grande utilidade para frear as infecções, ainda que advertem desconhecer a infecção da bactéria modificada fora do laboratório bem como a evolução do vírus do Dengue sobre tais circunstâncias.

Via | suite101.net.


A maior erupção solar dos últimos 15 anos

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Erupção do sol

Há algum tempo, tanto a NASA como o resto de agências espaciais estudam em detalhes um dos fenômenos mais violentos que acontecem com nosso Sol: as erupções solares. Devido a isto contamos hoje em dia com um grande número de imagens destas erupções, às quais devemos acrescentar agora a mostrada neste post.

Concretamente a imagem foi capturada no último dia 12 por um dos dois satélites que formam a missão Stereo da NASA, o Ahead, e nela vemos a erupção solar mais potente dos últimos 15 anos (essa língua de fogo que aparece na parte de cima). Ainda que a primeira vista possa parecer que não é grande coisa, a língua de matéria ejetada para o espaço nesta erupção atingiu mais de 80 mil quilômetros de longitude. Como somos insignificantes!

Via | The Huffington Post.


Impressora de células para curar feridas

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Impressora de células para curar feridas

No Instituto Wake Forest de Medicina Regenerativa, o invento mais recente é uma impressora que imprime células diretamente sobre as feridas. Por enquanto, testes feitas com ratos indicam que feridas que demorariam 5 semanas para cicatrizar, curam em duas semanas graças a esta impressora.


A corrida pela dessalinização da água

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Dessalinização

"Não há escassez de água no planeta azul: só de água doce", assinala Karen E. Lange, do National Geographic, em um artigo que explora as novas tecnologias para tornar a água potável. Cerca do 70$% da superfície de nosso planeta está recoberta pelo vital líquido, mas diferente do Brasil, que se dá ao luxo de ter os dois maiores aquíferos do mundo: o Guarani e o recém descoberto Alter do Chão, o mundo tem a sua disposição uma quantidade muito limitada a ser utilizada.


Dois lagos dentro de um vulcão

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Deriba Caldera

Além da visita diária as fotos do dia da Nasa, adquiri um novo hábito de navegação, e surpreendentemente não têm nada a ver com redes sociais: a cada dois dias dou uma olhada obrigatória no Twitpic do Astro Soichi, o astronauta japonês que está em missão na Estação Espacial Internacional e que não para de nos presentear com espetaculares imagens via Twitter.

Uma das últimas que enviou é a que ilustra este post: é a cratera vulcânica Deriba Caldera, uma formação geológica que coroa a região montanhosa Jebel Marra situada em Darfur, no Sudão. Como dá para ver, são dois lagos em seu interior, um situado no cratera externa e outro no cratera interna (ou no Olho de Jebel Marra).


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