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Contemple hipnotizado como a eletricidade queima belos padrões de madeira

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Como poderá ver no vídeo que encabeça estas linhas, Paul Lemiski usa eletricidade para queimar formosos desenhos de ramos na superfície de suas peças de madeira feitas a mão e móveis de madeira personalizados. Utilizando ferramentas que criam descargas elétricas, Lemiski cria os padrões etéreos, conhecidos como figuras de Lichtenberg, em matéria de segundos.

São chamadas assim em homenagem ao físico alemão Georg Christoph Lichtenberg, que inicialmente as descobriu. Ainda que Lichtenberg só estudou as figuras bidimensionais que ocorriam na superfície dos dielétricos, os modernos pesquisadores de alta tensão estudam as figuras bi e tridimensionais, sobre e dentro dos materiais isolantes.

Os padrões ramificados e similares observados nas figuras de Lichtenberg exibem propriedades fractais. Frequentemente acontecem figuras de Lichtenberg durante a ruptura elétrica em sólidos, líquidos e até em gases. Seu aparecimento parece estar relacionados com um processo chamado "agregação por difusão limitada" ou DLA.


Com esta técnica os cultivos de trigo poderiam ser multiplicados por seis

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Com esta técnica os cultivos de trigo poderiam ser multiplicados por seis

Uma nova técnica, ainda não aplicada no âmbito comercial, torna possível cultivar até seis gerações de trigo em cada ano, o que se traduziria em uma maior disponibilidade de alimento. Durante muitos anos, as taxas de melhoria de várias agriculturas básicas se estancou, o que impediu de maneira significativa a busca de formas de alimentar à crescente população mundial

A nova técnica, desenvolvida pelas equipes do John Innes Center, Universidade de Queensland e Universidade de Sydney, na Austrália, utiliza uma estufa ou um meio artificial com melhor iluminação para criar regimes intensos de um dia com o fim de acelerar a busca de cultivos de melhor rendimento. Concretamente, empregam lâmpadas LED otimizadas para ajudar à fotossíntese em regimes intensivos de até 22 horas por dia.


Antropólogos descobriram o que unia os humanos antes do surgimento das religiões

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Antropólogos descobriram o que unia os humanos antes do surgimento das religiões

Antropólogos do University College londrino revelam que as histórias e mitos dos povos antigos serviam como meio de unir à população, conclui um estudo publicado esta semana na revista Nature Communications. Muitos antropólogos aceitam a teoria que religiões apareceram com o objetivo de manutenção da ordem social e o fortalecimento dos vínculos entre membros. No entanto, segundo avança este estudo, os povos antigos tinham outras formas de entabular relações, já que as primeiras religiões apareceram faz uns 13.000-15.000 anos.

Uma das autoras do trabalho da universidade britânica, Andrea Migliano, estudou junto a sua equipe a vida de uma tribo indígena das Filipinas, os agta: são caçadores e coletores e vivem alheios às novas tecnologias. Os especialistas advertiram que os também conhecidos como aeta outorgavam um respeito especial àqueles membros da comunidade que contavam melhor as histórias.


Encontram uma «cópia maior» da Terra

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Encontram uma «cópia maior» da Terra

Um grupo internacional de astrônomos descobriu a 111 anos luz da Terra um exoplaneta cujos parâmetros não excluem a presença de vida. Novos estudos que utilizaram dados reunidos pelo Observatório Europeu Austral demonstraram que um exoplaneta pouco conhecido que gira ao redor da anã vermelha K2-18 poderia ser uma versão de maior tamanho da Terra.

Ao todo, os cientistas descobriram dois planetas que orbitam ao redor desta estrela na constelação de Leão. Um deles foi descoberto em 2015 e recebeu a designação K2-18b. No entanto, só agora os cientistas começaram a estudá-lo. Está localizado na zona habitável da estrela mãe, o que significa que pode ter água líquida em sua superfície.


Cientistas: A Terra «engoliu» outros planetas

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Cientistas: A Terra «engoliu» outros planetas

Um modelo dos primeiros tempos de existência da Terra demonstrou que a contribuição de planetesimais, ou protoplanetas, no desenvolvimento do nosso planeta foi muito maior do que se cria até agora. Os planetesimais são os protoplanetas que bombardearam a Terra faz uns 4,5 bilhões de anos, após nosso planeta, nas primeiras etapas de sua existência, colidir contra outro planeta do tamanho de Marte.

Os protoplanetas originaram-se a partir da matéria interestelar resultante da criação da nebulosa solar, formando rochas que variavam desde o tamanho de um grão de areia até discos de mais de 3.000 quilômetros de diâmetro.


Incompetentes que se crêem superiores, sabichões que não sabem nada: o efeito Dunning-Kruger

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Cinco minutos bastam para aprender com um vídeo de Ted-Ed sobre o Efeito Dunning-Kruger, uma curiosa distorção cognitiva que poderia ser resumida em que pessoas incompetentes tendem a superestimar suas próprias habilidades. Em terminologia popular moderna poderíamos chamá-lo também de efeito sabichão, o sabe-tudo que não sabe nada ou simplesmente o sentimento de superioridade ilusório.

Este sentimento sobre diversas habilidades pessoais vai além da mera autoestima, e produz curiosas contradições estatísticas. A verdade é que este efeito não só afeta incompetentes que são incapazes de saber que não sabem, senão a todo mundo em geral e sobre qualquer aspecto da vida também: ética, inteligência, capacidade de razoamento, gramática, ortografia, conhecimentos financeiros...

Dizem os psicólogos que isto é devido simplesmente a que nem todo mundo pode saber de tudo e que todos temos zonas de incompetência sobre as quais somos incapazes de julgar a nós mesmos. Os melhores conselhos: fazer uso da humildade, escutar como somos avaliados pelos demais -ainda que resulte crítico às vezes- e sobretudo não deixar de aprender nunca. Assim ao menos podemos reduzir essas lacunas do saber.


Quais alimentos realmente ajudam a combater o envelhecimento

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Quais alimentos realmente ajudam a combater o envelhecimento

Os cogumelos, em particular os conhecidos como Boletus edulis (como míscaro ou tortulho), contêm quantidades inusualmente altas de dois antioxidantes, motivo pelo qual poderiam ajudar a combater o envelhecimento e reforçar a saúde, segundo uma equipe de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia.

Um estudo realizado por estes especialistas determinou que os fungos têm grandes quantidades de ergotioneina e glutationa, dois antioxidantes de grande importância, informou Robert Beelman, professor emérito de ciências da alimentação e diretor do Centro Estatal de Plantas e Produtos de Fungos para a Saúde, da referida universidade.

Desta maneira, seu consumo ajudaria a neutralizar os impactos negativos do estresse sobre o corpo humano. Os pesquisadores também descobriram que as quantidades de ambos compostos variam muito entre as diferentes espécies de fungos.

Beelman disse que, sem dúvida, os cogumelos são a maior fonte destes dois antioxidantes e que algumas de suas variedades estão realmente "cheias de ambos". As quantidades de ergotioneína e glutationa nos fungos varia segundo a espécie, e são os porcinos -uma variedade silvestre- os que contêm em amor abundância ambos compostos, entre as 13 analisadas.

Outros cogumelos mais comuns, como o champignon (Agaricus bisporus), têm menos antioxidantes, ainda que sempre em proporção mais alta que a maioria dos demais alimentos.

Segundo os especialistas, futuras investigações deveriam considerar o papel que possam desempenhar a ergotioneína e a glutationa na diminuição de doenças neurodegenerativas como o Parkinson ou Alzheimer.

Via | Penn State.


O Sol perdeu todas as suas manchas

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O Sol perdeu todas as suas manchas

A quantidade de manchas que apresenta o Sol, considerada como a principal característica do nível de atividade solar, está caindo rapidamente a zero, segundo informa o Laboratório de Astronomia de Raios X do Sol, no Instituto Físico Lébedev da Academia de Ciências da Rússia. Segundo precisam os astrônomos, neste momento não há nenhuma mancha solar na face do Sol orientada para a Terra.

- "É difícil dizer se há manchas agora na outra parte do Sol, mas, segundo as fotos de duas semanas, quando esta face se orientava para a Terra, também não havia manchas ali", assinala o laboratório, acrescentando que agora nossa estrela está bem perto exteriormente de ser esse objeto ideal, sem nenhum "defeito", tal e qual concebia antes do século XVII.

A quantidade de manchas solares é o parâmetro principal pelo qual medimos os ciclos solares durante quase 270 anos. Uma vez a cada 11 anos o número de manchas atinge seu ponto máximo e, aproximadamente, entre estes picos diminui até sua cota menor, chamada mínimo solar. A natureza destas mudanças não foi compreensível durante quase 200 anos e só em meados do século XX os cientistas estabeleceram que ao cabo de 11 anos o campo magnético do Sol muda.


Especialistas procuram no Congo um assassino silencioso que deixou a ciência em xeque

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Especialistas procuram no Congo um assassino silencioso que deixou a ciência em xeque

Um grupo de cientistas foi até Manfouete, uma pequena vila no meio da selva do nordeste do Congo, para estudar uma doença pouco comum que está causando estragos entre a população: a varíola do macaco.

Os especialistas do Centro de Controle de Doenças e Prevenção dos EUA navegaram durante seis horas por um estreito rio, até chegar ao local, que tem 1.600 habitantes e que carece de eletricidade e água corrente. Ali, a comunidade vive açoitada por várias doenças, como o Ébola e a lepra. Também pela varíola do macaco, que mata um da cada 10 contagiados, ainda que a mortalidade disparou durante o ano passado, o que provocou a intervenção de especialistas estrangeiros.

Esta doença contagia através do contato com animais, especialmente roedores, ainda que depois pode ser transmitida entre pessoas. Seus sintomas são febre e uma erupção dolorosa, descrita como se fossem "queimaduras de cigarro".


Novo tratamento permite a um homem com lesões na medula espinhal levantar-se e mover as pernas

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A cada certo tempo, a medicina anuncia avanços que até faz pouco eram impensáveis. Este é um desses casos. Uma nova técnica permitiu a um homem com uma lesão completa da medula espinhal recuperar a capacidade de levantar-se e mover suas pernas de forma independente.

Andrew Meas quebrou o pescoço em um acidente de moto quando tinha 28 anos. Desde então não podia caminhar ou mover de forma voluntária as pernas, inclusive após 21 meses de reabilitação e treinamento. Quatro anos depois, uma equipe de pesquisadores da Universidade de Louisville emparelharam sua reabilitação com algo chamado estimulação epidural da medula espinhal (scES).

Trata-se de um tratamento invasivo onde implantaram um dispositivo sobre sua coluna vertebral, este proporcionava estimulação elétrica com o fim de ativar a coluna durante o treinamento físico. Em decorrência de 44 meses de treinamento com scES, Meas recuperou a capacidade de mover suas extremidades inferiores, sem necessidade de que o tratamento esteja ativo.

O tratamento pode restabelecer o controle voluntário do movimento e a posição após a paralisia completa em humanos, inclusive anos após da lesão. Isto deverá abrir novas oportunidades para a reabilitação.


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