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Cientistas descobrem uma rã gigante diabólica que devorava dinossauros

LuisaoCS

Cientistas descobrem uma rã gigante diabólica que devorava dinossauros

Uma equipe internacional encabeçada por cientistas da Universidade de Adelaide, na Austrália, descobriu que uma "diabólica" rã que habitava Madagascar há 68 milhões de anos era capaz de comer pequenos dinossauros. Os pesquisadores estimaram que essa espécie extinta, conhecida como "Beelzebufo", poderia caçar e devorar pequenos exemplares dos repteis, já que sua mordedura possuiria uma força de uns 2.200 newtons, equivalente à de mamíferos predadores como o tigre ou o lobo.

- "Graças a esta característica, esse anfíbio teria sido capaz de mastigar dinossauros pequenos ou jovens que viviam em seu meio ambiente", segundo explicou Marc Jones, pesquisador da Escola de Ciências Biológicas da Universidade de Adelaide.


Descobrem que nossos antepassados cruzaram com uma espécie desconhecida

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Descobrem que nossos antepassados cruzaram com uma espécie desconhecida

Um grupo de cientistas espanhóis e indianos concluíram um estudo publicado na revista "Nature Genetics" que nossos antepassados cruzaram com uma espécie desconhecida cuja impressão ainda pode ser encontrada no genoma dos habitantes das ilhas indianas de Andamão, situadas na costa do subcontinente.

Para a realização do estudo os cientistas analisaram o genoma de 70 pessoas, 10 deles oriundos do arquipélago, com a intenção de determinar a origem de seus gentes. Revelou-se que os habitantes de Andamão são geneticamente muito parecidos ao resto de populações do mundo, ainda que antes se achava que por sua tez escura, cabelo muito encaracolado e reduzida estatura estes humanos eram muito diferentes dos indianos do continente. Uma teoria sustentava inclusive que eram descendentes de um grupo diferente ao dos humanos que partiram da África há uns 60.000 anos para povoar o resto do planeta e do qual descendemos todos os Homo sapiens.

O mais surpreendente do estudo é que o genoma desta população contém fragmentos que não correspondem aos de nenhum humano atual. Segundo os pesquisadores, trata-se de restos do genoma de um antecessor extinto com o qual os Homo sapiens cruzaram e tiveram descendência. A identidade desse hominídeo não é conhecida ainda pela ciência.

Em relação ao trabalho, Alan Cooper, pesquisador da Universidade de Adelaide, Austrália, opina que como este estudo apoia que só existiu uma saída da África faz uns 60.000 anos, a existência deste cruzamento reforça a possibilidade de que o Homo erectus (espécie que possivelmente protagonizou o cruzamento) sobreviveu até faz uns 60.000 anos nesta região, algo que ainda não foi confirmado com fósseis.

- "Assim como se apresentaram efeitos positivos e negativos do DNA neandertal presente nos humanos modernos, agora há que pesquisar o efeito do DNA denisovano e desta misteriosa fonte recém identificada", concluiu.

Via | NewSci.


Este planeta é tão escuro que praticamente suga luz

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Este planeta é tão escuro que praticamente suga luz

Se chama WASP-12b e é um planeta com um albedo, ou coeficiente de reflexão, tão baixo que apenas reflete a luz, o que o converte em um planeta tão escuro como o asfalto fresco. É o que recentemente foi descoberto deste exoplaneta graças ao Espectrógrafo de Imagens do Telescópio Espacial (STIS) no Telescópio Espacial Hubble da NASA / ESA.
Albedo

O albedo é a percentagem de radiação que qualquer superfície reflete com respeito à radiação que incide sobre a mesma. As superfícies claras têm valores de albedo superiores às escuras, e as brilhantes mais. O albedo médio da Terra é de 37-39% da radiação fornecida pelo Sol. O de WASP-12b é menos duas vezes reflexivo que nossa lua, que tem um albedo de 0.12.

Uma equipe internacional liderada por astrônomos da Universidade de McGill, Canadá, e a Universidade de Exeter, Reino Unido, foi a responsável por este achado. WASP-12b orbita a estrela parecida ao Sol WASP-12A, a uns 1.400 anos luz de distância, e desde sua descoberta em 2008 converteu-se em um dos exoplanetas melhor estudados.

Com quase o dobro do raio de Júpiter e com um ano de pouco mais de um dia da Terra, WASP-12b classifica-se como um Júpiter quente. WASP-12b é só o segundo planeta em ter medidas de albedo espectralmente resolvidas, sendo o primeiro HD 189733b, outro Júpiter quente.


A primeira imagem da Terra e a Lua desde o espaço cumpre 40 anos

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A primeira fotografia da Terra desde o espaço exterior foi tomada em 24 de outubro de 1946, faz setenta anos. A câmera de 35 mm, instalada em um foguete V2, foi desenvolvida pelo engenheiro Clyde Holliday. Já em 1966, enviaram a primeira imagem da Terra tomada desde a Lua. Seria conhecida como Earthrise, a Terra Nascente. Muitos jornalistas denominaram-na então a foto do século.

Ainda é mais impressionante a primeira imagem em que aparece, simultaneamente, a Terra e a Lua. Neste 18 de setembro completa 40 anos da primeira imagem em que a Terra e seu satélite, a Lua, aparecem juntas em uma mesma fotografia tomada desde o espaço exterior.

A meta corresponde à sonda espacial Voyager 1, treze dias após sua decolagem da Terra, e que atualmente é a nave espacial mais afastada da Terra, e a única no espaço interestelar, a 139 unidades astronômicas do Sol. Isto é, 11,6 milhões de quilômetros.


Se a música estremece seu corpo, isso significa que seu cérebro é diferente, especial

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Se a música estremece seu corpo, isso significa que seu cérebro é diferente, especial

A música é uma linguagem universal. Talvez por isso seja quase impossível encontrar pessoas que se mantenham estéreis ante um estímulo musical. No entanto, há quem verdadeiramente consegue se transportar através dos sons harmonicamente soados. Alguma vez já experimentou a pele enrugada, os pelos do braço eriçados ou um frio recorrer a espinha quando escutou alguma canção? Se sua resposta for afirmativa, então temos um notícia: é muito provável que a estrutura de seu cérebro seja diferente, especial.

Para além da resposta emocional que a maioria experimentamos ante certas melodias ou canções; quando esta reação se translada ao físico, por exemplo na pele ou em um nó na garganta, então, de acordo com um pesquisador da Universidade de Harvard, isto se deve a que nossa estrutura cerebral é diferente à do resto.

Via | PubMed.


Estados Unidos aprova sua primeira terapia genética contra a leucemia infantil

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Eatados Unidos aprova sua primeira terapia genética contra a leucemia infantil

Um dos truques que usa o câncer para nos fazer tanto dano é que engana a nosso sistema imunológico, que permanece impassível em frente à presença de todas essas células doentes que deveria estar atacando com denodo. Mas nos Estados Unidos acabam de aprovar o uso de uma terapia genética que pode ser convertido em uma importante arma mais na luta contra o câncer, neste caso concreto contra a leucemia infantil.

O que faz esta terapia é modificar linfócitos T do paciente -é uma terapia personalizada- mediante engenharia genética para lhes implantar receptores de antígeno quimérico, o que equivale programá-los para que reconheçam e ataquem as células cancerosas.

Estes linfócitos T modificados são injetados depois no paciente, onde além de acabar com as célula cancerosas são capazes de se reproduzir, com o que o efeito do tratamento se mantém no tempo.

É um tratamento caro. A Novartis, a empresa que o desenvolveu, estipulou um preço de 475.000 dólares, ainda que tenha uma espécie de garantia de satisfação, já que não cobrará nada se após um mês o paciente não mostrar melhorias significativas.

Lamentavelmente, o tratamento não funciona em todos os casos, ainda que a taxa de sucesso vista até agora nos ensaios clínicos chegou a 80%. Mas também é verdade que em alguns dos pacientes aconteceram recaídas, enquanto outros seguem saudáveis anos após t~e-lo feito, e que alguns dos efeitos secundários deste tratamento são bem duros, de modo que não é uma panaceia.

Em qualquer caso é um avanço importante, avanço que ademais poderá ir se estendendo a outro tipo de cânceres, de modo que sem dúvida é uma boa notícia. Melhor ainda quando a patente do tratamento for quebrada, lógico.

Via | AP.


Doses elevadas de suplementos de vitamina B relacionadas ao risco de câncer de pulmão

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Doses elevadas de suplementos de vitamina B relacionadas ao risco de câncer de pulmão

A suplementação com vitamina B6 e B12 a longo prazo, em altas doses, pode aumentar o risco de câncer de pulmão em fumantes do sexo masculino, sugerem novas pesquisas da Universidade Estadual de Ohio. Você pode estar pensando: outro dia, outro item adicionado à lista de possíveis agentes cancerígenos. Mas qualquer informação adicionada às resmas de pesquisas sobre este flagelo global vale a pena, ainda que complicada e às vezes contraditória.

O câncer de pulmão, em particular, é a principal causa de morte por câncer nos EUA. Muitos destes são o resultado do tabagismo, o que significa que qualquer coisa para aumentar esse risc, como tomar altas doses de suplementação de B6 e B12, deve ser avaliada e diminuída.

Isso não significa que os suplementos B sejam ruins, apenas para um certo grupo de homens as doses elevadas podem ser perigosas. Para o estudo, publicado no Journal of Clinical Oncology, a equipe analisou dados de mais de 77.000 adultos que participaram do estudo. Todos tinham entre 50 e 76 anos, e recrutados entre os anos 2000 e 2002.

É importante notar que estudos anteriores encontraram resultados conflitantes. Um desses estudos descobriu que a vitamina B6 reduzia o risco de câncer de pulmão, enquanto que outro indicou que a B12 não tinha influência alguma. Esta discrepância pode ser devido a vários fatores, como a forma como as vitaminas foram medidas ou, possivelmente, porque o câncer de pulmão aumenta essas vitaminas nos pacientes.

A maneira mais eficaz de reduzir o risco de câncer de pulmão é, então, parar de fumar. Está ligado entre 80 a 90% dos casos de câncer de pulmão, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.

Via | IFLScience.


As pessoas muito religiosas são menos analíticas, segundo estudo

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As pessoas muito religiosas são menos analíticas, segundo estudo

Um estudo recente no campo da religião, feito pela Universidade Case Western Reserve, chegou a conclusão que as pessoas muito religiosas costumam ser menos inteligentes. Cabe ressaltar que o resultado desta análise pode ser aplicada tanto para os muito religiosos como para os ateus militantes, já que muito deles professam o ateísmo como se fosse uma religião extremista.

Em ambos os grupos, habilidades de raciocínio crítico superiores foram associadas com níveis mais baixos de dogmatismo. Mas esses dois grupos divergem em como a preocupação moral influencia seu pensamento dogmático.

Isso sugere que os religiosos podem se apegar a certas crenças, especialmente aquelas que parecem estar em desacordo com o raciocínio analítico, porque essas crenças ressoam com seus sentimentos morais.

Os voluntários da pesquisa foram analisados com ressonância magnética a partir de estímulos com perguntas ou informação diversa. Fizeram parte deste estudo 209 cristãos, 152 pessoas não religiosas, 9 judeus, 5 budistas, 4 indianos, 1 muçulmano e 24 de outras religiões.

Segundo os pesquisadores as pessoas poderiam ser divididas em 2 tipos: emocionais e analíticas. As radicais religiosas (ou os ateus) são pessoas que se relacionam mais com o tipo emocional. Por sua vez, as pessoas menos radicais no religioso são mais analíticas.

Segundo Anthony Jack, pesquisador deste estudo, a ressonância emocional ajuda as pessoas muito religiosas a sentirem-se mais convencidas. Quanto mais corretas moralmente são as coisas que vêem, mais se afiançam de seu pensamento.

As diferenças na visão de mundo do dogmatismo religioso versus o não-religioso influenciam muito, já que o dogmatismo aplica-se a qualquer crença central, desde hábitos alimentares --seja de um vegano, vegetariano ou onívoro- até opiniões políticas e crenças sobre evolução e mudanças climáticas.

Os terroristas, por exemplo dentro de sua bolha, acham que o que fazem é moralmente correto. Acham que estão combatendo algo de errado e projetando uma ação sagrada. O mesmo vale para os correligionários de políticos que não conseguem enxergar o que seus corruptos de estimação fazem, por mais claro e evidente que isto seja.

Junte-se aí o tema das notícias falsas, por meio da ressonância emocional, que apela aos membros de sua base a ignorar os fatos reais e basear sua crença nas Fake News.

Os autores esperam que esta e outras pesquisas ajudem a melhorar a divisão em opiniões que parecem cada vez mais prevalecentes.

Via | Science Daily.


Descobrem que nossos antepassados tiveram relações com uma espécie de hominídeo “fantasma”

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Descobrem que nossos antepassados tiveram relações com uma espécie de homínideo “fantasma”

Uma nova pesquisa soma-se a um crescente número de corpo de evidências que sugerem que as relações sexuais entre diferentes espécies de hominídeos não foi algo extraordinário na história da evolução, segundo o estudo publicado na revista Molecular Biology and Evolution.

Estudos anteriores já haviam chegado à conclusão de que os antepassados ​​dos humanos modernos na Ásia e Europa cruzaram com outras espécies de hominídeos precoces, incluindo os neandertais e os denisovanos.

- "Parece que os relacionamentos entre as diferentes espécies de hominídeos precoces não foram a exceção, senão a norma", sublinhou Omer Gokcumen, professor assistente de ciências biológicas da Universidade de Buffalo, nos Estados Unidos.

- "Nossa investigação traçou a evolução de uma importante proteína chamada mucina MUC7 que foi encontrada na saliva", explicou o cientista.

Na análise do gene que codifica esta proteína7, os cientistas detectaram a marca de uma mistura com uma espécie de "homem fantasma" (um tipo indefinido de humano arcaico) que pode ter contribuído com material genético para ancestrais de pessoas que vivem hoje na África Subsaariana.

Via | Buffalo.


Cientistas acham pela primeira vez a partícula anjo

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Cientistas acham pela primeira vez a partícula anjo

Científicos da Universidade de Stanford e da Universidade de Califórnia descobriram a evidência da chamada "partícula anjo" ou Férmion de Majorana, anunciada faz 80 anos pelo físico italiano Ettore Majorana. O incomum desta partícula, apelidada assim a partir da novela de Dan Brown "Anjos e Demônios", consiste em que é uma quase-partícula também conhecida como quasipartícula, que é também a sua própria antipartícula. .

Em 1937, Majorana sustentou que dentro do tipo de férmions, que incluem prótons, elétrons e nêutrons, algumas partículas devem ser suas próprias antipartículas. A antipartícula tem a mesma massa que a partícula, mas conta com uma propriedade elétrica ou magnética oposta. Por exemplo, o positron é a antipartícula do elétron e ao reuní-las, uma partícula elimina a outra.

Agora, a equipe de pesquisadores realizou um experimento mediante o qual empilhou juntas os filmes finos de dois materiais quânticos e passou uma corrente elétrica através das mesmas em uma câmera de vácuo arrefecida. Com ajuda de um imã, os pesquisadores puderam modificar a velocidade dos elétrons, e em certos pontos esta ação causou o aparente aparecimento das quasipartículas de Majorana.

Os cientistas precisaram que não observaram exatamente as partículas de Majorana, senão as excitações em um material que se comporta como as mesmas. E ainda que a equipe define seu experimento como "uma evidência irrefutável" destas incomuns partículas, ainda é desconhecido se as mesmas podem ser produzidas naturalmente no universo.

Fonte: IFLScience.


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