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Este animal mata peixes fazendo muito barulho

LuisaoCS

Este animal mata peixes fazendo muito barulho

Batizado como Synalpheus pinkfloydi, em homenagem ao grupo de rock Pink Floyd, esta nova espécie de camarão, encontrada na costa pacífica de Panamá, faz tanto barulho que, graças a ele, é capaz de acabar com a vida dos pequenos peixes que lhe rodeiam.

Seu ruído pode chegar a superar os 210 decibéis (um dos mais fortes no oceano), segundo explica seu descobridor, Sammy de Grave, diretor do Museu de História Natural da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Estes camarões fecham seus pinças rapidamente para criar uma bolha que explode. O resultado é um som tão forte que pode aturdir ou inclusive matar um peixe.

Sammy é muito fã de rock, pois no passado batizou outra espécie de camarão como Elephantis jaggerai, em homenagem a Mick Jagger, líder dos Rolling Stones.

Via | BBC.


Os mosquitos não deveriam poder voar, mas agora sabemos como é possível

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Os mosquitos não só são os animais mais mortíferos para o ser humano, senão que ademais resultam muito incômodos quando tentamos dormir. Esse som característico que fazem se deve à forma tão estranha e peculiar em que movem suas pequenas asas ao voar. Um estudo revelou como os mosquitos podem voar quando sua anatomia, tecnicamente, não deveria permitir.

A pesquisa, publicado na revista Nature, revelou que os mosquitos não adejam como qualquer outro inseto, senão que complementam seu adejo torcendo as asas para criar uma espécie de vórtice que lhes permite se manterem no ar. Isto se deve a que o tamanho e a forma dos mosquitos, em conjunto com as características de suas asas, fazem com que para eles seja impossível voar de forma típica, como faria uma abelha ou uma vespa.


Por que os cães são os mamíferos mais diversos da Terra?

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Por que os cães são os mamíferos mais diversos da Terra?

Há mais de 500 raças de cães reconhecidas no mundo, o que faz com que este mamífero seja o mais diverso de nosso planeta. Mas por que há tanta diversidade de canídeos? E por que há tanta diferença entre as diferentes raças, algo que, por exemplo, não observamos nos gatos?

Segundo explica Peter Savolainen, geneticista evolutivo do Laboratório de Ciência para a Vida em Solna, Suécia, todos os cães descendem dos lobos, e sua diversidade poderia ser explicada porque os seres humanos os criaram para que tivessem determinadas características. Mas o que não resulta tão simples é determinar em que momento começou esta explosão de diversidade

Os especialistas neste campo coincidem em que deve ter acontecido entre 13.000 e 33.000 anos. Há 33.000 anos os ancestrais dos cães modernos se separaram dos lobos. Isso não quer dizer necessariamente que os cães domésticos se originaram nessa época. Pôde ter sido uma divisão entre duas populações de lobos, e uma delas era menos selvagem e se converteu mais tarde em cães domesticados.


Espetacular time-lapse da divisão celular de um óvulo

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Cada um de nós começou a existir assim. Parece uma imagem gerada por computador, mas não é. O vídeo do fotógrafo Francis Chee recolhe a sequência de imagens da divisão celular do óvulo de uma rã. Ao todo, os 23 segundos de vídeo resumem um processo que leva umas 33 horas. Nesse tempo a divisão celular produz milhares ou milhões de células filhas, em um processo que continua até que daquilo sai uma rãzinha comum que começa a coachar e a dar saltos.

Eu pensei em mostrar para um amigo estulto que ri sobre a teoria da sopa primordial, mas logo desisti pois ele logo recorreria ao argumento do milagre.


Nasa anuncia a descoberta de um sistema solar com sete Terras

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Desde que Obama fez um corte substancial no orçamento dedicado a exploração espacial, que a Nasa vem se portando de uma forma mais comercial do que prática. Então é com reticências que reportamos que a agência americana de Administração Nacional da Aeronáutica e Espaço realizou uma das maiores e mais importantes descobertas da humanidade: a existência de um novo sistema solar a 39 anos luz da Terra, conformados por sete planetas com incríveis semelhanças ao nosso e nos quais ao menos três podem contar com vida extraterrestre.

Trata-se da maior descoberta de nosso universo. Os cientistas revelaram que os planetas têm quase o mesmo tamanho da Terra e orbitam ao redor de uma estrela anã fria conhecida como TRAPPIST-1. Os seis planetas interiores encontram-se em uma zona temperada onde as temperaturas na superfície variam de 0 a 100 graus centígrados.


Cientistas confirmam o que as pessoas veem antes de morrer

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Cientistas confirmam o que as pessoas veem antes de morrer

A cena tão reiterada nos filmes, onde o protagonista vê passar sua vida inteira ante seus olhos antes de morrer, poderia ir para além da ficção e se assemelhar ao que ocorre na vida, ou na morte, real. Pesquisadores da universidade de Hadassah, Israel, depois de analisar em profundidade alguns casos do que chamaram experiência da revisão da vida (LRE, por suas siglas em inglês) elaboraram um questionário detalhado, que 264 pessoas responderam sobre sua experiência de LRE.

Os pesquisadores concluíram que o fenômeno poderia se originar nas partes do cérebro que armazenam as lembranças, tais como o córtex pré-frontal, temporal medial, e o cortex parietal. O estudo também revelou que as lembranças poucas vezes aparecem em uma ordem cronológica, como nos filmes, e que os mesmos correspondem a momentos intensamente emocionais da vida. Este fenômeno pode ocorrer não só ante a iminência da morte, senão também em circunstâncias de estresse psicológico extremo.

Via | Medical Xpress.


Como destruir o câncer com bactérias

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Como destruir o câncer com bactérias

As bactérias, que tanta má fama têm por culpa das infecções, são em realidade nossas grandes aliadas. Graças à variedade de microorganismos que vivem em nosso corpos somos capazes de realizar um monte de processos metabólicos para os quais são indispensáveis. E agora, graças à equipe de Jin Hai Zheng, talvez nos ajudem a combater o câncer.

Em um trabalho apresentado esta semana na revista Science Translational Medicine, Zheng descreve uma nova técnica aplicada em ratos que consiste em infiltrar os tumores com bactérias de salmonela atenuadas e usá-las como cavalo de Troia.


Físicos sustentam ter encontrado evidência de que o universo é um holograma

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Físicos sustentam ter encontrado evidência de que o universo é um holograma

A noção de que vivemos em um holograma foi popularizada a partir dos anos 90 quando o físico Leonard Susskind sugeriu que as leis da física como entendemos não precisam de três dimensões; de modo que o universo que experimentamos em 3D poderia ser a projeção de um universo bidimensional: as leis matemáticas estariam codificadas nesse espaço 2D, chamado uma fronteira ou um horizonte gravitacional dependente do observador. Desde 1997, mais de 10 mil papers científicos que examinam esta ideia foram publicados.

Kostas Skenderis, um dos autores do novo estudo, explica:

"Imagine que tudo o que vemos, sentimos e ouvimos em três dimensões (e nossa percepção do tempo) emana de um campo plano bidimensional. A ideia é similar à dos hologramas ordinários, onde uma imagem tridimensional está codificada em uma superfície bidimensional, como no holograma de um cartão de crédito, mas desta vez o universo inteiro está codificado."

Se você chama o seu casal com o nome de ex não tem nenhum problema

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Se você chama o seu casal com o nome de ex não tem nenhum problema

Ainda que possa acarretar um problema de ciúmes conjugais, chamar o seu parceiro atual com o nome do ex não significa necessariamente que esteja pensando nele. Ou que sofra de algum tipo de problema cognitivo. De fato, segundo um estudo recente, é algo que ocorre com frequência -não só com os casais-: costumamos confundir os nomes das pessoas que pertencem ao mesmo grupo ou categoria social, sobretudo se convivermos muito tempo.


O estudo foi publicado na Memory & Cognition e nele entrevistaram mais de 1.700 pessoas que pelo menos uma vez já chamaram o outro pelo nome equivocado ou que foram vítimas deste lapsus linguae. David Rubin, professor de psicologia e neurociência na Universidade de Duke e autor principal do estudo, sugere que estes erros são frequentes e normais, e que os nomes que soam parecidos também são susceptíveis de confusão entre si com mais freqüência.

A aparência física de uma pessoa, pelo contrário, não é um fator tão importante à hora de cometer estes erros. Ou seja, que não necessariamente a pessoa esteja pensando em seu ex quando comete esta gafe. A idade também não parece influir em que a gente se confunda nomeando outra pessoa.

Este tipo de rata pode ser ainda mais frequente se a pessoa for um pouco aérea, juntando então o lapsus linguae com o memoriae. Para evitá-la, há um artifício bem simples e eficaz. Evite chamar o casal pelo nome e escolha uma adjetivo carinhoso, tal qual anjo, minha linda, meu amor, minha paixão, fofão, bebê, xêro, príncipe, princesa, meu tudo, namolada, minha dona, mozim, mozão... e da próxima vez que você se equivocar a atual nem vai notar.

Via | Live Science.


A extinção dos primatas é coisa nossa

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A extinção dos primatas é coisa nossa

Se não se tomarem medidas agora, os humanos seremos os responsáveis diretos pela extinção em massa das demais espécies de primatas em poucas décadas. Em um dos estudos mais detalhados realizados até a data sobre o estado das populações de primatas não humanos conclui que mais de 60% das 504 espécies conhecidas destes animais se encontra seriamente ameaçado. De fato, 75% experimenta um importante declive, uma situação que provavelmente piorará nas próximas décadas.

Segundo a equipe internacional de cientistas que realizou a pesquisa, a principal causa deste fenômeno é, sem nenhuma dúvida, a pressão humana. A construção de represas, estradas, explorações de minério, as prospecções em busca de petróleo e gás e a devastação de amplas áreas arborizadas para convertê-las em terras de cultivo e pastos para o gado reduziram enormemente o habitat destes mamíferos. O orangotango de Sumatra, por exemplo, perdeu 60% do mesmo em apenas três décadas. 80% dos gibões de Hainan, endêmicos da ilha homônima chinesa, desapareceram em menos de 50 anos por idênticas causas. Hoje sobrevivem no máximo 20 indivíduos em liberdade.


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