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Cientistas resolvem um mistério da Lua, mas põem em dúvida uma teoria sobre sua origem

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Cientistas resolvem um mistério da Lua, mas põem em dúvida uma teoria sobre sua origem

Cientistas da Universidade Brown, em Rhode Island, nos EUA, resolveram o mistério da existência de água na Lua e refutaram a teoria do Programa Apollo, que até o momento afirmava que a presença desta substância líquida no satélite tem um caráter anômalo e ocasional.

Os pesquisadores descobriram jazidas abundantes de água em diferentes zonas da superfície da Lua com a ajuda de dados obtidos pela sonda Chandrayaan-1, que mediu a estrutura mineral e as temperaturas do satélite. Depois de estudar os resultados, os geólogos chegaram a conclusão de que a suposição dos cientistas da equipe do programa espacial Apollo, que remonta aos anos 60 do século XX, não é correta.

- Achamos que a água está distribuída por toda a superfície da Lua. Isso indicou que as amostras hídricas do solo tomadas pela Apollo não são casos únicos. Parece que todas as rochas magmáticas da Lua são ricas em água e o mesmo pode ser característico e para seu manto", assegurou um dos autores do estudo, Ralph Milliken.

Se esta suposição for correta e o manto da Lua possuir ainda mais água, isso colocaria em dúvida a teoria existente sobre a origem do satélite, segundo a qual a Lua se formou como resultado da colisão entre o protoplaneta Tea e a Terra. Segundo Milliken, se isso em realidade ocorreu assim e o satélite se formou da massa produzida por esta colisão, toda a água da Lua deveria ter evaporado. E a presença abundante de água na superfície do satélite propõe novas perguntas à comunidade científica.

No entanto, os pesquisadores ainda não explicaram de onde apareceu tanta água na superfície lunar. Entre as ideias que consideram os cientistas figuram que a Lua poderia ter sido gerada como um satélite seco e que obteve água dos asteróides e cometas que caíram sobre sua superfície. Os resultados do estudo foram publicados na revista Nature Geoscience.

Via | Science Daily.


Encontram a forma de parar e reverter o Parkinson e Alzheimer

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Encontram a forma de parar e reverter o Parkinson e Alzheimer

O Alzheimer e o Parkinson são doenças diferentes, pois afetam a diferentes regiões do cérebro e têm fatores de risco genéticos e ambientais completamente díspares. No entanto, a nível bioquímico, ambas doenças neurodegenerativas se parecem. Desta maneira, foi como uma equipe de cientistas da Universidade Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, conseguiu identificar um objetivo potencial para fármacos contra estas doenças: trata-se de uma enzima que impulsiona a neurotoxicidade tanto na doença de Alzheimer como na doença de Parkinson. Bloquear esta enzima conduziria à paralisação do desenvolvimento de ambas condições médicas.

Esta enzima recém descoberta e seu potencial para tratar ambas as doenças foram recolhidas em um estudo publicado na revista Nature Structural and Molecular Biology. Ambas doenças neurodegenerativas se caracterizam por uma proteína capaz de matar as células cerebrais. Esta proteína chama-se alfa-sinucleína na doença de Parkinson (que forma os corpos de Lewy), e tau na doença de Alzheimer (que forma os novelos neurofibrilares).


Comprovam a efetividade das vacinas contra o câncer

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Comprovam a efetividade das vacinas contra o câncer

O câncer é um conjunto de doenças que esconde cada vez menos segredos para a comunidade científica. Conquanto a tendência em tratamento do câncer é converter em uma doença crônica, os resultados de recentes estudos provam uma nova via de tratamento, através do mecanismo da vacinação.

Dois recentes ensaios clínicos conseguiram evitar a reaparecimento e frear o avanço de tumores em pessoas com câncer que apresentam mutações determinadas, através de vacinas desenhadas para se adaptar a essas mutações. As vacinas contra o câncer personalizadas já tinham demonstrado provocar respostas imunológicas nos seres humanos, mas ambos os estudos são os primeiros em avaliar que estas respostas podem combater com sucesso os tumores. Ademais, sugerem novas formas de tratamento do câncer dirigidos ao sistema imunológico, combinado com a imunoterapia.


Por que às vezes os cubos de gelo ficam colados nos dedos?

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Por que às vezes os cubos de gelo ficam colados nos dedos?

Você abre o congelador, retira um gelo da forma para sua bebida, e quando vai colocá-lo no copo descobre que ficado colado nos dedos e tem que aplicar certa força para soltá-lo. Por que acontece isto quando o gelo normalmente é escorregadio? A resposta está, uma vez mais, na física.

O que ocorrendo é que, ao tocar o gelo, a fina camada de umidade que protege nossa própria pele se congela, formando um novo filme de gelo que une firmemente ambas as superfícies. O efeito é mais pronunciado se tocamos o gelo com as mãos molhadas, e só ocorre quando a temperatura do cubo ainda está muito abaixo do ponto de congelamento.

Normalmente, a temperatura de nosso corpo é suficiente para voltar a fundir essa camada de gelo e desprender o cubo da pele, mas isso pode não chegar a ocorrer se a temperatura exterior do ar segue abaixo do ponto de congelamento. Em climas muito frios pode ser perigoso tocar superfícies geladas com as mãos nuas porque é necessário mais calor para separá-las.

No momento em o que o gelo é deixado fora do congelador, sua temperatura sobe para entre -1 e 0 graus e começa a se fundir, formando uma fina camada de água líquida em sua superfície. A partir desse momento, o gelo deixa de ser pegajoso para tornar-se escorregadio.

Para distinguir se um cubo de gelo vai ficar colado quando toquemos basta olhá-lo. Se o gelo apresenta um aspecto opaco é que sua temperatura ainda está abaixo do ponto de congelamento. Nesses casos basta secar os dedos com um pano para minimizar o efeito.

Via | Quora.


Este colírio promete tratar a degeneração macular associada à idade

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Este colirio promete tratar a degeneração macular associada à idade

A degeneração macular associada a idade é uma das principais condições médicas vinculadas à cegueira na terceira idade. Uma doença que poderia se multiplicar no futuro devido ao envelhecimento progressivo da sociedade.

No entanto, um novo e revolucionário colírio promete um tratamento eficaz contra este problema. Desenvolvido por uma equipe de cientistas da Universidade de Birmingham, no Reino Unido, este colírio poderia ter o potencial de revolucionar o tratamento contra a degeneração macular, que faz com que o paciente perca gradualmente sua visão central, geralmente em ambos os olhos.

Os cientistas converteram em colírio o que antes só era uma série de dolorosas injeções no olho, que ademais também aumentavam o risco de produzir cegueira. De fato, seus experimentos em laboratório obtiveram os mesmos resultados que o fármaco injetado diretamente no olho.

O colírio emprega um peptídeo penetrante de células (CPP) para administrar o remédio à parte relevante do olho em matéria de minutos.

Via | Universidade de Birmingham.


Estas são as carreiras universitárias onde há mais psicopatas

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Estas são as carreiras universitárias onde há mais psicopatas

Alguns psicopatas não só não nos parecem psicopatas, senão que inclusive se converteram em cirurgiões ou em presidentes dos Estados Unidos, como explica Kevin Dutton em seu provocante livro "The Wisdom of Psychopaths".

Estamos rodeados de psicopatas, e só uma pequena percentagem representa o arquétipo que o cinema forjou a propósito dos mesmos: um tipo de olha gélida, ademãs minuciosos, miopia empática, narcisismo galopante e uma facilidade para se meter no meio de qualquer vida humana que lhe interesse ou moleste. De fato, há carreiras universitárias onde costumam acabar bem mais psicopatas do que em outras.

Segundo um estudo realizado por cientistas do Departamento de Psicologia e Ciências do Comportamento da Universidade Aarhus, na Dinamarca, os psicopatas são mais propensos a estudar carreiras relacionadas com negócios, como Administração de Empresas ou Economia.

O estudo foi publicado na revista Personality and Individual Differences e baseia-se nos resultados das respostas de mais de 400 estudantes dinamarqueses que realizaram um teste de personalidade ao mesmo tempo que proporcionavam informação sobre suas opções acadêmicas.

Pelo contrário, os que obtinham uma pontuação mais baixa em traços psicopáticos costumavam escolher carreiras como a Psicologia.

Via | Science Direct.


As pessoas inteligentes preferem passar menos tempo com amigos

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As pessoas inteligentes preferem passar menos tempo com amigos

A solidão absoluta não é agradável (não mesmo) para quase ninguém. No entanto, estar rodeado de muita gente, as vezes, enche o saco e é só uma forma ineficaz de evitar se sentir sozinho.

Nesse sentido, um estudo recente revelou que as pessoas mais inteligentes, em geral, preferem ficar em paz sem ninguém incomodando durante muito tempo do que as pessoas menos inteligentes em média.

Aceitando que medir a inteligência é um algo muito controverso e difícil, os mais inteligentes preferem passar menos tempo entre amigos, tal e qual revelou um estudo do National Center for Biotechnology Information.

As pessoas inteligentes sentem-se mais satisfeitas com suas vidas, e socializam menos. Quando se relacionam muito tempo com os demais, no entanto, ficam infelizes e desconfortáveis, de modo que não o fazem muito frequentemente.

Esta correlação foi descoberta depois do avaliação de uma pesquisa no Reino Unido em que participaram 15.000 pessoas entre 18 e 28 anos de idade.

Via | WP.


Este animal mata peixes fazendo muito barulho

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Este animal mata peixes fazendo muito barulho

Batizado como Synalpheus pinkfloydi, em homenagem ao grupo de rock Pink Floyd, esta nova espécie de camarão, encontrada na costa pacífica de Panamá, faz tanto barulho que, graças a ele, é capaz de acabar com a vida dos pequenos peixes que lhe rodeiam.

Seu ruído pode chegar a superar os 210 decibéis (um dos mais fortes no oceano), segundo explica seu descobridor, Sammy de Grave, diretor do Museu de História Natural da Universidade de Oxford, no Reino Unido.

Estes camarões fecham seus pinças rapidamente para criar uma bolha que explode. O resultado é um som tão forte que pode aturdir ou inclusive matar um peixe.

Sammy é muito fã de rock, pois no passado batizou outra espécie de camarão como Elephantis jaggerai, em homenagem a Mick Jagger, líder dos Rolling Stones.

Via | BBC.


Os mosquitos não deveriam poder voar, mas agora sabemos como é possível

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Os mosquitos não só são os animais mais mortíferos para o ser humano, senão que ademais resultam muito incômodos quando tentamos dormir. Esse som característico que fazem se deve à forma tão estranha e peculiar em que movem suas pequenas asas ao voar. Um estudo revelou como os mosquitos podem voar quando sua anatomia, tecnicamente, não deveria permitir.

A pesquisa, publicado na revista Nature, revelou que os mosquitos não adejam como qualquer outro inseto, senão que complementam seu adejo torcendo as asas para criar uma espécie de vórtice que lhes permite se manterem no ar. Isto se deve a que o tamanho e a forma dos mosquitos, em conjunto com as características de suas asas, fazem com que para eles seja impossível voar de forma típica, como faria uma abelha ou uma vespa.


Por que os cães são os mamíferos mais diversos da Terra?

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Por que os cães são os mamíferos mais diversos da Terra?

Há mais de 500 raças de cães reconhecidas no mundo, o que faz com que este mamífero seja o mais diverso de nosso planeta. Mas por que há tanta diversidade de canídeos? E por que há tanta diferença entre as diferentes raças, algo que, por exemplo, não observamos nos gatos?

Segundo explica Peter Savolainen, geneticista evolutivo do Laboratório de Ciência para a Vida em Solna, Suécia, todos os cães descendem dos lobos, e sua diversidade poderia ser explicada porque os seres humanos os criaram para que tivessem determinadas características. Mas o que não resulta tão simples é determinar em que momento começou esta explosão de diversidade

Os especialistas neste campo coincidem em que deve ter acontecido entre 13.000 e 33.000 anos. Há 33.000 anos os ancestrais dos cães modernos se separaram dos lobos. Isso não quer dizer necessariamente que os cães domésticos se originaram nessa época. Pôde ter sido uma divisão entre duas populações de lobos, e uma delas era menos selvagem e se converteu mais tarde em cães domesticados.


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