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A que distância poderíamos nos aproximar do Sol?

LuisaoCS

A que distância poderíamos nos aproximar do Sol?

Depois de recentemente ver o filme ficção científica, Sunshine, dirigido por Danny Boyle, ocorreu-me uma dúvida boba: quão perto poderíamos estar do Sol sem morrer como churrasquinhos?

Ainda que a superfície do astro rei é sua parte mais fria, posar nela resulta bastante difícil de imaginar se levado em conta a sua temperatura de 5.504 ºC. No entanto, com nossa tecnologia atual, poderíamos nos aproximar do Sol bem mais do que imaginamos. Se o Sol se encontra a uma distância de 150 milhões de km, poderíamos percorrer nada menos que 95% do trajeto antes da coisa ficar quente.

Obviamente, não poderíamos ir aproximando simplesmente com nosso traje espacial regular, que só nos manteria a salvo com temperaturas inferiores a 120 ºC. O apropriado seria um veículo de lançamento: o escudo anti-térmico reforçado de carbono foi desenhado para suportar temperaturas de até 2.593 ºC, para assim assegurar a nave em frente ao calor da fricção gerada pela reentrada na atmosfera.

Se este escudo protege a totalidade do foguete, então poderíamos nos aproximar do Sol a uma distância de 2,12 milhões de km (aproximadamente 98% do percurso).

Contudo, o calor seria o de menos nessa distância. A exposição constante à radiação cósmica durante a viagem seria fatal para nós, inclusive antes de cobrir a metade do caminho, já que o Sol é um grande gerador de radiações.


Engenheiro propõe fabricar USS Enterprise para salvar o programa espacial internacional

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Engenheiro propõe fabricar USS Enterprise para salvar o programa espacial internacional

Não há dúvidas de que apesar de estarmos vivendo anos muito frutíferos quanto à exploração visual do universo e da descoberta de milhares de fenômenos desconhecidos, planetas e sistemas solares remotos, as viagens espaciais se encontram totalmente estancadas e limitadas a um corredor seguro de fornecimentos entre a Estação Espacial Internacional e a Terra e o iminente debut das primeiras viagens particulares ao espaço próximo.

Para além desta fronteira, tudo o que acontece são viagens não tripulados ou projetos a muito longo prazo. Mas como Obama esvaziou o orçamento da NASA e outras agências espaciais estão também catando papel na ventania, não há como empreender grandes desafios. A única coisa inovadora que conhecemos nos últimos anos sobre o espaço exterior é o projeto de extração de minerais que será empreendido pelos criadores de Google junto ao cineasta James Cameron.


Matemáticos revelam método para ganhar na roleta de um cassino

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Matemáticos revelam método para ganhar na roleta de um casino

Há quase quarenta anos, na década de 70, um jovem universitário de nome Doyne Farmer, derrotou "a casa" jogando na roleta em um cassino de Nevada, e isto não foi por boa sorte nem por acaso, senão porque Farmer, assim como Ken Uston -outra persona non grata dos cassinos-, possuía conhecimento suficiente em matemáticas e computação para realizar os cálculos que lhe permitiam ganhar sempre.

Naquela época, no entanto, Farmer negou-se a revelar seu segredo, até agora e após a publicação de um artigo no qual dois colegas seus asseguram que basta um computador portátil e inclusive um smartphone para reverter as probabilidades de ganhar na roleta a favor do jogador.


Pit Bull salva sua dona de morrer atropellada por um trem

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Sei que não é assunto para o NDig, mas, expediente encerrado, me emocionei e queria compartilhar a história, que acabo de ler na CNN. Historia que por verdade só reafirma o mote dados aos cães, "os melhores amigos do homem".

Uma mulher identificada como Christine Espana desmaiou enquanto caminhava e seu corpo caiu justamente sobre os trilhos de uma ferrovia. Ninguém sabe ao certo o tempo que ela ficou ali inconsciente até o momento em que um trem de carga se dirigia para ela. Foi então quando o maquinista da locomotiva observou como um cão tentava arrastar um corpo humano para retirá-lo dos trilhos, nesse momento tratou de parar os vagões, mas já era tarde demais e não conseguiu evitar o impacto com o animal.

Lilly sofreu múltiplas ferimentos, fratura da pélvis e perdeu uma pata direita que foi cortada no momento que o trem passou. No entanto, a heróica Pit Bull, que foi adotada há três anos por Christine, conseguiu evitar que sua dona fosse atropelada.

Quando os paramédicos chegaram ao local encontraram à cadela empapada de sangue, mas ainda mantendo guarda junto a sua dona que continuava sem a consciência. Lilly foi transladada a um hospital veterinário de Boston e toda a atenção de Christine agora está dedicada a garantir que sua mascote fique bem:

- "A recuperação de Lilly depois desta terrível experiência é minha prioridade neste momento e vou fazer todo o possível para levá-la de volta para casa e para nós".

Longa vida a Lilly e bom fim de semana a todos!


Quais são os materiais mais caros do planeta?

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Quais são os materiais mais caros do planeta?

Conquanto o ouro tenha sido historicamente um símbolo de pureza e perfeição da matéria, a verdade é que hoje está longe de ser reconhecido no mercado como o material mais caro do planeta. O mesmo acontece com o diamante e sua brilhante natureza, mineral que há tempo desbancou o ouro como o 'mais precioso'. Na atualidade existem materiais bem mais cotados, alguns deles são caprichosos elementos químicos, outros são drogas e inclusive podemos incluir um ingrediente gastronômico que localizado na posição 16 da lista.


Analgésico linguístico: dizer palavrões alivia a dor

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Analgésico linguístico: dizer palavrões alivia a dor

As palavras inadequadas, essas que segundo o dicionário ofendem os ouvidos de pessoas sensíveis ou de bom gosto, poderia cumprir uma função para além da catarse portátil que suscitam em certas ocasiões proferi-las, um alívio que não estaria apenas relacionado com o estado de ânimo senão também com a sensação de sofrimento, sobretudo em uma situação de dor física.

Isto segundo uma pesquisa realizada por psicólogos da Universidade de Keele, no Reino Unido, que experimentaram com o efeito que um insulto tem sobre a percepção da dor.

Os pesquisadores pediram a 64 voluntários que submergissem suas mãos em água gelada em duas situações diferentes: a primeira, ao mesmo tempo que pronunciavam uma palavra insultante a sua escolha; a segunda, com uma palavra comum.

De forma surpreendente, as chamada grosserias ajudaram as pessoas a suportar por bem mais tempo o contato com a água: 2 minutos enquanto amaldiçoavam e 1 minuto e 15 segundos quando não. Os voluntários afirmaram que insultar fez com que sentissem menos dor.

Proferir palavrões, pois, é um analgésico linguístico que se for utilizado em benefício pessoal e não para ofender outra pessoa, parece um remédio mais que aceitável. Mas se alguém de bom gosto não gostar de ouvi-lo dizendo-os logo após uma topada, não custa nada mandá-lo tomar no... ta deste post para que entenda o que se passa.

Via | BBC News.


Sociedades humanas e colônias de formigas são cada vez mais parecidas

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Sociedades humanas e colônias de formigas são cada vez mais parecidas

Durante muito tempo as abelhas e as formigas foram utilizadas como o exemplo máximo da organização coletiva, a excelência no mundo natural do que pode ser feito com uma coordenação perfeita entre os indivíduos de uma mesma espécie: subordinação, disciplina e obediência do indivíduo que se sacrifica pelo bem-estar da comunidade.

Estas fabulações foram em certa época retomadas por cientistas para estabelecer um comparativo entre as sociedades humanas e as destes insetos, desejosos talvez de encontrar os segredos de seu sucesso para aplicá-la em nosso próprio meio.

Ditas ideias foram depois desestimadas, argumentando que a natureza humana e a animal são diametralmente opostas por nossa suposta capacidade de decisão, de liberdade, da qual carecem os seres que, dizem, agem só por instinto.


A Via Láctea em um mapa de metrô

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A Via Láctea em um mapa de metrô
Clique para ampliar em PDF.

Como terráqueo estou acostuamdo a descer na estação Sol, mas depois do convite de Samuel Arbesman tenho uma vontade imensa de pegar o suburbano e dar um rolê lá pelas bandas de Andrômeda. Dizem que a coisa por lá é tensa.


O sucesso da paquera depende do uso dos pronomes

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O sucesso da paquera depende do uso dos pronomes

Quer fazer mais sucesso em suas conquistas com o sexo oposto? Pois é melhor que deixe de dizer tanto EU e comeces a empregar mais o VOCÊ. Voz suave, ritmo de conversa tranquilo, preferivelmente baixa uma oitava abaixo do seu tom habitual, esqueça os problemas no trabalho, seja um pouquinho misterioso e deixe de falar só de você para começar a se interessar por seu interlocutor. São as conclusões do estudo de um psicólogo que analisou as relações entre a linguagem empregada entre os casais e a evolução de sua relação.

O segredo de tudo está nos pronomes. Dizemos muitos EU e poucos VOCÊ. Em essência este é o resumo do estudo realizado por James Pennbeaker, da Universidade do Texas em Austin, centrado na maneira na qual o trabalho modela as interações pessoais. Em especial no que se refere aos encontros com fins de conquista amorosa.


O rim inquieto, 3 pessoas em 2 semanas

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O rim inquieto, 3 pessoas em 2 semanas

Pela primeira vez na história dos transplantes, o mesmo rim foi transplantado duas vezes, passando por 3 corpos diferentes no prazo de 2 semanas. A razão de tanta viagem não é porque tinha o instinto explorador de Indiana Jones, senão pela incompatibilidade com o primeiro paciente devido a complicações com sua doença. Felizmente o rim pôde ser utilizado para salvar a vida de outra pessoa.

O primeiro paciente é Ray Fearing, de 27 anos e que padece glomeruloesclerose focal e segmentar, causa da síndrome nefrótica e que precisava de um transplante de rim depois de vários anos de espera.

Finalmente sua irmã doou-lhe um rim, com a má sorte de que depois do transplante sua doença piorou e tiveram que retirar o novo órgão, que ainda podia ser usado, motivo pelo qual foi doado a outro paciente com seu consentimento.

Graças a isto conseguiram salvar a vida de um segundo paciente, um cirurgião de 66 anos. Parece duro que depois de uma espera tão longa e com o sacrifício que supõe a um familiar, depois ao final não sirva, mas esperemos que Ray tenha sorte e logo possa ter um novo rim.

Via | NEJM.


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