| Next»

Cada vez que um engenheiro se une a Google morre um startup

LuisaoCS

A Google acaba de comprar mais uma empresa, desta vez a reMail. Gostou de seus programadores e fez uma oferta pela empresa, mas não para integra-la a Google, senão para se apoderar dos engenheiros de desenvolvimento. Foi o CEO Gabor Cselle que trabalhou anteriormente como engenheiro na empresa quem fez o comunicado oficial com grande entusiasmo.


Os rendimentos da Microsoft em um gráfico

LuisaoCS

Durante o ano passado a Microsoft faturou a bagatela de 60 bilhões de dólares, pode parecer muito dinheiro mas se analisamos o gráfico abaixo podermos tirar algumas conclusões interessantes a respeito do gigante da informática. O que mais me chama a atenção é a brutal ascensão a partir de Outubro de 2009, coincidindo com o lançamento do Windows 7, em Janeiro de 2007 também há outro pico, que corresponde com o lançamento do Vista, mas é muito menor e volta a baixar em Abril, só um par de meses mais tarde.


Canon prepara .canon, seu próprio domínio de nível superior

LuisaoCS

Logo Canon

Manobra de marketing ou puro egocentrismo? Canon apresentou hoje pela manhã uma nota de imprensa na qual desmembra seus planos de adquirir os direitos do domínio .canon ante a ICANN. O gigante japonês se converteria assim em uma das primeiras companhias do mundo a ter seu próprio domínio de primeiro nível (gTLD). Segundo podemos ler no documento, o uso desta nova extensão "propiciaria melhoras as comunicações on-line entre a empresa e seus clientes" e começaria a ser usado no ano que vem.

Em teoria, qualquer um pode hoje em dia ter um gTLD; e digo "em teoria" porque a brincadeira pode custar centenas de milhares de dólares entre registros e demais parafernália. Ao que parece, isto não parece ser um impedimento para Canon, que fechou o ano fiscal de 2009 com rendimentos próximos aos 35 bilhões de dólares.

Via | Canon.


Google TV é aposta da Google para entrar na área de televisão

LuisaoCS

Google TVQuando vi a manchete pela primeira vez no New York Times, achei que a Google ia criar sua própria rede de televisão. Não, nada disso, a incursão da Google no mundo da televisão está sendo costurada junto a Intel e Sony, mas não em forma de canal de TV senão que estão preparando sua própria plataforma de software para levar a Internet a nossos televisores.

Como era de esperar dita plataforma está baseada em Android e com ela os usuários poderão navegar desde a televisão por toda a rede e não somente isto, se fala também que Google liberará um pacote de ferramentas para que terceiros possam fazer aplicações para a mencionada plataforma (por exemplo: um cliente de Twitter).

Ao que parece Google TV estará disponível de duas maneiras, em forma de uma pequena caixa externa que poderá ser ligada à televisão e diretamente integrado nos aparelhos, e aqui é onde entram em jogo Sony e Intel. Segundo rumores a mencionada plataforma baseada em Android será lançada dentro de pouco tempo em forma de televisor da Sony alimentado por um Intel Atom.

Google não é a primeira empresa nem muitos menos a última que tenta levar a Internet aos televisores, ainda que nesta ocasião vejo diferenças substanciais com respeito a outras tentativas. A primeira coisa é que o projeto inicia com uma super-aliança entre três gigantes da tecnologia: Google, Sony e Intel, e segundo, a plataforma será baseada em Android, software livre, o que facilitará para que possa nascer todo um ecossistema de aplicações para a Google TV desenvolvidas por parte de terceiros. Resta-nos esperar pelo momento que uma das partes confirme o invento para ver se sua chegada mercado terá uma boa acolhida dos clientes potenciais.

Via | NYTimes.


Toshiba deixou de produzir lâmpadas incandescentes

LuisaoCS

Logo ToshibaA marca tecnológica japonesa Toshiba acaba de converter-se em uma empresa um pouco mais ecológica já que há poucos dias deixou de produzir as ineficientes lâmpadas incandescentes devido a que a maior parte da energia que consome se transforma em calor e não em luz.

Dessa forma a Toshiba coloca um ponto final em 120 anos de história fabricando este tipo de lâmpada. Começou a produzi-las lá pelo ano de 1890 e foi a primeira empresa japonesa em fazê-lo. No início eram tão somente 10 lâmpadas por dia mas com o passar dos anos a produção aumentou progressivamente chegando a seu ponto máximo em 1973 com 78 milhões de lâmpadas incandescentes produzidas.

A partir daí a produção começou a decair novamente, as fluorescentes começaram a tomar conta do mercado e a consciência ecológica de cidadãos e governos foi se tornando cada vez maior, tendência que só fez aumentar nos últimos anos.

É bacana ver que pouco a pouco as novas políticas a este respeito estejam dando seus frutos, e que cada vez mais países dão as costas às lâmpadas incandescentes forçando empresas como a Toshiba a deixar de fabricá-las e se centrar exclusivamente em produzir lâmpadas mais ecológicas.

Via | Inhabitat.


OpenDNS já tem 1% dos usuários da internet

LuisaoCS

Logotipo OpenDNSA empresa OpenDNS, para quem ainda não sabe, oferece aos usuários uma alternativa para poder resolver DNS através de seus servidores e não com seu ISP. Por que uma pessoa quereria fazer isto? Basicamente porque os servidores do serviço estão localizados em lugares estratégicos e têm um grande cache de nomes de domínios que resolve o endereço mais rapidamente .

A companhia anunciou que atualmente 1% de todos os usuários da internet já estão usando seus serviços e conquanto 1% não é muita coisa na maioria dos casos, na rede esse número significa 18 milhões de pessoas.

O curioso é que nos últimos 12 meses o número de usuários que começou a usar OpenDNS duplicou segundo comentou David Ulevitch, o CEO da companhia.

O problema que a empresa enfrenta é que a maioria dos usuários da internet não têm a menor ideia para que serve mudar os seus DNS e por esse motivo a empresa depende das associações para poder crescer e ficar conhecida. Só para que tenham uma idéia, atualmente eles têm nada menos que 25 mil acordos com escolas e corporações.

Para usar o serviço você tem que simplesmente se registrar e usar uma aplicação que deve ser baixada para configurar sua rede caseira.

Via | TechCrunch.


| Next»