Esta é a nova imagem com maior resolução da Terra

Esta imagem corresponde à nova versão da Blue Marble que acaba de ser lançada pela NASA. Segundo eles, trata-se da "imagem mais surpreendente e com maior resolução jamais feita da Terra", superando com sobras a edição de 2010 e a original, aquela que podem ter visto uma e outra vez como o fundo de tela padrão do iPhone.
Aquela primeira versão tinha uma resolução de 2048 x 2048, conformada a partir de várias capturas, enquanto a de 2010 foi criada com informação coletada pelo satélite Terra da NASA. No entanto, a atual utiliza informação compilada pelo novo satélite de observação da Terra chamado Suomi NPP e tem uma espantosa resolução que atinge os 8000 x 8000 pixels.
A elaboração desta fotografia foi produto de vários passos do satélite durante o passado 4 de janeiro, mediante o instrumento Visible Infrared Imager Radiometer Suite (VIIRS).
Os detalhes são incríveis. Sacanagem que a tomada contempla praticamente apenas a América do Norte, mas ainda assim é genial. De fato tive uma sensação de vertigem ao olhá-la detalhadamente.
É possível baixar a versão de 1024 x 1024 para colocar como fundo de tela em seus computadores, mas nem pensem em deixar de baixar e observar a versão gigante.
Via | Gizmodo.
Uma noite estrelada sobre o lago Jökulsárlón
Certas noites, em lugares com pouca iluminação, o céu é um espetáculo digno de observar por horas e horas. Esta imagem não somente é espetacular senão que ademais ganhou um concurso internacional de astrofotografía. A fotografia foi feita em Jökulsárlón, o maior lago glacial da Islândia. A fotógrafa combinou seis exposições para capturar o anel que forma a verde aurora e seu reflexo sobre o sereno lago. Sinceramene é uma das imagens mais linda que já vi na vida.
Via | APOD.
Que imagens recordamos melhor?

Um estudo realizado por neurocientistas do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) revela que as fotos mais memoráveis para os seres humanos são as que incluem a pessoas, seguidas das cenas de interiores e os detalhes de objetos a escala humana. As paisagens, no entanto, ainda que belas, são, na maioria dos casos, fáceis de esquecer.
O estudo, que será apresentado no próximo mês de junho na a IEEE Conference on Computer Vision and Pattern Recognition, é o primeiro em analisar em profundidade o que faz com que uma fotografia resulte inesquecível. Os autores, coordenados por Aude Oliva, trabalharam com 10.000 imagens de todo tipo mostrando lhes uma série de pessoas e repetindo-as para ver quais identificavam como duplicadas e, portanto, recordavam melhor.
Endeavour cruzando as nuvens parece o início do apocalipse
Não havia nada de especial preparado para o último lançamento do ônibus espacial Endeavour ao espaço, cuja decolagem aconteceu sob um complexo céu nublado e depois de quase três semanas de postergação. Mas o evento acabou tendo um momento brilhante graças as referidas nuvens do céu de Flórida e também ao oportuno olho de Trey Ratcliff (para captar a instantânea) no momento em que a nave abria passagem entre os cúmulos.
Parece que o céu começa a arder e que os alienígenas estão bombardeando a Terra. Ou talvez não, mas não deixa de ser espetacular.
Via | Gizmodo.
Areia do Saara, guloseima para o plâncton

Não é difícil que a maioria de nós associe as areias do deserto do Saara com a morte, mas no oceano esse mesmo pó é uma espécie de bênção. A imagem da ESA mostrada acima destas linhas mostra uma tempestade de areia saariana atingindo a Irlanda e as ilhas britânicas, com a península ibérica de testemunha.
Essas mesmas areias que atingem as florestas tropicais da América Central arrastadas pelos ventos, provocam afloramentos de plâncton nas águas do Atlântico norte (essa espécie de redemoinhos verde azulados em frente à costa de Portugal mostrada na imagem), que prosperam graças aos minerais contidos na areia, principalmente nitrogênio, fósforo e ferro.
Mas cuidado, se cair muita areia no mar, o crescimento descontrolado do fito plâncton pode consumir o oxigênio dissolvido nas águas produzindo nas zonas mortas anóxicas.
Via | Scientific American.
Cada nuvem tem uma fresta de esperança

Há seis meses choveu como nunca antes no Paquistão. De fato em apenas uma semana caiu a mesma quantidade de água esperada para toda uma década. Como sempre acontece em países pobres, várias pessoas perderam o pouco que tinham, milhões foram afetados, mas os animais também se viram forçados a lutar por sua sobrevivência. E essa é parte da explicação da fotografia que ilustra este post.
Estas árvores, recobertas por completo de teias de aranha, serviram de ilha para milhares de aracnídeos, que se viram obrigados a escapar da chuva subindo às árvores. Desde então, as enormes colônias de aranhas apoderaram-se das copas das árvores (localizados próximos de um lago) e não voltaram ao solo.
Agora o estranho comportamento dos artrópodes se converteu em uma pequena bênção para os habitantes da região, chamada Sindh. Este insólito fenômeno fez decrescer a quantidade de mosquitos, já que muitos ficam presos nas enormes teias quase imediatamente após abandonar as águas depois de sua fase de ninfa. O resultado? Um decréscimo acentuado no risco de contrair malária para os habitantes locais.
Via | Flickr.
Criando cartoon para seu avatar.

Estive lendo sobre como fazer um cartoon – sou aficionado em desenhos – e por sorte acabei me deparando com este site que segue abaixo. É bem simples.
Basta ao acessar o mesmo, selecionar upload e logo em seguida “cartoonize now’ e pronto! Em um minuto (demora um pouco pra carregar e processar) esta feita um cartoon com base em uma fotografia.
Isso não transforma a foto em caricatura, apenas aplica um efeito que transforma a foto em um desenho. Não é nada que se diga “Oh! Extraordinário” Mas é bem legalzinho! O site promete aprimorar a técnica e deixar mais próximo a um desenho do que de uma foto.
P.s.: Como o intuito é divertir e não traumatizar, nem em sonho vou mostrar minha foto! Quando escrever algo sobre filmes de terror, ai quem sabe!
O link para o site é este aqui.
Via | Folha.com.
Um Sol azul
Não. Realmente não é azul e nunca foi. É uma inversão de cor de uma foto do Sol feita por Alan Friedman com um filtro H-alfa para observar da melhor forma possível os detalhes da cromosfera, que é uma camada delgada da atmosfera da estrela que está sobre a fotosfera e embaixo da coroa. Calcula-se que tem entre 2.200 e 5.000 quilômetros de espessura.
A foto foi feita em 2009 e não mostra grande atividade solar, mas sim dá para observar algumas proeminências, na parte superior e à esquerda, as quais têm vários planetas Terra de altura, ainda que na foto pareçam tão pequenas.
A Via Láctea sobre a Suíça
Stephane Vetter fez esta impressionante foto de longa exposição em Neuchâtel, Suíça. No primeiro plano podemos ver as formações rochosas nevadas das encostas de um anfiteatro conhecido como Creux du Van, como também as árvores distantes, e a luzes da cidade no horizonte. No céu, exatamente à meia-noite está o longo arco da faixa central de nossa Via Láctea. Além da Galáxia Andrômeda (M31) e a Galáxia do Triângulo (M33). Também se podem ver grupos de estrelas como NGC 752, M34, M35, M41, o Duplo Aglomerado em Perseu e Aglomerado Aberto Praesepe (M44).
Via | APOD.
A Lua vista a partir da Apollo 14
Há quarenta anos Ed Michell fazia uma série de fotografias desde o Módulo Lunar Antares alunissado na missão Apollo 14, da qual se destaca esta imagem que em realidade é um mosaico criado a partir da união de várias fotos.
As fotos foram feitas após que os astronautas realizassem sua segunda e última caminhada espacial. O mosaico foi criado por Eric M. Jones para o Apollo Lunar Surface Journal.
Via | APOD.




