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Não leia este post para que siga sendo verdade

LuisaoCS

Não leia este post para que siga sendo verdade

O artigo You Won't Finish This Article, fala sobre a leitura de artigos e textos na Internet a partir dos dados coletados por Chartbeat, ferramenta de análise de tráfico web e comportamento das visitas em tempo real. Em verdade é algo que todos os blogueiros sabem e alguns fingimos que não.

Os dados mostram que os leitores não se concentram na leitura de artigos. Quanto mais a gente escreve mais os internautas vão embora:

- E não é só comigo que acontece isso", diz Farhad Manjoo no Slate, - "Não ocorre só aqui. Isso se repete em todos os sites da Internet. Quando as pessoas leem um artigo, dificilmente chegam a ler até o final da página. Muita gente nem sequer chega à metade".

Farhad acredita que o mais desalentador é a relação entre a leitura de um artigo e o compartilhamento, como se segue:

- "Os dados sugerem que muitas pessoas estão tuitando e compartilhando links e artigos que na realidade nem leram direito".

Isto acaba gerando desencontros absurdos em relação ao que uma pessoa escreve e o que o leitor entende. Ademais demonstra a sociedade da distração em que vivemos em que muitas pessoas clicam em botões indicando que gostaram, quando na verdade nem sabem do que se trata.

Dias desses via uma corrente destas cheias de curtidas sobre alguém que tinha morrido por misturar camarão com vitamina C. Comentei ironicamente que camarão a alho e óleo deve ser uma das maiores causas de morte. A maior parte das pessoas continuou sem entender nada.


Curtir: o efeito do elogio na Internet

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Curtir: o efeito do elogio na Internet

Todos gostamos de tapinhas nas costas. De fato, a maioria de nossas ações estão encaminhadas a buscar, implícita ou explicitamente, o elogio, o respaldo, o reconhecimento dos demais. Porque, permitam a licença poética, somos mais nós quando nos refletimos nos olhos dos demais, apesar de tudo o que dizem a propósito da individualidade ou o "faço as coisas porque quero fazê-las sem me importar o que os demais digam".

Esta inclinação humana inclusive pode advertir em um sinal tão aparentemente insignificante como um "Curtir" em algum de nossos estados do Facebook. Ao menos é o que sugere Yochai Benkler, um especialista em leis de Harvard, e Helen Nissenbaum, professora da Universidade de Nova Iorque, em seu ensaio de 2005 "Common Wisdom: Peer Production of Educational Materials", cuja tese central é que os estímulos sociais são muito importantes à hora de que a gente aborda atividades de todo tipo.


Ex-CEO do Google acha que o YouTube já superou à televisão

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Ex-CEO do Google acha que o YouTube já superou à televisão

Eric Schmidt, ex-CEO e agora presidente do diretório no Google, manifesta abertamente a confiança que tem sobre YouTube, serviço de vídeos que segundo ele já superou a TV tradicional. Porque além de informar à imprensa que o YouTube acaba de ultrapassar o bilhão de usuários únicos ao mês, Schmidt ainda apontou que YouTube é "o futuro que já está aqui", isto quando foi consultado a respeito de quando o vídeo através da Internet deslocaria a televisão:

- "Isso já aconteceu", disse sem titubear. E para ajudar ainda mais ao desenvolvimento desta plataforma, Schmidt acha que há novas melhorias a realizar à medida que a plataforma vai crescendo e transformando em um serviço fundamental da rede.

Via | Electronista.


Unicef diz que os Likes do Facebook não salvam vidas

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Unicef diz que os Likes do Facebook não salvam vidas

O fundo infantil das Nações Unidas Unicef lançou uma campanha para apelar a uma das formas de ativismo mais vistas na Internet: clicar no botão "Curtir" do Facebook. A organização aponta a algo bastante óbvio, só clicar em em botão não ajuda a salvar pessoas, o que se faz necessário é que as pessoas tirem a bunda da cadeira e doem dinheiro.


Google agora reconhece o Estado da Palestina em todos seus produtos

LuisaoCS

Google agora reconhece o Estado da Palestina em todos seus produtos

No primeiro de maio, Google introduziu uma mudança sutil, mas bastante polêmico no marco da diplomacia internacional: mudou o nome da edição Palestina de seu buscador em google.ps onde anteriormente líamos "Territórios Palestinos" agora mostra o termo "Palestina" em árabe e em inglês.

O que ocorre é que "Territórios Palestinos" é um termo que costuma ser empregado pela comunidade internacional para evitar se referir diretamente a Palestina, pois conforme Israel, ainda não contam com um estado próprio já que os israelenses continuam avançando e comendo suas fronteiras, enquanto o mundo finge que nada vê.

No entanto, em novembro do ano passado, a ONU outorgou a Palestina o status de estado "observador não membro", algo que conquanto não é um reconhecimento como país soberano, é uma forma implícita que a maioria dos membros da ONU arrumou para respaldar a Palestina como Estado independente.

Em uma entrevista nesta sexta-feira com a BBC, o porta-voz da Google, Nathan Tyler, assegurou que "mudamos o nome de Territórios Palestinos a Palestina em todos nossos produtos. Consultamos uma grande quantidade de fontes e autoridades a respeito de como nomear os países, e neste caso, seguimos os padrões da ONU, ICAAN, ISO e outros organismos internacionais".

A Autoridade Palestina celebrou a decisão da empresa de Mountain View, onde Sabri Saidam, assessor do Presidente Palestino Mahmoud Abbas, afirmou que "é um passo na direção correta e que anima outros a se unir e dar uma definição correta a Palestina em vez de Territórios Palestinos".

Via | BBC.


CERN recupera o primeiro site do mundo em sua URL original

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CERN recupera o primeiro site do mundo em sua URL original

Uma equipe de CERN lançou hoje um projeto para trazer à vida o primeiro site do mundo, com o objetivo de preservar também o hardware e software que associado ao nascimento da World Wide Web. 30 de abril de 1993 marcou o momento em que a REDE passou ao domínio público, já que o CERN -onde Tim Berners Lee desenvolveu a WWW- entregou as tecnologias de forma gratuita para que qualquer um pudesse usá-la. Sem esta decisão, talvez nunca teríamos desfrutado do que temos hoje graças a Internet.

No ano passado já haviam colocado a disposição uma cópia do primeiro site nos servidores da W3C, no entanto agora também recuperaram a URL original. A ideia do CERN é recuperar todo o material utilizado nesse tempo, e converter o info.CERN.ch em um arquivo histórico para que gerações futuras possam ver como era Internet no passado, e como mudou desde então. No processo recuperarão também os computadores NeXT onde Berners-Lee alojou a primeira página.

- "Desde a pesquisa aos negócios e a educação, a web vem ajudando a reformular a maneira que nos comunicamos, trabalhamos, inovamos e vivemos. A Rede é um exemplo poderoso da forma em que a pesquisa básica beneficia à humanidade", disse Rolf Heuer, diretor do CERN.


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