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Compositor cria disco sampleando gravações de pessoas improvisando música no YouTube

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Compositor cria disco sampleando gravações de pessoas improvisando música no YouTube

Usualmente, quando um artista sampleia sons de gravações como base para criar uma melodia própria, costuma fazê-lo de figuras destacadas como Daft Punk, Stevie Nicks, Skrillex entre outros mais. Hoje em dia, alguns artistas estão descobrindo que para navegar nas difusas águas dos direitos autorais é melhor usar os sons que milhares de pessoas sobem ao YouTube.

Isto é o que faz o artista israelense Ophir Kutiel, mais conhecido por seu nome artístico Kutiman, reconhecido por lançar já no ano 2009 um projeto chamado "Thru-YOU" (catalogado como um dos 50 melhores inventos daquele ano, segundo a revista TIME), onde criava música original exclusivamente em base a gravações de músicos amadores do YouTube.


10 de setembro de 2014: a primeira grande manifestação on-line pela neutralidade da rede

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10 de setembro de 2014: a primeira grande manifestação on-line pela neutralidade da rede

Diversas organizações, ativistas e importantes companhias como Mozilla e Wordpress participarão de um grande protesto contra medidas da Comissão Federal de Comunicações dos Estados Unidos que minam a neutralidade da rede.

No último ano, a neutralidade da rede foi uma das características fundamentais da Internet mais ameaçadas, em especial por parte dos governos nacionais e grandes empresas multinacionais -tanto de telecomunicações quanto da indústria do entretenimento- que, sempre que têm oportunidade, buscam limitar as liberdades com que nasceu este meio fantástico de comunicação.

No caso específico da neutralidade da rede, esta se refere a que toda a informação trocada através das redes deve ter a mesma prioridade, ou em outras palavras, ser tratada da mesma maneira pelos provedores de serviços da Internet.


Como evitar o rastreio virtual de seu ex?

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Como evitar o rastreio virtual de seu ex?

Sente que seu ex está em todos lados? Visita um bar, um café, algum dos lugares que acostumavam ir juntos, ou simplesmente está caminhando pela rua e de repente ele está ali, fingindo não te ver ou sorrindo como se simplesmente pudessem ignorar esse capítulo de sua história.

Nem sequer é necessário que saia de seu quarto. Basta abrir o Facebook ou Instagram para sentir que tem alguém cuidando de suas costas e que poderia surgir de repente de qualquer canto. A tecnologia faz com que sejamos encontrados de forma mais fácil, mas também pode dificultar a ação do stalkeador.


Somos a última geração que terá conhecido a vida antes da internet

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Somos a última geração que terá conhecido a vida antes da internet

Impressionados por tudo o que a tecnologia está nos dando, às vezes esquecemos de perguntar o que é que está nos tirando. Os puristas ficam fascinados em culpar a internet de tudo, dizem que está nos deixando mais tontos até nos converter em uma arma perfeita das ditaduras. Mas, como bem assinala Michael Harris seguindo as observações de Melvin Kranzberg:

- "A tecnologia não é boa ou má. O que mais podemos dizer a respeito dela é isto: que chegou para ficar".

Harris, autor de "The End of Absence: Reclaiming What We've Lost in a World of Constant Connection", escreve sobre como a tecnologia afeta à sociedade, seguindo os passos de Nicholas Carr e sua crítica em "The Shallows". No entanto, sua aproximação é diferente; em vez de centrar-se nos efeitos da conectividade, busca entender o que acontecerá com os jovens que nunca conheceram o mundo sem a internet. Se você nasceu antes de 1985, sabe o que é viver sem a internet, transitou na fronteira para a era da superconectividade. Somos a última geração na história que viveu sem internet, os últimos a falar ambas as linguagens, os tradutores do antes e o depois.

Como muitos, a primeira coisa que faz Harris é sentir essa combinação de ansiedade e surpresa por checar seu e-mail em seu telefone. Mas o problema não é a internet em si, senão como nossa personalidade se engancha a ela.

Como parte do trabalho do livro, Harris decidiu passar um mês desconectado da rede. Não é que tenha tido uma epifania, mas pôde ter uma perspectiva diferente de sua vida interiore anterior. O problema é que quando estamos no meio de algo, é um pouco difícil de vermos apropriadamente, como vemos em perspectiva.

Recorda como era sua vida antes da internet?


O criador das pop-ups pede desculpas por seu invento

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O criador das pop-ups pede desculpas por seu invento

Dificilmente há algo mais inoportuno na Internet do que encontrar com estas chatas janelas que emergem do nada e ficam pipocando na tela. Tanto faz se é publicidade ou qualquer outra coisa, é muito chato batalhar com as pop-ups, sobretudo quando não se dão por vencidas e parecem desafiar sua paciência de propósito. Felizmente, existem muitas soluções para evitá-las, independentemente do navegador que você utilize.

Seu criador, Ethan Zuckerman, parece estar consciente do dano que provocou e pediu desculpas públicas, de acordo com The Verge. O ensaio em o que Zuckerman busca se reivindicar foi publicado por The Atlantic e oferece uma análise interessante em torno da publicidade na Internet.


Facebook não é internet: atacando a neutralidade da rede

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Se tem uma coisa que me deixa fulo da vida são os ataques incessantes a neutralidade da rede. Já escrevi muitos artigos sobre o assunto, porque aqui respiramos internet. Por isso quando vemos ataques, é nossa obrigação comentar, defender e denunciar o que está acontecendo.

O Facebook, com as melhores das intenções -monetárias evidentemente-, está criando um problema nos países pobres com o Internet.org, um ataque à neutralidade da rede mascarada em "boa ação".

O Internet.org, projeto do Facebook para dar conectividade em zonas pobres, apresentou sua aplicação junto a uma interessante oferta para os cidadãos da Zâmbia; por agora só para os usuários da operadora Airtel, darão mediante esta aplicação acesso a internet de forma gratuita. Airtel tem 3,5 milhões de usuários em dito país.


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