Ex-CEO do Google acha que o YouTube já superou à televisão

Eric Schmidt, ex-CEO e agora presidente do diretório no Google, manifesta abertamente a confiança que tem sobre YouTube, serviço de vídeos que segundo ele já superou a TV tradicional. Porque além de informar à imprensa que o YouTube acaba de ultrapassar o bilhão de usuários únicos ao mês, Schmidt ainda apontou que YouTube é "o futuro que já está aqui", isto quando foi consultado a respeito de quando o vídeo através da Internet deslocaria a televisão:
- "Isso já aconteceu", disse sem titubear. E para ajudar ainda mais ao desenvolvimento desta plataforma, Schmidt acha que há novas melhorias a realizar à medida que a plataforma vai crescendo e transformando em um serviço fundamental da rede.
Via | Electronista.
Unicef diz que os Likes do Facebook não salvam vidas

O fundo infantil das Nações Unidas Unicef lançou uma campanha para apelar a uma das formas de ativismo mais vistas na Internet: clicar no botão "Curtir" do Facebook. A organização aponta a algo bastante óbvio, só clicar em em botão não ajuda a salvar pessoas, o que se faz necessário é que as pessoas tirem a bunda da cadeira e doem dinheiro.
Google agora reconhece o Estado da Palestina em todos seus produtos

No primeiro de maio, Google introduziu uma mudança sutil, mas bastante polêmico no marco da diplomacia internacional: mudou o nome da edição Palestina de seu buscador em google.ps onde anteriormente líamos "Territórios Palestinos" agora mostra o termo "Palestina" em árabe e em inglês.
O que ocorre é que "Territórios Palestinos" é um termo que costuma ser empregado pela comunidade internacional para evitar se referir diretamente a Palestina, pois conforme Israel, ainda não contam com um estado próprio já que os israelenses continuam avançando e comendo suas fronteiras, enquanto o mundo finge que nada vê.
No entanto, em novembro do ano passado, a ONU outorgou a Palestina o status de estado "observador não membro", algo que conquanto não é um reconhecimento como país soberano, é uma forma implícita que a maioria dos membros da ONU arrumou para respaldar a Palestina como Estado independente.
Em uma entrevista nesta sexta-feira com a BBC, o porta-voz da Google, Nathan Tyler, assegurou que "mudamos o nome de Territórios Palestinos a Palestina em todos nossos produtos. Consultamos uma grande quantidade de fontes e autoridades a respeito de como nomear os países, e neste caso, seguimos os padrões da ONU, ICAAN, ISO e outros organismos internacionais".
A Autoridade Palestina celebrou a decisão da empresa de Mountain View, onde Sabri Saidam, assessor do Presidente Palestino Mahmoud Abbas, afirmou que "é um passo na direção correta e que anima outros a se unir e dar uma definição correta a Palestina em vez de Territórios Palestinos".
Via | BBC.
CERN recupera o primeiro site do mundo em sua URL original

Uma equipe de CERN lançou hoje um projeto para trazer à vida o primeiro site do mundo, com o objetivo de preservar também o hardware e software que associado ao nascimento da World Wide Web. 30 de abril de 1993 marcou o momento em que a REDE passou ao domínio público, já que o CERN -onde Tim Berners Lee desenvolveu a WWW- entregou as tecnologias de forma gratuita para que qualquer um pudesse usá-la. Sem esta decisão, talvez nunca teríamos desfrutado do que temos hoje graças a Internet.
No ano passado já haviam colocado a disposição uma cópia do primeiro site nos servidores da W3C, no entanto agora também recuperaram a URL original. A ideia do CERN é recuperar todo o material utilizado nesse tempo, e converter o info.CERN.ch em um arquivo histórico para que gerações futuras possam ver como era Internet no passado, e como mudou desde então. No processo recuperarão também os computadores NeXT onde Berners-Lee alojou a primeira página.
- "Desde a pesquisa aos negócios e a educação, a web vem ajudando a reformular a maneira que nos comunicamos, trabalhamos, inovamos e vivemos. A Rede é um exemplo poderoso da forma em que a pesquisa básica beneficia à humanidade", disse Rolf Heuer, diretor do CERN.
Google nega solicitação do governo argentino de retirar polêmico videoclipe erótico de Cristina Kirchner

É algo usual e freqüente que diversos tribunais e organismos de governos de todo mundo solicitem ao Google que retirem material do YouTube, Blogger, buscador, ou qualquer outro serviço da companhia por diversos motivos e que não fazem parte necessariamente do slogan "governos malvados censurando seus cidadãos", porque às vezes são incitações ao ódio ou a violência, difamações, descumprimento com a lei eleitoral, etcétera.
Como parte da política de transparência da empresa de Mountain View, eles realizam relatórios públicos onde divulgam, com certas limitações, o número de solicitações que cada governo envia em períodos de seis meses.
Enquanto o relatório de meados do ano passado revelou que o governo que liderou as solicitações para retirar material de Google foi os Estados Unidos com 3.800 itens via ordens judiciais (Brasil em terceiro com 2.220 itens), neste ano o país que realizou mais solicitações foi a Turquia com 8.751 solicitações (Brasil em terceiro com 1.654 itens), onde Google aceitou retirar 62% destas.
Se depender do Google você poderá descansar em paz quando chegar o momento

Se um dia morrer, desaparecer ou simplesmente cansar de usar sua conta do Google, terá a opção de apagar seus dados para sempre. O Google lançou um administrador de contas inativas que permite apagar por completo sua conta, bem como os dados que compartilhou publicamente em diversos serviços como Google+, YouTube, Blogger ou Picasa.
O Google determinará se uma conta está inativa baseando se nas vezes que faz login no site, no uso de Gmail ou os check-ins em Android. O administrador de contas inativas permite determinar quanto tempo deve decorrer para ser considerado inativo (de 3 meses a um ano) e inclusive oferece compartilhar a informação com 10 contatos de confiança, útil em caso de ocorrer algum acidente. Eliminar sua conta afetará todos os produtos que estejam associados a ela.
O administrador de contas inativas encontra-se dentro das opções de sua conta do Google. Ali poderá definir opções como o período de inatividade, cadastrar os contatos de confiança, habilitar um e-mail alternativo e definir se quer que apague sua conta por completo.
Via | Tech Crunch.