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Anonymous lança uma nova rede social que aposta pela privacidade

LuisaoCS

Anonymous lança uma nova rede social que aposta pela privacidade

Quando mencionamos redes sociais e privacidade em uma mesma frase, geralmente não é algo fácil de acreditar. E quando publicamos a criação de uma nova rede social, quase sempre receamos ante o domínio de Facebook, Twitter ou Instagram. Mas, será que prospera uma rede social que aposta pela privacidade e que tenha sido criada por Anonymous?

Neste final de semana, nos inteiramos que Anonymous é o responsável por Minds, uma nova rede social que tem como meta principal, conservar a privacidade dos usuários e licenciar todos os conteúdos com Creative Commons.

O funcionamento de Minds é similar ao que já conhecemos de outras redes sociais, mas aqui são criados canais. Cada canal pode ser alimentado de imagens, textos, posts mais longos chamados blogs, RSS e até um mensagens criptografadas. Tudo isto, grátis. Ademais, segundo Anonymous, seus dados não serão compartilhados com terceiros, nem pretendem comercializar com Minds.

Uma das diferenças de Minds com respeito a outras redes sociais, é que os votos, comentários, compartilhamentos e demais atividades feitos desde o celular, geram pontos que podem ser trocados por vistas adicionais nos posts que queiramos. É algo bem como incentivar a participação desde o celular para promover nossos conteúdos.

Minds pode ser utilizado na web, mas já tem aplicações para iOS e Android. Ademais, ao ser uma rede open source, qualquer pessoa pode participar para melhorá-la. Interessante, não?

Via | Minds.


A deepweb é menor do que estimávamos

LuisaoCS

A deepweb é menor do que estimávamos

Hackers escanearam a rede Tor e descobriarm que há apenas 7.100 sites .onion. Na semana passada os hackers Alejandro Cáceres e Amanda Towler utilizaram uma ferramenta chamada PunkSPIDER -cuja finalidade é analisar vulnerabilidades em sites para realizar um cadastramento da deepweb à que é possivel apenas acessar mediante Tor.

O que surpreendeu a todos foi que a famosa "web profunda" é bem menor do que os especilaitas estimavam, pois o PunkSPIDER só demorou três horas em revisar toda a rede, descobrindo ao redor de apenas 7.100 sites .onion, dos quais apenas 2.100 responderam em uma quantidade de tempo razoável. Segundo Cáceres:

- "A gente pode notar que não são muitos sites. Se há algo que aprendemos de Memex é que o número de sites da rede Tor que se encontram on-line durante todo momento foi enormemente soperestimado".

Antes de finalizar é melhor ressaltar que Tor não é a única forma de alcançar a deepweb, também são privadas através de satelites, freenet, as míticas que ninguém conhece, as supostas de links quánticos (que nem sei se existem). Ademais isso aí apenas provou que 7.100 sites apresentam a vulnerabilidade de serem encontrados pela ferramenta PunkSPIDER, que por sua vez não é capaz de analisar tudo, senão que somente os sites em que consegue fazer ping, quando a maioria dos sites da deepweb não aceita ping, por proteção, outras não têm IPs fixos, outras só funcionas a certas horas, outras não são indexadas, etc.

Via | Engadget.


Ilusão on-line: a Internet faz com que as pessoas se sintam mais inteligentes do que realmente são

LuisaoCS

Ilusão on-line: a Internet faz com que as pessoas se sintam mais inteligentes do que realmente são

Há um par de décadas abriu-se ao mundo uma inédita arca de "pré-conhecimento", isto é, de informação. De repente uma infinita enciclopédia atualizada em tempo real ficou disponível, e com esta explosão de informação o nível popular de sapiência cresceu de forma literalmente espetacular -não só pela dimensão senão por que também remete a uma espécie de ilusão-.

Dispor de tal quantidade de dados nos empodera, um fenômeno que implica um duplo fio. Por um lado estimula a sede de conhecimento e faz de muitos de nós potenciais navegadores informativos, mas por outro gera a ilusão de que sabemos mais do que em realidade sabemos. O que acontece é que quando alguém busca informação ocorre um fenômeno no qual ele acha que seu conhecimento se funde com a informação disponível na fonte onde busca.


Google agora permitirá baixar todo nosso vergonhoso histórico de buscas

LuisaoCS

Google agora permitirá baixar todo nosso vergonhoso histórico de buscas

Há um piadinha que frequentemente é repetida em todo o mundo desde aproximadamente a mudança de século que reza: - "Se eu morrer repentinamente, apague meu histórico de buscas pelo amor de Deus!".

A piada recolhe o temor que todos temos de que o mundo se inteire das coisas mais vergonhosas que buscamos no Google, e conquanto antes a gente podia acessar esse histórico on-line, agora o gigante de Mountain View habilitou a opção para fazer o download de nosso histórico de buscas completo no Google.

Para baixar o arquivo você seve acessar o site do Histórico do Google, pressionar no ícone com forma de engrenagem e selecionar a opção para descarregar os dados.

Uma vez que você selecionar a opção, aparecerá uma advertência que avisando que não faça o download desse arquivo em um computador de uso público, e que Google enviará um e-mail quando o arquivo esteja pronto. O histórico estará comprimido em um arquivo ZIP, que conterá arquivos em formato JSON separado por trimestres.

Via | Google OS.


Facebook enfrenta demanda coletiva que já soma 55.000 registrados

LuisaoCS

Facebook enfrenta demanda coletiva que já soma 55.000 registrados

Facebook, a maior rede social do mundo, está enfrentando uma demanda coletiva liderada por Max Schrems, advogado austríaco de 27 anos. Uma reportagem da AFP indica que Schrems deu entrada no processo em um tribunal europeu, alegando que a rede social está fazendo rastreamento ilegal de dados. E como se trata de um problema coletivo, a ideia inicial era que 25.000 assinassem pedindo uma compensação de 530 dólares (1.600 reais), ainda que o total de pessoas registradas já alcança os 55.000.

Basicamente estão solicitando que Facebook pare com a vigilância em massa e que adote também uma política de privacidade que as pessoas possam entender e que não siga coletando dados de pessoas que nem sequer são usuários da rede social.

A maioria dos registrados na demanda são europeus, mas também existem pessoas de outras partes do mundo, inclusive do Brasil, que se juntaram a causa no site oficial da demanda.

Note-se também que por questões legais, os residentes nos Estados Unidos e Canadá não podem fazer parte do litígio.

A primeira audiência foi realizada em 9 de abril e Schrems diz que -desde seu ponto de vista- tudo saiu bem.

- "O Facebook tentou disputar minha condição de consumidor e acho que posso dizer que falharam. Agora espero a decisão escrita". Em todo caso, um representante do Facebook ainda tem que comparecer em frente aos juízes.

Agora vêm as apelações e outras questões que seguramente levarão uns quantos meses mais.


Goste ou não, o Facebook vai etiquetar todas as suas fotos

LuisaoCS

Goste ou não, o Facebook vai etiquetar todas as suas fotos

Desde seu começo, o Facebook caracterizou-se pelas poucas considerações que tem ante a privacidade ou segurança de seus usuários, algo que nos diz bastante sobre o caráter, a falta, de seu dono. E fiel a esta filosofia, agora parece que Zuckerberg e companhia estão implementando um sistema de reconhecimento facial que eventualmente etiquetará, goste ou não, todas as suas fotos que circulam nesta rede.

Para comprovar a eficiência do algoritmo de reconhecimento facial que o Facebook está ativando gradualmente, o articulista do site Daily Dot, Taylor Hatmaker, subiu 15 imagens inéditas de igual número de amigos. Como resultado notou que oito das imagens foram automaticamente tagueadas com os nomes das pessoas que figuravam nas imagens, sem que ele interviesse nesse processo e sem que ninguém lhe perguntasse.

Mas isso não foi tudo, senão que esse álbum ficou como visível para aquelas pessoas que foram automaticamente etiquetadas, apesar de que Taylor tenha especificado nas preferências de privacidade que essas imagens só deveriam estar visíveis para ele.

Ao que parece esta nova função de Facebook está ainda em uma espécie de fase beta, mas tudo aponta a que logo tuas fotos poderiam ser auto-etiquetadas, o que, afinal de contas, se trata de uma mudança a mais que confirma a natureza invasiva desta rede ou, em todos os casos, o pouco que em realidade importa sua privacidade para o Facebook, desde que as medidas que adota estejam em sintonia com sua agenda comercial.


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