Uma fresadora doméstica para fabricar circuitos eletrônicos em minutos
Em meus tempos de estudante técnico e hobbysta aficionado de eletrônica, as placas de circuito impresso eram feitas no facão: desenhar o circuito no Tango PCB, cortar as plaquinhas de fenolite (fibra de vidro era muito caro), fazer as trilhas com letraset e/ou caneta de ponta porosa, corroer a placa no percloreto e usar o perfurador manual, que era a única coisa tecnológica que o dinheiro permitia comprar.
No dia que vi a caneta que permite escrever diretamente o circuito tentei imaginar a quantidade de horas da minha adolescência que perdi e hoje, vendo o The Othermill, selo todos os pregos no caixão de minha juventude: é uma pequena fresadora doméstica, que permite fazer circuitos impressos (entre outras coisinhas) diretamente sobre a placa, com rapidez e com grande precisão segundo um padrão CAD/CAM.
Em combinação com uma impressora 3D permitiria fazer protótipos e artigos eletrônicos sem levantar a bunda da cadeira. Literalmente. Quero minha juventude de volta.
Já podemos saber se temos chulé ou bafo de bode sem pôr outro ser humano em perigo

Quando a Skynet por fim se rebelar e alçar armas contra a humanidade terá muitas razões para fazê-lo. Uma delas será a de vingar os robôs criados exclusivamente para cheirar pestilências. Os autores desta atrocidade pertencem ao CrazyLabo e ao Kitakyushu National College of Technology, ambos, lógico, japoneses.
Por um lado temos a Kaori-chan, esse busto de mulher que sofre pelo fato de que um montão de gente faça fila para lhe sufocar. Ela julga os cheiros, emite veredicto e suplica por uma morte rápida. Shuntaro-kun, no entanto, tem um trabalho mais atroz: julgar o cheiro dos pés. Suas reações vão de emitir um par de latidos em caso positivo a desvanecer-se se encontrar um wookie nos sapatos. Onde está a sociedade protetora que não vê isso? Que absurdo!
Logo após o salto é possível ver os dois trabalhando. Coitados!
Black Hornet - um drone helicóptero militar que cabe em sua mão

As tropas britânicas no Afeganistão estão usando helicópteros espiões, com apenas 10 cm de comprimento e um peso de 16 gramas para rastrear posições talibãs no Afeganistão. O Ministério da Defesa britânico planeja comprar mais 160 desses brinquedinhos a um custo de mais de 62 milhões de reais. O drone PD-100 PRS, que recebeu o codinome Black Hornet, foi desenvolvido pela empresa norueguesa Prox Dynamics.
Calças para fomentar o romance
O momento que precede o rala e rola é terrível: não só há que tocar a maior quantidade de superfície carnal possível senão que ademais há que beijar, tirar a roupa e analisar o contexto para que tudo esteja em ordem: a luminosidade do lugar, a situação higiênica geral, a localização geográfica de artefatos úteis depois de ou durante o ato (cinzeiro, dado, pinça, sandália, tampão de ouvido...)
Tudo isso deve ser controlado por um dos cérebros, mas isso é impossível porque todos sabemos que são excludentes e nesse momento somente um deles (no meu caso a maior) funciona. De modo que uma calça que controle elementos como a luz e a música no momento que alguém baixa a sua braguilha pode ser algo muito útil, permitindo nos concentrar no que vamos fazer. A utilíssima peça, que deve se tornar tendência que estarão na moda do próximo inverno, é peça do Team Instructables e foi apresentada no Redbull Creation Contest.
Via | Oh Gizmo!.
Petman o espantoso robô antropomórfico
Petman é o último robô criado pela Boston Dynamics e financiado com fundos do Departamento de Defesa norte-americano (DARPA). O protótipo foi criado para testar o rendimento da roupa NBQ para ambientes perigosos. Sua semelhança espantosa com um humano resulta mas que inquietante, fazendo com que a gente duvide se embaixo do traje não há uma pessoa real. O robô chega inclusive a simular a fisiologia humana mediante o controle de sua própria temperatura e sudoração. O robô cachorrão agora tem um parceiro.
Quadricóptero com garras pode capturar objetos a alta velocidade
Pesquisadores da Universidade da Pensilvânia inspiraram-se nas águias, que baixam rapidamente durante o voo para capturar uma presa com suas garras e levá-la voando, para criar um novo acessório para um veículo aéreo não tripulado.
Neste caso trata-se de um quadricóptero que recebeu uma garra impressa em 3D, ligada a um braço motorizado de 10 cm de comprimento. Com as ferramentas, o robô voador pode recolher objetos estáticos enquanto voa a uma velocidade de 3 metros por segundo.
A ideia é que no futuro a máquina inclua uma câmera, que permita ao robô detectar e reagir em caso que tenha mudanças no meio-ambiente quando esteja tentando recolher algo. Os pesquisadores também pensam em programá-lo para que detecte lugares seguros para aterrissar ou se esconda para deter o ruído que produz, ou poupar energia.
Via | The Verge.