Conheçam Origami: o preservativo de silicone que veio do futuro

Na luta para reduzir as doenças transmissíveis sexualmente e as gravidezes indesejadas, o preservativo é parte da cultura em que muitos crescemos. Mas apesar das incríveis inovações tecnológicas de nosso tempo, as camisinhas de látex não mudaram nadica de nada durante os últimos 100 anos. Este "mal necessário" poderia estar a ponto de experimentar uma segunda geração, conforme nossos tempos e nossas práticas culturais (e obviamente sexuais).
Daniel Resnic inventou um preservativo que não precisa ser desenrolado e é feito de silicone. O nome deste invento é Origami, em referência às dobras ou estrias ao longo da superfície da novidade, e que segundo seus criadores permite ter uma experiência mais próxima ao sexo sem a barreira dos preservativos.
Uma fresadora doméstica para fabricar circuitos eletrônicos em minutos
Em meus tempos de estudante técnico e hobbysta aficionado de eletrônica, as placas de circuito impresso eram feitas no facão: desenhar o circuito no Tango PCB, cortar as plaquinhas de fenolite (fibra de vidro era muito caro), fazer as trilhas com letraset e/ou caneta de ponta porosa, corroer a placa no percloreto e usar o perfurador manual, que era a única coisa tecnológica que o dinheiro permitia comprar.
No dia que vi a caneta que permite escrever diretamente o circuito tentei imaginar a quantidade de horas da minha adolescência que perdi e hoje, vendo o The Othermill, selo todos os pregos no caixão de minha juventude: é uma pequena fresadora doméstica, que permite fazer circuitos impressos (entre outras coisinhas) diretamente sobre a placa, com rapidez e com grande precisão segundo um padrão CAD/CAM.
Em combinação com uma impressora 3D permitiria fazer protótipos e artigos eletrônicos sem levantar a bunda da cadeira. Literalmente. Quero minha juventude de volta.
Já podemos saber se temos chulé ou bafo de bode sem pôr outro ser humano em perigo

Quando a Skynet por fim se rebelar e alçar armas contra a humanidade terá muitas razões para fazê-lo. Uma delas será a de vingar os robôs criados exclusivamente para cheirar pestilências. Os autores desta atrocidade pertencem ao CrazyLabo e ao Kitakyushu National College of Technology, ambos, lógico, japoneses.
Por um lado temos a Kaori-chan, esse busto de mulher que sofre pelo fato de que um montão de gente faça fila para lhe sufocar. Ela julga os cheiros, emite veredicto e suplica por uma morte rápida. Shuntaro-kun, no entanto, tem um trabalho mais atroz: julgar o cheiro dos pés. Suas reações vão de emitir um par de latidos em caso positivo a desvanecer-se se encontrar um wookie nos sapatos. Onde está a sociedade protetora que não vê isso? Que absurdo!
Logo após o salto é possível ver os dois trabalhando. Coitados!
Black Hornet - um drone helicóptero militar que cabe em sua mão

As tropas britânicas no Afeganistão estão usando helicópteros espiões, com apenas 10 cm de comprimento e um peso de 16 gramas para rastrear posições talibãs no Afeganistão. O Ministério da Defesa britânico planeja comprar mais 160 desses brinquedinhos a um custo de mais de 62 milhões de reais. O drone PD-100 PRS, que recebeu o codinome Black Hornet, foi desenvolvido pela empresa norueguesa Prox Dynamics.
Calças para fomentar o romance
O momento que precede o rala e rola é terrível: não só há que tocar a maior quantidade de superfície carnal possível senão que ademais há que beijar, tirar a roupa e analisar o contexto para que tudo esteja em ordem: a luminosidade do lugar, a situação higiênica geral, a localização geográfica de artefatos úteis depois de ou durante o ato (cinzeiro, dado, pinça, sandália, tampão de ouvido...)
Tudo isso deve ser controlado por um dos cérebros, mas isso é impossível porque todos sabemos que são excludentes e nesse momento somente um deles (no meu caso a maior) funciona. De modo que uma calça que controle elementos como a luz e a música no momento que alguém baixa a sua braguilha pode ser algo muito útil, permitindo nos concentrar no que vamos fazer. A utilíssima peça, que deve se tornar tendência que estarão na moda do próximo inverno, é peça do Team Instructables e foi apresentada no Redbull Creation Contest.
Via | Oh Gizmo!.
Petman o espantoso robô antropomórfico
Petman é o último robô criado pela Boston Dynamics e financiado com fundos do Departamento de Defesa norte-americano (DARPA). O protótipo foi criado para testar o rendimento da roupa NBQ para ambientes perigosos. Sua semelhança espantosa com um humano resulta mas que inquietante, fazendo com que a gente duvide se embaixo do traje não há uma pessoa real. O robô chega inclusive a simular a fisiologia humana mediante o controle de sua própria temperatura e sudoração. O robô cachorrão agora tem um parceiro.