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O aquecimento global acabará com espécies como o urso polar e os recifes de coral em 2100

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O aquecimento global acabará com espécies como o urso polar e os recifes de coral em 2100

Para o ano 2100, a fauna marinha poderia estar gravemente afetada devido ao incremento da temperatura nos oceanos, motivo pelo qual certas espécies, como os ursos polares, recifes de coral e outros animais, poderiam desaparecer da face da Terra.

Assim asseguram cientistas do Instituto Tecnológico da Flórida e da Universidade da Carolina do Norte, nos EUA, em um relatório que foi publicado ontem na revista Nature Climate Change.

Segundo os especialistas, prevê-se que a temperatura do oceano aumente 2,8 graus centígrados, excedendo a capacidade de adaptação das citadas espécies. John Bruno, biólogo da Universidade da Carolina do Norte, indicou que com um incremento da temperatura de tal magnitude acontecerá a perda de muitas, se não a maioria, das espécies animais de zonas marinhas protegidas.

A peca predatória e a extração de petróleo são algumas das atividades do ser humano que põem em perigo as áreas protegidas para os ursos polares, recifes de coral e outros animais, afirmaram os cientistas.

O relatório também sustenta que as atuais medidas de proteção não serão efetivas para 2100 se continuar em ascensão as emissões de gases de efeito estufa.

Via | Reuters.


Assim funciona o maior purificador de ar do mundo

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É uma espécie de gigantesca lareira experimental de 100 metros de altura situada em Xi'an (em Shaanxi, uma província ao norte da China) pertence um pouco ao mundo ao revés: em vez de expulsar gases tóxicos à atmosfera absorve-os e filtra para melhorar a qualidade do ar. É o maior do mundo e ao todo engole 10 milhões de metros cúbicos de ar ao dia; é capaz de melhorar a qualidade do ar reduzindo o valor das partículas em suspensão de 300 (no exterior) a 60 (no interior).

Apesar destes interessantes inventos -que ainda estão em fase experimental- a forma mais efetiva de lutar contra a poluição segue sendo reduzir o consumo das centrais de carvão e outros combustíveis fósseis, tanto nas indústrias como nos edifícios e no transporte.


Cientistas alertam de que a Terra está ameaçada por uma extinção global

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Cientistas alertam de que a Terra está ameaçada por uma extinção global

Um novo estudo sustenta que as consequências da mudança climática serão desastrosas para o futuro da humanidade, já que este poria em risco a sobrevivência da metade das espécies vegetais e animais presentes na natureza. A predição dos cientistas, publicada em 14 de março na revista Climatic Change, é alarmante: muitas espécies de plantas começarão a desaparecer à medida que a temperatura do planeta aumentar 2°C.

No entanto, este não seria o final da história: mais da metade de todas as espécies vegetais acabariam por se extinguir se a temperatura da Terra aumentasse em 3 ou mais graus. Neste cenário, os bosques nos países de clima cálido simplesmente desapareceriam: América do Sul, Austrália, os países do sudeste da Ásia perderiam todos seus recursos florestais em poucas décadas.


2017 foi o ano mais quente (após 2016) e 2018 promete

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2017 foi o ano mais quente (após 2016) e 2018 promete

Segundo o Serviço de Mudança Climática de Copernicus (C3S), implementado pelo Centro Meteorológico Europeu, 2017 foi o terceiro de uma série de anos excepcionalmente quentes. Concretamente, a temperatura do ar superficial média global superou os 14,7 graus Celsius.

Os 14,7 graus de média global representa aproximadamente 0,1 graus Celsius mais fresco do que o ano mais cálido registrado, 2016, e um décimo a mais que 2015. Comparativamente, 2017 foi 1,2 graus Celsius mais quente que o valor pré-industrial para o século XVIII.


Qual país gera mais dióxido de carbono em todo mundo na atualidade?

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Qual país gera mais dióxido de carbono em todo mundo na atualidade?

Deixando de lado outra classes de poluentes e setores mais localizados, como é o caso da cidade com maior poluição atmosférica do mundo, o país que mais dióxido de carbono emite no planeta é a China.

Este pódio foi atingido depois de uma análise do banco de dados de Emissões para a Pesquisa Atmosférica Global (EDGAR), um projeto conjunto entre a agência de avaliação do meio ambiente dos Países Baixos e Centro de Pesquisa Conjunta da Comissão Europeia.


A mudança climática já não pode ser mencionada nos estudos americanos

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A mudança climática já não pode ser mencionada nos estudos americanos

A mudança climática está desaparecendo dos sites governamentais dos Estados Unidos, e dos de pesquisa também. A página sobre a mudança climática da EPA foi retirada do ar em abril com a justificativa de "refletir as prioridades da EPA sob a liderança do presidente Trump". E 214 dias depois, a página ainda não pode ser acessada.

Ainda que ainda exista uma versão arquivada, faltam páginas, arquivos PDF e seções inteiras, como o Guia do Estudante para a mudança climática global.


Estabelecem o número de espécies de árvores que há na Terra

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Estabelecem o número de espécies de árvores que há na Terra

Segundo uma nova estimativa realizada pelo Botanic Gardens Conservation International (BGCI), existem 60.065 espécies conhecidas de árvores em todo o planeta Terra. Pelo menos é o que diz GlobalTreeSearch, o primeiro banco de dados mundial de espécies arbóreas e sua distribuição.

O mais preocupante deste novo estudo, publicado pela revista Journal of Sustainable Forestry, é que mais da metade de todas as espécies de árvores crescem apenas em um país, e muitas destas espécies estão ameaçadas de extinção.

Apesar de que muitas espécies só existem em um país, há um em que abundam as espécies diferentes: é o país com maior número de espécies de árvores de todo o mundo. Esse país -adivinha?- é o Brasil: com 8.715 espécies, seguido por Colômbia (5.776) e depois Indonésia (5.142).

Por contrapartida, a área com menor quantidade de espécies de árvores é a Região Neoártica da América do Norte, com menos de 1.400 espécies.


Sequência de desmoronamento do paredão de geleira é ao mesmo tempo assustador e deslumbrante

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É impossível negar que o mundo é um lugar muito diferente do que era há 20 anos. Avanços na tecnologia tornaram nossa vida mais fácil, mas às vezes o efeito que todos estes avanços cobram de nossos recursos naturais pode ser insustentável. Sempre que as pessoas discutem esses impactos ambientais, o aquecimento global é ainda inexplicavelmente desacreditado por alguns. E esse descrédito irresponsável com nosso planeta, filhos e netos infelizmente ganha mais força quando o presidente da maior nação do mundo diz que o aquecimento é uma farsa.

Quando você vê o estado do Ártico na atualidade ou quando aprecia o que acontece com um enorme paredão de geleira na Patagônia, é difícil negar que nosso planeta está, de fato, ficando quente o suficiente para que suas mais majestosas paisagens congeladas estejam começando a derreter. Uma vez que uma enorme área de gelo comece a mudar, não há como parar, e os espectadores ficaram chocados com o que o testemunharam.

Tão incrível quanto a gravação do desmoronamento é, definitivamente, a causa de preocupação. Ainda assim, este deve ter sido um momento inesquecível para as pessoas que estavam lá naquele dia!


Estudante inventa bomba hidráulica que funciona sem energia elétrica

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Estudante inventa bomba hidráulica que funciona sem energia elétrica

Com a experiência de ter nascido em um povoado dedicado principalmente à agricultura, Pratap Thapa inventou a "bomba Barsha", capaz de regar até três hectares sem necessidade de energia elétrica ou combustível, ecológica e eficiente graças à energia hidráulica.

Thapa, licenciado em Ciência pela Universidade Técnica de Delft (Países Baixos), desenhou a bomba junto à empresa holandesa aQysta. O sistema consiste em uma roda hidráulica simples de instalar sobre uma plataforma flutuante em um rio do qual aproveita a energia cinética e potencial produzida pela correnteza para bombear a água através de mangueiras até uma altura de uns 25 metros.


A história por trás da viva imagem da desolação

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A história por trás da viva imagem da desolação

A mulher que aparece chorando na imagem se chama Lynne McTavish e trabalha há anos na reserva natural de Mankwe, na África do Sul, tentando salvar rinocerontes. A fotografia foi feita logo após caçadores furtivos entrarem na reserva e matarem de maneira brutal um par de exemplares jovens só para a retirada de seus cornos.

Lynne publicou a imagem em sua página de Facebook sem nenhum comentário, ainda que em Crowdrise dão alguns detalhes a mais. Hoje cruzei com a foto no Reddit, onde muitos crêem, como eu, que é a imagem que representa uma tragédia do que estamos protagonizando a nível global e que não tem cara de que vai parar tão cedo.


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