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Estudo financiado pela NASA conclui que a civilização industrial se dirige ao colapso

LuisaoCS

Estudo financiado pela NASA conclui que a civilização industrial se dirige ao colapso

Os resultados de um estudo comissionado pela NASA sugere que nossa civilização industrial avança para um colapso global, em grande parte pelo manejo insustentável dos recursos e a enorme desigualdade na distribuição da riqueza.

O estudo interdisciplinar baseado em um modelo dinâmico que leva em conta fatores humanos e fatores da própria natureza, cita casos anteriores nos quais civilizações avançadas colapsaram. Impérios como o romano, o mesopotâmico ou várias dinastias imperiais chinesas degradaram por causas detectadas na atualidade. A diferença talvez resida em que pela primeira vez na história a civilização tenha um caráter global.


Quando nosso planeta se rompe

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No seguinte vídeo nosso planeta rompe-se. Mais especificamente, são diferentes geleiras se rompendo e dissolvendo-se pelo planeta, gravadas pelo fotógrafo James Balog. Os dois garotos na escarpa no início são parte da equipe Extreme Ice Survey de Balog, que mantém dezenas de câmeras monitorando glaciares da Groenlândia, Islândia, Alasca, Canadá e Himalaia. Realmente parece que estamos ante um fenômeno de outro planeta.


Impressoras de água: adeus às jatos de tinta?

LuisaoCS

Impressoras de água: adeus às jatos de tinta?

Cada vez mais a tecnologia nos permite ganhar distância das malditas impressoras de jatos de tinta com nossas tablets e a capacidade de ter muita informação respaldada na nuvem, mas para aqueles que ainda precisam imprimir seus documentos em papel, um professor da Universidade de Jilin, na China, desenvolveu uma opção amigável com o meio ambiente e, ademais, barata e prática.

O professor Sean Zhang desenvolveu um novo sistema de impressão no qual utiliza água em vez de tinta e um papel especial que muda de cor no momento de entrar em contato com as moléculas de H2O. Este sistema é muito simples: o papel utilizado contém corantes sensíveis à umidade e quando reagem com o líquido vital a impressão é mostrada.

Duas das características sobressalentes deste papel são a possibilidade de apagar completamente a impressão para posterior reutilização e a baixa toxicidade dos corantes. Este fato poderia significar um impacto benéfico em longo prazo no meio ambiente e diminuir os milhões de toneladas de lixo que gerados pelas desmedidas impressões com tinta que custa mais do que ouro.

Via | Gizmodo Austrália .


Debate científico... mas onde está vendo um debate?

LuisaoCS

Debate científico... mas onde está vendo um debate?

Quando falamos de jornalismo ou de grupos de debate em rádio e televisão, uma das frases que mais me incomodam, e que infelizmente mais costumam usar, justamente os que menos deveriam, é que "existe um intenso debate científico" sobre tal e coisa e coisa e tal...

É curioso, mas a maioria das vezes, esta estúpida frase costuma aparecer em temas sobre as quais, paradoxalmente, existe um maior consenso científico como a evolução, a chegada do homem à Lua ou a origem antrópica da mudança climática.

Com respeito a este último assunto existem uma infinidade de vozes negacionistas que sempre acrescentam alguma pulga atrás da orelha dos mais incautos do tipo "a questão não está tão clara" ou "ainda estão debatendo" ou "os cientistas não entraram em um acordo". Tolices baseadas na mais absoluta ignorância (ou desprezo) da literatura científica recente.

Por isso me encantou encontrar um gráfico realizado por James Lawrence Powell que convido a todos a esfregar pela cara do próximo que vomite alguma das frases anteriores. Atento aos dados que calarão mais de uma boca desbocada:

Dos últimos e mais recentes estudos sobre mudança climática, ao todo 2.258 artigos publicados em respeitadas revistas científicas com revisão por pares, desde novembro de 2012 até dezembro de 2013, e com um total de 9.136 autores diferentes só um nega a origem antropogênico da mudança climática, ou seja 2.258 artigos escritos por 9.136 autores, só um é negacionista.

Ademais para que possa esfregar com propriedade estes dados na cara do negacionista da vez, o autor do gráfico oferece seu espetacular trabalho de compilação por completo, os 2258 artigos, nesta folha de dados.

De modo que, já sabe o que dizer na próxima vez que alguém falar sobre debate científico sobre as causas da mudança climática. Mas de que debate estão falando?


Eu quero dar à luz um golfinho - Um projeto conceitual para os seres humanos gerarem sua própria comida por Ai Hasegawa

LuisaoCS

Eu quero dar à luz um golfinho - Um projeto conceitual para os seres humanos gerarem sua própria comida por Ai Hasegawa

A designer japonesa Ai Hasegawa visualizou o projeto mais bizarro e seguramente polêmico dos últimos tempos. Para resolver o problema da fome, a crise de espécies em extinção e nossa avidez para reproduzir-nos, Ai propõe dar a luz golfinhos mediante placentas sintéticas, e depois, se for o caso, consumir sua carne.

O projeto imagina um ponto no futuro no qual os humanos ajudarão às criaturas em perigo de extinção por meio da tecnologia avançada da biologia sintética. Uma "placenta golf-humana" que permite que uma mulher possa dar a luz um golfinho e assim se tornar mãe adotiva de uma espécie em perigo de extinção.

- "Para além disso", aponta em seu site, - "Os gourmets poderão desfrutar do luxo de comer um animal raro feito por seu próprio corpo".


Observando a mudança climática com dados científicos

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O programa de conservação da Biosfera (IGBP), Globaia e a Fundação das Nações Unidas prepararam esta visualização que mostra o estado de saúde de nosso planeta a partir dos dados científicos coletados por sensores, sondas e documentos históricos.

Entre outras coisas podemos ver as estranhas anomalias na temperatura da superfície, a camada de gelo dos pólos, as áreas que serão inundadas, um maior risco de furacões, ciclones e tufões...

Nosso lar é só esta pequena esfera azul em que vivemos e ainda não sabemos sequer como ir a outro, se é que talvez exista um razoavelmente perto.


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