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Aspecto da Antártica sem a camada de gelo

LuisaoCS

Aspecto da Antártica sem a camada de gelo

A British Antartic Survey (BAS), o centro do Reino Unido encarregado de realizar pesquisa científicas no continente gelado, recopilou os milhões de medições geofísicas relativas à elevação da superfície e a espessura da camada de gelo que durante anos foram senso realizados pelos satélites ICESat e a missão Operation IceBridge da NASA e criou Bedmap2, o mapa topográfico mais detalhado até agora sobre a Antártica.


Presidente da Nestlé acha que a água não é um direito, deveria ter um valor de mercado e ser privatizada

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Presidente da Nestlé acha que a água não é um direito, deveria ter um valor de mercado e ser privatizada

Na última segunda, vi com certo ceticismo um extrato de vídeo de Peter Brabeck-Letmathe, chefe executivo e ex CEO da Nestlé, onde assegura que o acesso à água não tem por que ser um direito humano, senão, todo o contrário: a água deveria ser tratada como qualquer outro bem alimentício e ter um valor de mercado estabelecido pela lei da oferta e da procura. Só desta maneira, aponta, empreenderíamos ações para limitar o consumo excessivo que acontece na atualidade.

Se a dinâmica econômica de nossa época caracteriza-se por algo, provavelmente seja pela privatização, pela tentativa de conversão de tudo, absolutamente tudo, em uma mercadoria, em um objeto susceptível de ser comprado e vendido, produzido e eliminado, quase sempre por uma minoria que se arroga a propriedade dos meios que fazem possíveis todos estes processos.

Mas para além do sentido estritamente material desta tendência -que, por outra parte, na realidade nunca é "estritamente material"-, surgem atitudes cujo sinal comum é a voracidade, essa ambição desmedida na qual a brecha entre a exploração e obtenção de ganhos econômicos chegou a níveis possivelmente intoleráveis.

Como prova disto temos o depoimento de Peter Brabeck-Letmathe, diretor executivo da Nestlé, uma das maiores empresas de alimentos processados do mundo. Em 2005, como parte do documentário "We Feed The World" (uma exploração do diretor austríaco Erwin Wagenhofer sobre a origem dos alimentos e bebidas que chegam a nossas mesas), Brabeck-Letmathe disse, sem empacho nem reservas, que o acesso à água potável não teria por que ser considerado um direito humano e sim, pelo contrário, que deveria ter um valor que permitisse ser comercializada. Logo depois do salto você pode ver o fragmento do documentário onde o empresário qualifica de extremistas as ONGs que defendem que a água deve ser um direito fundamental do ser humano:


Como um urso em sua cova

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Como um urso em sua cova

O Instituto de Pesquisa de Vida Silvestre Wildlife Research Institute (WRI) está realizando o estudo mais detalhado sobre o urso negro (Ursus americanus). Um ambicioso programa que se centra na melhora da convivência entre pessoas e ursos em um meio cada vez mais urbanizado.

Também é um projeto educativo que proporciona informação a mais de cem milhões de pessoas a cada ano através da televisão, rádio, livros, revistas, exposições em museus e pela internet. Um exemplo desta divulgação são as duas webcam onde é possível ver ao vivo à ursa Lily com seus dois filhotes e a sua irmã menor Jewel também com suas duas crias. Ademais é possível seguir suas andanças no twitter na conta @bearstudy.


Pintura de água revelada com gotas de tinta

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Clément Beauvais, um criador multifacetado usa seus talentos tanto como um artista como diretor para apresentar uma nova original campanha de mídia intitulada Water & Ink para a Solidarités International, uma ONG humanitária dedicada a ajudar vítimas de guerra ou desastres naturais. Para esta campanha específica, criada em colaboração com a agência de publicidade BDDP Unlimited, Beauvais aborda o tema da água contaminada usando apenas água e tinta para visualmente exemplificar a mensagem da campanha: apesar da natureza incolor e insípida da água, é a principal causa de morte silenciosa no mundo devido à inacessibilidade das pessoas à água potável.

O vídeo da campanha começa com um close-up de Beauvais fazendo caminhos invisíveis de água, e uma vez que termina, o artista usa um conta-gotas para pingar gotas de tinta que revelam a pintura de água oculta. A tinta enche a água e se espalha como uma corrente elétrica, girando e ampliando ameaçadoramente. O objetivo metafórico da campanha de vídeo é paralelo à função interpretativa da tinta na pintura, expondo a chamar a atenção para uma ameaça invisível que afeta milhões de pessoas todos os anos em todo o mundo.


Comovente vídeo de chimpanzés retirados do laboratório vendo o céu pela primeira vez

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A liberdade é um direito que vai para além do ser humano, a todas as espécies, e há em seu exercício uma sublime beleza. Um recente reportagem do Instituto Nacional de Saúde dos Estados Unidos recomendou a aposentadoria da maioria dos chimpanzés de laboratório, muitos dos quais nunca tinham visto a luz do sol, devido a que estudos indicaram que viver em grupos e em contato com a natureza é melhor para a saúde destes primatas.

O vídeo é realmente bastante comovente, mas também é um pouco desolador. A impressão que tenho vendo as imagens é que os pobres animais não sabem muito bem o que fazer com sua recente "liberdade". No próximo ano mais de 100 chimpanzés deixarão os laboratórios para ir para o Chimp Haven, no estado de Louisiana, um santuário natural para estes animais. Após o salto é possível ver um outro vídeo que também causa comoção com igual conteúdo.


Apocalipse de peixes na Islândia - 30.000 toneladas de arenques mortos

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Muitos detratores das novas tecnologias dizem que a Internet é "terra de ninguém". Se pudessem fazer um voo sobre o mar mudariam de ideia rapidamente. Fiz muitos serviços para plataformas de petróleo e não são poucas as manchas que vemos neste curto deslocamento. O mar sim é "terra de ninguém", quem é que nesse momento está vendo o que fazem em um maldito baleeiro japonês, quem pode saber como verdadeiramente as tripulações tratam o mar quando não tem ninguém olhando.

No mar islandês encontraram em torno de 30 mil toneladas de arenques em um pequeno fiorde no norte da península Snayfedlsnes, cujo valor de exportação poderia ser estimado em mais de 60 milhões de reais. A manta de arenques mortos espalhados por toda a área é tão grande que supera o alcance do olho humano. A causa da morte dos peixes, como sempre acontece nestes casos, permanece desconhecida e envolta em mistério, e, se não fosse o bastante, este é o segundo incidente do tipo desde dezembro.


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