Viajar depressa demais não é muito bom

Resulta espantoso comprovar que até há bem pouco tempo o ser humano não era capaz de se deslocar com relativa rapidez pelo mundo. Antes de que isso fosse factível, viajar rápido não só era impossível senão que achavam que podia ser prejudicial para a saúde: em tempos pretéritos, mover-se rápido era o equivalente a viajar à Lua hoje em dia.
Por exemplo, em agosto de 1784, John Palmer criou um serviço de carruagens rápidas para o correio urgente, uma espécie de Sedex entre Bath e Londres -uma distância de pouco mais de 160 km-, que reduzia o tempo de percurso de 38 para 16 horas. Tempo que, hoje em dia, qualquer um de nós pode dar a volta ao mundo. No entanto, naquela época, um médico conceituado publicou no jornal The Bath Argus: "A viagem regular a uma velocidade tão espantosa provocará sem dúvida a morte por apoplexia".
Dilatadores retais: um raro dispositivo médico dos anos 20

Ainda que o pudor ou a moral dominante negue ou tente dissimular ou ocultar, há situações em que é necessário recorrer a medidas desesperadas e até humilhantes para preservar a integridade física, seja qual for a forma que esta tome em tantos âmbitos como se desenvolva nossa existência.
Em questões de saúde, por exemplo, há doenças que socialmente são tachadas de vergonhosas e que, por esse motivo, é comum que obriguem os que padecem delas a empreender missões labirínticas para encontrar sua cura.
Com certa frequência tratam se de afecções relacionadas com a área sexual, mas, curiosa e estranhamente, as doenças do aparelho digestivo têm uma reputação parecida, algo que mais vale manter em segredo em vista das lesões que, simultaneamente, abalam nossa dignidade.
Nos anos 20, um tal Dr. F. E. Young tinha uma companhia que comercializava dilatadores retais com formato fálico, um objeto cujo uso era aconselhado em casos de constipação crônica e hemorroidas, uma espécie de supositório reutilizável que devia ser operado diretamente sobre a zona em conflito em busca de uma solução do mesmo.
Feitos de borracha sólida e fabricados em quatro tamanhos diferentes, estes dilatadores prometiam ao doente ajudar com essas operações que o indivíduo saudável realizada naturalmente todos os dias.
E você aí fazendo "docinho" para tomar Lacto Purga ou Leite de Magnésia. ;-)
Via | Dangerous Minds.
Um disco de gelo feito com a técnica do vinil... e toca
Trata-se de uma ação promocional do grupo sueco Shout Out Louds para seu último disco Blue Ice, cujo primeiro single pode ser escutado, apropriadamente, em um disco de gelo. A edição do pacote promocional, limitada a dez unidades, inclui o disco de vinil e uma garrafa de água destilada, e as instruções para fazer um molde de gelo a partir do disco de vinil. Assim , após seis horas aguardando que o congelador faça sua parte do trabalho, é possível ouvir a canção em qualquer toca-discos convencional, tal e qual mostra o vídeo.
Locomotiva a vapor na China
Há ainda lugares na China que parecem intocados pelo progresso. Enquanto as locomotivas e vagões permanecem nos trilhos, tudo parece OK. De qualquer forma é quase assustador e atemporal. Outra curiosidade é que a rede ferroviária não usa dormentes de forma que o trem parece balançar ao sabor dos buracos e desvios.
Gotye no estilo Computer Remix
Canções chicletes não faltam nesses tempos de baixa criatividade musical. Algumas são até agradáveis, mas se repetem tanto de uma forma e outra que chega a dar raiva, uma delas é a famosa já chata canção de Gotye, Somebody That I Used to Know, desra vez tocada ao estilo Computer Remix com acessórios tecnológicos velhos.
Animação por computador 3D de 1965: tecnologia bem velhinha
A tecnologia avançou de maneira espetacular nos últimos 47 anos, mas quando ver o vídeo acima recorde que apesar de sua primitiva aparência foi gerado em 1965, com computadores que naquela época ocupavam o espaço equivalente a várias geladeiras -das grandes... das de duas portas... com dispenser de água... e gelo-. Atualmente temos no celular mais vagabundo muito mais potência que o computador que processou estas imagens, mas inclusive conseguiram uma imagem tridimensional de objetos de quatro dimensões como os hipercubos da animação e ademais podiam fazer de maneira que o espectador percebesse em relevo.
Nem sequer vai precisar de óculos 3D, basta se aproximar da tela e cruzar os olhos para apreciar o efeito tridimensional. Um computador IBM 7094 e umas tantas horas de programação por parte de A. Michael Noll conseguiram o resultado, decididamente primitivo, mas nem por isso menos efetivo e especialmente surpreendente para uma época na qual o homem ainda nem tinha passeado pela Lua.
O mais divertido vem na parte final do vídeo, quando poderá comprovar como já em 1965 alguém intuiu como seriam os protetores de tela tridimensionais de rótulos flutuantes e giratórios.