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O futuro da Bitcoin

LuisaoCS

O futuro da Bitcoin

Bitcoin é uma moeda digital e é sem dúvida um produto revolucionário da internet. Quando se fala da adoção e do futuro desta moeda digital, bitcoin é facilmente comparável às origens e crescimento da internet. É de natureza humana oferecer resistência a mudanças antes de abraçá-las, e sendo um desenvolvimento revolucionário, bitcoin ainda está enfrentando essa fase.

Bitcoin e a sua tecnologia subjacente introduziram um sistema monetário completamente novo que ninguém jamais imaginaria ser possível. Bitcoin é uma fonte aberta, uma moeda digital que funciona sem o envolvimento de um banco ou qualquer outra instituição como terceiro. Isso permite que as pessoas tenham mais controle sobre o seu dinheiro sem se preocupar com os bancos ou o governo. Essas mesmas características do bitcoin estão sendo julgadas por alguns, por supostamente encorajar lavagem de dinheiro, evasão fiscal e para o seu uso na darknet. No entanto, bitcoin tem muito mais vantagens para oferecer do que aquilo que a mídia vende como ruim.


Este carro voador já poderá ser reservado neste ano

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Para os que odeiam os engarrafamentos, ou para quem imaginou um futuro mais ao estilo "De Volta ao Futuro II", a boa notícia é que neste mesmo ano poderão reservar a aquisição do Aeromobil, que é exatamente o que parece: um carro voador.

Apresentado o último protótipo, o modelo estará em pré-venda, ainda que ainda não tenha data para sua comercialização final. Segundo explicam seus próprios criadores, Aeromobil é uma aeronave completamente integrada ao mesmo tempo que um carro de quatro rodas totalmente funcional.

Seu novo protótipo foi desenhado para cumprir os marcos regulatórios existentes tanto no setor dos aviões como no dos carros. Ademais, o veículo será híbrido, pelo que contribuiria a reduzir as emissões de gases poluentes para o meio ambiente.


A máquina transplantadora

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Esta máquina denominada FlexPlanter é uma transplantadora que vai passando eficientemente as plantas de uma bandeja de cultivo a outra. A forma de fazê-lo é mediante alguns mecanismos em a parte inferior que empurram a planta e braços mecânicos que as recolhem e movem à bandeja de destino.

Para poder realizar corretamente seu trabalho a FlexPlanter utiliza um sistema de visão artificial que pode ser observado n o vídeo: as plantas são detectadas e escolhidas só quando têm o tamanho adequado, algo que pode ser programado. No coreografado balé de seus movimentos podem ser visto em ocasiões como alguns braços não atuam porque não têm nada que recolher.

A FlexPlanter pode transplantar entre 3.000 e 30.000 plantas por hora. Este processo é algo que anteriormente requeria dezenas de funcionários. Agora só é necessário um operador por máquina.


Darpa fez um avião elétrico impulsionado por 24 ventiladores (e já pode voar)

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A Agência de Projetos de Pesquisas Avançadas de Defesa, melhor conhecida como DARPA, há vários anos vem desenvolvendo um avião elétrico impulsionado por ventiladores que podem mudar sua posição para fazer decolagens e aterrissagens na vertical. O primeiro protótipo funcional já está pronto, e já pode voar.

A versão final do avião, conhecida como XV-24A LightningStrike, pesa quase 5 toneladas e meia e mede 18,5 metros. Não obstante, a agência testou durante os últimos dias seu primeiro protótipo, que foi construído em escala do modelo final, pesando 147 quilos e alimentado por uma bateria de lítio.

A diferença deste modelo em comparação a, por exemplo, um helicóptero é que ao contar com 24 ventiladores tanto nas asas como na cauda pode voar a uma velocidade entre 300 e 400 nós (entre 550 e 740 quilômetros por hora), duas vezes mais rápido que o helicóptero comum.

A DARPA espera ter pronto um modelo de provas tamanho completo para o ano 2018. As primeiras provas do protótipo de decolagem, deslocação e aterrissagem em vertical resultaram todo um sucesso.


Pegando uma bola real na realidade virtual

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A Realidade Virtual já começa a tomar forma de projetos popularmente palpáveis, e está ficando cada vez mais sofisticada. Dê uma olhada neste vídeo onde a coisa mais simples (pegar uma bola) é misturada com VR, e funciona perfeitamente.

Isso mesmo, a área de pesquisa da Disney apresenta um sistema que permite aos usuários pegar com precisão uma bola real enquanto imerso em um ambiente de realidade virtual em 3 situações distintas: renderização de uma bola virtual correspondente, trajetória prevista da bola e um ponto de captura alvo situado na trajetória prevista.

No sistema de demonstração, eles rastreiam o movimento de projétil da bola enquanto está sendo lançada. Usando uma filtragem Kalman Unscented, geram as estimativas preditivas do movimento da bola quando ela se aproxima do coletor. As visualizações de assistência preditivas efetivamente aumentam os sentidos do usuário, mas também podem alterar a estratégia do usuário na captura.


Demontração de um centro de usinagem de 5 eixos

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Se um bom ferramenteiro já faz milagres com um centro de usinagem de dois eixos e meio, o que não faria com uma máquina como essa de 5 eixos? Ainda que o objeto que está sendo usinado tenha apenas o propósito de mostrar a precisão da Matsuura MX-330 de 5 eixos, é quase impossível não ficar hipnotizado como um bloco de metal sólido toma a forma de uma pequena escultura impulsionado pelo software PowerMill da Autodesk.


Jogo de bilhar em uma mesa auto-niveladora a bordo de um navio de cruzeiros

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O vídeo não é recente, mas se tornou tendência nesse final de semana depois de passar na capa do Reddit. Ele mostra uma partida de bilhar sendo jogada em uma mesa auto-niveladora com giroscópio a bordo do navio de cruzeiro Radiance of the Seas. As imagens foram registradas quando o navio enfrentava um mar grosso, assim que os movimentos da mesa eram particularmente ativos, mas as bolas permaneciam no lugar.


O lançamento de um míssil gravado em alta velocidade

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O vídeo em câmera muito muito lenta mostra um disparo de teste de um míssil Longbow Hellfire do navio USS Detroit da Marinha americana, no final do mês passado. Este tipo de mísseis podem ser disparado desde o ar contra objetivos em terra ou desde terra contra objetivos terrestres; por exemplo, desde navios para pequenas embarcações inimigas ou piratas, com um alcance máximo de 8 km.

Cada um desses artefatos, fabricado pela Lockheed Martin, custa 110.000 dólares. Mede 1,63 metros e pesa quase 50 Kg. Ainda que não indicam a velocidade inicial no disparo, em vôo o míssil pode atingir os 1.530 km/h ou 1,3 vezes a velocidade do som.


Esta simulação computadorizada deixa ver por dentro o terrível coração de um supertornado

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Em 24 de maio de 2011, uma supertempestade de categoria 5 na escala Fujita assolou Oklahoma. Foi apelidada de Reno. Quase seis anos depois, uma equipe de meteorologistas conseguiu criar uma simulação realista daquele monstro para poder estudar (e talvez predizer) a formação de outras como ela.

O objetivo do projeto não era simular só aquele devastador tornado, mas é um bom exemplo pela quantidade de dados que existem sobre ele. A meta da equipe de Leigh Orf no Instituto Cooperativo de Estudos por Satélite é simular as condições sob as quais se forma uma supercélula, que é o nome dado às tormentas giratórias criadas em alguns lugares do mundo como no meio oeste dos Estados Unidos.

Para simular as entranhas deste supertornado que deixou um rastro de destruição de 101 quilômetros com, 9 mortos e mais de 161 feridos, os pesquisadores conseguiram acessar o supercomputador Blue Waters, situado no Centro de Aplicações de Supercomputação da Universidade de Illinois.

A máquina trabalhou com as condições reais registradas durante a formação e no desenvolvimento do supertornado, tais como as temperaturas da coluna de ar dentro da tempestade, a pressão atmosférica, a umidade ou a velocidade do vento. O Blue Waters demorou mais de três dias para calcular uma simulação do tornado com todas os possíveis desvios. Um PC doméstico precisaria de décadas.

Os dados descobertos pela simulação são interessantes. As supercélulas vão desencadeando pequenos tornados que ao se fundir, dão velocidade a um redemoinho principal que acaba sendo o supertornado.

Simultaneamente, há uma corrente de ar refrigerado pela chuva que parece alimentar o fenômeno principal como se fosse uma espécie de sifão. Esta corrente chama jato de vórtice no sentido da corrente (SVC por suas siglas em inglês) e nunca chega a tocar o tornado principal, ainda que parece ser a origem de sua força. O seguinte passo dos pesquisadores é aperfeiçoar ainda mais a simulação e pôr os dados ao alcance de outros meteorologistas.

Via | Wisc.


Um robô supervisionado com a mente

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Este robô desenvolvido pelo CSAIL (Computer Science and Artificial Intelligence Laboratory) do MIT é um protótipo primigênio de um sistema que permite a um humano supervisionar ou corrigir um robô mediante ondas cerebrais. Imagine a p0ossibilidade de poder encarregar um robô para que realize determinada tarefa sem necessidade de digitar um comando, sem pulsar um botão e sem ter que dizer nem uma palavra. Essa comunicação humano-máquina melhoraria nossa capacidade para supervisionar os robôs, os veículos sem motorista e outras tecnologias que ainda estão por inventar.

Realizando uma leitura da atividade cerebral através de um eletroencefalograma o sistema detecta se um humano percebe quando o robô Baxter está cometendo um erro ao classificar potes de pintura e bobinas de fio elétrico. Em matéria de milissegundos o robô recebe o aviso e corrige a tarefa.

O eletroencefalograma mede um sinal cerebral gerado quando o cérebro percebe um erro. De modo que basta apenas que o humano identifique o erro cometido pelo robô para que o sistema seja ativado. Para supervisionar o robô tudo o que há de fazer é estar de acordo ou não com o que ele está fazendo.


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