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Um cardume de peixes robóticos que atua com inteligência coletiva

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Este cardume de peixes robóticos, chamado SwarmDivers, fabricados pela companhia australiana de tecnologia para o mundo marinho Aquabotix, usa um sistema de comunicação que permite conectar uns com os outros, de maneira que atuem como um cardume rela, quase ao uníssono.

Os SwarmDivers podem ser deslocado a 8 km por hora, são capazes de localizar objetivos mediante GPS e "fazer coisas" como coletar dados com seus sensores de temperatura e pressão. As baterias duram em torno de 3 horas. São desenhados de maneira que têm uma espécie de nariz de plástico resistente, podem operar em águas tranquilas -ou nem tanto, inclusive em zonas de ondas- e quando terminam sua tarefa podem ser levados a bordo do barco.

Como costuma acontecer, eles têm capacidades para operar em diversos cenários. Dois deles são detectar a poluição marinha e outro é com fins militares. Adivinha para que usarão primeiro.


Forjando martelos com aço damasco

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O ferreiro Alec Steele e os estudantes que treinam em sua oficina mostram como condensar, temperar e martelar o aço super aquecido, primeiro pela máquina, depois à mão, para criar um par de impressionantes martelos.


Drones para descongelar as gigantescas pás das turbinas eólicas

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O pessoal da Aerones, uma empresa letã dedicada a trabalhos com drones profissionais criou um drone limpador-descongelador. Ao que parece quando as pás das turbinas se congelam é perigoso colocá-las para funcionar e convém descongelá-las.

Como não é necessário que tenham muita mobilidade os drones sobem arrastando um par de cabos: um para a eletricidade e o outro para a água. Podem levantar até 200 kg e manter no ar todo o necessário. O truque é que subam até as pás das turbinas e misturem ali a água com os líquidos limpadores distribuídos em vários depósitos: desse modo podem disparar água normal, água quente ou líquido descongelante.


A história e o futuro de tudo v2.0

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O genial coletivo Kurzgesagt decidiu revisitar (e finalizar) seu famoso vídeo de 2013, "A História e o Futuro de Tudo", com uma camada brilhante de tinta, com animações atualizadas e referências a eventos dos últimos 5 anos. Toda vez que ouvimos sobre a Idade Média, nos sentimos muito melhor com os problemas de hoje. Obrigatório!


Bye Bye buxinho

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O ser humano é ótimo na tarefa de construir coisas, mas é ainda melhor em construir coisas para destruir coisas. De qualquer forma, se você já tentou cortar um arbusto com as mãos, sabe como a tarefa pode ser demorada e cansativa, sobretudo se for um buxinho, cuja madeira dura parece "travar" o facão na hora do corte, mas esses não são páreo para uma tal de Fecon Bull Hog, que pode destruir um arbusto inteiro em poucos segundos.


Este vídeo provavelmente vai despertar a sua vontade de comer uma bela lasanha

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Que tal das um passeio abrangente dentro da fábrica de macarrão Roma Prince, na Costa Rica, onde uma linha industrial continuamente mostra um fluxo de deliciosas fitas de macarrão, prontas para serem adicionadas com molho queijo e carne? Alguém mais ansia uma deliciosa bolonhesa no jantar? Curiosamente o nome se originou no formato do prato ("lasanon" do grego e "lasanum" do italiano que significa pote de quatro). Também, possivelmente não é um prato italiano, já que há evidências de um prato muito similar conhecido como "loseyns", muito apreciado na corte de Rei Ricardo II no século XIV.


Como faz: bolinhas de gude

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A Sino Sales & Support apresenta um visual breve e maravilhosamente satisfatório de uma fábrica na China, onde linhas de máquinas produzem milhões de bolinhas de vidro a cada ano. O som suave de milhares de bolinhas de gude parece fazer parte do lote de opções das máquinas de ruído branco. Sinceramente, me lembra quando dormia na frente da TV sem supressor do ruído (nem tela azul) e acordava babando com o chiado de madrugada, com o canal já for do ar.


NASA ensaia asas dobráveis em vôo... e a coisa parece fazer sentido

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A maioria dos aviões é capaz de mudar a curvatura de suas asas em vôo graças aos flaps e/ou slats. Assim podem decolar e aterrissar a velocidades mais manejáveis. Existem alguns aviões militares como o F-14 Tomcat, o F-111 Aardvark, o Tupolev Tu-160 Blackjack ou o B-1 Lancer com asas de geometria variável que além de usar flaps e slats são capazes de mover a asa inteira de tal forma que o avião tenha maior penetração.

Também há aviões capazes de dobrar suas asas para ocupar menos em um hangar, e a Boeing incorporará pontas das asas dobráveis no Boeing 777X para que este possa operar em aeroportos convencionais apesar de sua envergadura de 72 metros.

Mas nunca existiu um avião capaz de dobrar suas asas -parte delas, em realidade- em vôo, algo que também seria benéfico em aviões subsônicos, como os aviões comerciais, pois lhes daria maior controlabilidade. Isto por sua vez poderia permitir construir timões traseiros menores e não tão robustos, pois seriam submetidos a menores esforços, e que daria lugar a uma aeronave que gaste menos combustível.


Fresando uma rede de basquete de metal

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Para mostrar toda a capacidade do software CAD/CAM Open Mind, eles demonstram neste vídeo como uma fresa CNC de 5 eixos pode transformar um bloco sólido de metal em uma réplica de uma rede de basquete, esvaziando gradualmente os caos de metal, desde o desbaste até o acabamento, até que apenas uma rede permaneça.

Evidentemente que o protagonista é o centro de usinagem de 5 eixos, que trabalha, como dizem entre os fresadores, até de cabeça pra baixo no escuro e com venda, mas o programa que possibilita uma nova solução de simulação baseada em códigos NC, permite otimizar o processo de usinagem mediante alterações no programa, entre outros.


Dois snowmobiles alimentados com metanol competem em uma disputada corrida

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O vídeo mostra dois snowmobiles alimentados com metanol competindo durante o evento Snow Outlaws 2018 Michigan Madness em 5 de janeiro em Mancelona, Michigan, nos EUA. Jason Asselin postou o incrível vídeo do piloto Mike Allen e da equipe Stilson Racing com sua moto de neve, chamada "War Eagle", para o primeiro lugar.

Diferente do metanol brasileiro gerado através da cana (90 l/ton), o americano é originado no milho que rende mais por tonelada (407 l/ton), mas cuja produtividade (3.500 l/ha) é mais baixa que a do álcool (8.000 l/ha). Há também uma gramínea sendo estudada (Panicum virgatum) que pode render tanto quanto o milho cultivada em uma área parecida a do milho.


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