10 fraudes que manipularam a história da Ciência mundial

LuisaoCS

10 fraudes que manipularam a história da Ciência mundial

As fraudes científicas são resultados enganosos obtidos por alguns cientistas, geralmente com o objetivo de adquirir fama e prestígio, que deixam a ética de lado usando desvios no método científico e nas normas éticas que regem estas atividades. Seu fim, lógico, é tentar enganar determinado público. Os enganos mais comuns que podemos encontrar no campo da pesquisa são: a fabricação e maquiagem de dados, a falsificação de resultados e o plágio. Baseados nestes 3 pontos, listo 10 fraudes cometidas por alguns homens encarregados de levar a ciência e a luz ao resto do mundo.


O homem de Piltdown.

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Tratando de imitar os passos de Charles Darwin e sua T eoria da Evolução, um geólogo de nome Charles Dawson, realizou trabalhos em Piltdown, Inglaterra e segundo ele, ali achou o crânio do considerado "elo perdido", na cadeia da evolução entre o macaco e o homem. A suposta descoberta foi chamada de Homem de Piltdown. Após submetê-lo a diversos estudos descobriu-se que em realidade era o crânio de um homem da atualidade que tinha sido moldado e polido para que se assemelhasse ao do animal.

A vacina que provocava autismo.

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Em 1998, um grupo de cientistas ingleses publicou na revista The Lancet um artigo no qual diziam que a vacina tríplice viral podia ser a causadora de que determinado número de menores fossem autistas. Esta afirmação causou tal pânico nos pais, que alguns pais decidiram resguardar seus filhos pelo perigo que esta representava. Tempo depois, descobriu-se que um desses pesquisadores tinha subornado uma associação de crianças especializada nesta doença, pois queriam processar o laboratório que produzia a vacina e precisavam uma de prova de importância para ir a julgamento.

Mentiras em várias publicações de ciência.

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A teoria diz que antes de poder publicar um artigo, um grupo de editores, com base em certas fontes, aprovam ou não o que será publicado. No entanto, as revistas Science e Nature não tiveram este cuidado e o físico Jan Hendrik escreveu mais de 80 artigos de coisas inventadas ou com informação falsa. O mesmo sucedeu com Alan Sokal, que em 1996, publicou na Social Text, conteúdo totalmente retirado de sua farta e delirante imaginação que carecia de sentido.

Fusão a frio.

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Segundo os cientistas Stanley Pons e Martin Fleischmann tinham criado um sistema chamado Fusão, que era um aparelho de baixo custo que produzia energia nuclear. A revista Time, inclusive, publicou a matéria na capa, enquanto seus criadores se negaram a divulgar o método científico alegando que não queriam que sua ideia fosse pirateada. Muitos tentaram reproduzir o sistema, mas ninguém obteve os resultados que tanto disseram. Muito recentemente, outros dois tontos italianos voltaram a insistir no assunto com a mesma desculpa esfarrapada, até agora nada.

Relação genética entre palestinos e judeus e a real existência de Deus.

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Antonio Arnaiz Villena, encarregado da área de Imunologia de um hospital de Madrid, escreveu para Human Immunology um texto no qual afirmava que os palestinos guardam uma correspondência genética com os judeus. Outro espanhol ainda mais abilolado, Baltasar Rodriguez Salinas, assegurou que por meio de uma fórmula matemática podia comprovar a existência de Deus. Um exame rigoroso no artigo comprovou que toda essa teoria era produto de uma mente muito criativa, inclusive louca.

Clonagem de seres humanos.

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O mundo viveu uma pequena revolução quando em 2004, Hwang Woo-suk afirmou em uma revista ter clonado células humanas. No ano seguinte, comprovou-se que seus relatórios se baseavam em dados inventados, motivo pelo qual Hwang foi um dos primeiros cientistas a enfrentar a cadeia por causa de uma mentira: passou dois anos no cárcere.

O elo entre aves e dinossauros.

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A National Geographic publicou em uma de suas capas um tal de Archaeoraptor liaoningensis, o elo perdido entre dinossauros e animais alados. O fóssil foi achado na China e nele era possível distinguir um ser com asas e rabo de réptil. Pouco tempo depois comprovaram que em realidade se tratava de um Microraptor zhaoianus, ao qual adicionaram partes de algum outro fóssil.

A fraude de Kammerer.

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O biólogo Paul Kammemer assegurava que os animais herdavam de seus descendentes as habilidades e condutas adquiridas. Quis demonstrar em um experimento com sapos, que no momento de acasalar sacavam umas pequenas espinhas de suas patas para poder agarrar as fêmeas de melhor maneira. Kingsley Nobel descobriu que Kammerer tinha injetado tinta nestes répteis e portanto, sua descoberta foi um engano. Kammemer não resistiu o escândalo e decidiu tirar a própria vida.

A patente da AIDS.

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Esta doença sempre foi rodeada de polêmica. Robert Galo, cientista do National Cancer Institute, se autoproclamou o pioneiro nas pesquisas da doença. Por outro lado, um médico francês de nome Luc Montagnier disse ser o pai de sua descoberta. Desatou-se uma guerra entre ambos os personagens, que culminou na descoberta de provas falsas, contaminadas e manipuladas pelos dois.

O elemento 118.

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Em algum momento, a revista New Scientist publicou um artigo no qual falava da descoberta do elemento 118, o átomo mais pesado que conhecido até aquele momento. Muitos cientistas basearam-se no artigo para tentar sua reprodução, mas todas as tentativas fracassaram. Ao final descobriu-se que um dos supostos pesquisadores do tema falseou toda a informação.

Por favor, que ninguém questione a datação radiométrica por carbono-14, uma metodologia bastante precisa, tão vilipendiada, criticada e posto a prova pela ICAR só em reprimenda pelos testes que, com sua utilização, jogaram por terra várias mentiras rabiscadas com carvão na Bíblia.


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Comentários

apesar dos testes, é fato inegavel q o carbono 14 apresenta uma imprecisão gigantesca, devido a fragilidade q o teste tem pra ser adulterado.. pois apenas confiamos, com ele, em apenas uma variável, oq dificilmente é apresentado em um material q tem milhões de anos..

Luisão, este post seria legal de estar no mdig...
Só discordo também da precisão do Carbono 14. Acho que superestimam a eficácia dos testes.

O teste do carbono pode ser adulterado sim para apresentar novas evidências, mas mantém as originais. Vou desenhar. Um fóssil pode apresentar material de diversas datas: de ontem, da semana passada, de 1987 e de 227, de forma a evidenciar que seja datado em sua última data: 227. Nós somos puro carbono, não há como questionar, não há como apagar rastros, é química orgânica básica. Sendo assim, se alguém se dispuser a questionar o método do carbono deverá também reinventar a Química.

O teste do carbono desmontou a falácia da religião cristã, levando seguidos a uma encruzilhada: ou ele raciocina, escolhe o óbvio e rasga a bíblia; ou continua como gado acreditando naquilo que não existe. #Éfato

ta.. se vc quizer ficar com a sua crise existencial fique avontade.. mas não confio no teste de carbono 14

ah.. um pequeno detalhe.. pequeno "cientista das humanas".. a materia viva é formada por menos carbono q vc imagina.. so a gente somos 80% agua..

vc sabe oq pouca ciência é, neh? aconselho a procurar..

Que vergonha do Varte. Pensei que discutia com alguem com pelo menos um pouco de cultura. Não é este o caso.

Paulo: Carbono está presente em todos os seres vivos... mas não preciso comentar isso agora. Mas... a gente somos não existe :p

Bom mesmo vai ser qdo existir prisão por anunciar a possibilidade de ter uma chance de um anuncio e verdade.

Brincadeiras a parte, às vezes me pergunto se muito do que acreditamos não é mera falácia plantada por alguém. Não, não sou conspiracionista e não acho que a ciência mente. Porém, não posso falar o mesmo dos cientistas...

Lucas, eu sei q todo ser vivo é formado por carbono.. estou querendo inferir que em um material muito antigo, a quantidade de carbono "confiavel" não é tão grande... quanto ao "a gente somos" nunca ouviu fala da musica "a gente somos inútil!" =D

Vem cá, cientista não faz testes de sanidade mental não? Eles são muito propensos a loucura.

Mas pensa bem, vc ter a possibilidade de poder fazer pesquisas descobrir coisas, ter acesso a um material restrito, aqueles líquidos borbulhantes, deve ser tudo muito excitante. Muahahah.... Eu adoraria, tenho medo de pensar onde eu iria com minha loucura.

Se o cara não tiver escrúpulos, nem limites o resultado é esse tipo de coisa. E acredito que há muitas outras escondidas por detrás da historia da ciência que nunca saberemos.

Me reconheci no cara da farta e delirante imaginação, mas da seguinte forma, se eu tivesse conhecimentos em alguma área da ciência, eu brincaria com isso fazendo artigos cômicos.

Lendo alguns comentários, não pude deixar de notar que faltou uma leitura mais apurada para opinar sobre o assunto datação com carbono 14. Esta técnica é baseada no fato de que a quantidade de carbono 14 de tecidos orgânicos mortos diminui paulatinamente com o passar dos anos permitindo com que a medição dos seus valores em qualquer objeto antigo indique com exatidão e de forma inequívoca os anos decorridos desde a sua morte.

Como a técnica é baseada na relação inversa entre a quantidade de carbono 14 (menos) e idade (mais), este teste só deve ser usado para datar amostras que tenham no máximo 70 mil anos de idade, já que na atualidade não temos métodos confiáveis para medir radioatividades ínfimas do carbono 14. Baseado nisso a religião esperneou, inventou teorias descabeladas e toda sorte de babaquices para desmerecer a validade do método. A explicação é muito simples: o teste do carbono 14 desmente muitas falácias, entre elas o santo sudário que só tem 700 anos, criadas pela igreja.

Abraços fraternos

um obs.. "criados pela igreja católica" não vamos sair condenando inocentes..

e 70 mil anos é meio poco não? visto q de tempos em tempos eles ficam datando coisas com milhões de anos.. sendo q a unica ponderação q tem é a aparencia.. é ridiculo..

"já que na atualidade não temos métodos confiáveis para medir radioatividades ínfimas do carbono 14." exatamente o q queria dizer..

Às vezes fico decepcionado como algumas pessoas tratam a Ciência, não pelo descrédito senão pelo raciocínio limitado que utilizam para gerar este descrédito. A datação com a técnica do carbono 14 é limitada a 70 mil anos. Desta forma seria impossível então alegar que determinado fóssil tem 250... 500 mil anos?

Uma pessoa com visão simplista e ingênua responderia rapidamente que sim. Mas não é bem assim. Cientistas que fazem estas afirmaçãoes têm anos de estudos e um nome a zelar. De forma que jamais sairiam por aí fazendo afirmações que pudessem ser contestadas por pessoas comuns e com parcos conhecimentos no assunto como a maioria de nós. Por isso antes de sair falando bobagem baseado em seu conhecimento superficial, há que saber como são feitas estas datações mais extensas.

Vou tentar explicar de forma bem rápida. Básico: os fósseis anteriores aos 70 mil anos (em alguns casos 50) não podem ser datados usando o método do carbono 14 já que sua presença estará praticamente dissipada para os sniffers radioativos atuais. Mas isso não quer dizer absolutamente que os cientistas, pesquisadores, palentólogos, egiptólogos e etc, chutam aleatóriamente a idade dos fósseis mais antigos baseados somente em sua aparência.

Aqui aplica-se um novo método: o uso de camadas geológicas para determinar a idade da rocha onde o fóssil foi coletado, já que a terra é recoberta por sedimentações e materiais fossilizados à medida que envelhece. Neste caso, diferente do método de datação do carbono, os números são menos precisos e absolutos, mas servem perfeitamente como uma aproximação da idade do material encontrado.

Para ser crítico de Ciência é necessário ao menos dominar o básico do assunto. Do contrário é melhor ficar calado.

Abraços fraternos.

Sou tua fã, cara.

Olha, já vi brigas por causa de religião, futebol, política, por causa do cachorro da vizinha, mas por causa do carbono 14 é a primeira vez...
'francamente...nem vou mais falar nada...

quanto ao tópico, muito interessante luisão, é o tipo de texto que eu sentia falta de ler e também o qual fez com que eu me aproximasse de teus blogs...parabéns, dessa vez você se superou cara! #palmas

Mas por isso mesmo é uma discussão bacana.
Futebol, política e religião serão sempre isso mesmo, formados por opiniões!
Quem quiser ter fé, tenha fé, eu tenho fé!
E voltando ao carbono 14, o real interesse é o fato de realmente saber até onde ele pode chegar, até onde pode ser confiável.
Como nosso amigo Luisao disse realmente existem diversas formas de se datar algo, como o fato das camadas de sedimento, o que também poderia ser alterado por fatores externos como uma erupção?
Então, relatos de civilizações anteriores com tecnologias avançadas, de existência humana a mais tempo que o atual conhecimento realmente "balançam" a cuca do pessoal!
Eu creio que a ciência está em um estágio tão avançado que não teriam condições nem de abrir todo o conhecimento para a população, justamente por pessoas, diria eu, prepotentes que tenderiam a ignorar ou a enlouquecer diante algo não compreendido!
Muito interessante!

luisão, gostei da seu sarcastico "abraços fraternos" contrastando com "raciocínio limitado", mas vc não acha q essa limitação é ponderada a pessoas q se limitam a aceitar tudo q é dado pra ela engolir? eu não aceitei a precisão do carbono 14.. ai e vc ta me chingando.. e tendo crise existencial.. bom.. enfim..

a datação geológica é mais imprecisa ainda, por isso que ninguém usa ela pra reportar eventos importantes..

talvez fique boa com a utilização de lazer para detectar os tipos de material devido a difração.. mas enfim..

lendo oq vc escreveu vc reconheceu q o carbono 14 não serve.. era oq eu queria chegar...

entao.. que o seu deus te abençoe.. seja ele qual for.. esse blog.. o seu computador.. a sua vaidade..

Desculpa tá...mas no meio de tantos comentários, cada um expressando sua opinião...eu li um "a gente somos" que não foi sequer comentado...
Me ajuda aí né..

Então, eu não tinha visto essa discussão por causa do C14.
Não é por razões religiosas que eu não acredito no teste. Eu, por exemplo, não acredito em sudários mágicos, cálices sagrados e coisas do tipo.
Mas acho que o planeta passou por muita coisa em quase cinco bilhões de anos. Não dá para achar que um átomo de carbono vai dar a resposta para certas coisas.

Moon, o teste nunca apontou para um objeto com cinco bilhões de anos tampouco para algo com 100 mil anos, senão que limita-se, segundo o método científico, em 50 ou 70 mil.

Se você realmente não se importa com a desmistificação dos símbolos religiosos proporcionados pelo teste, não tem razão para demerecê-lo.

Esse teste é o pilar da teoria da evolução, se ele for desmentido, tudo desmorona.

Isto já mostra o quanto você conhece de ciência: nada!

o artigo tenta passar a impressão que a comunidade científica é tão confiável assim, o que não é verdade uma teoria muito bem formulada mesmo com falhas pode ser bem aceitas, como as teoria de Stephen Hawkings sobre os buracos negros e algumas que mesmo sem nenhuma base para comprovação, contam com apoio da comunidade científica para melhora-la e algumas teorias como a teoria da relatividade de Einstein só veio a ser provada a pouco tempo, a Ciência tem um longo caminho a andar até descobrir a verdade.

Essa é a maior diferença do metodo cientifico. Voce pode até mentir, mas as mentiras não vão duram 2000 anos. Sequer duram 2 anos, alguem vai testar denovo qualquer hora e vai perceber.

A Ciência condena charlatões, a religião, os exalta.

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