Power Balance a ponto de falir

A não ser que apareça um investidor muito tonto a salvá-los, a empresa responsável pela criação das PowerBalance logo se declararia em falência já que terão que pagar 57 milhões de dólares em indenizações a um grupo de consumidores nos Estados Unidos que processaram à companhia por publicidade enganosa.
A PowerBalance é uma fraude, simples, grosseira, mas uma fraude na qual caíram milhares (milhões?) de patinhos pessoas a base de um efetivo esquema de marketing enganoso pagando a alguns famosos conhecidos por não prezar por seu caráter, especialmente esportistas (como Rubinho), que declaravam supostos benefícios físicos ao usar a pulseirinha de plástico vagabundo. Por 90 reais o holograma milagroso de poliéster prometia um melhor desempenho tanto nos esportes como no dia a dia.

Ao ser um produto miraculoso que, evidentemente, não funcionava nem oferecia vantagem alguma foi multada na Itália, Espanha, admitiu ser um engano na Austrália e agora deverá pagar uma forte indenização nos Estados Unidos.
Ainda que poderia se manter como uma fraude de caráter anedótico, se converteu em um claro identificador de incompetência e burrice de esportistas, pessoas públicas como Luciano Huck que exibia duas pulseiras, uma em cada braço, quando apresentava seu programa.
Uma vez em bancarrota, a PowerBalance provavelmente desapareça, mas seguirão aparecendo produtos deste tipo que tentarão tirar dinheiro de pessoas incautas com promessas falsas de bem-estar ou saúde. Temos que seguir identificando e denunciando.
Via | El Pais.
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Comentários
A pergunta fica: quando que as igrejas evangélicas/católicas (além de outras que cobram pelos seus serviços "milagrosos") irão ser processadas pelo pagamento do dízimo, cobrança pela "salvação" da alma?
Seria o Power Balance pioneiro na enganação humana? Ou isso já vem de origens, digamos, medievais?