Arquivo do mês de fevereiro 2013

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Insônia? Talvez seja por usar seu tablet ou notebook antes de dormir

LuisaoCS

A que idade somos mais empáticos?

Nos anos recentes insistiram muito, em termos quase laudatórios, na mobilidade dos dispositivos e novos gadgets como uma qualidade positiva que, entre outras coisas, nos permite utilizá-los em quase qualquer momento e lugar, algo que, efetivamente, pode ser vantajoso, mas também prejudicial, entre outros aspectos, em relação a nosso sono e a qualidade de nosso descanso.

De acordo com um estudo realizado por Mariana Figueiro, do Centro de Pesquisa de Iluminação do Instituto Politécnico Rensselaer, com sede em Nova Iorque, passar um bom momento em frente à tela de algum destes dispositivos com seu brilho no máximo, altera a segregação de melatonina, um hormônio fundamental no funcionamento cíclico de certos processos corporais como o sono.


Enfeiando famosos mediante uma ilusão óptica

LuisaoCS

Dê o play e olhe fixamente primeiro os rostos que vão se alternando a direita e a esquerda do vídeo. Tudo normal, não é mesmo, somente um alternância de rostos muito conhecidos. Volte o vídeo no início, dê o play novamente e fixe os olhos na cruz central. E agora? Continuam normais?

No laboratório de Matthew B. Thompson descobriram esta curiosa ilusão óptica, batizada como The Flashed Face Distortion Effect, por acidente enquanto Sean Murphy, um dos estudantes que trabalha ali, preparava um conjunto de imagens de caras alinhada à altura dos olhos para um de seus experimentos.

Como em muitos outros casos, ainda não sabem ao certo por que vemos e o que vemos no vídeo quando fixamos à cruz, ainda que especulam que pode ter a ver com como nosso cérebro processa os rostos. Ao mudar rapidamente e por estarem alinhadas à altura dos olhos parece que por algum motivo nosso sistema visual exagera nas diferenças entre umas e outras. Pessoalmente creio que é porque nosso cérebro percebe de forma mais rápida os padrões de reconhecimento do conjunto olhos e boca e guarda um atraso no conjunto total do rosto de forma que os primeiros ficam sobrepostos com a informação que nosso cérebro retém do conjunto facial em um tipo de atraso.

Também funciona com não famosos, claro.


Anonymous vaza dados confidenciais de 4 mil executivos bancários dos EUA

LuisaoCS

Anonymous aparentemente publicou uma lista com informação privada correspondente a 4.000 executivos bancários estadunidenses, como parte da "Operação Último Recurso", que exige uma reforma à lei de cibercrime naquele país.

A lista que contém informação de senhas e usuários, direções IP e dados de contato destes executivos, que incluem presidentes e vice-presidentes de bancos, gerentes de diferentes áreas e inclusive executivos da Reserva Federal, foi publicada no site do Centro de Informação de Justiça Criminosa do Alabama.

É possível que o documento tenha sido extraído da própria Reserva Federal (similar ao nosso Banco Central). Anonymous começou com a "Operação Último Recurso" na semana passada, afirmando que se infiltraram em vários sites do governo por um período de tempo.

A operação foi lançada para pressionar mudanças depois da morte de Aaron Swartz, pesquisado por vazar pesquisa científicas usando a rede do MIT.

Via | ZDNet.


R’ha, aliens versus máquinas, o curta

LuisaoCS

Kaleb Lechowski é um estudante alemão de 22 anos, que passou muitíssimas horas durante sete meses trabalhando com Maya, Blender, zBrush, Nuke e After Effects para criar este curta-metragem de um pouco mais de seis minutos chamado R’ha. Nele, conhecemos a história de uma raça alienígena que é atacada pelas máquinas que eles mesmos construíram.

O trabalho tem um alto nível de detalhe e a história ademais é muito bem contada. Fazia tempo que não via uma reação tão positiva assim na rede. Lechowski já indicou que está trabalhando na história para R’ha, o filme. Sem dúvida que há talento aqui, e talvez sim renda um bom filme.


O valor do trabalho

rev4

"O trabalhador torna-se tanto mais pobre quanto mais riqueza produz, quanto mais a sua produção aumenta em poder e extensão. O trabalhador torna-se uma mercadoria tanto mais barata, quanto maior número de bens produz. Com a valorização do mundo das coisas, aumenta em proporção direta a desvalorização do mundo dos homens. O trabalho não produz apenas mercadorias; produz-se também a si mesmo e ao trabalhador como mercadoria, e justamente na mesma proporção com que produz bens."

- Karl Marx.


Renomado acadêmico diz que os gênios se extinguiram depois de Einstein

LuisaoCS

Renomado acadêmico diz que os gênios se extinguiram depois de Einstein

O professor de psicologia da Universidade de Califórnia, Dean Keith Simonton, escreveu um artigo de opinião para a revista científica Nature onde argumenta que é muito pouco provável que a humanidade volte a produzir gênios do calibre de Einstein, Newton ou Darwin.

O acadêmico, que realizou numerosas publicações em torno dos gênios, bem como escreveu uma grande número de livros sobre o tema durante os últimos 30 anos, afirma que o motivo de sua asseveração é que já descobrimos grande parte das ideias mais básicas a respeito de como funciona o mundo natural. Qualquer trabalho novo significaria acrescentar só um pouco mais de informação a nossa base de conhecimentos.

Simonton reconhece que sua afirmação acarretará fortes reações, tanto dentro como fora do mundo científico, como também afirma que deseja profundamente estar equivocado. No entanto, afirma que desde os tempos de Einstein que não aparece mais ninguém com uma ideia ou descoberta que o engrandeça como um gigante em seu campo e que seja um exemplo a seguir durante centenas, senão milhares de anos no futuro.

O acadêmico afirma que o problema nasce da forma na qual se faz a ciência hoje em dia: em equipes de trabalho compostos por pesquisadores que trabalham de forma muito eficiente realizando incrementos paulatinos de conhecimento, o que não deixa muito espaço para a geração de uma nova e radical perspectiva individual, um ingrediente necessário para descobertas ao nível de gênios como Newton.

O mesmo Simonton reconhece que evidentemente pode estar equivocado, que pode aparecer em algum momento uma pessoa com uma forma de ver as coisas tão diferente, e que ao o comparar com tudo o que sabemos, nos demonstre que estávamos equivocados e nos entregue a evidência para suportar uma alternativa radical e inovadora que mude a física com o conhecemos. Mas por enquanto, isto não ocorreu.

Via | Nature.


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