Arquivo do mês de abril 2016

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Um drone esquivando-se agilmente dos golpes de um esgrimista

LuisaoCS

Desenvolvido pelo Autonomous Systems Laboratory de Stanford, o algoritmo foi desenhado para que veículos robotizados que se movem a grande velocidade, caso dos quadricópteros, determinem sua rota e seus movimentos em tempo real evitando obstáculos que podem surgir e interpor em uma rota já estabelecida.

No vídeo a demonstração inclui alguns ataques por parte de um esgrimista, o que significa que o quadricóptero deve evitar um obstáculo de pequeno tamanho que aparece a grande velocidade, de improviso, como o é ponta da espada, ao mesmo tempo que mantém sua posição e trata de continuar com a rota prevista para seu destino ou objetivo.


A inquietante versão robótica e em escala real de Scarlett Johansson

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A robótica seguirá muitos caminhos em o futuro imediato, e sem dúvida um deles será, como já mostraram muitíssimas fantasias da ficção científica, dar companhia e assistência ao ser humano, não importa de que tipo se trate.

Prova disso é este andróide construído por Ricky Ma, um designer industrial de 42 anos que reside em Hong Kong, que depois de quase um ano e meio e trabalho e mais ou menos 50 mil dólares, terminou um robô que se move (ainda que não com a naturalidade desejável), fala, sorri e responde a certos elogios.

Como vemos no vídeo, o robô tem um aspecto feminino bastante detalhado e ainda que Ricky só declarou que tomou como modelo uma "estrela de Holywood", é evidente que o andróide foi a imagem e semelhança de Scarlett Johansson, com uma estrutura óssea similar à dos humanos, impressa em 3D.

Segundo Rick, 70% da Scarlett humanóide foi impresso em 3D. E até que conseguisse que o restante de sistemas e articulações funcionassem a contento (mais ou menos) teve que queimar um monte de motores de passo e atuadores pelo caminho devido a sua falta de formação nesta área.


Ao longo de nossa vida o coração para realmente durante 10 anos?

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Com frequência dizemos, em frente a uma surpresa agradável ou desagradável, ou um susto, que nosso coração parou. Esta metáfora adquire outro significado se levarmos em conta que, ao longo de uma vida normal, um coração efetivamente para a cada certo tempo durante o lapso de um segundo. Tanto é que, se somarmos todas essas paradas, durante uma vida ele terá descontinuado entre 10 e 11 anos.

Os ventrículos cardíacos contraem, relaxam e descansam durante estes breves espaços de tempo. Ocorre tantas vezes quanto bate o coração.

Outra coisa são as batidas cardíacas ectópicas, que são batidas extras ou intermitentes, que podem ser causadas ou agravadas pelo tabagismo, o consumo de álcool, a cafeína, medicamentos estimulantes e algumas drogas ilícitas.

A cada minuto de cada dia do ano de nossas vidas, o coração bate entre 60 e 100 vezes. É o músculo que mais trabalha no corpo humano, e também o único que nunca sofre dores musculares. É o único órgão que não padece de câncer. A cada dia gera uma energia suficiente para mover um caminhão durante 32 quilômetros. Com cada contração envia 70 milímetros de sangue. Ao dia, faz circular 7.000 litros em 100.000 batidas a uma velocidade de 2 quilômetros por hora. É mole?


Neste vídeo revelam o segredo de como os gatos caem de pé

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A habilidade para cair de pé do gato já é bem conhecida e explorada, inclusive para criar uma máquina de moto-contínuo quando amarramos a costa de um felino um pão com manteiga. No vídeo acima, produzido pela BBC, é possível ver esta habilidade em ação. Nele contemplaremos como um caracal (lince-do-deserto) gira em um sentido enquanto suas quartos traseiros rotacionam em sentido contrário.

A primeira coisa que faz um gato ao cair é esticar as patas de trás de maneira perpendicular ao corpo. Ao mesmo tempo, encolhe as patas dianteiras. Isto tem um efeito importante à hora de controlar o movimento angular, já que a maneira como responderá será diferente para a parte da frente e para a parte de trás.

Acontece que ao ter umas patas esticadas e outras encolhidas, pode girar a parte da frente do corpo até ficar de frente para o chão. Isso implica que a parte de trás também gire em sentido contrário, mas, como as patas estão esticadas, o giro será menor. Seguramente o gato muda a disposição das patas. Encolhe as de trás e estica as da frente. Assim pode girar a parte posterior do corpo com pouco efeito sobre a anterior. Ao final acaba encarando o solo e com as patas a ponto de absorver o impacto da queda.


O Tesla Model S duelando com um avião Boeing 737

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O Tesla Model S é um hatch elétrico fabricado pela Tesla Motors que se converteu no automóvel elétrico de série com maior autonomia. O modelo P90D (90 kWh e 772 CV) acelera de 0 a 100 km/h em 3 segundos e tem uma autonomia de 427 km. Essa aceleração supõe 1g para o motorista, como é possível ver neste vídeo.

Semelhante aceleração propiciou a produção do vídeo que encabeça esta entrada: uma competição entre um Tesla e um avião Boeing 737. Não em vão, o Tesla S tem o recorde de percurso mais rápido dos Estados Unidos de ponta a ponta: em 30 de janeiro de 2014 dois Tesla Model S conseguiram percorrer 5.515 km entre Los Angeles e Nova York em 76 horas e 5 minutos.


94% do tráfego do Tor é malicioso

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94% do tráfego do Tor é malicioso

Eu uso o Tor, mas bloqueio sistematicamente todas as conexões provenientes dele em algumas áreas do NDig. Como assim? Bem, supõe-se que navegar através da rede anônima de Tor traz benefícios para os que buscam privacidade. No entanto, não é preciso muito estudo para verificar que as petições realizadas pela referida rede são puro lixo, em geral scripts visando minar o servidor, fazer comentários com spam, etc.

Um estudo realizado pelo CloudFlare, a rede de entrega de conteúdo e serviços distribuídos de DNS, intitulado "O problema com Tor", diz que o 94% das petições recebidas do Tor, são maliciosas. Segundo declarações de Matthew Prince, CEO de CloudFlare, publicadas em Ars Technica:


Desfrute vendo como esta vareta de alumínio se transforma em um bonito marcador

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O vídeo de Giaco Whatever mostra o processo de construção de um marcador Sharpie, neste caso de alumínio. Existem canetas Sharpie de alumínio, mas não marcadores, que são sempre de plástico, segundo explica Giaco.

A vareta de alumínio é a guia de uma velha impressora laser. Ao todo foram três horas dedicadas a este projeto de torno rápido e fácil. Ao menos por enquanto o marcador de alumínio herda a tampa de plástico do original.


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