Arquivo do mês de julho 2016

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Assim soam as auroras de Saturno

LuisaoCS

O som deste vídeo corresponde aos sinais de rádio emitidos pelas auroras de Saturno recolhidas pelo instrumento Radio and Plasma Wave Science da sonda Cassini, convenientemente tornadas audíveis dividindo sua freqüência por 44. Também estão aceleradas, de tal modo que os 73 segundos deste vídeo correspondem a 27 minutos reais.

Pessoalmente recordam muito à trilha sonora de qualquer filme da série B (ou Z) de ficção científica dos anos 50 ou 60.

Os cientistas filtrarão um monte de informação dos dados reunidos por Cassini, mas, além disso, poder escutá-los, por pouco útil que seja na prática, nos leva a pensar uma vez mais em como as sondas que enviamos nas últimas décadas a percorrer o sistema solar são nossos sentidos enquanto não possamos chegar lá por nós mesmos.


O que acontece ao dividir por zero em uma calculadora mecânica de 1956

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Sabe aquele dia que você vai ao Youtube ver um clipe qualquer e cinco horas depois se flagra assistindo um tutorial de como girafas? Pois é... de algum modo acabei preso em uma dobra temporal do YouTube com dezenas de vídeos dedicados a fazer divisões por zero em calculadoras mecânicas e ver o que acontece.

Vídeos de até dez horas em que máquinas eletromecânicas permanecem em um loop infinito de indeterminação. Até ao ponto de que as calculadoras podem acabar soltando fumaça ao funcionar de forma contínua e a toda velocidade, como loucas.


Fomos desenhados para colaborar, empatizar e ser boas pessoas

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Fomos desenhados para colaborar, empatizar e ser boas pessoas

Nosso cérebro está pré-instalado para viver em sociedade. Nesse sentido, o egoísmo ou a maldade não resultam evolutivamente eficazes -a não ser que um meio particular o favoreça de forma particularmente intensa-. Isso não significa que o ser humano seja colaborativo com o próximo no sentido mais flower power (nem que todos sejamos cooperadores no mesmo grau), senão que em caso de poder evitar, não apresentará sede de sangue. Algo que também acontece com outros hominídeos.

A violência não é como a fome, o sexo ou a necessidade de dormir. Constitui uma resposta de nosso cérebro em função do meio social. Na literatura científica, o primeiro indício desta realidade foi descoberta em 1958, em um experimento de laboratório realizado pelo psicólogo Harry Harlow na Universidade de Wisconsin.


Castelo em Lego pop-up

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Você já deve estar familiarizado com o conceito de livros com efeito pop-up, aquele em que as ilustrações em dobraduras de papel saltam dando movimento e vida à história que contam. Mas você já viu uma construção em Lego com o mesmo efeito. O Castelo de Himeji é considerado um dos melhores exemplos da arquitetura japonesa e este artista do Lego decidiu desenvolver uma homenagem criativa e invulgar à estrutura lendária. Ainda estamos tentando descobrir como é que isso funciona.


Um futuro com luzes brilhantes

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Este vídeo musical muito simpático e criativo foi feito um grupo chamado YeYe que por sua vez promove uma companhia elétrica. Eles denominam o videoclipe como uma combinação de tecnologia e arte graças a um lápis que desenha circuitos eletrônicos. Só vendo para entender.


Coisas estranhamente satisfatórias

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Indubitavelmente, as pequenas coisas da vida fazem com que valha a pena viver e em geral são as mais satisfatórias. Por exemplo, tem coisa melhor que uma boa coçada na bunda depois de passar horas sentado? Uma outra coisa que causa satisfação é quando presenciamos algo que funcione à perfeição, sem importar seu tamanho. De coberturas perfeitas de neve caindo de um telhado, até uma impressão 3D emergindo de um banho de resina, esta compilação de 10 minutos deve ser mais do que suficiente para acalmar o seu cérebro.


Filha de Stanley Kubrick critica conspiranoicos da chegada do homem à Lua

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Filha de Stanley Kubrick critica conspiranoicos da chegada do homem à Lua

Uma das teorias mais comentadas há décadas é a maquinação por trás da chegada do homem à Lua, que conquanto tenha sido demonstrada sua veracidade, ainda há quem postule que Stanley Kubrick, o falecido e reconhecido cineasta, realizou uma produção fictícia sobre a alunissagem no satélite natural, depois de um contrato com a NASA.

Muito falou-se a respeito desta conspiração, até que a filha do produtor, Vivian Kubrick, comentou a respeito, na atual conjuntura depois da chegada de Juno à órbita de Júpiter.

Foi através do Twitter onde a também artista criticou os que especulam sobre a veracidade da chegada do homem à Lua, e os que postulam que seu pai se prestou ao papelão de ficar por trás de tamanho engano, recordando a integridade do gênio por trás de obras como "Lolita", "2001: Odisseia no Espaço" e "O Iluminado". Isto foi o que comentou na rede social:


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