Arquivo do mês de julho 2017

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Adeus ao jogo das cadeiras: um exoesqueleto para sentar no ar

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Esta chairless chair desenhada pelo estúdio suíço Sapetti é um exoesqueleto parcial e flexível que, colocado nas extremidades inferiores, permite tomar assento em qualquer momento e lugar. Foi desenhada para meios industriais nos quais os trabalhadores devem se mover continuamente de um lado para outro -ao redor do veículo que estão fabricando, por exemplo- e onde as banquetas e tamboretes podem ser um obstáculo para o movimento do pessoal e das máquinas. Estão provando seu desenho com pessoal empregado em fábricas como a Airbus, Audi, Seat, BMW e Renault.


Encontram a forma de parar e reverter o Parkinson e Alzheimer

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Encontram a forma de parar e reverter o Parkinson e Alzheimer

O Alzheimer e o Parkinson são doenças diferentes, pois afetam a diferentes regiões do cérebro e têm fatores de risco genéticos e ambientais completamente díspares. No entanto, a nível bioquímico, ambas doenças neurodegenerativas se parecem. Desta maneira, foi como uma equipe de cientistas da Universidade Emory, em Atlanta, nos Estados Unidos, conseguiu identificar um objetivo potencial para fármacos contra estas doenças: trata-se de uma enzima que impulsiona a neurotoxicidade tanto na doença de Alzheimer como na doença de Parkinson. Bloquear esta enzima conduziria à paralisação do desenvolvimento de ambas condições médicas.

Esta enzima recém descoberta e seu potencial para tratar ambas as doenças foram recolhidas em um estudo publicado na revista Nature Structural and Molecular Biology. Ambas doenças neurodegenerativas se caracterizam por uma proteína capaz de matar as células cerebrais. Esta proteína chama-se alfa-sinucleína na doença de Parkinson (que forma os corpos de Lewy), e tau na doença de Alzheimer (que forma os novelos neurofibrilares).


Comprovam a efetividade das vacinas contra o câncer

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Comprovam a efetividade das vacinas contra o câncer

O câncer é um conjunto de doenças que esconde cada vez menos segredos para a comunidade científica. Conquanto a tendência em tratamento do câncer é converter em uma doença crônica, os resultados de recentes estudos provam uma nova via de tratamento, através do mecanismo da vacinação.

Dois recentes ensaios clínicos conseguiram evitar a reaparecimento e frear o avanço de tumores em pessoas com câncer que apresentam mutações determinadas, através de vacinas desenhadas para se adaptar a essas mutações. As vacinas contra o câncer personalizadas já tinham demonstrado provocar respostas imunológicas nos seres humanos, mas ambos os estudos são os primeiros em avaliar que estas respostas podem combater com sucesso os tumores. Ademais, sugerem novas formas de tratamento do câncer dirigidos ao sistema imunológico, combinado com a imunoterapia.


Esta pistola caseira de ar comprimido tem um grande poder de destruição

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O novo vídeo de Giaco Whatever mostra uma arma de ar comprimido, com elementos que nunca antes tinham sido utilizados. Neste caso, um tanque de mergulho capaz de gerar monstruosos 4000 PSI de pressão, para disparar esferas de metal.

Não é necessário dizer que a pistola é sumamente perigosa. A arma "fulmina" tudo o que tem pela frente, incluindo, como vemos em o vídeo, paredes de segurança que se encontravam ao final do percurso.

A 4.000 fps as taças de vinho reduzem-se a caquinhos em matéria de segundos e latas de refrigerante liberam todo seu conteúdo açucarado em forma de ondas. Impressionante e tremendamente perigoso.


O momento em que um robô salva uma menina na Rússia

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As câmeras de vigilância captaram um curioso incidente na Universidade Politécnica de Perm, Rússia, onde um robô salva uma menina evitando que uma estante caia em cima dela. Segundo seus criadores, o robô foi desenvolvido para colaborar como assistente no recinto educativo, mas eles estão mentindo. Em meados do ano passado a mesma empresa que desenvolve estes robôs, a Promobot, inventou uma história de que um de seus robôs autônomos tinha fugido do escritório, quando na verdade era apenas um golpe publicitário para promover a companhia e suas invenções.


Por que às vezes os cubos de gelo ficam colados nos dedos?

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Por que às vezes os cubos de gelo ficam colados nos dedos?

Você abre o congelador, retira um gelo da forma para sua bebida, e quando vai colocá-lo no copo descobre que ficado colado nos dedos e tem que aplicar certa força para soltá-lo. Por que acontece isto quando o gelo normalmente é escorregadio? A resposta está, uma vez mais, na física.

O que ocorrendo é que, ao tocar o gelo, a fina camada de umidade que protege nossa própria pele se congela, formando um novo filme de gelo que une firmemente ambas as superfícies. O efeito é mais pronunciado se tocamos o gelo com as mãos molhadas, e só ocorre quando a temperatura do cubo ainda está muito abaixo do ponto de congelamento.

Normalmente, a temperatura de nosso corpo é suficiente para voltar a fundir essa camada de gelo e desprender o cubo da pele, mas isso pode não chegar a ocorrer se a temperatura exterior do ar segue abaixo do ponto de congelamento. Em climas muito frios pode ser perigoso tocar superfícies geladas com as mãos nuas porque é necessário mais calor para separá-las.

No momento em o que o gelo é deixado fora do congelador, sua temperatura sobe para entre -1 e 0 graus e começa a se fundir, formando uma fina camada de água líquida em sua superfície. A partir desse momento, o gelo deixa de ser pegajoso para tornar-se escorregadio.

Para distinguir se um cubo de gelo vai ficar colado quando toquemos basta olhá-lo. Se o gelo apresenta um aspecto opaco é que sua temperatura ainda está abaixo do ponto de congelamento. Nesses casos basta secar os dedos com um pano para minimizar o efeito.

Via | Quora.


Quase 30 anos depois a Sony voltará a fabricar discos de vinil

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Quase 30 anos depois a Sony voltará a fabricar discos de vinil

Em março de 2018 a Sony voltará fabricar discos de vinil. A marca japonesa estampou seu último vinil faz quase 30 anos, em 1989. Agora tem previsão de voltar a fabricar em suas instalações de Tóquio, animada pela renovada demanda pelos discos de plástico preto que agora supõem um importante nicho de mercado. Esperam que neste ano o mercado dos discos de vinil supere 1 bilhão de dólares.

Nos anos de 1980 e 1990 a Sony teve um papel determinante para acabar com os discos de vinil em benefício do disco compacto (CD) que vinha sendo desenvolvido, como Philips, desde os anos de 1970.


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