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As células do corpo emitem luz antes de morrer, assim como supernovas no espaço

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As células do corpo emitem luz antes de morrer, assim como supernovas no espaço

O cientista alemão Fritz Albert Popp, continuando o trabalho de Alexander Gurwitsch, conseguiu comprovar faz mais de três décadas que os seres humanos (e todo os seres) vivos emitem luz. Popp teorizou que estas emissões de luz débeis, as quais designou "biofótons", tem um papel importante na comunicação celular, articulando literalmente uma linguagem de luz que intervém na organização de diferentes funções. Suas descobertas sugerem que o nível de coerência destas emissões biofotônicas correlaciona com o nível de saúde de um organismo.

Certas doenças podem ser identificadas por padrões de emissão caótica, segundo explicou Popp em uma entrevista à jornalista Lynn Mctaggart, que publicou esta informação em seu livro "The Field". Recentemente, segundo publicou a revista de tecnologia do M.I.T., o cientista Sergey Mayburov, confirmou que as emissões biofotônicas intervêm em algum tipo de comunicação celular.


O engano (e o autoengano) como forma de aumentar a inteligência

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Cada vez há mais pesquisadores que sugerem que a inteligência desempenha um importante papel nas estratégias do engano, inclusive em outras espécies não humanas. Por exemplo, entre os macacos há uma correlação entre o tamanho do neocórtex e o uso do engano tático na natureza, categoria que compreende qualquer classe de engano que possa oferecer alguma vantagem evolutiva.

Da mesma forma, o tamanho relativo do neocórtex oferece uma medida razoável da inteligência relativa, em particular da inteligência social. Talvez também ocorra o mesmo com o autoengano, tal e qual explica Robert Trivers em seu livro "The Folly of Fools":


Como o sistema imunológico (realmente) funciona

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O canal do youtube Kurzgesagt fornece uma explicação leiga sobre a imunidade humana, o sistema incrível e complexo que ajuda a nos manter vivos e que às vezes precisa de uma ajudinha para construir uma memória contra doenças. Certifique-se de verificar o novo livro de Kursgesagt, Immune, para mais informações sobre o assunto, e mantenha os olhos abertos para o episódio.


Explicando as piores pandemias da história

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Um episódio sombrio de After Skool conta a história das piores pandemias do mundo e explica o que podemos aprender com elas usando uma combinação de ilustrações do quadro branco e fotos históricas.

Ao longo da história, presenciamos várias pandemias como varíola e tuberculose. Uma das pandemias mais devastadoras foi a Peste Negra, que matou cerca de 100 a 200 milhões de pessoas no século XIV. As pandemias atuais incluem HIV/AIDS e a covid-19. Outras notáveis ​​incluem a pandemia da gripe de 1918 (gripe espanhola) e a pandemia de gripe de 2009 (H1N1).

A triste conclusão é que os humanos confiam em um sistema muito frágil que pode ser revertido a qualquer momento, mas existem medidas positivas que podemos tomar para mitigar o colapso social, incluindo o próprio medo.


A gravidade em planetas diferentes

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Quão diferentes são as forças gravitacionais nos planetas do nosso sistema solar? O cientista planetário James O'Donoghue fornece um excelente visual que compara a velocidade de uma bola sendo lançada de 1 km em cada planeta, bem como o sol, a lua e o asteróide Ceres, onde as coisas demoram muito, muito tempo para acontecer.


Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

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Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

Não importa que tão a fundo conheçamos um tema: nosso cérebro pode enganar-nos para fazer-nos achar que sabemos mais do que sabemos realmente. Uma equipe de psicólogos da Universidade de Cornell realizou um experimento a respeito de um fenômeno chamado "overclaiming", que poderíamos traduzir como superestimativa dos próprios conhecimentos, com frequência com o objetivo de demonstrar que somos mais espertos do que somos em realidade.

Os participantes do estudo deviam qualificar a si mesmos em uma série de temas, e depois deviam qualificar quão bem manejavam 15 termos especializados dos temas que supostamente conheciam melhor. O que não sabiam é que três destes termos eram falsos. A pesquisa deixou evidente que se um participante dissesse que conhecia muito bem certo tema, tinha mais probabilidades de afirmar que conhecia algum dos três termos falsos, isto é, de superestimar seu próprio conhecimento.


A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

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A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

Por muito que pensemos em praticar uma ética utilitarista, racional e lógica, em que nossos julgamentos morais estejam ponderados e sejam equitativos, a verdade é que a maioria de nossas intuições morais brotam de forma tão alambicada como uma selva tropical.

A razão é que, ademais, nossa conduta não obedece a comportamentos estáticos e permanentes de caráter aplicáveis a todos os contextos. E isto é algo que começamos a saber faz quase cem anos, graças a alguns experimentos realizados na década de 1920.

Realizada pelos psicólogos da Universidade de Yale Hugh Harsthorne e Mark May, a pesquisa abrangeu 10.000 alunos aos quais ofereceram a oportunidade de mentir, enganar e roubar em uma variedade de situações.

As conclusões foram totalmente imprevisíveis, caóticas e alheias a padrões, tal e qual explica David Brooks em seu livro "The Social Animal":


Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

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Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

O velho ditado diz que a felicidade é contagiosa. Uma pesquisa sugere que poderia realmente existir algum argumento científico para sustentar isso. A felicidade, dizem os cientistas, tem um cheiro distinto que os seres humanos podem sentir um no outro. E quando temos uma boa lufada de alegria de outra pessoa, somos mais felizes também.

A chave está em nosso suor, segundo o cientista Gün Semin, da Universidade de Utrecht, na Holanda, pesquisador sênior do estudo, "Being exposed to sweat produced under happiness induces a simulacrum of happiness in receivers, and induces a contagion of the emotional state."

Ele e sua equipe coletaram amostras de suor de um grupo de 12 homens enquanto eles observavam vídeos destinados a induzir diferentes emoções, como felicidade e medo. As amostras de suor foram então repassados a um grupo de voluntárias para que cheirassem.


As experiências reais que inspiraram Frankenstein

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O romance de Mary Shelley, Frankenstein, foi escrito em 1818 e publicado em 1820. O livro era ficção, mas trazia ao público questões de ciência, filosofia e ética de uma maneira que as explicações da ciência dura não alcançavam. No entanto, as discussões sobre a natureza da vida e da morte e o que o homem e seu conhecimento poderiam fazer a respeito estavam na primeira linha da ciência na época, devido a alguns experimentos muito reais, semelhantes aos do Dr. Frankenstein. Vox aborda neste vídeo como os cientistas da época estavam empurrando os limites da própria vida.


Um orgasmo memorável pode apagar sua memória

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Um orgasmo memorável pode apagar sua memória

Em 2012 registrou-se um caso na cidade de Washington (EUA) no qual uma mulher de 54 anos foi levada ao atendimento de emergências do Hospital da Universidade de Georgetown, aterrorizada, pois não recordava nada durante as últimas 24 horas. De acordo com ela, a súbita amnésia tinha ocorrido uma hora após ter um apaixonado encontro sexual com seu namorado. Depois de uma minuciosa análise, inclusive considerando a possibilidade da ingestão de um "boa noite Cinderela", os médicos diagnosticaram uma estranha manifestação de amnésia global transitória (TGA por suas siglas em inglês).


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