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Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

LuisaoCS

Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

Não importa que tão a fundo conheçamos um tema: nosso cérebro pode enganar-nos para fazer-nos achar que sabemos mais do que sabemos realmente. Uma equipe de psicólogos da Universidade de Cornell realizou um experimento a respeito de um fenômeno chamado "overclaiming", que poderíamos traduzir como superestimativa dos próprios conhecimentos, com frequência com o objetivo de demonstrar que somos mais espertos do que somos em realidade.

Os participantes do estudo deviam qualificar a si mesmos em uma série de temas, e depois deviam qualificar quão bem manejavam 15 termos especializados dos temas que supostamente conheciam melhor. O que não sabiam é que três destes termos eram falsos. A pesquisa deixou evidente que se um participante dissesse que conhecia muito bem certo tema, tinha mais probabilidades de afirmar que conhecia algum dos três termos falsos, isto é, de superestimar seu próprio conhecimento.


A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

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A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

Por muito que pensemos em praticar uma ética utilitarista, racional e lógica, em que nossos julgamentos morais estejam ponderados e sejam equitativos, a verdade é que a maioria de nossas intuições morais brotam de forma tão alambicada como uma selva tropical.

A razão é que, ademais, nossa conduta não obedece a comportamentos estáticos e permanentes de caráter aplicáveis a todos os contextos. E isto é algo que começamos a saber faz quase cem anos, graças a alguns experimentos realizados na década de 1920.

Realizada pelos psicólogos da Universidade de Yale Hugh Harsthorne e Mark May, a pesquisa abrangeu 10.000 alunos aos quais ofereceram a oportunidade de mentir, enganar e roubar em uma variedade de situações.

As conclusões foram totalmente imprevisíveis, caóticas e alheias a padrões, tal e qual explica David Brooks em seu livro "The Social Animal":


Explicando as piores pandemias da história

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Um episódio sombrio de After Skool conta a história das piores pandemias do mundo e explica o que podemos aprender com elas usando uma combinação de ilustrações do quadro branco e fotos históricas.

Ao longo da história, presenciamos várias pandemias como varíola e tuberculose. Uma das pandemias mais devastadoras foi a Peste Negra, que matou cerca de 100 a 200 milhões de pessoas no século XIV. As pandemias atuais incluem HIV/AIDS e a covid-19. Outras notáveis ​​incluem a pandemia da gripe de 1918 (gripe espanhola) e a pandemia de gripe de 2009 (H1N1).

A triste conclusão é que os humanos confiam em um sistema muito frágil que pode ser revertido a qualquer momento, mas existem medidas positivas que podemos tomar para mitigar o colapso social, incluindo o próprio medo.


Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

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Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

O velho ditado diz que a felicidade é contagiosa. Uma pesquisa sugere que poderia realmente existir algum argumento científico para sustentar isso. A felicidade, dizem os cientistas, tem um cheiro distinto que os seres humanos podem sentir um no outro. E quando temos uma boa lufada de alegria de outra pessoa, somos mais felizes também.

A chave está em nosso suor, segundo o cientista Gün Semin, da Universidade de Utrecht, na Holanda, pesquisador sênior do estudo, "Being exposed to sweat produced under happiness induces a simulacrum of happiness in receivers, and induces a contagion of the emotional state."

Ele e sua equipe coletaram amostras de suor de um grupo de 12 homens enquanto eles observavam vídeos destinados a induzir diferentes emoções, como felicidade e medo. As amostras de suor foram então repassados a um grupo de voluntárias para que cheirassem.


As experiências reais que inspiraram Frankenstein

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O romance de Mary Shelley, Frankenstein, foi escrito em 1818 e publicado em 1820. O livro era ficção, mas trazia ao público questões de ciência, filosofia e ética de uma maneira que as explicações da ciência dura não alcançavam. No entanto, as discussões sobre a natureza da vida e da morte e o que o homem e seu conhecimento poderiam fazer a respeito estavam na primeira linha da ciência na época, devido a alguns experimentos muito reais, semelhantes aos do Dr. Frankenstein. Vox aborda neste vídeo como os cientistas da época estavam empurrando os limites da própria vida.


Um orgasmo memorável pode apagar sua memória

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Um orgasmo memorável pode apagar sua memória

Em 2012 registrou-se um caso na cidade de Washington (EUA) no qual uma mulher de 54 anos foi levada ao atendimento de emergências do Hospital da Universidade de Georgetown, aterrorizada, pois não recordava nada durante as últimas 24 horas. De acordo com ela, a súbita amnésia tinha ocorrido uma hora após ter um apaixonado encontro sexual com seu namorado. Depois de uma minuciosa análise, inclusive considerando a possibilidade da ingestão de um "boa noite Cinderela", os médicos diagnosticaram uma estranha manifestação de amnésia global transitória (TGA por suas siglas em inglês).


A realização científica de 2020, segundo a Science

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Na ciência, como em tudo o mais, a pandemia dominou todas as outras notícias em 2020. A mudança climática foi a próxima, trazendo incêndios, furacões e lutas políticas às nossas manchetes e cruzando um ponto sem volta nas páginas internas. A revista Science apresenta seus principais avanços científicos de 2020 acima.

O fato é que a cada ano, editores e pesquisadores escolhem uma das principais realizações como a Revolução Científica do Ano. Este ano, essa honra vai para as várias vacinas contra a covid-19 que tiveram sucesso em grandes testes em humanos e agora estão sendo implantadas em todo o mundo.

De qualquer forma, a ciência também chega ao fm de 2020 capenga de tanto ser maltratada, porque há um culto à ignorância -de Dunning-Kruger- no Mundo, e sempre existiu, mas 2020 foi "punk". Como disse Isaac Asimov certa vez:

- "A tensão provocada pelo antiintelectualismo é um problema constante em nossa vida política e cultural, alimentado pela falsa noção de que democracia significa que 'minha ignorância é tão boa quanto o seu conhecimento.'"

E graças aos avanços científicos, que deram vozes aos ignorantes, trolls politicamente motivados e negacionistas de evidências científicas podem promulgar mentiras e o caos nas redes sociais.


Epigenética: como nossa saúde e nossos traumas são herdados a nossos filhos

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Epigenética: como nossa saúde e nossos traumas são herdados a nossos filhos

Nos últimos anos a epigenética demonstrou que nossa concepção da herança como somente limitada ao DNA é errônea, já que é possível transmitir experiências a nossos filhos, as quais não se inscrevem no DNA. O vídeo no final deste post mostra como funciona um singelo exemplo na epigenética.

No caso de uma série de ratos de laboratório que receberam eletrochoques quando eram expostos a acetofenona, as seguintes gerações também desenvolveram neurônios sensíveis a este cheiro de frutas, transmitindo assim sua experiência do temor a este sinal, algo que evolutivamente poderia ser muito útil.


O contato visual direto implica mais hostilidade do que boa fé

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O contato visual direto implica mais hostilidade do que boa fé

O contato visual costuma ser ponderado como uma importante arma de persuasão na retórica e na conversa cotidiana: as "janelas da alma", os olhos, são associados com a boa fé dos interlocutores e com a ideia de que o que dizem é verdade. Mas esta ideia não parece ter bases científicas: em uma pesquisa realizada pela Universidade de British Columbia, e publicada na revista Psychological Science, a psicóloga Frances Chen estudou um grupo de voluntários com tecnologia que permite seguir o olhar dos interlocutores, não só de quem fala.

Depois de vários experimentos, Frances chegou a conclusão que o contato visual só é efetivo quando o receptor já se encontra convencido de antemão do ponto de vista do emissor. Um outro experimento demonstrou que aqueles que escutam podem se sentir mais próximos no ponto de vista do emissor ao observar sua boca, não seus olhos.


Como tratar a infestação de pulgas de mais de 100 gatos grandes

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Por si só, a puliciose, a infestação por pulgas -geralmente da pulga do gato (Ctenocephalides felis)- é um dos principais problemas de pele dos gatos pois pode ser tão frequente quanto difícil de ser eliminado ou inclusive identificado, porque os gatos se lambem muito e acabam mascarando o problema.

Para piorar essas pulgas são vetores de doenças infecciosas e, além de minar o pobre bichinho, provocando anemia, fraqueza e inclusive morte nos casos mais graves, infectam também o ser humano. Existem diversos métodos de acabar com essas pulgas (consulte seu veterinário), mas nenhum deles terá efeito se o ambiente não for higienizado em conjunto, porque os ovos, larvas e pupa não ficam no pelo do gato e sim no chão, no tapete, sofá, cama, etc.

Tristemente, o problema também alcança os grandes felinos. Então, imagine, se já é complicado tratar nossas bolas de pelo e suas unhas afiadas, como seria ainda mais se esses animais fossem puro músculo. O Big Cat Rescue mostra neste vídeo o que eles fazem para tratar suas dezenas de grandes gatos.


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