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O riso revela nossas ideias mais entranhadas

LuisaoCS

O riso revela nossas ideias mais entranhadas

O humor é importante, ao menos certa classe de humor paradoxal. Porque a ironia, a chacota e a paródia costumam revelar as contradições que tentamos ocultar, tanto dos demais quanto de nós mesmos.

Pela mesma razão, as pessoas que menos se autoenganam ou que são mais conscientes de sua própria impostura e, por extensão, a dos demais, apreciam mais facilmente o humor, se ofendem menos com ele, toleram mais a gargalhada, assumem a ideia essencial de que tudo pode ser objeto de deboche, e que colocar limites é espinhoso enquanto cada um de nós tem o limite em um ponto diferente.


E se a estimulação cerebral nos tornasse mais idiotas?

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E se a estimulação cerebral nos tornasse mais tontos?

A estimulação cerebral para melhorar o rendimento cognitivo se converteu em um dos temas de destaque da neurociência, até ao ponto de que algumas pessoas trocam informação e fabricam seus próprios dispositivos caseiros. A técnica em questão é denominada estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) e consiste em colocar uma série de eletrodos sobre o couro cabeludo e aplicar baixas correntes a nível superficial nas zonas escolhidas. Em determinados casos reclama-se que o sistema é capaz de melhorar o rendimento cognitivo das pessoas cabalmente, mas ainda há muito que estudar e demonstrar.

A equipe de Flavio Frohlich, da escola de medicina da Universidade de Carolina do Norte, desferiu um duro golpe à técnica há um par de anos com a publicação de um estudo que demonstrava que não só não tem grande efeito, senão que os voluntários submetidos à estimulação pioram com respeito ao grupo de controle. O trabalho, publicado na revista Behavioural Brain Research, sob o título "Transcranial direct current stimulation of frontal cortex decreases performance on the WAIS-IV intelligence test", consistiu em submeter 40 adultos saudáveis a uma série de testes que começavam e terminavam com um prova de inteligência convencional com perguntas sobre entendimento verbal, percepção, memória de trabalho e velocidade de resposta.


As surpreendentes semelhanças entre depressão e ansiedade

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A apresentadora do SciShow Psych, Brit Garner, explica as surpreendentes semelhanças entre depressão e ansiedade, apesar parecerem muito diferentes uma da outra. Brit analisa os sintomas, a química do cérebro por trás de ambas as condições, como podem existir simultaneamente, por que a medicação, particularmente o SSRI, funciona bem tanto para a ansiedade quanto para a depressão e como o instinto de congelamento de luta desempenha um grande papel na descoberta desses fatores.


Por que homens e mulheres experimentam o orgasmo de maneiras tão diferentes?

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Por que homens e mulheres experimentam o orgasmo de maneiras tão diferentes?

Ainda que biologicamente somos uma mesma espécie e, estruturalmente, nossa anatomia e fisiologia são idênticas, homens e mulheres temos diferenças corporais que, entre outras consequências, nos fazem experimentar de maneira diferente os mesmos fatos e circunstâncias.

Este é o caso do orgasmo. Ainda que se trate de um fenômeno, em geral, compartilhado por duas pessoas, situadas no mesmo tempo e lugar e, mais que isso, ambas protagonistas e artífices do fato, a experiência tal e qual acontece no interior do cérebro de cada uma é notavelmente diferente, reflexo também das divergências fisiológicas ocorridas entre homem e mulher durante este momento. Por exemplo, a maneira em que o sangue irriga a zona genital, ou a intensidade das contrações pélvicas próprias do clímax sexual.


O que faz o cérebro do adolescente ante as críticas de uma mãe

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O que faz o cérebro do adolescente ante as críticas de uma mãe

Imagina que alguém escaneou seu cérebro enquanto sua mãe dizia que fosse para o seu quarto ou que mandasse estudar. Foi exatamente o que fez uma equipe de cientistas das universidades de Pittsburgh, Califórnia-Berkeley e Harvard liderados por Kyung Hwa Lee, que recrutaram 32 adolescentes com uma idade média de 14 anos (22 garotas) e analisaram sua atividade cerebral enquanto colocavam gravações de 30 segundos com a voz de sua mãe.

Nas gravações a mensagem da mãe tinha diferentes conteúdos e tons, em uns falava de algum tema sem transcendência, como a lista de compra, e em outros apelava diretamente com mensagens como, por exemplo, reclamando que não havia tirado o sapato ou tênis para entrar em casa. O resultado, segundo seus autores, indica que os adolescentes parecem fechar os processos cerebrais relacionados com a socialização e a empatia quando seus progenitores lhes criticam, como se fechassem em copas ante esse tipo de mensagens.


O mito sobre os lados esquerdo e direito do cérebro explicado

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Nós já falamos sobre o assunto quase uma dezena de vezes aqui no NDig. O problema é que essa mentira contada muitas vezes ganhou status de teoria quando não passa de uma hipótese muito mal formulada. Então é necessário desmenti-la uma vez e outra para que as pessoas parem de repetir a bobagem.

Nesta animação colorida explicam sobre o mito das personalidades do lado direito e esquerdo do cérebro. Mesmo que as metades separadas do cérebro possam desempenhar funções diferentes, os mesmos processos cognitivos existem em ambos os hemisférios do cérebro, embora a forma como a informação é interpretada de maneira diferente. O lado direito do cérebro procura informações importantes, enquanto o lado esquerdo procura detalhes, que não tem nada a ver com lado lógico e emocional e nem com 10% da cabeça animal, outra estultice.


Por que algumas pessoas recordam melhor seus sonhos?

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Por que algumas pessoas recordam melhor seus sonhos?

Por que algumas pessoas sempre podem recordar seus sonhos enquanto outras quase não os recordam? Um estudo, publicado pela revista Neuropsychopharmacology, sugere que a atividade de certa parte do cérebro poderia ter a resposta. Nele mostram que a região do cérebro chamada união temporoparietal registra mais atividade espontânea entre as pessoas que recordam seus sonhos regularmente, em comparação com as pessoas que raramente recordam.

Ao examinar a atividade cerebral espontânea de 41 pessoas através de tomografia por emissão de positrons, enquanto dormiam e enquanto permaneciam acordados, a metade dos voluntários recordava em média cinco sonhos à semana, enquanto a outra metade conseguia recordar mal um par de sonhos ao mês.


O músico nasce pronto ou é possível aprender?

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O músico nasce pronto ou é possível aprender?

O talento musical é desde certa perspectiva um dos maiores mistérios do ser humano, um dos quais, ao longo da história, debateram se pode ser adquirido ou irremediavelmente se nasce com ele, com certa inclinação por responder que os músicos verdadeiramente geniais são aqueles que em sua condição natural já vem carregados com esta espécie de software musical.

Agora, no entanto, com os novos recursos colocados a disposição da neurociência -uma das disciplinas mais ambiciosas e apaixonantes dos últimos tempos-, este dilema poderia ser melhor compreendido e talvez inclusive resolvido.


Cinco benefícios para a saúde proporcionadas pelo ato de perdoar

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Cinco benefícios para a saúde do ato de perdoar

Obstinar-se com a raiva é um dos sentimentos mais pesados e perturbadores que podemos ter, se não for o pior. Como supostamente disse Buda alguma vez: "Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de atirá-lo em alguém. Sempre quem segura o carvão sai queimado". Após tudo, guardar rancor causa maior dor psicológica do que à pessoa que nos lastimou. E, paradoxalmente, une-nos a essa pessoa bem mais profundamente do que queríamos.

Mas além disso, guardar rancores pode causar dor física. Em verdade podemos fazer um bem enorme a nosso corpo, assim como a nossa mente, se tomarmos o caminho do perdão. Existem muitos benefícios para a saúde que podem fazer com que reconsideremos se esse rancor realmente vale a pena.


Há cada vez mais indícios de que o Alzheimer poderia ser também, e em alguns casos, uma doença transmissível

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Há cada vez mais indícios de que o Alzheimer poderia ser também, e em alguns casos, uma doença transmissível

O Alzheimer poderia ser transmitido, segundo sugerem cada vez mais estudos, ainda que sejam casos muito pontuais. O responsável pelo transmissão seriam algumas proteínas letais e infecciosas, chamadas priões, que têm o potencial de serem transmitidas em equipamentos médicos ópticos porque estão presentes nos olhos das vítimas.

Também os acúmulos de peptídeos que se encontram no cérebro dos pacientes de Alzheimer podem ser transmissíveis da mesma maneira que os priões.

O priões, palavra acunhada em 1982 por Stanley B. Prusiner ao pesquisar uma série de doenças de caráter crônico e irreversíveis que afetavam o sistema nervoso central, é um acrônimo inglês derivado das palavras proteína e infecção.


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