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Cinco benefícios para a saúde proporcionadas pelo ato de perdoar

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Cinco benefícios para a saúde do ato de perdoar

Obstinar-se com a raiva é um dos sentimentos mais pesados e perturbadores que podemos ter, se não for o pior. Como supostamente disse Buda alguma vez: "Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de atirá-lo em alguém. Sempre quem segura o carvão sai queimado". Após tudo, guardar rancor causa maior dor psicológica do que à pessoa que nos lastimou. E, paradoxalmente, une-nos a essa pessoa bem mais profundamente do que queríamos.

Mas além disso, guardar rancores pode causar dor física. Em verdade podemos fazer um bem enorme a nosso corpo, assim como a nossa mente, se tomarmos o caminho do perdão. Existem muitos benefícios para a saúde que podem fazer com que reconsideremos se esse rancor realmente vale a pena.


Há cada vez mais indícios de que o Alzheimer poderia ser também, e em alguns casos, uma doença transmissível

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Há cada vez mais indícios de que o Alzheimer poderia ser também, e em alguns casos, uma doença transmissível

O Alzheimer poderia ser transmitido, segundo sugerem cada vez mais estudos, ainda que sejam casos muito pontuais. O responsável pelo transmissão seriam algumas proteínas letais e infecciosas, chamadas priões, que têm o potencial de serem transmitidas em equipamentos médicos ópticos porque estão presentes nos olhos das vítimas.

Também os acúmulos de peptídeos que se encontram no cérebro dos pacientes de Alzheimer podem ser transmissíveis da mesma maneira que os priões.

O priões, palavra acunhada em 1982 por Stanley B. Prusiner ao pesquisar uma série de doenças de caráter crônico e irreversíveis que afetavam o sistema nervoso central, é um acrônimo inglês derivado das palavras proteína e infecção.


O poder e a importância das carícias

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O poder e a importãncia das carícias

Nosso organismo conta com entre 6 ou 10 milhões de sensores tácteis que recolhem informação tanto do interior quanto do exterior do corpo, sendo o sentido do tato o mais compartilhado e também o mais duradouro, daí que a pele seja considerada uma espécie de órgão social e o tato um instrumento de grande potencial.

As caricias mostram-se, portanto, como um dos padrões deste sentido e, segundo uma pesquisa, estas são transmitidas a partir da pele até o cérebro por meio de nervos cuja velocidade de condução é muito lenta. As fibras nervosas tácteis (CTs), como são denominados aos nervos que respondem às carícias, tem uma limiar perceptivo muito baixo e os receptores que as ativam estão localizadas na pele com presença de pelos. Trata-se de exatamente os mesmos receptores que também conduzem as sensações de dor ao cérebro.


A primeira impressão dura em torno de 200 milisegundos

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A primeira impressão dura em torno de 200 milisegundos

É provável que tenha esquecido como conheceu cada pessoa que hoje faz parte de sua vida. A memória é frágil e indigna de confiança. De fato, eu mesmo esqueci o que ia dizer. O importante é que um experimento, publicado na revista Plos One, comprovou que podemos formar uma opinião sobre a personalidade de alguém com apenas 300 milisegundos após tê-lo conhecido, inclusive sem ver à pessoa, só ouvindo um “olá”.

O tom e outras características da metalinguagem portam valiosa informação a respeito do emissor, para além da mensagem, como seu estado de ânimo e intenção, mas em particular -diz o novo estudo- nos revelam dois dados vitais a respeito de sua personalidade habitual: se a pessoa é confiável e/ou dominante.


Por que as impressões digitais são únicas?

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O canal Minute Earth explica a ciência por trás das impressões digitais: como elas são formadas, por que elas desenvolvem seus padrões individuais e a matemática sobre por que não se reproduzem na natureza. É bem detalhado e faz você se perguntar como eles descobriram tudo isso?


A seleção natural em ação: bonecos animados e explicações simples

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Como mudam os seres vivos com a passagem do tempo? Por que algumas mutações são importantes e outras não? Que ocorre com as populações vistas como conjuntos? Desde os tempos de Darwin a ciência nos ensinou que a seleção natural é o processo que explica a evolução biológica. E não é necessário sair ao campo para comprovar: com uma boa simulação é possível inclusive vê-la em ação e entendê-la às mil maravilhas.

Neste vídeo podemos ver em dez minutos como funciona a seleção natural. O cenário está habitado por seres vivos que se movem e comem à cada ciclo que passa. Se encontram comida depois de se moverem, sobrevivem. Se não a encontram, morrem. A própria vida.

O resultado é que a seleção natural ocorre mediante uma espécie de competição, em que são as populações, não os indivíduos quem evoluem. Algo importante é que nem sempre o que ocorre é o melhor para a espécie (visto globalmente) e é difícil fazer predições, sobretudo quando o meio muda demais.

Há uma menção estelar ao gene egoísta, que falarão mais em próximos capítulos, que basicamente é uma das bases biológicas de nossa conduta: visto de outra forma, somos meras máquinas de transmissão desses genes, que nos permitem sobreviver segundo a passagem do tempo.


25 experimentos de química em 15 minutos: quando a ciência é quase magia

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Nesta apresentação TEDx o sempre espetacular professor Andrew Szydlo realiza 25 experimentos sobre química em tempo recorde: 15 minutos. Alguns são muito conhecidos, como a água que muda de cor ou diversos usos do nitrogênio líquido, mas outros nem tanto.

A apresentação tem um toque próprio de magos e ilusionistas ainda que tudo o que vemos nela é pura ciência, pelo que pode ser muito apropriada para aproximar os pequenos da química.

O que fica claro é que Szydlo tem muitas cartas na manga depois de ter fato inumeráveis apresentações e experimentos didáticos. O final com um monte de coisas explodindo e saltando pelos ares resulta certamente espetacular.


Declaram alerta por uma epidemia silenciosa que está matando mais pessoas que a AIDS

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Declaram alerta por uma epidemia silenciosa que está matando mais pessoas que a aids

Uma infecção viral, que se propaga através do sangue e fluídos corporais e invade as células hepáticas até afetar gravemente o fígado, está provocando a cada ano a morte de um milhão de pessoas em todo o planeta. Atualmente, mais de 250 milhões de pessoas são portadoras do vírus da hepatite B, número que é sete vezes maior que a de pacientes com HIV, assinalou a Nature.

Em ano 2016, as mortes ocasionadas por hepatite B -que a sua vez desencadeou câncer de fígado ou cirrose- superaram o número de mortes por causa de doenças mais temidas, como a AIDS, a tuberculose ou a malaria. Isto apesar de que essa variante de hepatite pode ser prevenida através de uma vacina, e também é possível tratá-la com os mesmos medicamentos antirretrovirais utilizados para combater o HIV.


Descobrem um muito antigo ancestral do ser humano que tinha o tamanho de um elefante

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Descobrem um muito antigo ancestral do ser humano que tinha o tamanho de um elefante

Cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, junto com colegas da Polônia, encontraram os restos de um dicinodonte, o ancestral mais antigo dos seres humanos e de todos os demais mamíferos, e o achado indica que estes animais chegavam a ser tão grandes como elefantes ou dinossauros, segundo o estudo publicado semana passada na revista Science.

O dicinodonte (espécie pertencente a um dos grupos de protomamíferos) foi encontrado no povoado polonês de Lisowice e foi nomeado Lisowicia bojani, em reconhecimento a essa localidade e um anatomista comparativo alemão, Ludwig Heinrich Bojanus, conhecido por fazer várias descobertas anatômicas importantes.


Estudo revela que limpar a chupeta ao bebê com saliva reduz o risco do desenvolvimento de alergias e asma

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Estudo revela que limpar a chupeta ao bebê com saliva reduz o risco do desenvolvimento de alergias e asma

Os bebês cujos pais limpam a chupeta com a boca após que caiam no chão são menos propensos ao desenvolvimento de alergias e asma, concluiu a organização de atenção médica Henry Ford Health System, de Míchigan, nos EUA, em um estudo apresentado na reunião do Colégio Americano de Alergias, Asma e Imunologia.

Ao limpar a chupeta com sua própria saliva, os pais reduzem os riscos de desenvolvimento de alergias nos organismos dos bebês, transferindo os micróbios orais saudáveis que contribuem à estimulação do sistema imunológico das crianças.


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