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O curioso e precavido comportamento do bicho-folha gigante da Malásia

LuisaoCS

Em um episódio da série KQED Deep Look, a apresentadora Lauren Sommer explica o ciclo de vida do incrível bicho-folha da Malásia, gigante e camuflado. Lauren nota particularmente como os jovens fazem uma dança altamente ativa e instintiva até a árvore mais próxima, apenas para permanecer completamente imóvel pelo resto de suas vidas.


A ciência por trás da persuasão eficaz

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Em uma animação aparentemente presciente, o Dr. Robert Cialdini e Steve Martin explicam a ciência da persuasão eficaz. Ao fazer isso, eles esclarecem seis princípios que preveem mudanças práticas sem comprometer o custo ou a ética. De fato, os pesquisadores estudam os fatores que nos influenciam a dizer sim ao pedido de outras pessoas há mais de 60 anos. E não há dúvida de que existe uma ciência de como somos persuadidos. Por isso precisamos de atalhos ou regras práticas para orientar nossa tomada de decisão.


A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

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A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

Por muito que pensemos em praticar uma ética utilitarista, racional e lógica, em que nossos julgamentos morais estejam ponderados e sejam equitativos, a verdade é que a maioria de nossas intuições morais brotam de forma tão alambicada como uma selva tropical.

A razão é que, ademais, nossa conduta não obedece a comportamentos estáticos e permanentes de caráter aplicáveis a todos os contextos. E isto é algo que começamos a saber faz quase cem anos, graças a alguns experimentos realizados na década de 1920.

Realizada pelos psicólogos da Universidade de Yale Hugh Harsthorne e Mark May, a pesquisa abrangeu 10.000 alunos aos quais ofereceram a oportunidade de mentir, enganar e roubar em uma variedade de situações.

As conclusões foram totalmente imprevisíveis, caóticas e alheias a padrões, tal e qual explica David Brooks em seu livro "The Social Animal":


Esta é a fonte de felicidade em seu cérebro

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Esta é a fonte de felicidade em seu cérebro

O neurocientista japonês Wataru Sato deu um passo importante no entendimento da neurologia da felicidade. Em um estudo de 2016 ele descobriu que as pessoas mais felizes têm um pre-cúneo maior. O pre-cúneo é uma zona na parte traseira do cérebro, escondida entre os dois hemisférios. A pesquisa citada é a primeira em relacionar esta área com a felicidade.

A equipe de pesquisadores comandados por Sato perguntou as pessoas sobre os dois componentes principais da felicidade, e os participantes assinalaram os seguintes:


O que está escondido no fundo do mar?

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Se ao menos as águas profundas do mar fossem tão coloridas quanto um vídeo de Kurzgesagt! A luz do sol não pode penetrar nas profundezas do oceano, mas existem criaturas vivendo lá. Eles são tão diferentes da vida aqui na superfície que tudo lá faz parecer um planeta alienígena. E quanto mais fundo você vai, mais estranho fica. Este passeio em alto mar dura dez minutos.


Espetacular time-lapse da divisão celular de um óvulo

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Cada um de nós começou a existir assim. Parece uma imagem gerada por computador, mas não é. O vídeo do fotógrafo Francis Chee recolhe a sequência de imagens da divisão celular do óvulo de uma rã. Ao todo, os 23 segundos de vídeo resumem um processo que leva umas 33 horas. Nesse tempo a divisão celular produz milhares ou milhões de células filhas, em um processo que continua até que daquilo sai uma rãzinha comum que começa a coachar e a dar saltos.

Eu pensei em mostrar para um amigo estulto que ri sobre a teoria da sopa primordial, mas logo desisti pois ele logo recorreria ao argumento do milagre.


Os fãs do heavy metal são mais felizes que os que escutam outro tipo de música

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Os fãs do heavy metal são mais felizes que os que escutam outro tipo de música

O estereotipo do metaleiro associa-o com o brutal, o agressivo, o obscuro e com o que essencialmente sai do decibel do bem-estar comum. Antes, autoridades e pais de família declaravam sua preocupação de que grupos como Carcass e Metallica estavam incitando os jovens a uma escuridão moral e espiritual, incluindo a adoração do Demônio. Isto é, estava (e ainda está) associado justo com o oposto do paradigma cultural da felicidade. Mas um estudo de 2016 chegou a conclusão que os metaleiros dos anos 80 eram significativamente mais felizes em sua juventude, e atualmente estão mais acomodados que o restante de sua geração e inclusive seus colegas universitários.

É um simpático paradoxo se levarmos em conta que os metaleiros, que são quase caricaturescamente a antítese do #behappy, terminam sendo os mais cientificamente felizes e funcionais de todos, o que é, certamente, uma crítica categórica aos estereótipos new age da felicidade.


Como pegar sífilis

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Este é um filme educacional de 1974. O que me parece estranho porque duvido que ensino médio de 1974 mostrasse algo assim. A coisa mais próxima que chegamos à educação sexual naquela época eram as aulas de português de um padre que adora contar piada suja, que de vez em quando resvalava para o assunto sério. Mas os tempos mudaram.


O elo perdido que não era

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Durante muito tempo, os cientistas procuraram o "elo perdido" que provaria que os humanos tem um ancestral comum com os macacos. Esse elo perdido seria um ponto médio entre o macaco e o humano. Mas não há "ponto médio" porque não é assim que a evolução funciona. Não podemos sequer chegar a um acordo sobre o que "humano" realmente significa na escala evolutiva. A história do O homem de Piltdown é apenas um capítulo da longa história de como os cientistas revelaram a história evolutiva dos seres humanos.


Por que o escorbuto não deveria existir

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Escorbuto é uma doença de deficiência, sofrida por aqueles que não recebem quantidade suficiente de vitamina C. Mas ao mesmo tempo, em nossa evolução, os seres humanos conseguiam fabricar sua própria vitamina C em seus corpos, assim como a própria vitamina D, também. Mas em algum lugar ao longo do caminho, perdemos essa capacidade e tivemos que aprender a procurar vitamina C da maneira mais difícil.


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