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O contato visual direto implica mais hostilidade do que boa fé

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O contato visual direto implica mais hostilidade do que boa fé

O contato visual costuma ser ponderado como uma importante arma de persuasão na retórica e na conversa cotidiana: as "janelas da alma", os olhos, são associados com a boa fé dos interlocutores e com a ideia de que o que dizem é verdade. Mas esta ideia não parece ter bases científicas: em uma pesquisa realizada pela Universidade de British Columbia, e publicada na revista Psychological Science, a psicóloga Frances Chen estudou um grupo de voluntários com tecnologia que permite seguir o olhar dos interlocutores, não só de quem fala.

Depois de vários experimentos, Frances chegou a conclusão que o contato visual só é efetivo quando o receptor já se encontra convencido de antemão do ponto de vista do emissor. Um outro experimento demonstrou que aqueles que escutam podem se sentir mais próximos no ponto de vista do emissor ao observar sua boca, não seus olhos.


Como tratar a infestação de pulgas de mais de 100 gatos grandes

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Por si só, a puliciose, a infestação por pulgas -geralmente da pulga do gato (Ctenocephalides felis)- é um dos principais problemas de pele dos gatos pois pode ser tão frequente quanto difícil de ser eliminado ou inclusive identificado, porque os gatos se lambem muito e acabam mascarando o problema.

Para piorar essas pulgas são vetores de doenças infecciosas e, além de minar o pobre bichinho, provocando anemia, fraqueza e inclusive morte nos casos mais graves, infectam também o ser humano. Existem diversos métodos de acabar com essas pulgas (consulte seu veterinário), mas nenhum deles terá efeito se o ambiente não for higienizado em conjunto, porque os ovos, larvas e pupa não ficam no pelo do gato e sim no chão, no tapete, sofá, cama, etc.

Tristemente, o problema também alcança os grandes felinos. Então, imagine, se já é complicado tratar nossas bolas de pelo e suas unhas afiadas, como seria ainda mais se esses animais fossem puro músculo. O Big Cat Rescue mostra neste vídeo o que eles fazem para tratar suas dezenas de grandes gatos.


Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

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Cientistas dizem que podemos cheirar felicidade

O velho ditado diz que a felicidade é contagiosa. Uma pesquisa sugere que poderia realmente existir algum argumento científico para sustentar isso. A felicidade, dizem os cientistas, tem um cheiro distinto que os seres humanos podem sentir um no outro. E quando temos uma boa lufada de alegria de outra pessoa, somos mais felizes também.

A chave está em nosso suor, segundo o cientista Gün Semin, da Universidade de Utrecht, na Holanda, pesquisador sênior do estudo, "Being exposed to sweat produced under happiness induces a simulacrum of happiness in receivers, and induces a contagion of the emotional state."

Ele e sua equipe coletaram amostras de suor de um grupo de 12 homens enquanto eles observavam vídeos destinados a induzir diferentes emoções, como felicidade e medo. As amostras de suor foram então repassados a um grupo de voluntárias para que cheirassem.


O engano (e o autoengano) como forma de aumentar a inteligência

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Cada vez há mais pesquisadores que sugerem que a inteligência desempenha um importante papel nas estratégias do engano, inclusive em outras espécies não humanas. Por exemplo, entre os macacos há uma correlação entre o tamanho do neocórtex e o uso do engano tático na natureza, categoria que compreende qualquer classe de engano que possa oferecer alguma vantagem evolutiva.

Da mesma forma, o tamanho relativo do neocórtex oferece uma medida razoável da inteligência relativa, em particular da inteligência social. Talvez também ocorra o mesmo com o autoengano, tal e qual explica Robert Trivers em seu livro "The Folly of Fools":


Minúsculas bombas em seu sangue

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"Pequenas bombas no seu sangue" podem soar como uma descrição de uma doença mortal, mas é perfeitamente normal. Isto é sobre o seu sistema imunológico, ou mais especificamente, o "sistema complemento", uma rede complexa de proteínas que interagem de formas surpreendentes para nos proteger da infecção. O trabalho de equipe exibido por essas proteínas é nada menos do que surpreendente, e tudo acontece em uma escala que até os microscópios lutam para ver.


Quais alimentos realmente ajudam a combater o envelhecimento

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Quais alimentos realmente ajudam a combater o envelhecimento

Os cogumelos, em particular os conhecidos como Boletus edulis (como míscaro ou tortulho), contêm quantidades inusualmente altas de dois antioxidantes, motivo pelo qual poderiam ajudar a combater o envelhecimento e reforçar a saúde, segundo uma equipe de pesquisadores da Universidade da Pensilvânia.

Um estudo realizado por estes especialistas determinou que os fungos têm grandes quantidades de ergotioneina e glutationa, dois antioxidantes de grande importância, informou Robert Beelman, professor emérito de ciências da alimentação e diretor do Centro Estatal de Plantas e Produtos de Fungos para a Saúde, da referida universidade.

Desta maneira, seu consumo ajudaria a neutralizar os impactos negativos do estresse sobre o corpo humano. Os pesquisadores também descobriram que as quantidades de ambos compostos variam muito entre as diferentes espécies de cogumelos.

Beelman disse que, sem dúvida, os eles são a maior fonte destes dois antioxidantes e que algumas de suas variedades estão realmente "cheias de ambos". As quantidades de ergotioneína e glutationa nos fungos varia segundo a espécie, e são os porcinos -uma variedade silvestre- os que contêm maior abundância de ambos compostos, entre as 13 analisadas.

Outros cogumelos mais comuns, como o champignon (Agaricus bisporus), têm menos antioxidantes, ainda que sempre em proporção mais alta que a maioria dos demais alimentos.

Segundo os especialistas, futuras pesquisas deveriam considerar o papel que possam desempenhar a ergotioneína e a glutationa na diminuição de doenças neurodegenerativas como o Parkinson ou Alzheimer.

Via | Penn State.


A maior parte do que percebemos é uma ilusão criada por nosso cérebro

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A maior parte do que percebemos é uma ilusão criada por nosso cérebro

Diz o historiador e teórico Georges Didi-Huberman em seu livro "A invenção da histeria": "Mas quem sabe que é a “coisa real”? Quem sabe onde está a linha divisória entre o que inventamos e a realidade?" Ao que parece a neurociência cognitiva tem algumas respostas a respeito.

Segundo estudos realizados pela neurocientista Susana Martínez-Conde, diretora do laboratório de Neurociência Visual do Instituto Barrow, em Phoenix, a maior parte da realidade é inventada pelo cérebro, pois pese a sua complexa estrutura, também é uma máquina limitada.


Cinco benefícios para a saúde proporcionados pelo ato de perdoar

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Cinco benefícios para a saúde do ato de perdoar

Obstinar-se com a raiva é um dos sentimentos mais pesados e perturbadores que podemos ter, se não for o pior. Como supostamente disse Buda alguma vez: "Persistir na raiva é como apanhar um pedaço de carvão quente com a intenção de atirá-lo em alguém. Sempre quem segura o carvão sai queimado". Após tudo, guardar rancor causa maior dor psicológica do que à pessoa que nos lastimou. E, paradoxalmente, une-nos a essa pessoa bem mais profundamente do que queríamos.

Mas além disso, guardar rancores pode causar dor física. Em verdade podemos fazer um bem enorme a nosso corpo, assim como a nossa mente, se tomarmos o caminho do perdão. Existem muitos benefícios para a saúde que podem fazer com que reconsideremos se esse rancor realmente vale a pena.


A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

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A moral é mais irracional do que racional à maioria das vezes

Por muito que pensemos em praticar uma ética utilitarista, racional e lógica, em que nossos julgamentos morais estejam ponderados e sejam equitativos, a verdade é que a maioria de nossas intuições morais brotam de forma tão alambicada como uma selva tropical.

A razão é que, ademais, nossa conduta não obedece a comportamentos estáticos e permanentes de caráter aplicáveis a todos os contextos. E isto é algo que começamos a saber faz quase cem anos, graças a alguns experimentos realizados na década de 1920.

Realizada pelos psicólogos da Universidade de Yale Hugh Harsthorne e Mark May, a pesquisa abrangeu 10.000 alunos aos quais ofereceram a oportunidade de mentir, enganar e roubar em uma variedade de situações.

As conclusões foram totalmente imprevisíveis, caóticas e alheias a padrões, tal e qual explica David Brooks em seu livro "The Social Animal":


A pobreza pode determinar a capacidade cognitiva de uma pessoa?

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A pobreza pode determinar a capacidade cognitiva de uma pessoa?

O cérebro humano não aparece de uma vez no panorama fetal, senão que suas estruturas se incorporam pouco a pouco umas a outras em um processo que começa no ventre e continua até a primeira parte da idade adulta. Mas tivemos que aguardar até os anos 90 do século passado para que começassem a pesquisar os efeitos de certas drogas e comportamentos sociais (como a violência intra-familiar ou o abuso sexual) no desenvolvimento do córtex cerebral.

Uma pesquisa de Pat Levitt, neurologista pediátrico do Hospital Infantil de Los Angeles, passou 20 anos estudando condições de crescimento fetal extremo, como uso de crack e pobreza em zonas urbanas marginalizadas. Foi um dos especialistas que entrou em polêmicas ao dizer que na realidade os bebês são mais fortes do que se pensava, pois podem atravessar o período de gravidez sem graves consequências apesar dos hábitos da mãe.


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