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Escutar esta canção reduzirá sua ansiedade em 65%

LuisaoCS

A ansiedade presume hoje ser quase onipresente entre as pessoas, ao menos entre as que vivemos em grandes cidades, hiperconectados às redes e com um estilo de vida regido pelo consumo, trabalho e/ou entretenimento. Esta condição, de viver ansioso, transformou-se em uma espécie de prisão que traz tristes consequências para nossa saúde física e mental. Talvez por isso tenha massificado a busca de ferramentas ou recursos que nos permitam enfatizar a ansiedade e assim viver muito melhor do que vivemos.

Por outro lado, há séculos, a música converteu-se em um dos melhores acompanhantes do ser humano, um estímulo formoso com o qual pode adereçar seu caminho e ao mesmo tempo um catalizador de estados de humor: recordemos que a música pode nos ajudar a superar a tristeza ou a mergulhar nela de vez, nos tranquilizar ou ativar, incentivar a criatividade ou inclusive a curar doenças com maior rapidez. Neste sentido não deveria nos surpreender que dentro do contexto atual, com a ansiedade como uma das deidades contemporâneas, existam peças musicais que possam contribuir significativamente a combatê-la.

Uma equipe de pesquisadores do Minlab International propôs-se encontrar as peças musicais que mais ajudam contra a ansiedade. Entre as obras que reuniram e analisaram com voluntários, os neurocientista descobriram uma em particular que demonstrou resultados espetaculares. De fato, comprovaram que escutá-la reduziu em média 65% os níveis de ansiedade das pessoas.

Os efeitos calmantes desta peça, composta por Marconi Union, são mais surpreendentes se considerarmos que o trio britânico a compôs, ou melhor dito desenhou, explicitamente para conseguir tais resultados. De fato "Weightless" foi considerada há um par de anos como a "canção mais relaxante da história".

Em todo caso recomendamos que a tenha sempre perto para que comprove escutá-la nesses momentos de muita ansiedade, estresse ou insônia, que lamentavelmente são cada vez mais frequentes. Os resultados são surpreendentes: apenas feche os olhos, concentre-se nos sons e goze a sensação de leveza que este track fornece (ainda que o vídeo seja igualmente hipnótico).


Explicando as piores pandemias da história

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Um episódio sombrio de After Skool conta a história das piores pandemias do mundo e explica o que podemos aprender com elas usando uma combinação de ilustrações do quadro branco e fotos históricas.

Ao longo da história, presenciamos várias pandemias como varíola e tuberculose. Uma das pandemias mais devastadoras foi a Peste Negra, que matou cerca de 100 a 200 milhões de pessoas no século XIV. As pandemias atuais incluem HIV/AIDS e a covid-19. Outras notáveis ​​incluem a pandemia da gripe de 1918 (gripe espanhola) e a pandemia de gripe de 2009 (H1N1).

A triste conclusão é que os humanos confiam em um sistema muito frágil que pode ser revertido a qualquer momento, mas existem medidas positivas que podemos tomar para mitigar o colapso social, incluindo o próprio medo.


O truque dos pica-paus para não sofrer lesões cerebrais quando bicam os troncos

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Provavelmente você nunca tenha pensado até agora como demônios os pica-paus conseguem bica os tronco com força, e não acabar com graves lesões cerebrais. Calcula-se que eles podem chegar a martelar o tronco de uma árvore uma média de 20 vezes por segundo. Desta forma conseguem fazer buracos para conseguir um bom jantar em forma de insetos ou seiva.

Ao comparar os crânios de pica-paus e frangos, os cientistas descobriram que os pássaros têm adaptações de absorção de impacto que outras aves não têm. Isto inclui ossos especializados do crânio, músculos do pescoço, bicos e ossos da língua. Os ossos do crânio têm uma composição química e densidade diferentes. Por exemplo, existe uma adaptação estrutural conseguida através do aumento de minerais nos ossos para torná-los mais rígidos e fortes em comparação com outras aves.


Fatos verdadeiros sobre o camarão-esqueleto

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O camarão-esqueleto não é nem camarão nem esqueleto, senão que um caprelídeo da ordem de anfípodes, mas é divertido de assistir. Na verdade, você apreciaria este vídeo se fosse apenas visual, mas é claro que também temos uma descrição comparativa de dos caprelídeos em termos coloridos. Por exemplo, você tentará imaginar uma pessoa bêbada em um saco de dormir tentando atender uma campainha. Aparentemente, os camarões-fantasmas também são conhecidos por seu dimorfismo sexual.


Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

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Achar que você sabe muito sobre um tema é uma forma de autoengano

Não importa que tão a fundo conheçamos um tema: nosso cérebro pode enganar-nos para fazer-nos achar que sabemos mais do que sabemos realmente. Uma equipe de psicólogos da Universidade de Cornell realizou um experimento a respeito de um fenômeno chamado "overclaiming", que poderíamos traduzir como superestimativa dos próprios conhecimentos, com frequência com o objetivo de demonstrar que somos mais espertos do que somos em realidade.

Os participantes do estudo deviam qualificar a si mesmos em uma série de temas, e depois deviam qualificar quão bem manejavam 15 termos especializados dos temas que supostamente conheciam melhor. O que não sabiam é que três destes termos eram falsos. A pesquisa deixou evidente que se um participante dissesse que conhecia muito bem certo tema, tinha mais probabilidades de afirmar que conhecia algum dos três termos falsos, isto é, de superestimar seu próprio conhecimento.


Por que choramos? Qual é a função do choro?

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Por que choramos? Qual é a função do choro?

Apesar de conhecermos os mecanismos fisiológicos que intervêm na secreção das lágrimas e, até certo ponto, os fatores psicológicos que predispõem ao pranto, o ato de chorar segue como um grande mistério.

Inclusive o choro é capaz de sobrevir por motivos contraditórios, como bem recolheu William Blake em seus "Provérbios do inferno": "O excesso de tristeza ri; o excesso de alegria chora."

Pois se isto já não fosse bastante mistério, o ato de chorar emocionalmente é universal, acontece em todas as culturas. Por exemplo, durante os rituais funerários os integrantes de todas as sociedades choram, exceto em Bali (e inclusive ali). Os bebês também choram quando sentem fome ou dor. E também já sabemos que as mulheres choram mais do que os homens -e os bebês, mais do que as mulheres-.

Ademais, chorar é um traço exclusivamente humano. Darwin disse que "o pranto é uma das expressões específicas do homem".


Um orgasmo memorável pode apagar sua memória

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Um orgasmo memorável pode apagar sua memória

Em 2012 registrou-se um caso na cidade de Washington (EUA) no qual uma mulher de 54 anos foi levada ao atendimento de emergências do Hospital da Universidade de Georgetown, aterrorizada, pois não recordava nada durante as últimas 24 horas. De acordo com ela, a súbita amnésia tinha ocorrido uma hora após ter um apaixonado encontro sexual com seu namorado. Depois de uma minuciosa análise, inclusive considerando a possibilidade da ingestão de um "boa noite Cinderela", os médicos diagnosticaram uma estranha manifestação de amnésia global transitória (TGA por suas siglas em inglês).


Por que é tão ruim ter um pneuzinho ou gordura abdominal?

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Por que é tão ruim ter um pneuzinho ou gordura abdominal?

Pança, melancia, calo sexual, excesso de gostosura, estepe ou pneu. Independentemente do nome que recebe, desenvolver uma barriga proeminente pode ter consequências indesejadas. Segundo um estudo da Academia Americana de Neurologia, ter obesidade abdominal ao completar os quarenta anos triplica o risco de sofrer demência a partir dos setenta.

A isto devemos somar um estudo de Miriam A. Bredella, especialista em radiologia do Hospital Geral de Massachusetts (EUA), que demonstrou que a chamada "curva da felicidade" é acompanhada de uma redução na densidade mineral dos ossos e um aumento do risco de sofrer de osteoporose. Ademais, a gordura acumulada em torno da cintura praticamente duplica o risco de padecer de asma, de acordo com um estudo norueguês apresentado no ano passado.


A fisiologia dos ataques de pânico explicada

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O narrador do Life Noggin, Pat Graziosi, também conhecido como Blocko, explica nesse vídeo a fisiologia de um ataque de pânico, o que acontece dentro do corpo humano quando ocorre e o que causa este tipo de transtorno. Ataques de pânico podem fazer alguém sentir que perdeu o controle ou que a morte é iminente. Devido ao intenso medo que sentem, algumas pessoas vivem com medo constante de sofrer outro ataque, que é a definição de transtorno do pânico. Ele também fala sobre a "resposta de luta, fuga ou congelamento", causada por um excesso de adrenalina presente na corrente sanguínea.


Fatos verdadeiros sobre o incrível mudskipper anfíbio

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No último capítulo de sua série True Facts, Ze Frank nos diz tudo o que precisamos saber sobre os mudskippers, peixes anfíbios atualmente incluídos na família Oxudercidae. Eles são peixes incomuns, e não apenas porque são engraçados. Eles não evoluíram para andar em terra, mas o fazem de qualquer maneira. E isso é apenas o começo de sua estranheza.


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