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O poder e a importância das carícias

LuisaoCS

O poder e a importãncia das carícias

Nosso organismo conta com entre 6 ou 10 milhões de sensores tácteis que recolhem informação tanto do interior quanto do exterior do corpo, sendo o sentido do tato o mais compartilhado e também o mais duradouro, daí que a pele seja considerada uma espécie de órgão social e o tato um instrumento de grande potencial.

As caricias mostram-se, portanto, como um dos padrões deste sentido e, segundo uma pesquisa, estas são transmitidas a partir da pele até o cérebro por meio de nervos cuja velocidade de condução é muito lenta. As fibras nervosas tácteis (CTs), como são denominados aos nervos que respondem às carícias, tem uma limiar perceptivo muito baixo e os receptores que as ativam estão localizadas na pele com presença de pelos. Trata-se de exatamente os mesmos receptores que também conduzem as sensações de dor ao cérebro.


A primeira impressão dura em torno de 200 milisegundos

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A primeira impressão dura em torno de 200 milisegundos

É provável que tenha esquecido como conheceu cada pessoa que hoje faz parte de sua vida. A memória é frágil e indigna de confiança. De fato, eu mesmo esqueci o que ia dizer. O importante é que um experimento, publicado na revista Plos One, comprovou que podemos formar uma opinião sobre a personalidade de alguém com apenas 300 milisegundos após tê-lo conhecido, inclusive sem ver à pessoa, só ouvindo um “olá”.

O tom e outras características da metalinguagem portam valiosa informação a respeito do emissor, para além da mensagem, como seu estado de ânimo e intenção, mas em particular -diz o novo estudo- nos revelam dois dados vitais a respeito de sua personalidade habitual: se a pessoa é confiável e/ou dominante.


Por que as impressões digitais são únicas?

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O canal Minute Earth explica a ciência por trás das impressões digitais: como elas são formadas, por que elas desenvolvem seus padrões individuais e a matemática sobre por que não se reproduzem na natureza. É bem detalhado e faz você se perguntar como eles descobriram tudo isso?


A seleção natural em ação: bonecos animados e explicações simples

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Como mudam os seres vivos com a passagem do tempo? Por que algumas mutações são importantes e outras não? Que ocorre com as populações vistas como conjuntos? Desde os tempos de Darwin a ciência nos ensinou que a seleção natural é o processo que explica a evolução biológica. E não é necessário sair ao campo para comprovar: com uma boa simulação é possível inclusive vê-la em ação e entendê-la às mil maravilhas.

Neste vídeo podemos ver em dez minutos como funciona a seleção natural. O cenário está habitado por seres vivos que se movem e comem à cada ciclo que passa. Se encontram comida depois de se moverem, sobrevivem. Se não a encontram, morrem. A própria vida.

O resultado é que a seleção natural ocorre mediante uma espécie de competição, em que são as populações, não os indivíduos quem evoluem. Algo importante é que nem sempre o que ocorre é o melhor para a espécie (visto globalmente) e é difícil fazer predições, sobretudo quando o meio muda demais.

Há uma menção estelar ao gene egoísta, que falarão mais em próximos capítulos, que basicamente é uma das bases biológicas de nossa conduta: visto de outra forma, somos meras máquinas de transmissão desses genes, que nos permitem sobreviver segundo a passagem do tempo.


25 experimentos de química em 15 minutos: quando a ciência é quase magia

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Nesta apresentação TEDx o sempre espetacular professor Andrew Szydlo realiza 25 experimentos sobre química em tempo recorde: 15 minutos. Alguns são muito conhecidos, como a água que muda de cor ou diversos usos do nitrogênio líquido, mas outros nem tanto.

A apresentação tem um toque próprio de magos e ilusionistas ainda que tudo o que vemos nela é pura ciência, pelo que pode ser muito apropriada para aproximar os pequenos da química.

O que fica claro é que Szydlo tem muitas cartas na manga depois de ter fato inumeráveis apresentações e experimentos didáticos. O final com um monte de coisas explodindo e saltando pelos ares resulta certamente espetacular.


Declaram alerta por uma epidemia silenciosa que está matando mais pessoas que a AIDS

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Declaram alerta por uma epidemia silenciosa que está matando mais pessoas que a aids

Uma infecção viral, que se propaga através do sangue e fluídos corporais e invade as células hepáticas até afetar gravemente o fígado, está provocando a cada ano a morte de um milhão de pessoas em todo o planeta. Atualmente, mais de 250 milhões de pessoas são portadoras do vírus da hepatite B, número que é sete vezes maior que a de pacientes com HIV, assinalou a Nature.

Em ano 2016, as mortes ocasionadas por hepatite B -que a sua vez desencadeou câncer de fígado ou cirrose- superaram o número de mortes por causa de doenças mais temidas, como a AIDS, a tuberculose ou a malaria. Isto apesar de que essa variante de hepatite pode ser prevenida através de uma vacina, e também é possível tratá-la com os mesmos medicamentos antirretrovirais utilizados para combater o HIV.


Descobrem um muito antigo ancestral do ser humano que tinha o tamanho de um elefante

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Descobrem um muito antigo ancestral do ser humano que tinha o tamanho de um elefante

Cientistas da Universidade de Uppsala, na Suécia, junto com colegas da Polônia, encontraram os restos de um dicinodonte, o ancestral mais antigo dos seres humanos e de todos os demais mamíferos, e o achado indica que estes animais chegavam a ser tão grandes como elefantes ou dinossauros, segundo o estudo publicado semana passada na revista Science.

O dicinodonte (espécie pertencente a um dos grupos de protomamíferos) foi encontrado no povoado polonês de Lisowice e foi nomeado Lisowicia bojani, em reconhecimento a essa localidade e um anatomista comparativo alemão, Ludwig Heinrich Bojanus, conhecido por fazer várias descobertas anatômicas importantes.


Estudo revela que limpar a chupeta ao bebê com saliva reduz o risco do desenvolvimento de alergias e asma

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Estudo revela que limpar a chupeta ao bebê com saliva reduz o risco do desenvolvimento de alergias e asma

Os bebês cujos pais limpam a chupeta com a boca após que caiam no chão são menos propensos ao desenvolvimento de alergias e asma, concluiu a organização de atenção médica Henry Ford Health System, de Míchigan, nos EUA, em um estudo apresentado na reunião do Colégio Americano de Alergias, Asma e Imunologia.

Ao limpar a chupeta com sua própria saliva, os pais reduzem os riscos de desenvolvimento de alergias nos organismos dos bebês, transferindo os micróbios orais saudáveis que contribuem à estimulação do sistema imunológico das crianças.


Veja como é feita uma ecografia no maior tubarão do mundo

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Veja como é feita uma ecografia no maior tubarão do mundo

Uma equipe de cientistas e mergulhadores propôs-se a estudar uma das criaturas marinhas mais fascinantes do planeta, que por sua vez é uma das menos conhecidas: o maior tubarão do mundo (Rhincodon typus), melhor conhecido como tubarão-baleia. É por isto que realizaram as primeiras ecografias de uma fêmea desta espécie.

Os tubarões baleia medem em média uns 12 metros de comprimento, mas como costumam-se deslocar a uma grande profundidade -mais de 1.800 metros-, os biólogos marinhos têm certa dificuldade em seu estudo, em especial no que diz respeito a seu sistema reprodutivo.


Este dispositivo experimental abre a porta ao tratamento de lesões da coluna vertebral

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Este dispositivo experimental abre a porta ao tratamento de lesões da coluna vertebral

Vários experimentos recentes restauraram o movimento em pacientes com uma lesão da medula espinhal mediante a aplicação de estimulação elétrica contínua na medula. Mas um novo estudo, publicado na revista Nature, sugere que a possibilidade da chamada estimulação com padrão: um implante envia rajadas de estimulação dirigidas aos músculos que tentam se mover. Efetivamente, a estimulação produz segundo seja necessário, simulando aproximadamente o próprio mecanismo de sinalização do corpo.

O neurocientísta Grégoire Courtine, do Instituto de Tecnologia Suíço de Lausanne (EPFL), foi o encarregado de liderar este ensaio clínico, que foi realizado em pacientes com lesões medulares a mais de quatro anos de duração e paralisia parcial ou completa das extremidades inferiores.


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