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25 experimentos de química em 15 minutos: quando a ciência é quase magia

LuisaoCS

Nesta apresentação TEDx o sempre espetacular professor Andrew Szydlo realiza 25 experimentos sobre química em tempo recorde: 15 minutos. Alguns são muito conhecidos, como a água que muda de cor ou diversos usos do nitrogênio líquido, mas outros nem tanto.

A apresentação tem um toque próprio de magos e ilusionistas ainda que tudo o que vemos nela é pura ciência, pelo que pode ser muito apropriada para aproximar os pequenos da química.

O que fica claro é que Szydlo tem muitas cartas na manga depois de ter feito inumeráveis apresentações e experimentos didáticos. O final com um monte de coisas explodindo e saltando pelos ares resulta certamente espetacular.


Quão alto é o risco de efeitos colaterais de vacinas?

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Você já deve ter ouvido alguém, dizer que: - "A melhor parte de tomar uma vacina não é o pirulito,senão a parte em que você não fica doente nem morre." Basta perguntar a alguém que se lembra do pânico de surtos de doenças no passado, como a de pólio, catapora, sarampo ou varíola.

No entanto, nada neste mundo é totalmente livre de risco. A maioria dos medicamentos desenvolve efeitos colaterais em algumas pessoas, e mesmo que o número dessas pessoas seja muito pequeno, a ciência toma nota.

O coletivo Kurzgesagt nos mostra como funcionam as vacinas, usando o sarampo como exemplo e explica as chances de efeitos colaterais em números que podemos entender. De fato, o efeito colateral mais comum da vacina é menos crianças mortas.


A maior parte do que percebemos é uma ilusão criada por nosso cérebro

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Diz o historiador e teórico Georges Didi-Huberman em seu livro "A invenção da histeria": "Mas quem sabe que é a “coisa real”? Quem sabe onde está a linha divisória entre o que inventamos e a realidade?" Ao que parece a neurociência cognitiva tem algumas respostas a respeito.

Segundo estudos realizados pela neurocientista Susana Martínez-Conde, diretora do laboratório de Neurociência Visual do Instituto Barrow, em Phoenix, a maior parte da realidade é inventada pelo cérebro, pois pese a sua complexa estrutura, também é uma máquina limitada.


Porque é tão difícil descobrir o que causa o Transtorno Cognitivo Pós-Quimioterapia

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Hank Green, do SciShow, explica por que o comprometimento cognitivo que pode resultar do tratamento quimioterápico, também conhecido como Transtorno Cognitivo Pós-Quimioterapia, é muito difícil de identificar devido à ampla gama de cânceres, tratamentos e dados históricos. Como a identificação é difícil, o tratamento é elusivo, mas não necessariamente impossível. Os cientistas estão encontrando algum sucesso com o PAN-811, um inibidor da ribonucleotídeo redutase e neuroprotetor.


O segredo para ser rico e bem sucedido poderia estar em nossos genes

LuisaoCS

O segredo para ser rico e bem sucedido poderia estar em nossos genes

A chave do sucesso e da mobilidade social poderia estar em nossos genes, segundo apontou uma pesquisa realizada no ano passado por uma equipe de cientistas da Escola de Medicina da Universidade Duke em Durham, Carolina do Norte.

Os pesquisadores, que fizeram um estudo de associação do genoma completo (GWAS, por suas siglas em inglês) entre mais de 20.000 pessoas do Reino Unido, Nova Zelândia e EUA, chegaram à conclusão de que aquelas pessoas com certas variações genéticas ganhavam mais dinheiro, tinham melhores carreiras e chegavam mais alto em sua formação acadêmica.


O riso revela nossas ideias mais entranhadas

LuisaoCS

O riso revela nossas ideias mais entranhadas

O humor é importante, ao menos certa classe de humor paradoxal. Porque a ironia, a chacota e a paródia costumam revelar as contradições que tentamos ocultar, tanto dos demais quanto de nós mesmos.

Pela mesma razão, as pessoas que menos se autoenganam ou que são mais conscientes de sua própria impostura e, por extensão, a dos demais, apreciam mais facilmente o humor, se ofendem menos com ele, toleram mais a gargalhada, assumem a ideia essencial de que tudo pode ser objeto de deboche, e que colocar limites é espinhoso enquanto cada um de nós tem o limite em um ponto diferente.


E se a estimulação cerebral nos tornasse mais idiotas?

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E se a estimulação cerebral nos tornasse mais tontos?

A estimulação cerebral para melhorar o rendimento cognitivo se converteu em um dos temas de destaque da neurociência, até ao ponto de que algumas pessoas trocam informação e fabricam seus próprios dispositivos caseiros. A técnica em questão é denominada estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) e consiste em colocar uma série de eletrodos sobre o couro cabeludo e aplicar baixas correntes a nível superficial nas zonas escolhidas. Em determinados casos reclama-se que o sistema é capaz de melhorar o rendimento cognitivo das pessoas cabalmente, mas ainda há muito que estudar e demonstrar.

A equipe de Flavio Frohlich, da escola de medicina da Universidade de Carolina do Norte, desferiu um duro golpe à técnica há um par de anos com a publicação de um estudo que demonstrava que não só não tem grande efeito, senão que os voluntários submetidos à estimulação pioram com respeito ao grupo de controle. O trabalho, publicado na revista Behavioural Brain Research, sob o título "Transcranial direct current stimulation of frontal cortex decreases performance on the WAIS-IV intelligence test", consistiu em submeter 40 adultos saudáveis a uma série de testes que começavam e terminavam com um prova de inteligência convencional com perguntas sobre entendimento verbal, percepção, memória de trabalho e velocidade de resposta.


As surpreendentes semelhanças entre depressão e ansiedade

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A apresentadora do SciShow Psych, Brit Garner, explica as surpreendentes semelhanças entre depressão e ansiedade, apesar parecerem muito diferentes uma da outra. Brit analisa os sintomas, a química do cérebro por trás de ambas as condições, como podem existir simultaneamente, por que a medicação, particularmente o SSRI, funciona bem tanto para a ansiedade quanto para a depressão e como o instinto de congelamento de luta desempenha um grande papel na descoberta desses fatores.


Por que homens e mulheres experimentam o orgasmo de maneiras tão diferentes?

LuisaoCS

Por que homens e mulheres experimentam o orgasmo de maneiras tão diferentes?

Ainda que biologicamente somos uma mesma espécie e, estruturalmente, nossa anatomia e fisiologia são idênticas, homens e mulheres temos diferenças corporais que, entre outras consequências, nos fazem experimentar de maneira diferente os mesmos fatos e circunstâncias.

Este é o caso do orgasmo. Ainda que se trate de um fenômeno, em geral, compartilhado por duas pessoas, situadas no mesmo tempo e lugar e, mais que isso, ambas protagonistas e artífices do fato, a experiência tal e qual acontece no interior do cérebro de cada uma é notavelmente diferente, reflexo também das divergências fisiológicas ocorridas entre homem e mulher durante este momento. Por exemplo, a maneira em que o sangue irriga a zona genital, ou a intensidade das contrações pélvicas próprias do clímax sexual.


O que faz o cérebro do adolescente ante as críticas de uma mãe

LuisaoCS

O que faz o cérebro do adolescente ante as críticas de uma mãe

Imagina que alguém escaneou seu cérebro enquanto sua mãe dizia que fosse para o seu quarto ou que mandasse estudar. Foi exatamente o que fez uma equipe de cientistas das universidades de Pittsburgh, Califórnia-Berkeley e Harvard liderados por Kyung Hwa Lee, que recrutaram 32 adolescentes com uma idade média de 14 anos (22 garotas) e analisaram sua atividade cerebral enquanto colocavam gravações de 30 segundos com a voz de sua mãe.

Nas gravações a mensagem da mãe tinha diferentes conteúdos e tons, em uns falava de algum tema sem transcendência, como a lista de compra, e em outros apelava diretamente com mensagens como, por exemplo, reclamando que não havia tirado o sapato ou tênis para entrar em casa. O resultado, segundo seus autores, indica que os adolescentes parecem fechar os processos cerebrais relacionados com a socialização e a empatia quando seus progenitores lhes criticam, como se fechassem em copas ante esse tipo de mensagens.


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