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As invenções menos conhecidas de inventores famosos

LuisaoCS

Quando você se torna famoso por inventar algo que mudou o mundo, você não descansa em seus louros, porque o impulso que surgiu com uma ideia genial também funcionará para os outros. Em outras palavras, os inovadores precisam inovar. Aprenda sobre algumas das outras invenções que não receberam muita publicidade, ou que poderiam ter sido um fracasso, no último episódio do Mental Floss List Show.


A ciência confirma o que vovó já sabia: melhor só do que mal acompanhado

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A ciência confirma o que vovó já sabia: melhor só do que mal acompanhado

Um estudo publicado em a revista científica "Family Psychology" demonstra que é melhor estar só do que com a pessoa equivocada, já que as relações costumam estar fortemente relacionadas a saúde tanto física como mental.

Faz alguns anos, pesquisadores da Universidade de Buffalo, em Nova York, dedicaram dois anos a estudar as relações amorosas de duzentos jovens e adultos, casados ou namorados, e chegaram à certeza de que em ambos casos o casamento influía na saúde dos envolvidos.


Por que as aves migratórias voam em formação V sincronizada

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Um vídeo curto, mas interessante, da NPR explica exatamente por que as aves migratórias, como os íbis, batem as asas em sincronia quase perfeita, enquanto voam em uma formação em V. A resposta tem a ver com a física: quando o pássaro principal bate as asas, forma-se uma corrente de vento pequena, mas discernível. Um estudo da Nature de 2014 mostrou que os pássaros que seguem atrasados se posicionam para melhor capturar essa leve corrente para maior sustentação, enquanto formam a sua. Este movimento leva a um inevitável V.


Descobrem a razão pela qual os tomates perdem o sabor na geladeira

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Descobrem a razão pela qual os tomates perdem o sabor na geladeira

Um dos argumentos mais repetidos a respeito de que a agricultura ecológica é melhor em frente à convencional, ou inclusive a transgênica, é o sabor: os tomates já não tem o mesmo gosto de antes. No entanto, a verdadeira razão de que os tomates fiquem sem sabor (e resultem mais acessíveis que os homólogos orgânicose) é que são armazenados na geladeira para que durem mais tempo.

O frio, torna os tomates muito menos saborosos, e não o tipo de agricultura. E faz um par de anosa, um grupo de pesquisadores da Universidade da Flórida descobriu a razão segundo um estudo que publicaram na conceituada Proccedings of the National Academy of Sciences.


Jovem com Síndrome de Down começou seu próprio negócio

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Gabi Angelini, uma jovem de 21 anos com síndrome de Down, descobriu como é difícil encontrar um emprego para pessoas como ela. Como solução para isso, ela começou seu próprio café junto com sua mãe.

Mãe e filhas são apaixonadas por preencher uma necessidade para pessoas como Gabi. Então eles decidiram abrir a Gabi's Grounds, uma cafeteria em Raleigh, na Carolina do Norte, EUA, que empregará pessoas com necessidades especiais.

Elas não tinham dinheiro para uma loja ainda, então começaram do zero. Em parceria com o Larrys Coffee, outro café com funcionários com diferentes habilidades, fizeram assado`s especiais para serem vendidos em lojas locais. Você pode apoiar a Gabi para construir seu primeiro café em sua página GoFundMe.


As pessoas mentem para parecer mais inteligentes do que realmente são

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As pessoas mentem para parecer mais inteligentes

Se você já se sentiu como se estivesse cercado por pessoas muito mais espertas, mais sexy e mais bem preparadas do que você, não se preocupe. A maioria das pessoas recorre à "mentira piedosa" para referir seu nível de educação e bagagem cultural, segundo os resultados de uma pesquisa realizada há um par de anos no Reino Unido.

O dados sobre a necessidade de parecer especialista em todas as áreas e de aparentar um aspecto de elevado intelecto foram bem reveladores: 53% dos pesquisados revelaram que usam indicadores sociais de intelectualidade, como óculos ou trajes formais.

52%, em sua desesperada perseguição de uma imagem refinada, enfeita suas estantes com livros que nunca leram, entre os quais destacam "Guerra e paz" de Leon Tolstói, "1984" de George Orwell e "Mein Kampf", este último evidentemente para engrossar o enunciado de Godwin -este mesmo que diz que à medida que cresce uma discussão on-line, a probabilidade de que surja um imbecil limitado em argumentação para fazer uma comparação envolvendo Adolf Hitler ou nazismo é praticamente de 100%-.


Quão normal você é? Segundo este psicólogo a normalidade é um mito

LuisaoCS

Quão normal você é? Segundo este psicólogo a normalidade é um mito

Você conhece realmente uma pessoa "normal"? Quando observamos de perto qualquer indivíduo -inclusive a nós mesmos- não se trata de seres monótonos, que literalmente têm apenas um tom, senão que nos encontramos com diferenças, tensões, contradições em diferentes níveis que nos fazem ser quem somos e que nos permitem seguir mudando e nos desenvolvendo.

No concernente a psiquiatria e a psicologia a divisão binária entre pessoas normais e anormais é uma mitologia que, de acordo com o doutor Gabor Maté, tem a ver com a disponibilidade de medicamentos, com a autoridade médica e com o sistema econômico, pois o anormal -como bem mostrou Foucault- é aquele que está excluído, antes que outra coisa, do sistema econômico, da produção e do consumo: o anormal (o doente, o excluído, o louco) é o que não trabalha nem compra nada.


Como a falta de células fotorreceptoras faz com que a maioria dos mamíferos seja menos colorida que peixes e pássaros

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A apresentadora do SciShow, Olivia Gordon, explica por que a maioria dos mamíferos não é tão ricamente colorida quanto peixes, insetos e pássaros. Como se constata, a cor não é bem percebida pelos mamíferos, já que só tem dois cones fotorreceptores herdados de tempos pré-históricos, que são metade do que têm seus primos aquáticos, rastejantes e voadores do reino animal.

De fato, aves, insetos, peixes enxergam em todas as cores do arco-íris, enquanto os mamíferos parecem oferecer paletes mais genéricas e os dinossauros podem ser os culpados.


Este é o melhor truque para fazer alguém mudar de opinião

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Este é o melhor truque para fazer alguém mudar de opinião

O filósofo e matemático do século XVII, Blaise Pascal, atualmente tem certa popularidade na Internet, particularmente na era do Twitter onde algumas de suas frases são muito retuitadas. Uma que é muito citada por escritores e filósofos como sintoma do horror ao vazio do homem moderno é: "O silêncio eterno dos espaços infinitos me aterroriza."

Por isso não demorou para que alguém tenha notado que Pascal voltou a ser notícia, ao menos nos círculos da psicologia, depois de que seu argumento para fazer que uma pessoa mude de parecer foi retomado pelo professor Arthur Markman, da Universidade do Texas, em Austin, que reforça a ideia do que Pascal observou há 350 anos é a melhor forma de persuadir alguém.

Pascal escreveu que quando queremos corrigir alguém e fazê-lo mudar de opinião devemos primeiro notar de qual perspectiva essa pessoa olha o tema e entender como ela enxerga esta "verdade", de modo que devemos admitir primeiro que ele está certo e depois revelar o outro lado desde o qual as coisas são diferentes tentando argumentos como:


A música muda o sabor do álcool e por isso as pessoas bebem mais em um bar

LuisaoCS

A música muda o sabor do álcool e por isso as pessoas bebem mais em um bar

Nos bares, as pessoas tem o costume de beber mais do que o habitual. A razão aparente é que ali há mais bebidas disponíveis, mas há outra que também parece ter influência e resulta muito menos óbvia: o ruído do ambiente. Isto é, que em um bar silencioso os frequentadores enxugariam menos copos.

Ao menos é o que sugere um estudo, publicado na revista Food Quality and Preference, realizado por pesquisadores da Universidade de Portsmouth, no Reino Unido. Na pesquisa, não só comprovaram que as pessoas bebiam mais álcool se havia ruído no ambiente, senão que a música ambiental era capaz de mudar o sabor do álcool, especificamente da cerveja.

A percepção do melhor sabor na cerveja era significativamente mais alta quando os participantes escutavam música em comparação quando consumiam em silêncio ou quando escutavam notícias, e também se percebia menos o álcool na bebida. Segundo Lorenzo Stafford, pesquisador de Portsmouth:

"Uma explicação possível é que as pessoas têm pouca habilidade para estimar o conteúdo de álcool da cerveja por meio do paladar. Pode existir um potencial consumo excessivo quando as bebidas são mais doces e saborosas ou a música é o suficientemente rápida e alta, porque o cérebro humano está conectado para buscar prazer."

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