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A guerra mundial das formigas

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Formigas-correição são guerreiras sérias. Elas priorizam a unidade com a colônia sobre a sobrevivência individual, o que as torna uma força formidável. Elas marcham em formação, matando e consumindo quase tudo em seu caminho. Conhecidas também como tauocas, elas atacam outras colônias de formigas e não fazem prisioneiros. Outras espécies desenvolveram maneiras de lidar com as formigas-correição, caso contrário, não sobreviveriam.

Apesar de uma colônia de tauocas não atacar outra colônia da mesma espécie, elas não têm nenhum problema em atacar formigas de quaisquer outras variedades. As formigas-cortadeiras, por exemplo, são capazes de conter um enxame de tauocas por algum tempo, mas acabarão sucumbindo ao poder implacável das massas.


O brinquedo mais perigoso do mundo

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Você provavelmente já ouviu falar sobre o Atomic Energy Lab Kit, um kit de ciência que permitia que as crianças experimentassem com urânio. Agora, graças a este vídeo, podemos dar uma olhada neste brinquedo perturbador. Claro, era educacional, mas também radioativo. O kit só ficou disponível por alguns anos, mas a razão pela qual foi descontinuado não foi, surpreendentemente, por causa do perigo.


Uma breve história do canibalismo

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Os humanos que consomem outros humanos assumiram muitas formas estranhas ao longo da história. Nem sempre envolve assassinato, e às vezes é o último recurso para sobrevivência, mas sempre nos parece assustador.

Você descobrirá algo que nunca conheceu antes nesta lição do TED-Ed, incluindo a conexão etimológica entre as palavras "Caribe" e "Canibal". A propósito, "kuru" é uma doença priônica, nos moldes de Creutzfeldt-Jakob e doença das vacas loucas.


Se você se lembra de algo da primeira infância, provavelmente esteja inventando

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Se você se lembra de algo da primeira infância, provavelmente esteja inventando

As lembranças da infância precoce são um mistério e, em muitos casos, ficção. Assim revelou um estudo realizado com a participação de 6.641 pessoas, que concluiu que cerca do 40% delas se lembrava de situações que, em realidade, não aconteceram.

Ao analisar os resultados da pesquisa, especialistas britânicos revelaram que 38,6% dos consultados dizia ter lembranças de quando eram menores de 2 anos; deles, 893 asseguravam que se lembravam de situações de quando não tinham chegado ao ano de vida.

Em confrontação com a realidade, o caso é que em muitos outros estudos a média de idade na codificação das memórias mais antigas é geralmente encontrada em algum lugar na primeira metade do terceiro ano de vida, nunca antes.


Segundo a ciência, a maioria das pessoas guarda alguns destes 34 segredos

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Segundo a ciência, a maioria das pessoas guarda alguns destes 34 segredos

Um segredo é sempre intencionado e, como dita a frase de George Orwell, "Se quiser manter um segredo, você terá que escondê-lo de ti mesmo!", o problema é que um segredo se encurrala no mais profundo de nós mesmos. Por isso os segredos podem ser transformados em uma espécie de encargo da memória mais profunda. Ainda assim, ao que parece a maioria guarda, e segundo um estudo publicado pela Biblioteca Nacional de Medicina dos EUA, estes podem ser dividido em 34 categorias gerais.


Astrofo: O sentimento de estar preso na Terra

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A palavra "astrofo" é um neologismo resultante de uma siglonimização -quando uma palavra é o fruto da fusão de duas outras, geralmente uma perdendo a parte final e a outra perdendo a inicial- de "astron" (estrela) e "àtrophos" (atrofia) visando dar sentido ao sentimento de estar preso à Terra, já que para nós as estrelas vão se desgastando, porque nunca vamos chegar a elas.

A definição foi criada para o Dicionário de Obscuras Tristezas, um compêndio de palavras inventadas. Pode parecer bobagem, mas o objetivo é muito interessante: preencher um vazio na linguagem, visando dar um nome às emoções que todos poderíamos experimentar, mas que ainda não têm uma palavra que as definam. Na verdade é mais comum do que se pensa: foi assim que binary + digit virou bit; português + espanhol, portunhol; modulador + demodulador, modem; de + o, do; em + um, num e um grandessíssimo etcétera.


O dia que 5 voluntários se colocaram sob a explosão de uma bomba nuclear para ver o que acontecia

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Em 19 de julho de 1957, 5 pessoas passaram um dos dias mais surrealistas e estranhos que se recordam. Essa data, cinco oficiais da Força Aérea de Estados Unidos ofereceram-se como voluntários para situar-se diretamente debaixo da explosão de uma bomba nuclear para ver o que ocorreria.

O vídeo foi encomendado pela Força Aérea dos Estados Unidos para demonstrar a segurança relativa de um intercâmbio nuclear de baixo grau na atmosfera. Dois coronéis, dois comandantes e um quinto oficial ficaram bem embaixo da explosão. Só o câmera, George Yoshitake, não foi voluntário.


As invenções menos conhecidas de inventores famosos

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Quando você se torna famoso por inventar algo que mudou o mundo, você não descansa em seus louros, porque o impulso que surgiu com uma ideia genial também funcionará para os outros. Em outras palavras, os inovadores precisam inovar. Aprenda sobre algumas das outras invenções que não receberam muita publicidade, ou que poderiam ter sido um fracasso, no último episódio do Mental Floss List Show.


A ciência confirma o que vovó já sabia: melhor só do que mal acompanhado

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A ciência confirma o que vovó já sabia: melhor só do que mal acompanhado

Um estudo publicado em a revista científica "Family Psychology" demonstra que é melhor estar só do que com a pessoa equivocada, já que as relações costumam estar fortemente relacionadas a saúde tanto física como mental.

Faz alguns anos, pesquisadores da Universidade de Buffalo, em Nova York, dedicaram dois anos a estudar as relações amorosas de duzentos jovens e adultos, casados ou namorados, e chegaram à certeza de que em ambos casos o casamento influía na saúde dos envolvidos.


Por que as aves migratórias voam em formação V sincronizada

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Um vídeo curto, mas interessante, da NPR explica exatamente por que as aves migratórias, como os íbis, batem as asas em sincronia quase perfeita, enquanto voam em uma formação em V. A resposta tem a ver com a física: quando o pássaro principal bate as asas, forma-se uma corrente de vento pequena, mas discernível. Um estudo da Nature de 2014 mostrou que os pássaros que seguem atrasados se posicionam para melhor capturar essa leve corrente para maior sustentação, enquanto formam a sua. Este movimento leva a um inevitável V.


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