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O estrambótico trem voador: um conceito que reúne o pior de ambos os mundos

LuisaoCS

Há que reconhecer que o vídeo é legal e ademais é digno de qualquer série de desenhos animados utópica estilo Jetsons. Mas este «invento» entra direto no Top 3 dos conceitos mais absurdos: um trem voador. Seu criador, o russo Semenov Dahir Kurmanbievich, teve muita imaginação, além de muitos recursos e paciência, ainda que muitos problemas óbvios ficaram sem solução aparente.

Só cabe lhe desejar sorte ao talento, porque as leis da física serão duras com ele. Pois se alguém não crê: dizem que estão construindo quatro. S este troço sair do chão eu dou a minha... mão a palmatória.


Conheça Charles, o irmão da robô Sofia

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Peter Robinson, professor do Departamento de Informática da Universidade Cambridge, no Reino Unido, criou um robô capaz de imitar emoções humanas. O professor acha que o desenvolvimento do humanóide, batizado como Charles, ajudará os robôs do futuro a interagir socialmente com as pessoas e responder aos sinais não verbais humanos.

Charles tem câmeras especiais e programas de análises capazes de registrar e decifrar diferentes emoções humanas. Os dados analisados depois transmitem aos músculos artificiais de Charles, para que o rosto do robô reproduza movimentos faciais adequados associados com uma variedade de estados de humor programados.

O programador destacou que sua equipe continuará trabalhando para que Charles seja mais natural, com um sistema de monitoramento de emoções mais avançado, já que apesar de ser extraordinariamente realista, em função das próteses, os atuadores não conseguem imitar com perfeição os músculos humanos deixando aquela sensação esquisita do vale da estranheza.

Charles é a resposta britânica ao desenvolvimento do robô Sofia, que prometeu aniquilar a humanidade. Sofía também é capaz de mostrar 62 emoções humanas e recentemente aprendeu a caminhar (mais ou menos).


«I'm Back»: um módulo digital para você acoplar na sua surrada câmera 35mm

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Muitos vamos nos arrepender de ter jogado a velha 35mm analógica no lixo. "I'm Back" é módulo baseado no Raspberry Pi Zero que permite anexar sua velha câmera de filme fotográfico 35mm, para tomar fotos e vídeos digitais. O gadget usa um sensor de 16 megapixels. Tem uma variedade de acopladores para a maioria das marcas de câmeras, incluindo Nikon, Canon, Leica, Yashica, Pentax e Olympus. O preço sugerido de mais ou menos mil reais vale a pena. Que dó!


EvoWheel, a roda que transforma qualquer bike em elétrica

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A EvoWheel é uma maneira rápida e relativamente acessível de adicionar assistência elétrica a quase qualquer bicicleta. Você pode trocá-lo, assim como uma roda normal, e é compatível com ambos os sistemas de freios de uma bike. A ideia, que promete levá-lo até a 35 km/h (por até 90 km), por verdade, não é nova, mas é a primeira vez que o modelo pode chegar ao mercado consumidor. O preço sugerido na campanha de crowdfunding, varia de 1000 a 3000 reais e também é bom.


Um sensor de interatividade

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O Projeto Soli está desenvolvendo um novo sensor de interação usando tecnologia de radar (ainda que não pareça muito diferente da utilizada no Kinect. O sensor pode rastrear movimentos milimétricos a alta velocidade e precisão. Ele se encaixa em um chip, pode ser produzido em escala e incorporado em pequenos dispositivos e objetos do cotidiano. O vídeo é dica do amigo Zé Roberto Isabella.


Sapatilhas com rodas motorizadas

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Os Turbo Jetts são um cruzamento entre as sapatilhas com rodas no calcanhar e os velhos patins, mas com um motor elétrico que é capaz de te impulsionar seu usuário a 15 km/h para o futuro de humanos preguiçosos do filme Wall-E. Sem querer se pessimista mas já sendo, o invento tem tudo para dar errado e o motivo reside nas baterias de íons de lítio, devido ao chamado descontrole térmico. O termo se refere a um crescimento exponencial no calor. Há pelo menos um ano, pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, informaram que tinham encontrado uma possível solução com base em um retardador de chamas embutido, mas que até agora não chegou no mercado


Assim é como o robô SpotMini abre portas e organiza uma fuga

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SpotMini é um dos robôs mais avançados da Boston Dynamics, a empresa da SoftBank. Este androide com forma de cão, que foi apresentado em 2016 e depois recebeu atualizações em 2017, agora vai um passo mais adiante: pode abrir portas e trabalhar em equipe.

A companhia publicou um vídeo onde vemos o robô abrir uma porta por meio de um braço flexível colocado na sua parte superior. A máquina conta com sensores e câmeras que permite realizar a tarefa por si só.

Tal como podemos ver no vídeo, SpotMini consegue se aproximar da porta, girar a maçaneta e abrir a porta. Mas não só isso: mantém-na aberta para deixar "um colega" passar também.

O mais interessante deste vídeo é que deixa bem claro que os robôs vão avançando na aquisição de motricidade fina e que ademais podem trabalhar de maneira coordenada para conseguir um objetivo em comum.


O drone autônomo da Boeing capaz de transportar 230 kg

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A Boeing mostrou seu protótipo de drone autônomo de carga que será usado principalmente para provar e evoluir sua tecnologia de vôo autônomo para futuros veículos aeroespaciais. O protótipo foi desenvolvido em três meses. Trata-se de um octocóptero completamente elétrico e que utiliza baterias desenvolvidas pela própria Boeing e desenhado com a ideia de construir plataformas de cargas autônoma de grande envergadura: com capacidade para carregar entre 120 e 230 kg e um alcance entre 15 e 30 km e mudar a maneira em que as mercadorias são entregues.


Alpha Electro, uma teco-teco elétrico com 60 minutos de autonomia (e 45 min. de recarga)

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Neste vídeo da Associação Australiana de Veículos Elétricos mostram em funcionamento o Pipistrel Alpha Electro, uma pequeno monomotor de treinamento completamente elétrico -o protótipo anterior chamava-se WATTsUP-. Segundo o fabricante -que vende o Electro na Austrália, mas Pipistrel é de origem eslovena- seu preço será similar ao mesmo modelo que já existe em versão a gasolina, o que poderia situá-lo em algo mais de 100.000 dólares.

Entre suas características estão um desenho bastante simples, com uma envergadura de 10,5 metros (de ponta a ponta das asas) e 6,5 metros de comprimento. Asseguram que a única peça móvel que requer manutenção é o motor, de 50 KW; aliás todos os comandos são eletrônicos e modernos, pelo que dá para ver nas imagens. Seu peso é de 390 kg e sua velocidade máxima de 70 nós (130 km/h).


Duas mãos biônicas visam provar que quatro mãos são melhores do que duas

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Os membros biônicos costumavam se restringir ao domínio da ficção, mas a tecnologia, lançada pela primeira vez em 1993, vem fazendo grandes avanços nos últimos anos. Agora, uma empresa italiana de robótica chamada Youbionic tomou o próximo salto ao lançar um apêndice biônico impresso e personalizável em 3D, composto por duas mãos robóticas.

O dispositivo impresso em 3D, projetado por Federico Ciccarese, é feito de pó de nylon e consiste em um microcontrolador Arduino, atuadores e três eletrodos que são ativados pelos impulsos nervosos da mesma forma que os músculos se movem quando os neurônios enviam sinais de nossos cérebros.

A mão dupla Youbionic está disponível para compra no site da empresa por 1.799 euros (7 mil reais), mas se isso parecer muito caro (e é se levarmos em conta que a priori não tem nenhuma aplicação prática), você pode pagar 189 euros (730 reais) para os arquivos STL e imprimi-la -sem os componentes robóticos-.


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