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Um sensor de interatividade

LuisaoCS

O Projeto Soli está desenvolvendo um novo sensor de interação usando tecnologia de radar (ainda que não pareça muito diferente da utilizada no Kinect. O sensor pode rastrear movimentos milimétricos a alta velocidade e precisão. Ele se encaixa em um chip, pode ser produzido em escala e incorporado em pequenos dispositivos e objetos do cotidiano. O vídeo é dica do amigo Zé Roberto Isabella.


Sapatilhas com rodas motorizadas

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Os Turbo Jetts são um cruzamento entre as sapatilhas com rodas no calcanhar e os velhos patins, mas com um motor elétrico que é capaz de te impulsionar seu usuário a 15 km/h para o futuro de humanos preguiçosos do filme Wall-E. Sem querer se pessimista mas já sendo, o invento tem tudo para dar errado e o motivo reside nas baterias de íons de lítio, devido ao chamado descontrole térmico. O termo se refere a um crescimento exponencial no calor. Há pelo menos um ano, pesquisadores da Universidade de Stanford, nos EUA, informaram que tinham encontrado uma possível solução com base em um retardador de chamas embutido, mas que até agora não chegou no mercado


Assim é como o robô SpotMini abre portas e organiza uma fuga

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SpotMini é um dos robôs mais avançados da Boston Dynamics, a empresa da SoftBank. Este androide com forma de cão, que foi apresentado em 2016 e depois recebeu atualizações em 2017, agora vai um passo mais adiante: pode abrir portas e trabalhar em equipe.

A companhia publicou um vídeo onde vemos o robô abrir uma porta por meio de um braço flexível colocado na sua parte superior. A máquina conta com sensores e câmeras que permite realizar a tarefa por si só.

Tal como podemos ver no vídeo, SpotMini consegue se aproximar da porta, girar a maçaneta e abrir a porta. Mas não só isso: mantém-na aberta para deixar "um colega" passar também.

O mais interessante deste vídeo é que deixa bem claro que os robôs vão avançando na aquisição de motricidade fina e que ademais podem trabalhar de maneira coordenada para conseguir um objetivo em comum.


O drone autônomo da Boeing capaz de transportar 230 kg

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A Boeing mostrou seu protótipo de drone autônomo de carga que será usado principalmente para provar e evoluir sua tecnologia de vôo autônomo para futuros veículos aeroespaciais. O protótipo foi desenvolvido em três meses. Trata-se de um octocóptero completamente elétrico e que utiliza baterias desenvolvidas pela própria Boeing e desenhado com a ideia de construir plataformas de cargas autônoma de grande envergadura: com capacidade para carregar entre 120 e 230 kg e um alcance entre 15 e 30 km e mudar a maneira em que as mercadorias são entregues.


Alpha Electro, uma teco-teco elétrico com 60 minutos de autonomia (e 45 min. de recarga)

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Neste vídeo da Associação Australiana de Veículos Elétricos mostram em funcionamento o Pipistrel Alpha Electro, uma pequeno monomotor de treinamento completamente elétrico -o protótipo anterior chamava-se WATTsUP-. Segundo o fabricante -que vende o Electro na Austrália, mas Pipistrel é de origem eslovena- seu preço será similar ao mesmo modelo que já existe em versão a gasolina, o que poderia situá-lo em algo mais de 100.000 dólares.

Entre suas características estão um desenho bastante simples, com uma envergadura de 10,5 metros (de ponta a ponta das asas) e 6,5 metros de comprimento. Asseguram que a única peça móvel que requer manutenção é o motor, de 50 KW; aliás todos os comandos são eletrônicos e modernos, pelo que dá para ver nas imagens. Seu peso é de 390 kg e sua velocidade máxima de 70 nós (130 km/h).


Duas mãos biônicas visam provar que quatro mãos são melhores do que duas

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Os membros biônicos costumavam se restringir ao domínio da ficção, mas a tecnologia, lançada pela primeira vez em 1993, vem fazendo grandes avanços nos últimos anos. Agora, uma empresa italiana de robótica chamada Youbionic tomou o próximo salto ao lançar um apêndice biônico impresso e personalizável em 3D, composto por duas mãos robóticas.

O dispositivo impresso em 3D, projetado por Federico Ciccarese, é feito de pó de nylon e consiste em um microcontrolador Arduino, atuadores e três eletrodos que são ativados pelos impulsos nervosos da mesma forma que os músculos se movem quando os neurônios enviam sinais de nossos cérebros.

A mão dupla Youbionic está disponível para compra no site da empresa por 1.799 euros (7 mil reais), mas se isso parecer muito caro (e é se levarmos em conta que a priori não tem nenhuma aplicação prática), você pode pagar 189 euros (730 reais) para os arquivos STL e imprimi-la -sem os componentes robóticos-.


Jovem constrói um skate elétrico para andar em trilhos ferroviários abandonados

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O YouTuber Roadie fabricou uma espécie de skate elétrico motorizado que permite que seu usuário deslize sem esforço, mas não exatamente com muita velocidade ao longo de trilhos ferroviários. Não é necessário dizer que não é boa ideia tentar essa ideia em casa, a menos que você esteja 100% certo de que os trilhos ferroviários que conheça estejam abandonados como os mostrados aqui.


Fazendo uma faca com baterias

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Cortar pilhas velhas não é necessariamente uma boa ideia. Em verdade pode ser até perigoso dependendo da sua composição, mas isso não impediu que Shurap abrisse um monte delas em busca de metal utilizável. Ele então fundiu os pedaços com algumas lâminas de aço e criou uma doce faca de damasco com um cabo feito a partir de uma lanterna.


PowerUp Dart, um avião acrobático de papel controlado por Bluetooth

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O pessoal de PowerUp Toys inventaram um novo aviãzinho de controle remoto de papel. Sim, papel, nada de madeira, fibra de vidro ou outros materiais clássicos do modelismo. O PowerUp Dart é a adição mais recente a sua coleção, e neste caso trata-se de um avião, ou vários aviões, já que há vários modelos segundo o tipo de vôo desejado desenhado para fazer acrobacias.

O kit mínimo, por 29 dólares, inclui dois modelos de papel, o receptor, o motor, e uma espécie de cruz que une ambos e que ademais dá uma verdadeira rigidez às asas. Mas há disponíveis kits que incluem mais modelos, rodas e uma classe de patim para tornar mais simples as decolagens e aterrissagens, kits com vários aviões, etc.

O Dart é controlado com uma app no celular, disponível para Android e iOS, que utiliza os sensores de movimento deste para transmitir via Bluetooth as ordens de giro ao avião; também permite controlar a potência do motor mediante um comando na tela, o que por sua vez faz com que o avião suba ou desça.


O cão robô da Boston Dynamics perde a cabeça para ser menos inquietante

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O vídeo é apenas uma amostra da nova versão do cão robô da Boston Dynamics, SpotMini. Em comparação com modelos de SpotMini vistos anteriormente, um robô que começou como uma versão "civil" do robô Spot, este do último vídeo da companhia é claramente um produto bem mais refinado e acabado.

Descartado faz anos pelos militares o robô SpotMini busca agora seu lugar na vida civil; o novo modelo resulta algo menos inquietante ao prescindir da "cabeça braço". Até agora os robôs de Boston Dynamics se limitaram, desde o ponto de vista do público, a fascinar por suas capacidades e a servir como pouco mais que entretenimento através do YouTube. Mas agora que Boston Dynamics passou às mãos do banco japonês SoftBank -após ser vendida pela Alphabet/Google- quem sabe se a companhia não está mais perto do que nunca de iniciar sua comercialização.

De fato já antes a SoftBank comercializou um robô chamado Pepper. De modo que, poderia a Boston Dynamics estar desenvolvendo SpotMini como substituto dos cães? Um cão que não precisa ser alimentado e que nem deixa rastro de dejetos; um que acompanhará seu dono em um passeio pelo bairro ainda que não tenha nenhuma necessidade de sair.


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