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O degelo dos glaciares da Antártida chegaram a um ponto que não tem volta

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O degelo dos glaciares da Antártida chegaram a um ponto que não tem volta

Parece que não há forma de deter a fusão dos glaciares da Antártida. Segundo os últimos estudos publicados pela NASA, o degelo chegou a tal ponto que não é possível mais que volte. Se o degelo continuar assim, o nível do mar poderia aumentar em mais de três metros.

Depois de 40 anos de estudos dos técnicos da NASA e da Universidade Irvine da Califórnia, o resultado é que a mudança climática produzida pela atividade humana e o aumento da temperatura global são os principais fatores da diminuição das camadas de gelo. O estudo será publicado na revista Geophysical Research Letters.


PornHub está plantando uma árvore por cada 100 videos para adultos vistos

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PornHub está plantando uma árvore por cada 100 videos para adultos vistos

Na semana passada celebraram o "Dia da árvore" nos Estados Unidos, ocasião para chamar à população a tomar consciência sobre os benefícios de plantar uma árvore e incentivar o desenvolvimento de dita atividade ainda que seja por apenas um dia. E o site para adultos PornHub levou a missão a sério, anunciando uma grande promessa: por cada 100 vídeos para adultos vistos em seu portal, a empresa plantaria uma árvore na vida real.

Assim, todos quem desejam ajudar o planeta podem se sacrificar por um momento e contribuir para cumprir esta honorável missão, a que inexplicavelmente está sendo muito bem sucedida, tanto que foi prorrogada. O portal teve que plantar até agora 15.473 árvores.

Para ver a contagem até o momento basta visitar o site dedicado ao evento no PornHub (esse link é seguro, sério!), ainda que se você tiver um pouco de consciência ambiental e quiser ajudar o planeta desde o seu lar, será necessário ver vídeos de certa categoria específica para se somar à campanha.


Estudo financiado pela NASA conclui que a civilização industrial se dirige ao colapso

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Estudo financiado pela NASA conclui que a civilização industrial se dirige ao colapso

Os resultados de um estudo comissionado pela NASA sugere que nossa civilização industrial avança para um colapso global, em grande parte pelo manejo insustentável dos recursos e a enorme desigualdade na distribuição da riqueza.

O estudo interdisciplinar baseado em um modelo dinâmico que leva em conta fatores humanos e fatores da própria natureza, cita casos anteriores nos quais civilizações avançadas colapsaram. Impérios como o romano, o mesopotâmico ou várias dinastias imperiais chinesas degradaram por causas detectadas na atualidade. A diferença talvez resida em que pela primeira vez na história a civilização tenha um caráter global.


Quando nosso planeta se rompe

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No seguinte vídeo nosso planeta rompe-se. Mais especificamente, são diferentes geleiras se rompendo e dissolvendo-se pelo planeta, gravadas pelo fotógrafo James Balog. Os dois garotos na escarpa no início são parte da equipe Extreme Ice Survey de Balog, que mantém dezenas de câmeras monitorando glaciares da Groenlândia, Islândia, Alasca, Canadá e Himalaia. Realmente parece que estamos ante um fenômeno de outro planeta.


Impressoras de água: adeus às jatos de tinta?

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Impressoras de água: adeus às jatos de tinta?

Cada vez mais a tecnologia nos permite ganhar distância das malditas impressoras de jatos de tinta com nossas tablets e a capacidade de ter muita informação respaldada na nuvem, mas para aqueles que ainda precisam imprimir seus documentos em papel, um professor da Universidade de Jilin, na China, desenvolveu uma opção amigável com o meio ambiente e, ademais, barata e prática.

O professor Sean Zhang desenvolveu um novo sistema de impressão no qual utiliza água em vez de tinta e um papel especial que muda de cor no momento de entrar em contato com as moléculas de H2O. Este sistema é muito simples: o papel utilizado contém corantes sensíveis à umidade e quando reagem com o líquido vital a impressão é mostrada.

Duas das características sobressalentes deste papel são a possibilidade de apagar completamente a impressão para posterior reutilização e a baixa toxicidade dos corantes. Este fato poderia significar um impacto benéfico em longo prazo no meio ambiente e diminuir os milhões de toneladas de lixo que gerados pelas desmedidas impressões com tinta que custa mais do que ouro.

Via | Gizmodo Austrália .


Debate científico... mas onde está vendo um debate?

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Debate científico... mas onde está vendo um debate?

Quando falamos de jornalismo ou de grupos de debate em rádio e televisão, uma das frases que mais me incomodam, e que infelizmente mais costumam usar, justamente os que menos deveriam, é que "existe um intenso debate científico" sobre tal e coisa e coisa e tal...

É curioso, mas a maioria das vezes, esta estúpida frase costuma aparecer em temas sobre as quais, paradoxalmente, existe um maior consenso científico como a evolução, a chegada do homem à Lua ou a origem antrópica da mudança climática.

Com respeito a este último assunto existem uma infinidade de vozes negacionistas que sempre acrescentam alguma pulga atrás da orelha dos mais incautos do tipo "a questão não está tão clara" ou "ainda estão debatendo" ou "os cientistas não entraram em um acordo". Tolices baseadas na mais absoluta ignorância (ou desprezo) da literatura científica recente.

Por isso me encantou encontrar um gráfico realizado por James Lawrence Powell que convido a todos a esfregar pela cara do próximo que vomite alguma das frases anteriores. Atento aos dados que calarão mais de uma boca desbocada:

Dos últimos e mais recentes estudos sobre mudança climática, ao todo 2.258 artigos publicados em respeitadas revistas científicas com revisão por pares, desde novembro de 2012 até dezembro de 2013, e com um total de 9.136 autores diferentes só um nega a origem antropogênico da mudança climática, ou seja 2.258 artigos escritos por 9.136 autores, só um é negacionista.

Ademais para que possa esfregar com propriedade estes dados na cara do negacionista da vez, o autor do gráfico oferece seu espetacular trabalho de compilação por completo, os 2258 artigos, nesta folha de dados.

De modo que, já sabe o que dizer na próxima vez que alguém falar sobre debate científico sobre as causas da mudança climática. Mas de que debate estão falando?


Eu quero dar à luz um golfinho - Um projeto conceitual para os seres humanos gerarem sua própria comida por Ai Hasegawa

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Eu quero dar à luz um golfinho - Um projeto conceitual para os seres humanos gerarem sua própria comida por Ai Hasegawa

A designer japonesa Ai Hasegawa visualizou o projeto mais bizarro e seguramente polêmico dos últimos tempos. Para resolver o problema da fome, a crise de espécies em extinção e nossa avidez para reproduzir-nos, Ai propõe dar a luz golfinhos mediante placentas sintéticas, e depois, se for o caso, consumir sua carne.

O projeto imagina um ponto no futuro no qual os humanos ajudarão às criaturas em perigo de extinção por meio da tecnologia avançada da biologia sintética. Uma "placenta golf-humana" que permite que uma mulher possa dar a luz um golfinho e assim se tornar mãe adotiva de uma espécie em perigo de extinção.

- "Para além disso", aponta em seu site, - "Os gourmets poderão desfrutar do luxo de comer um animal raro feito por seu próprio corpo".


Observando a mudança climática com dados científicos

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O programa de conservação da Biosfera (IGBP), Globaia e a Fundação das Nações Unidas prepararam esta visualização que mostra o estado de saúde de nosso planeta a partir dos dados científicos coletados por sensores, sondas e documentos históricos.

Entre outras coisas podemos ver as estranhas anomalias na temperatura da superfície, a camada de gelo dos pólos, as áreas que serão inundadas, um maior risco de furacões, ciclones e tufões...

Nosso lar é só esta pequena esfera azul em que vivemos e ainda não sabemos sequer como ir a outro, se é que talvez exista um razoavelmente perto.


Antibióticos no meio ambiente poderiam estar criando super-bichos

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Antibióticos no meio ambiente poderiam estar criando super-bichos

Recentemente, a professora de doenças infecciosas Julie Ellis realizou uma pesquisa onde estudou o excremento de centenas de corvos nos Estados Unidos buscando bactérias. O que encontrou foi a evidência de que os animais selvagens estão desenvolvendo uma resistência aos antibióticos. O mais estranho de tudo é como antibióticos receitados a seres humanos e ao gado podem chegar aos intestinos de pássaros selvagens.

- "Nós documentamos a resistência às drogas derivadas de humanos em lugares onde não deveria estar: na vida selvagem e no meio ambiente", comentou Julie para o Environmental Health News. A resistência que encontrou nos corvos foi especificamente à vancomicina, que é usada para tratar um número de doenças entre as quais estão a pneumonia e a meningite humanas.


Empresa britânica converte cinzas dos mortos em discos musicais

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Empresa britânica converte cinzas dos mortos em discos musicais

A empresa britânica And Vinyly descobriu uma fórmula muito particular de criar uma lembrança das pessoas falecidas: usa suas cinzas para produzir discos de vinil personalizados. Para uns, uma lembrança peculiar muito original; para outros, algo macabro.

O produto foi denominado comercialmente como "Rest in vinyl". Um pacote básico que inclui um máximo de 30 discos com as cinzas do morto, custa pouco mais de 6 mil reais, um preço menor que um enterro tradicional no Reino Unido. Também é possível utilizar as cinzas de animais mortos e com a mesma tarifa.


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