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Apocalipse de peixes na Islândia - 30.000 toneladas de arenques mortos

LuisaoCS

Muitos detratores das novas tecnologias dizem que a Internet é "terra de ninguém". Se pudessem fazer um voo sobre o mar mudariam de ideia rapidamente. Fiz muitos serviços para plataformas de petróleo e não são poucas as manchas que vemos neste curto deslocamento. O mar sim é "terra de ninguém", quem é que nesse momento está vendo o que fazem em um maldito baleeiro japonês, quem pode saber como verdadeiramente as tripulações tratam o mar quando não tem ninguém olhando.

No mar islandês encontraram em torno de 30 mil toneladas de arenques em um pequeno fiorde no norte da península Snayfedlsnes, cujo valor de exportação poderia ser estimado em mais de 60 milhões de reais. A manta de arenques mortos espalhados por toda a área é tão grande que supera o alcance do olho humano. A causa da morte dos peixes, como sempre acontece nestes casos, permanece desconhecida e envolta em mistério, e, se não fosse o bastante, este é o segundo incidente do tipo desde dezembro.


A beleza oculta da polinização

LuisaoCS

O ato de polinização é o ato fundacional do erotismo natural e este espetacular vídeo celebra a co-evolução das flores e seus polinizadores. Um dos mecanismos mais formosos da natureza para se perpetuar é sem dúvida a polinização: a dança entre insetos, aves e até mamíferos com a eclosão das plantas. Uma relação naturalmente erótica, sedução dos sentidos (cores, aromas, formas e até hormônios, uma química sutil do amor no jardim): a planta desenvolve-se, com toda sua micro cósmica magnificência, para estimular a seu polinizador, que transporta grãos de pólen em troca de gozar o néctar -o mel feminino que a natureza oferece-.

Inspirado pela preocupante síndrome do colapso das colônias de abelhas, Louie Schwartzberg produziu o filme Wings of Life, na qual faz uma homenagem "a história de amor que alimenta a Terra", isto é, a polinização, o vôo erótico que efetuam, com sublime graça, as abelhas, as borboletas, os morcegos e os colibris, entre outros.


O lançamento dos pinguins

LuisaoCS

Para evitar que sejam devorados por focas leopardo, os pinguins imperador mergulham a uma determinada profundidade para após nadarem a toda velocidade antes de se lançarem do mar da Antártida para o gelo. Um espetáculo!


O Biodiesel criado por Ford

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VOCÊ SABIA... que o primeiro automóvel desenvolvido por Henry Ford (o “modelo T”) foi construído para funcionar com gasolina de cânhamo e que o carro em si foi construído a partir do cânhamo? E que o cânhamo (“hemp”) é uma variedade de maconha (utilizada durante milhares de anos) com altíssimo potencial para uso industrial?

Caçando nascentes de água no deserto de Utah

LuisaoCS

Quem já viu, sabe que as nascentes de água que formam os rios são geralmente tímidas e pouco caudalosas, necessitando da união para criar a força. Talvez por isso estes "monstros de barro" que aparecem do nada e arrastam o tudo o que encontram pela frentes sejam incríveis. Há muitos anos David Rankin grava este fenômeno no deserto de Utah e conhece de cor os lugares por onde a água aparecerá após uma tempestade, ainda que aconteça a quilômetros de distância.

Neste último vídeo, Rankin está na confluência de três correntes onde acontecem esta inundação repentina ("flash floods") e nos mostra como a água aparece da nada e inunda tudo em minutos. Como ele mesmo adverte, é perigoso fazer estas gravações, pois nunca se sabe com que força a água chegará.


Alguém tem coragem para enfrentar isto?

LuisaoCS

Algo muito grave vem acontecendo no Pacífico e até a mídia corporativa acostumada a varrer o lixo para debaixo do tapete já falou sobre o assunto. Este curta-metragem sobre a ilha de Midway deixa bem mais claro qual é a situação de milhares de aves como conseqüência da presença de toneladas de lixo de objetos plásticos. Desaconselhável para pessoas sensíveis insensíveis.


Poderíamos nos desfazer do lixo nuclear lançando-o ao Sol?

LuisaoCS

Poderíamos nos desfazer do lixo nuclear lançando-o ao Sol?

No outro dia falávamos da (im) possibilidade de despejar os resíduos radioativos nos vulcões, quando o leitor Alberto ponderou o uso de uma nave em direção ao Sol, ou seja, neste caso usar o astro-rei como um super-forno para queimar o lixo nuclear que geramos.

Em teoria, a ideia parece boa. No entanto, resultaria bastante arriscado. Todas as agências e empresas privadas já tiveram problemas em seus lançamentos, ainda que invistam muito dinheiro nisso. Em março de 2011, por exemplo, um foguete relativamente simples para o lançamento do satélite Glory da NASA, avaliado em 424 milhões de dólares, caiu finalmente no oceano Pacífico. Outros se incendiaram na atmosfera.

Imaginem só o que aconteceria se o foguete carregasse algumas centenas de kg de urânio? Se incendiasse nas alturas, poderia ficar suspenso durante meses na atmosfera, enchendo a Terra de lixo radiativo.

Ademais, também seria muito caro transportar tanto peso para o espaço. A cada ano, as centrais nucleares européias geram ao menos 550 metros cúbicos de lixo radioativa: um volume no qual caberiam 550.000 litros de água. Bota lixo nisso!


Monsanto, acusada de acabar com as abelhas, compra a principal empresa dedicada a sua conservação

LuisaoCS

Monsanto, acusada de acabar com as abelhas, compra a principal empresa dedicada a sua conservação

Há alguns anos estuda-se a causa da população das abelhas, vital para nosso ecossistema, estar diminuindo cada vez mais. Uma das possíveis causas seriam os cultivos modificados geneticamente da empresa Monsanto, agora nunca mais saberemos do tema. E não é porque seus executivos tenham destruído documentos e fugido para as montanhas. A razão é bem mais simples: compraram uma das principais empresas dedicadas à conservação das abelhas e o estudo de sua destruição, a Beelogics.

O melhor de tudo é que vários estudos apontam a que uma das possíveis causas são precisamente os cultivos modificados geneticamente pela Monsanto, se convertendo assim em juiz e réu, como deve ser para que tudo seja lindo e transparente.

Ademais, devido a sua política, a empresa evita o uso das sementes obtidas do cultivo para produzir novas colheitas, obrigando a comprá-las, inclusive patenteando-as para evitar seu uso não controlado por eles. Entre suas outras práticas encontra-se ignorar os efeitos colaterais e supostamente locupletar o bolso de políticos para que concedam todo tipo de favores, como trâmites mais rápidos e estudos modificados, ainda que não geneticamente, para destruir à concorrência e conseguir benefícios a todo custo.

Esta parece ser a história com o beneplácito do governo dos EUA, que como se tratasse de seu exército, ignora as leis, a ecologia e a moral sem que ninguém diga um A, ou quando muito aparecem com uma desculpa esfarrapada quando aparece alguém com a mão amarela.

O mais triste é que todas essas notícias se perderão nos feeds como lágrimas na chuva. Isso me enoja e possivelmente irá nos matar.

Via | GlobalResearch.


Herbicida da Monsanto pode provocar mudanças morfológicas em anfíbios

LuisaoCS

Herbicida da Monsanto pode provocar mudanças morfológicas em anfibios

A Monsanto vem arrastado durante anos uma reputação bem próxima ao pernicioso em todos os produtos que levam sua assinatura, bem como nas sementes transgênicas que são modificadas em seus laboratórios com fins de semeadura e inclusive de alimentação -ainda que me pareça que existe uma espécie de terrorismo ecológico sem fundamento neste último quesito-.

Agora Rick Relyea, professor de biologia da Universidade de Pittsburgh, contribui uma nova prova ao demonstrar através de um estudo publicado na revista Ecological Society of America que altas concentrações de um dos herbicidas mais utilizados de Monsanto, o chamado Roundup, em um determinado meio, podem alterar a estrutura morfológica de animais vertebrados.


O homem mais solitário do mundo

LuisaoCS

O homem mais solitário do mundo

Acham que ele tem pouco mais de 40 e vive no estado de Rondônia. Ninguém sabe seu nome, mas é conhecido como "homem do buraco". É o último sobrevivente de uma tribo desconhecida e seu primeiro avistamento data de 1996. Onze anos depois, a Funai decretou que ninguém se aproximasse a menos de 31 quilômetros dele. Mas antes de ser um "forever alone" por lei, o homem do buraco escolheu sê-lo por vontade própria.

Em meados dos anos noventa várias expedições tentaram estabelecer contato com o indígena, mas ele sempre reagia com medo e hostilidade. A última tentativa resultou em um ferimento de flecha no peito. Após este incidente o Governo decidiu deixá-lo finalmente em paz e estabeleceu um "perímetro de segurança" para assegurar-se de que ninguém se aproximasse. De uma das últimas expedições conservam-se as únicas imagens do homem do buraco, que foram gravadas pelo cineasta Vincent Carelli que foram incluídas em seu documentário Corumbiara.


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