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Um disco de gelo feito com a técnica do vinil... e toca

LuisaoCS

Trata-se de uma ação promocional do grupo sueco Shout Out Louds para seu último disco Blue Ice, cujo primeiro single pode ser escutado, apropriadamente, em um disco de gelo. A edição do pacote promocional, limitada a dez unidades, inclui o disco de vinil e uma garrafa de água destilada, e as instruções para fazer um molde de gelo a partir do disco de vinil. Assim , após seis horas aguardando que o congelador faça sua parte do trabalho, é possível ouvir a canção em qualquer toca-discos convencional, tal e qual mostra o vídeo.


Locomotiva a vapor na China

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Há ainda lugares na China que parecem intocados pelo progresso. Enquanto as locomotivas e vagões permanecem nos trilhos, tudo parece OK. De qualquer forma é quase assustador e atemporal. Outra curiosidade é que a rede ferroviária não usa dormentes de forma que o trem parece balançar ao sabor dos buracos e desvios.


Gotye no estilo Computer Remix

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Canções chicletes não faltam nesses tempos de baixa criatividade musical. Algumas são até agradáveis, mas se repetem tanto de uma forma e outra que chega a dar raiva, uma delas é a famosa já chata canção de Gotye, Somebody That I Used to Know, desra vez tocada ao estilo Computer Remix com acessórios tecnológicos velhos.


Animação por computador 3D de 1965: tecnologia bem velhinha

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A tecnologia avançou de maneira espetacular nos últimos 47 anos, mas quando ver o vídeo acima recorde que apesar de sua primitiva aparência foi gerado em 1965, com computadores que naquela época ocupavam o espaço equivalente a várias geladeiras -das grandes... das de duas portas... com dispenser de água... e gelo-. Atualmente temos no celular mais vagabundo muito mais potência que o computador que processou estas imagens, mas inclusive conseguiram uma imagem tridimensional de objetos de quatro dimensões como os hipercubos da animação e ademais podiam fazer de maneira que o espectador percebesse em relevo.

Nem sequer vai precisar de óculos 3D, basta se aproximar da tela e cruzar os olhos para apreciar o efeito tridimensional. Um computador IBM 7094 e umas tantas horas de programação por parte de A. Michael Noll conseguiram o resultado, decididamente primitivo, mas nem por isso menos efetivo e especialmente surpreendente para uma época na qual o homem ainda nem tinha passeado pela Lua.

O mais divertido vem na parte final do vídeo, quando poderá comprovar como já em 1965 alguém intuiu como seriam os protetores de tela tridimensionais de rótulos flutuantes e giratórios.


A câmera fotográfica mais cara do mundo

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A câmera fotográfica mais cara do mundo

Seria normal pensar que a câmera mais cara do mundo seria uma com todo tipo de novidades tecnológicas ou um desses horripilantes produtos para ricos recobertos de ouro e diamantes. Mas não, o valor desta câmera se deve a seu caráter histórico, já que é uma das 25 Leica 0 que serviram como protótipo da Leica A, a primeira câmera compacta comercial usando filme de 35mm, que se tornou sucesso mundial.

Esta, junto a suas outras 24 colegas 0-Séries Leica, foi criada pelo engenheiro óptico Oskar Barnack em 1923 para comprovar se o formato de filme de 35mm teria sucesso entre os fotógrafos.


Como deveriam ser as telecomunicações nos anos 90 profetizadas no final dos 60

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Estes vídeos de um passado distante têm todos os detalhes dos grandes clássicos: a voz plana e sem emoção do narrador -para não falar dos atores-; a musiquinha dos títulos, a introdução e o fechamento; as telas com efeitos especiais mal montadas e... ah sim, esses penteados inesquecíveis!

Algumas das curiosas predições tecnológicas deste vídeo são gravadores de cassetes com protuberantes botões, faxes que funcionam como as Polaroids e jovens pedindo um crédito a um banqueiro, que age com lógica matemática e sem avareza nem usura depois de consultar o computador.


E isto, crianças, é um telefone

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Que faziam as pessoas antes do telefone ser inventado? Como se comunicavam se tinham pressa? We Learn About The Telephone é um pequeno filme de 1965 no qual repassam como funciona e como se usa o telefone ainda que, claro, sendo daquela época atribui sua invenção a Alexander Graham Bell em vez de Antonio Meucci.

Inclui coisas tão úteis como a forma de usar um telefone de disco, algo que a estas alturas muitas crianças -e nem tão crianças- já não conheceram em sua vida, e a recomendação de usar uma agenda para apontar os telefones.


1 iPod shuffle de 2006 = 232 IBM 350 de 1956

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1 iPod shuffle de 2006 = 232 IBM 350 de 1956
IBM 305 no arsenal Rede River do exército dos Estados Unidos. As duas unidades que em primeiro plano são dois discos rígidos 350; ao fundo estão o console 380 e a unidade de processo do 305.

O IBM 350, apresentado em 13 de setembro de 1956, foi o primeiro disco rígido da história. Com uma capacidade de 4,4 MB totais em seus 50 discos de duas faces, seriam necessários 232 destas unidades para igualar a capacidade de um iPod shuffle de 1 GB de segunda geração, apresentado em 12 de setembro de 2006.

Claro que o IBM 350 pesava algo em torno de um mil quilos, com o quais seriam necessários 72.727 iPods para igualar o peso de um deles. E isso por não falar do preço, que era de 35.000 dólares ao ano em regime de aluguel para o 350, em relação aos 49 dólares do iPod shuffle.

Via | Mashable.


Ford Nucleon

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O Ford Nucleon foi um modelo conceito em escala de 1958 que materializava a ideia de um veiculo movido por um pequeno reator nuclear que fazia funcionar um motor a vapor, de forma similar a como funcionam os submarinos ou porta-aviões nucleares.

Ainda que possa parecer uma ideia estúpida -porque de fato o é- sua proposta tinha um mínimo de senso comum situando a cabine dos passageiros deslocada para afastá-lo o máximo possível do reator nuclear situado na parte posterior.

O Nucleon foi uma das ideias que surgiram em uma época de obsessão nuclear nos anos 50, que pensava fazer qualquer coisa funcionar com energia nuclear.


História tecnológica: quando os computadores eram mulheres

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História tecnológica: quando os computadores foram mulheres

Você é programadora profissional: uma função inexplicável, talvez esotérica, para as pessoas de sua geração. O salário é bom porque o governo está por trás do projeto e você é feliz por poder provar todos o dia um pouco daquilo que lhe contam como será o futuro. Ademais o trabalho é simples a julgar por suas três atividades fundamentais: ligar, comutar, perfurar.

Não sabe bem o que acontece, no entanto tudo parece funcionar como um reloginho, aliás vários, dado o barulhos de comutação do relés. As pessoas de guarda-pó branco e rosto sério e austero dirigem a operação. Você não faz mais que cumprir com a tarefa rotineira de ser o meio de ligação entre uma ideia misteriosa e a máquina gigantesca que só entende de cartões perfuradas e interruptores.


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