Arquivo do mês de June 2011
Malabarismo robótico
Se você já passou vergonha lançando um par de laranjas ao ar para que não caíssem, a visão de um vídeo como este pode resultar ainda mais humilhante. Trata-se de um robô desenvolvido pela Czech Technical University (CTU) capaz de realizar exercícios malabares com cinco bolinhas com uma precisão impressionante. Como explicam no site do projeto, não se trata de um simples modelo mecânico que repete cegamente um movimento, senão que dispõe de câmeras que detectam o movimento e determinam a posição da bola em cada momento, com o qual o robô reage em conseqüência. De qualquer forma, fiquem atentos ao minuto 1:20, porque não é infalível.
Ceticismo? Tudo tem seu momento...

Conta a história que durante o reinado do terror da Revolução Francesa, certa manhã as execuções começaram com três homens: um rabino, um padre católico e um cético racionalista.
O rabino foi o primeiro em subir ao patíbulo. Ali, em frente à guilhotina, perguntaram-lhe se queria dizer suas últimas palavras. E o rabino gritou ao público:
- "Creio no único e verdadeiro Deus, e ele me salvará", após isso, o verdugo colocou-o em posição sob o fio, ajustou a trava sobre seu pescoço e puxou a corda para libertar a lâmina do terrível instrumento. A pesada folha de metal desceu rasgando o ar. Mas então, de maneira abrupta, parou com um "crack" a poucos centímetros do pescoço do condenado. O rabino vendo que continuava vivo exclamou efusivo:
Podem os cães ler nossas mentes?

Podem os cães ler nossas mentes? Como aprendem a pedir comida ou decidem se comportar mal quando não damos atenção? Segundo Monique Udell e sua equipe, da Universidade da Flórida (EUA), o modo em que os cães respondem ao nível de atenção dispensado pelas pessoas, nos diz algo a respeito da forma em que pensam e aprendem sobre o comportamento humano.
Pesquisas recentes identificaram uma ampla gama de comportamentos sociais similares aos humanos no cão doméstico, incluindo sua capacidade para responder à linguagem corporal das pessoas que lhe rodeiam, às ordens verbais, e aos estados de atenção. Mas como fazem? Observam nosso comportamento em diferentes circunstâncias e depois respondem em consequência? Ou aprendem por experiência, respondendo ao que acontece ao seu redor?
Ataque ao Citigroup compromete cerca de 210 mil contas bancárias

De acordo com o Financial Times, Citigroup revelou que cerca de 210 mil contas bancárias poderiam estar comprometidas depois de uma intrusão de um grupo de hackers. De acordo com a entidade financeira, durante verificação de rotina no início de maio, descobriram que os dados de 1% das contas de cartões de crédito tinham sido visualizadas por terceiros. Até o momento, ainda não sabem determinar quem foi o responsável pelo ataque.
Um médico pode curar só com sua atitude

Uma das razões pelas quais se recorre a rigorosos ensaios clínicos para certificar a efetividade de um remédio é que, no processo da cura, intervêm muitos elementos que podem desvirtuar o resultado. Por exemplo, o efeito placebo: se o paciente tiver confiança no fármaco, percentualmente se curará mais facilmente.
Também importa a cor do medicamento, o tamanho, a marca e inclusive o preço que pagamos por ele. Por outro lado temos as regressões espontâneas da doença quando nos curamos sem saber a razão, sem intervenção médica.
Nesta fórmula ainda há que se acrescentar o tratamento dispensado pelo médico que é muito importante no resultado. E não há nem a necessidade de que o médico nos diga algo: basta ver seus gestos, a ênfase em como nos comunica as coisas, os movimentos das sobrancelhas, os risos nervosos, etc.
Uma inspiradora carta de Isaac Asimov

Marguerite Hart, uma empregada pública da Biblioteca de Troy (Michigan), entrou em contato com dezenas de destacados artistas, escritores, políticos, astronautas e cientistas da época e solicitou que escrevessem cartinhas dirigidas às crianças desta localidade lhes explicando, em uma linguagem que pudessem compreender, o universo de conhecimentos e diversão que iam encontrar nos livros que aguardavam em suas estantes, prontos para serem consultados.
Fórmula 1 das células
Trinta células na linha de largada, uma pista coberta de fibronectina para cada uma, um microscópio "Eclipse Ti" da Nikon gravando as imagens e um percurso de 100um até a meta. O ganhador da primeira Corrida Mundial de Células será o laboratório que consiga que sua célula chegue à meta em menos tempo e demonstre um melhor conhecimento do processo de "migração celular".