Arquivo do mês de April 2012
E se o sol desaparecesse, demoraríamos a sentir o frio? Como poderíamos sobreviver?

Imaginemos a seguinte situação hipotética: alguém pressiona o interruptor de OFF do Sol e este se apaga por completo. Durante quanto tempo a Terra ficaria quente? Em que momento faria frio para valer? Como e onde poderíamos tentar sobreviver às novas condições?
Pois em apenas uma semaninha a temperatura global da superfície de nosso planeta desceria até -17,8 ºC. Em um ano, até os -129 ºC.
Graças a que as camadas superiores dos oceanos se congelariam, as águas profundas ficariam isoladas e não se congelariam por completo até decorridos centenas de milhares de anos. Em algum dia, a Terra atingiria uma temperatura muito próxima ao zero absoluto, estabilizando-se a -240 ºC, tal e qual explica David Stevenson, Professor de Ciência Planetária no Instituto de Tecnologia da Califórnia.
A esta temperatura, o calor que desprenderia do núcleo do planeta seria o mesmo que a Terra irradiaria ao espaço. Sem Sol não existira a fotossíntese e a maioria das plantas morreria em algumas semanas. Como também o fariam quase todos os organismos que vivem na crosta terrestre. As árvores maiores poderiam sobreviver várias décadas graças a seu lento metabolismo e a suas substanciais reservas de açúcar.
Um bom lugar para que os seres humanos pudessem sobreviver um pouco mais seria a Islândia, que é uma grande fonte de energia geotérmica, uma energia com a qual poderíamos esquentar nossas casas (hoje em dia já esquenta 87% dos lares). Segundo Eric Blackman, professor de astronomia da Universidade de Rochester, poderíamos aproveitar o calor vulcânico durante centenas de anos.
Goldman Sachs é sócia de um site de conteúdo adulto

Os insaciáveis tentáculos da "lula vampiro", como atinadamente escarnecia o analista financeiro Matt Taibbi a corporação Goldman Sachs, parecem não recuar ante nada em sua sedenta busca de ganhos, pois recentemente descobriram que a empresa dedicada fundamentalmente a oferecer serviços de investimento (ou seria levar economias nacionais à ruína?) possui parte de um site na Internet sumamente clandestino e visitado, ao que parece, por pessoas que gostam de uma boa sacanagem on-line.
Trata-se do labiríntico fórum Backpage.com, um empório digital da prostituição de mulheres (algumas menores de idade) que no papel pertence à companhia Village Voice Media, cuja informação permanecia até agora na mais absoluta reserva.
No entanto, uma investigação jornalística revelou os nomes dos sócios da Village, entre os quais, de foram surprendente, descobriram a Goldman Sachs com uma participação de 16%.
Sem negar o fato, a corporação declarou a respeito "que não tem nenhuma influência nas operações", o que, desde sua perspectiva, parece desculpá-los por relacionar com uma empresa cujo nome ficou muito conhecido em uma corte de Nova Iorque como ponto de contato entre uma jovem de 15 anos e seus agressores sexuais.
Cover robótico de Come together dos Beatles
Os Hubos é uma banda robótica desenvolvida na Universidade de Drexel. Não são conhecidos precisamente por uma interpretação insana onde quebram guitarras no palco; senão por sua elegância, e sutileza. Nesta ocasião atrevem-se a fazer uma versão de Come Together dos Beatles. O ambiente do show não contribui muito para que os músicos deem mais ênfase, e ao final os coitados robozinhos parecem os últimos a sair de uma festa, contratados para tocar até as sete da manhã tendo público ou não. Há que contatar o pessoal dos direitos robóticos para ver isso aí.
Via | Engadget.
Ashton Kutcher será Steve Jobs em novo filme

O ator Ashton Kutcher representará o fundador da Apple, Steve Jobs, em um novo filme chamado simplesmente "Jobs" que será dirigida por Joshua Michael Stern. O filme relatará a vida de Jobs desde que era um hippie que não gostava de tomar banho até transformar-se no co-fundador da companhia da maçã.
O filme provavelmente comece a ser rodado em maio, quando Kutcher estará em recesso de sua participação em "Two and a Half Men". O projeto é ainda pouco conhecido, exceto que o roteiro foi escrito por Matt Whiteley e que se trata de um filme independente.
Há outro longa-metragem sobre a vida de Steve Jobs em pasta, baseado na biografia autorizada escrita por Walter Isaacson, será produzida pela Sony. O estúdio estava sondando Aaron Sorkin para fazer o roteiro, mas não há confirmação sobre isso ainda.
Kutcher, que substituiu Charlie Sheen na famosa série de TV "Two and a Half Men" no ano passado, participou anteriormente no cinema de várias comédias românticas e alguns poucos dramas e ficções como O Efeito Borboleta.
Fonte: Variety.
Hacktivista diz que Anonymous é inconsequente e que estão passando do limite

O grupo de hackers Anonymous permanece no olho do furacão por suas ações de apoio a causas cidadãs e que geralmente apontam contra governos e tudo aquele que incorra em práticas quanto menos discutíveis com respeito ao acesso livre à informação. No entanto há quem não comungue com suas ações e entre eles está um antigo "hacktivista": Oxblood Ruffin, hacker canadense que no passado foi parte do grupo Cult of the Dead Cow.
Segundo Ruffin, o Anonymous está passando do limite do aceitável com suas ações, tanto assim, que chega a duvidar de que com elas atinja algum objetivo real por trás dos protestos:
- "Anonymous está lutando pela liberdade de expressão na rede, mas é difícil apoiá-los quando estão fazendo ataques DDoS por todos os lados, e proibindo que as pessoas possam dar suas opiniões. Isso não é nem um pouco consequente".
O histórico de Ruffin como hacktivista data desde 1998, quando seu grupo junto com outros se opuseram a um ataque cibernético ao Iraque e China por parte dos hackers do Legions of the Underground. Naquele tempo, assinaram uma carta protestando contra a medida e dizendo que era ilógico melhorar o acesso à informação de todo um país atacando e desativando suas redes de dados. Tal e qual está acontecendo novamente. Ruffin também diz que o Anonymous parece um grupo de moleques:
- Estão tentando fazer o correto, mas ao final só tropeçam entre eles e terminam fazendo estupidezes. O hacktivismo não se trata disso, senão de todo o contrário: o acesso à informação como um direito básico dos seres humanos, e daí para cima, algo no qual o Anonymous está se equivocando por completo".
Via | CNET.
As mulheres têm mais fantasias sexuais enquanto ovulam

Segundo um estudo canadense recente da Universidade de Lethbridge publicado na revista Archives of Sexual Behavior, as mulheres têm mais fantasias sexuais nos momentos mais férteis de seu ciclo menstrual, isto é, quando ovulam. Para chegar a essa conclusão, realizaram um experimento durante 30 dias com 27 mulheres solteiras heterossexuais.
Os resultados indicam que nos três dias que rodeiam o momento da ovulação, têm uma média de 1,3 fantasias sexuais, enquanto o restante do mês registravam 0,7 fantasias sexuais a cada dia.
Ademais, as voluntárias admitiram que enquanto ovulavam as fantasias eram mais excitantes e mais centradas nas emoções que em conteúdo sexual explícito em frente ao resto do mês.
Conquanto os pesquisadores esperavam que as mulheres férteis se tornassem mais masculinas" em suas fantasias durante os períodos férteis, isto é, fantasia mais explícitas, onde há menos emoções em jogo, aconteceu justamente o contrário: as fantasias das participantes tornaram-se ainda mais femininas durante seus dias férteis.
Via | Daily Mail.
O pôster que retribui os beijos
Não devolver um beijo é falta de educação. Ainda que seja só um pôster, não desculpa um desconhecimento das relações interperssoais entre um adolescente e um retângulo de papel couché, sobretudo se for alguém famoso e tem uma imagem a zelar. Por sorte, a Universidade de Keio está pesquisando este transcendental assunto e chegou a uma solução: o
pôster que reage aos beijos.
Equipado com um sensor de proximidade, basta apenas aproximar-se -com movimentos sedutores, que fique bem entendido- para que a imagem se mexa e efetue gestos de aproximação com movimentos de cabeça, pestanejos e sugestivos meneios de pescoço. À medida que o adolescente aproxima-se à tela, seu nível de paudurismo aumenta em proporção à quantidade de pixels que pode ver, lhe assegurando um nível de satisfação otimizado que permitirá ao forever alone seguir vivendo em uma realidade alternativa.
Claro que, em vez de beijar pôsteres, a gente sempre pode se disfarçar de Gandalf de skate e atrapalhar o trânsito. É outro tipo de realidade alternativa, bem mais cruel e transgressora.