Arquivo do mês de March 2015
Japonês inventa máquina capaz de transformar plástico em combustível
O plástico é um dos maiores agentes poluentes que põem em xeque o meio ambiente. Só para que você tenha ideia aproximada, são necessários 7% do total da produção anual de petróleo, para fabricar 260 milhões de toneladas de plástico que o mundo consome a cada ano. Ainda que possa parecer impossível, o plástico pode voltar a ser um combustível, segundo demonstrou a empresa japonesa Blest, com uma máquina assombrosamente simples, desenhada por Akinori Ito, capaz de converter o plástico em gasolina, diesel ou querosene.
Conhecida por seu programadores como "Caixa Mágica, a máquina pesa 50 quilos e pode converter 1 quilo de plástico em 1 litro de gasolina, através de um processo mantido em segredo. Segundo explica seu criador no vídeo mostrado acima, o gás resultante da fundição do plástico, atravessa um cano de água fria que converte o gás em petróleo e, depois, em qualquer derivado que possa ser utilizado como combustível, como a gasolina ou o diesel.
Akinori Ito diz ter distribuído a máquina nos países onde o plástico é um problema para o meio ambiente de primeira ordem. Ele pensa que chegará o momento no qual as pessoas comecem a ver o plástico que usam como um combustível, e não como um simples desperdício. Ante as possibilidades de sua futura comercialização ainda restam várias dúvidas pendentes que giram em torno da eficiência energética e também do próprio meio ambiente, já que no processo é liberado moléculas contaminantes como o éter e a clorina.
Como sou praticamente cego em química, não vou arriscar dar palpites e esperar que alguém nos acenda a luz via comentários, mas este post, por enquanto, merece a categoria de ceticismo, porque algo não está quadrando neste invento milagroso, sobretudo na relação de transformação.
Misterioso resplendor registrado na Rússia intriga especialistas
Em anos recentes a Rússia converteu-se em um dos cenários prediletos de fenômenos lumínicos estranhos, muitos dos quais terminam sem explicação e passam assim à confusa memória dos mistérios. Na semana passada ocorreu um destes episódios. Trata-se de um grande resplendor que pouco depois da meia-noite abraçou, inesperadamente, o horizonte noturno da cidade de Stávropol.
Como costuma ocorrer com estes fenômenos, logo surgiram numerosas especulações: resíduos luminosos de auroras boreais, soturnos experimentos militares executados à sombra da opinião pública e, lógico, a incidência de seres ou tecnologias extraterrestres.
O Centro Hidrometeorológico de Stávropol advertiu a agência Russia Today que o acontecimento "não poderia ser atribuído à natureza”. Enquanto alguns especialistas sugeriram que a luz emana a nível do solo; os engenheiros a cargo da rede que abastece de eletricidade à cidade negaram que o resplendor tivesse algo a ver com as linhas de energia elétrica e o meteorologista estadunidense Ted Keller simplesmente advertiu:
- "Não posso nem imaginar o que foi que aconteceu", em referência à possível causa da luminosidade.
O mágico material chamado Policaprolatone
O policaprolatone (PCL) é um poliéster alifático biodegradável com um baixo ponto de fusão de ao redor de 60°C e uma temperatura de transição vítrea de ao redor de -60°C. Frequentemente é usado como aditivo para outros polímeros. Ao ter um baixo ponto de fusão, é utilizado como um plástico capaz de ser moldado a mão, útil para a fabricação de protótipos, reparo de peças plásticas e confecção de artesanatos. Neste último âmbito é onde resulta mais divertido.
Por isso, há várias empresas comercializando este produto com diferentes nomes, como "Hand Moldable Plastic", "Mold-Your-Own Grips", "Simples-Plastic", "InstaMorph", "Polymorph", entre outros. No vídeo que encabeça estas linhas é possível ver até que ponto podemos chegar com pequenas modelagens, fabricação de peças, reparo de objetos de plástico... como se fosse um material de ficção científica.
Novo skate revolucionário muda completamente o conceito

Em uma tomada futurista sobre o transporte de pedestres, estes patins circulares dão aos usuários a sensação de andar de skate. O usuário deve simplesmente colocar os pés dentro do par de anéis, em pé mas plataformas que parecem pedais fixas sobre os círculos móveis. O conceito é bastante simples, mas os pilotos devem ter um impecável senso de equilíbrio para impulsionar-se para a frente em um movimento de serpentina. Uma haste pode conectar os dois anéis para estabilizar os iniciantes.
A promiscua e misteriosa genética dos trevos de quatro folhas

Há 300 espécies diferentes de trevos, mas em um consenso mais ou menos geral, o trevo branco (Trifolium repens) de quatro folhas é o da sorte. E o fato de que tenha tantos trevos de quatro folhas é porque a planta é nativa de três continentes e prolifera muitíssimo; entre tantos e tantos trevos juntos um ou outro tem um erro de cromossomo. Mas ao que parece as quatro folhas não são nenhum erro, e se tivesse um seria ter só três.
A fama do trevo de quatro folhas expandiu-se tanto que agora cientistas estão indagando a genética dos trevos para saber o que acontece a nível do DNA com estes casos de trevo.
- "Sabemos mais ou menos onde está a mutação no cromossomo", apontam, - "Mas o trevo parece fazer todo o possível para tornar seu genoma inescrutável". Há algo fascinante dentro destas miniaturas verdes. Cada trevo tem o dobro de cromossomos dos humanos, e cada par de cromossomos vem de uma espécie diferente. Como se fossem extraterrestres.
As diferentes reações de homens e mulheres em relação as flatulências

Parte do orçamento destinado ao departamento de sociologia da Universidade de Indiana, nos EUA, foi utilizado na fascinante e bizarra pesquisa "Fecal Matters: Habitus, Embodiments and Deviance", obra de Martin Weinberg e Colin Williams, cujo tema versa sobre nada menos que as neuroses anais, as flatulências, enfim... os peidos.
Cada cultura, faixa etária, classe social e grupos de identidade sexual associa diferentes características a um dos atos mais humanos e cotidianos que existem, bem como diferentes estratégias de conciliação. Isto é, de fazer que não se note, ou que se note em excesso com fins de entretenimento.
Em resumo, o estudo realiza uma ampla pesquisa entre homens e mulheres heterossexuais e entre homens e mulheres não heterossexuais a respeito de seus hábitos e operações fecais: se dão risada ou não quando escutam flatulências próprias ou alheias, se acham que as pessoas deixam de ser atraentes quando soltam uma bufa, e toda classe de divertidas métricas, chegando a algumas conclusões interessantes.
Óculos para apreciar o eclipse. Ai eu vi vantagem

Parece que há um pouco de desinformação sobre o tema. É importante saber que o eclipse em si mesmo não é perigoso, não é necessário que nos refugiemos debaixo da terra está claro?
O perigoso é olhar o Sol diretamente durante o eclipse (atenção, se não há eclipse também é perigoso), salvo que utilizemos um bom filtro para evitar as radiações ultravioletas, que poderiam queimar a retina e causar um dano irreparável nos olhos.
Para isso existem muitas soluções caseiras, mas a que nós recomendamos é a que você pode apreciar na imagem acima.