A NASA está oferecendo 12.000 dólares por permanecer deitado por 70 dias

A NASA começou a recrutar voluntários para um experimento no qual os participantes deverão permanecer 70 dias deitados em uma cama, depois dos quais receberão uma gratificação de 12.000 dólares. O objetivo deste ensaio é comprovar como as condições de gravidade zero, nas quais vivem os astronautas, afetam o funcionamento do sistema cardiovascular ou a força e tamanho dos ossos e músculos.
Com este fim já começaram a primeira fase de recrutamento de voluntários, que receberão um pagamento mensal de 5 mil dólares. Os participantes do experimento deverão passar 70 dias deitados em uma cama com os pés situados em uma posição ligeiramente superior à cabeça, recriando as condições de microgravidade dos astronautas.
Apesar da limitação espacial os participantes poderão entre outras coisas, jogar videogames, navegar pela Internet, ver televisão, ler livros, receber visitas e inclusive tomar banho no próprio habitáculo preparado para tal.
Ao terminar a experiência os voluntários voltarão à vida normal depois de uma etapa de 14 dias de recuperação, onde se adaptarão pouco a pouco às tarefas cotidianas de novo. Ademais, em todas as fases do estudo, os pesquisadores da NASA comprovarão o estado do sistema circulatório, muscular, ósseo, cardiovascular e nervoso, além de descartar possíveis problemas infecciosos ou nutricionais.
Via | NASA.
Física de partículas e gravidade a ritmo de Bohemian Rhapsody
Não acho que os físicos presentes na sala entendam tudo o que menciona Tim Blais na Capella Science - Bohemian Gravity!, mas não restam dúvidas de que tem uma "pegada" impressionante... além de ser um vídeo divertido sobre física de partículas e a gravidade quântica, o que tem seus méritos.
E se ficar com vontade de saber mais sobre a tese de Tim, o protagonista do vídeo, está disponível como PDF em "A new quantization condition for parity-violating three-dimensional gravity".
Via | Neatorama.
A evolução dos percussionistas de escola
Os que estão agora mesmo começando o curso sabem que terão que cruzar em um momento ou outro com um dos espécimes mais terríveis das salas de aula: o percussionista arrítmico. O tipo que se empenha em usar suas malditas canetas mordiscadas para mostrar seus mais que duvidosos dotes percussivos. Não conhece limite nem piedade, e se alguém por acaso esconde as Bics, estapeará as coxas até abrir chagas; e se alguém lhe amputar as mãos ainda fará o solo de 20 minutos de Bonham com os cotocos e as chagas, o que suporá um suplicio auditivo, mas um prazer visual (não neguemos que as explosões de sangue para todos os lados seriam espetaculares).
Pois bem, esta gente evoluiu até transformar uma das habilidades mais desprezadas em uma habilidade, o que já é bastante, dadas as circunstâncias. Seus nomes: Shane Bang e Kevin Ke, da Universidade de Washington. Digo o nome da universidade para que tenha a oportunidade de evitá-la, por suposto. Sabe que sempre penso em seu bem.
Via | Laughing Squid.
Existe a cor rosa?

Os cientistas parecem estar de acordo que esta cor não faz parte da região do espectro de luzes. Em outras palavras, nenhum objeto natural ou artificial do mundo, nem sequer os flamingos, emitem luz rosa. Se levarmos em conta que todas as cores são apenas ondas de luz com frequências determinadas, é curioso descobrir que não existe uma que corresponda especificamente a cor rosa. Quando nosso cérebro percebe esta tonalidade, o que detecta em realidade é a combinação de duas cores, o vermelho e o violeta, que estão situadas em extremos opostos do arco-íris.
Explicando de forma mais simples: rosa é o nome dado a algo que estritamente não pode existir naturalmente, que em verdade é um esforço resultante de nosso cérebro para misturar os comprimentos de onda que separam o vermelho e o violeta.
Não obstante, negar sua existência também não parece ser totalmente correto. Jill Morton, professor da Universidade do Havaí, assegura que conquanto o rosa não seja uma parte do espectro de luz sim existe como a soma de outras cores.
Via | MDig.
Mulheres com bunda grande vivem mais tempo

Segundo uma pesquisa realizada por cientistas da Universidade de Oxford, ter as nádegas de um tamanho considerável previne o desenvolvimento de diabetes. Por sua vez, determinaram que as mulheres que possuem um traseiro grande e cintura fina, são mais inteligentes que o restante.
O corpo feminino acumula gordura em muitas partes, como os seios, o abdômen ou as pernas, mas muitas garotas guardam grandes reservas nos glúteos, algo que tem mais vantagens do que poderiam imaginar.
Os cientistas analisaram e compararam a gordura do abdômen feminino com as das pernas, cadeiras e nádegas, encontrando que a gordura proveniente da parte baixa do corpo das mulheres previne o desenvolvimento de diabetes, graças à quantidade e tipo de hormônios que contém. Estas gorduras produzem hormônios que ajudam a metabolizar açúcares e outros lipídeos de forma mais fácil, ao contrário da gordura abdominal que segrega hormônios com o efeito contrário.
Disney desenvolve um dispositivo “mágico” que faz com que os dedos soem como música

“Ishin-Den-Shin” é uma expressão japonesa para comunicar mediante um entendimento mútuo implícito, ou seja, a comunicação não-verbal, e dá nome a esta nova tecnologia que transforma uma mensagem de áudio em um sinal inaudível que pode ser transmitido via corpo humano. Quando o dedo do comunicador ligeiramente roça o objeto, a interação física cria um alto-falante ad-hoc que torna possível ouvir os sons gravados.
Um caso especial de Ishin-Den-Shin é quando o comunicador toca o ouvido de outra pessoa. Neste caso, um campo eletrostático modulado cria uma pequena vibração no lóbulo; o dedo e na orelha da outra pessoa, em conjunto, formam um altofalante que faz com que o sinal seja ouvido pela pessoa que está sendo tocada.
Quando a realidade supera a ficção: o peixe Alien

Nas águas subtropicais e temperadas do hemisfério sul, a profundidades compreendidas entre 1.200 e 2.000 metros, habita um peixe surpreendente cujo aspecto recorda por sobremaneira o de uma das criaturas mais famosas da história do cinema: o Alien.
Tal e qual podemos observar na fotografia composta superior, a tonalidade desta espécie conhecida com o nome científico de Idiacanthus atlanticus, a forma de sua cabeça e sua apreciável dentição se assemelham muito muito às do personagem que H. R. Giger criou no final dos anos 70 para o filme Alien.
Felizmente, ao contrário do que acontece com o monstro do cinema, este peixe atinge um tamanho máximo de 50 centímetros, motivo pelo qual, para além de seu assustador aspecto, não supõe perigo algum para a raça humana.
Areia cinética
Um novo composto químico em forma de um divertido brinquedo, ainda que sem tocá-la seja difícil descrevê-la. Parece uma mistura de massinha + areia de praia + blandi-blub. Na verdade sua composição é mais simples: 98% de areia e 2% de dimeticona (polidimetilsiloxano), que na verdade é uma substância muito interessante, já usada em um monte de produtos, como lentes de contato, xampus, calafetagem, lubrificantes, etc.
Cientistas apresentam vacina que destruiu um vírus equivalente ao HIV em macacos

Nos meses recentes ficamos sabendo ao menos de um par de pesquisas que apresentaram resultados que geram esperança para a cura da AIDS. Em abril, por exemplo, cientistas dinamarqueses asseguraram que em pouco tempo teriam uma cura para a doença; poucas semanas antes pesquisadores do Instituto Pasteur mostraram os casos de 14 adultos que foram curados do HIV e mais ou menos pelos mesmos dias médicos curaram um garoto de 2 anos que nasceu com dito vírus.
Agora um grupo de pesquisa da Oregon Health and Science University, nos Estados Unidos, anunciou que uma vacina foi capaz de eliminar o equivalente ao vírus da imunodeficiência humana do corpo de 9 de 16 macacos com os quais experimentaram. Os resultados são importantes porque apesar de tratar-se de espécies diferentes, é possível que o sucesso do teste replique em seres humanos.
Astrobiólogo afirma ter encontrado prova de vida extraterrestre em um meteorito

Se o astrobiólogo Chandra Wickramasinghe estiver correto, um meteorito achado no Sri Lanka em dezembro passado poderia conter restos fossilizados de matéria orgânica provenientes do espaço exterior. Utilizando um microscópio de elétrons, Chandra descreveu em um relatório que o meteorito contém uma microestrutura ou morfologia característica de diatomáceas terrestres, uma estrutura cuja presença em qualquer ambiente extraterrestre poderia constituir uma prova inequívoca de biologia.
Chandra e o astrônomo inglês Sir Fred Hoyle (falecido) foram os impulsores da teoria da panspermia: uma teoria que sugere que a vida existe e se dissemina pelo universo através de meteoros e asteróides. Chandra é atualmente o diretor do Centro de Astrobiologia da Universidade de Buckingham, no Reino Unido, e sua teoria da panspermia, assim como as aparentes descobertas de vida no meteorito de Sri Lanka, já começaram a gerar críticas céticas dentro da comunidade astronômica.