Reação de uma mulher ao utilizar pela primeira vez Oculus Rift
Ainda não foi colocado à venda uma versão comercial, mas muitos especialistas já consideram que o
Oculus Rift, um dispositivo de realidade virtual que é colocado sobre os olhos e oferece ao jogador um grau de imersão desconhecido até agora, vai revolucionar a indústria dos videogames nos próximos anos.
Tipos importantes como John Carmack, cofundador da ID Software, Gabe Newell, CEO da Valve, Cliff Bleszinski, responsável por franquias como Unreal Tournament e Gears of War, ou Markus "Notch" Persson, criador do Minecraft, não pouparam elogios a este inovador projeto e se mostraram favoráveis a que os videogames desenvolvidos sob seus motores gráficos ofereçam suporte para o mesmo.
Um hamster dirigindo um caminhão de 15 toneladas
Para demonstrar a dirigibilidade de seu novo caminhão FMX, a Volvo criou um comercial no qual um pequeno hamster dirige o caminhão de 15 toneladas em uma área de pedreira bem íngreme, em Los Tres Cunados no noroeste da Espanha. A ideia é que se um pequeno animal pode fazer isso, é possível dirigir o pesado caminhão apenas com um dedo devido ao sistema dinâmico de direção. Um experimento que, em verdade, nos abre os olhos à realidade: além de robôs também seremos substituídos por hamsters.
Prêmios Ig Nobel 2013

Meados de setembro e em mais um ano o Instituto de Pesquisas Improváveis entrega seus prêmios Ig Nobel, entregues àqueles estudos e pesquisas que primeiro nos fazem rir e depois pensar (ou chorar). Assim, Ig Nobel 2013 foi outorgado nas seguintes categorias listadas após o Ig Nobel salto:
10 truques de fotografia simples e de relativa baixa tecnologia
Este vídeo estilo life hacks mostra dez estupendos truques de fotografia urbana. Não são muito caros nem requerem muita tecnologia e ainda que não sirvam para todas as câmeras nem todas as situações é bom conhecer coisas novas que podem ser aplicadas um dia.
Meus favoritos: utilizar o cabo dos fones de ouvido para disparar fotos com o iPhone, o truque do timer-ovo de cozinha para fazer time-lapses e o uso de um grande tripé para fazer movimentos durante uma gravação. E ainda que não sou muito de fotochopar as fotos a técnica para "eliminar turistas" com Scripts > Statistics > Median me pareceu muito necessária e útil, às vezes.
Mineração de realidade: uma avalanche de informação cotidiana

Estamos perdendo nossa intimidade a passos largos. E não de uma forma clandestina, senão que nós mesmos estamos dispostos a perder porque, em troca, recebemos maior visibilidade, interagimos com mais pessoas, nos beneficiamos com mais vantagens. Por exemplo, à hora de mudar status, enviar fotos ou Likes em Facebook estamos alimentando um grande banco de dados que a todos vê.
Tudo isso talvez nos conduzirá a redefinir os limites da privacidade, em uma sociedade cada vez mais interconectada, já que uma das vantagens relacionadas à perda dessa intimidade tenha a ver com o fato de que em todos os momentos saibam onde estamos, onde vamos, quanto tempo estamos em um lugar, a que velocidade nos movemos, etc. Tudo graças ao fato de que carregamos dispositivos de geolocalização em nosso bolso em forma de smartphone.
Mas isto está apenas começando, aqui já elucubro sobre as conseqüências que isso poderia ter, por exemplo, no turismo, ou nos seguros de carros, ou qual empresa de transportes é mais eficiente, otimizando mais que nunca seus trajetos: a rota mais eficiente é determinada em parte em função dos dados de entregas anteriores, perfeitamente monitoradas.
Sabe qual é a ave que passa mais tempo sem pisar a terra?

É o andorinhão-preto (Apus apus), um pássaro especialmente adaptada para o voo, com asas falciformes, que pode permanecer no ar até 3 anos, sem necessidade de fazer nenhuma parada técnica.
Suas garras diminutas tem presa extraordinariamente forte que permitem a estas aves pendurar-se em penhascos, paredes verticais e lugares elevados de onde possam prosseguir o vôo, apenas se soltando no vazio, por causa da especial morfologia de suas asas e de suas débeis patas pelo pouco uso.
O andorinhão-preto dificilmente pousa no solo, a não ser por acidente, pois quando isso acontece são incapazes de alçar vôo. Se você encontrar um indivíduo caído, pode ajudá-lo vôo soltando o bichinho de um lugar elevado. A etimologia de Apus apus vem do antigo Grego onde "apus" significa "sem pés".
Eles fazem quase tudo voando: alimentam-se no ar de insetos (especialmente moscas), acasalam-se algumas vezes no ar, e de noite elevam-se até os 2.000 m de altura e ali dormem, voando. Durante seu sono o adejo reduz-se dos habituais 10 movimentos por segundo para 7.
O andorinhão-preto só aterrissa mesmo nos penhascos para pôr seus ovos, para dar um descanso a suas asas (afinal ninguém é de ferro), ou simplesmente quando está aborrecido.
Devido a seus estranhos hábitos aéreos pouco se conhece sobre a vida destas aves.
Na reversal russa as pipas voam VOCÊ.
Um vídeo publicado no verão boreal do ano passado intitulado como "Batman das águas", mas recém descoberto recentemente indica a atividade mostrada nas imagens como o mais novo esporte aquático do verão. Parece realmente ser bastante divertido e chama a tenção dos amantes da adrenalina. No entanto, não tem nada de novo. Há uns 5 ou 6 anos este brinquedo andou fazendo bastante sucesso nos EUA e também causando alguns estragos. Ao que me parece, foi proibido em alguns estados porque estavam exagerando no tamanho da corda. Para subir era uma maravilha, na hora de descer é que a coisa complicava, resultando na quebra de alguns ossos.
Como é a prova do salto de esqui para os americanos, segundo os japoneses
O senso de humor japonês é realmente bastante estranho e bizarro, principalmente no tocante a videogames, como vimos alguns dias atrás em um vídeo sobre um jogo de corrida de cavalos muito estranho. Neste outro filme, podemos apreciar um jogo de 2008 onde os japas tiram sarro com o estereótipo do futebol americano em relação à prova do salto de esqui. Só vendo para entender.
Soldados americanos suicidam-se... por dinheiro?

Quase o mundo todo, a não ser os aliados puxa-sacos- se mostram em desacordo com as políticas imperialistas dos EUA nos conflitos armados, mas muitos soldados se alistam nas forças armadas para ganhar o Green Card (entre os imigrantes) ou como saída trabalhista (locais) em tempos de crise: após tudo a guerra é um crime que, historicamente, paga bem. No entanto, parece que não há a necessidade de estar vivo para cobrar.
À medida que as baixas estadunidenses no Iraque e Afeganistão aumentavam, o Congresso americano decidiu aumentar também o montante do seguro de vida dos soldados de $250 para $400 mil dólares, que são entregues à família se o soldado morrer em serviço. A taxa de suicídios dentro da milícia começou a aumentar em 2005, provavelmente por esta razão.
Segundo Alan Zarembo do La Times, o soldado James Christian Paquette consultou seu oficial no comando sobre a possibilidade de sua apólice de seguro de vida no exército ser cobrada no caso de ele cometer suicídio. Assegurou-se que sim e menos de duas semanas depois matou-se com um tiro na têmpora, mas sua família teve acesso aos $400 mil dólares do seguro.
A viúva de Paquette acha que James suicidou-se para assegurar que ela e seus filhos estivessem protegidos economicamente.
Somente no ano passado 352 membros ativos do exército dos EUA cometeram suicídio, isso é mais do que dobro de toda a década passada.
Via | LA Times.
Use o dedo para atenuar os seus conceitos pré-estabelecidos

Existem vieses cognitivos aos montes e nosso cérebro, pese a sua quase perfeição como máquina, está cheio de bugs que nos levam a uma percepção distorcida do que acontece a nossa volta, salpicando a realidade com elementos oníricos. E o pior, é que complicamos ainda mais quando enfiamos coisas que não "eczistem" na cachola.
Nosso cérebro está acostumado a ver as coisas em um plano geral para criar um contexto do que estamos vendo, assim que é muito difícil destacar algum rosto conhecido no meio da multidão, porque, em princípio, o cérebro vai processar a imagem como um todo.
É exatamente isso o que acontece na imagem acima: nosso cérebro processa a informação considerando as áreas sombreadas da peça superior em relação a inferior, com uma contribuição importante proporcionada pelo fundo contrastante marrom e azul claro, de forma que percebemos dois tons de cinza, o superior mais escuro e o inferior mais clarinho. Só que, em realidade, este contraste não existe. Seu cérebro está pregando lhe uma peça. Para ver basta colocar o dedo cobrindo a junção entre as peças e voilá! A mágica acontece, como é possível ver na ilustração após o ilusório salto.