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O menor vertebrado do mundo

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O menor vertebrado do mundo

Um diminuta rã da família Paedophryne amauensis é considerada o menor vertebrado do mundo, com apenas 7,7 milímetros. Dita rã foi encontrada na Nova Guiné, considerada uma das zonas com a maior biodiversidade tropical do mundo.

Um grupo de pesquisadores, dirigidos pelo professor Christopher Austin da Universidade Estatal da Luisiana, foi o encarregado de descobrir a pequenina rã, durante uma expedição de três meses para estudar a geração da biodiversidade.

Este achado desbancou o peixe Paedocypris progenetica, localizado na Indonésia e com um tamanho de 8 milímetros, como o menor vertebrado do mundo.

Via | Nat Geo.


Volta às aulas na Rússia

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Volta às aulas na Rússia

As crianças em toda a Rússia voltaram às aulas na última segunda depois das férias de meio de ano no verão boreal. Esta foi a forma como uma escola de Moscou recebeu os alunos de volta. Isso pode parecer engraçado ou estranho, mas fica fácil entender quando ficamos sabendo que no primeiro dia de aula, há nove anos, rebeldes islâmicos levaram mais de 1.000 pessoas como reféns em uma escola no sul de Beslan, uma cidade localizada na Ossétia do Norte, Rússia. Uma invasão posterior matou 334 pessoas, incluindo 186 crianças.


O que a gente pode fazer com uma melancia e uma furadeira?

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O que a gente pode fazer com uma melancia e uma furadeira?

Muitos acham que uma melancia é um vasilhame verde circular que guarda em seu interior água vermelha com coisinhas pretas. Mas os que conhecemos a verdade sabemos que uma melancia é uma melancia, isto é, um dos poucos alimentos que a gente pode levar a base de chutes pela rua. Fácil de transportar, divertida, inquebrável...

Sei que isto pode parecer idiota, mas falo com experiência: em um de meus trabalhos anteriores uma amável idosa me presenteou uma melancia que tive que carregar durante o resto da jornada até chegar em casa. Tinha as mãos ocupadas (tristemente é algo exigido por qualquer trabalho) e tive que ir chutando a melancia e tentando que não escapasse rua abaixo, já que nunca fui muito bom com a canhota... nem com as melancias.


As principais causas de morte no mundo segundo a OMS

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As principais causas de morte no mundo segundo a OMS

Não é nada legal calcular os riscos e as causas que mais mortes produzem no mundo, mas afinal elas continuam acontecendo e as estatísticas estão ai para todo mundo ver (ou não). Exatamente como a lista atualizada da Organização Mundial da Saúde (OMS) com as principais causas de morte no mundo, e ao revisá-la podemos ter algumas surpresas.

Segundo os dados apresentados, as doenças hereditárias são as responsáveis pela maior parte das mortes no mundo, entre as quais cabe destacar as doenças cardiovasculares, o câncer, a diabetes (recém incorporada à lista) e as doenças pulmonares crônicas. A tuberculose, no entanto, abandona o ranking das dez principais ainda que mantém-se no das quinze, já que continua matando um milhão de pessoas ao ano. Logo após o salto, o Top 10:


A simbiótica relação entre desordem e criatividade

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A simbiótica relação entre desordem e criatividade

Em anos recentes, pesquisadores identificaram muitas maneiras de avivar a criatividade, desde o exercício aeróbico até o barulho de uma cafeteria. Mas um estudo recém publicado no jornal Psychological Science revela outro método a mais, um que muitos de nós temos implementado sem nos dar conta dos benefícios. O caso é que as pessoas tem ideias mais criativas se estão sentadas em um ambiente bagunçado.

- "Os ambientes desordenados parecem incitar a romper com a tradição, o que pode produzir percepções mais leves", escreve a pesquisadora Kathleen Vohs, da Universidade de Minnesota. - "Os ambientes limpos, em contraste, fomentam a convenção levando-nos ao permanecimento na zona de conforto e segurança".


Futebol em monociclo

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O futebol em monociclo segue as pautas do futebol americano, ainda que suas normas (que podem ser consultadas neste link) diferem um pouco. Para começar, tudo é feito em cima de um monociclo menos as animadoras de torcida, que podem fazer suas performances e agitar seus pompons da maneira usual, o que me parece terrível e acho que deveria ser modificado já.

A primeira vista parece menos agressivo que o esporte original, mas não há que esquecer que na hora que a coisa ficar feia todos os jogadores estarão armados com um monociclo, e um golpe de pneu talvez não doa muito, mas humilha tanto que talvez prefira que te cortassem um braço com fio dental. E insisto: quero que as animadoras também usem monociclo. Se não, não tem graça.


Jovem transforma sua bicicleta velha em um elevador a pedal da casa da árvore

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Jovem transforma sua bicicleta velha em um elevador a pedal da casa da árvore

Se você decidir viver em uma casa na árvore, deverá dar uma olhada no vídeo que ilustra este post logo após o salto. Ethan Schlussler, de Sandpoint, Idaho (EUA), eventualmente se cansou de subir uma escada todo santo dia só para chegar até a sua casa na árvore, e encontrou uma grande solução. Ethan construiu um elevador propulsado pela pedalada de uma bicicleta antiga para levá-lo até sua casa, que está 30 metros acima do solo!

Originalmente era uma bicicleta com marchas bem velhinha, mas ainda assim a primeira marcha não era lenta o suficiente, então ele cortou a coroa maior da parte dianteira, e soldou junto ao pinhão na parte de trás para obter uma marcha mais baixa ainda.


Alguém quer ser androide? O cérebro pode sobreviver a morte do corpo

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Alguém quer ser androide? O cérebro pode sobreviver a morte do corpo

No encontro da conferência Global Future 2045, três dos maiores neurologistas da atualidade discutiram a possibilidade de que o cérebro humano possa ser preservado em uma máquina depois que o corpo morra, e sobre o tipo de interface informática que permitiria que a consciência -se é que esta reside efetivamente no cérebro- pudesse se manifestar; dita interface está sendo desenvolvida atualmente para fazê-lo uma realidade durante as próximas décadas. Isto não só é um passo firme na busca da imortalidade, senão que permite entabular um debate enriquecedor nos âmbitos da neurologia, biologia, política e ética.

Os participantes no painel foram Theodore Berger, Mikhail Lebedev e Alexander Kaplan, e os três afirmam que é possível que o cérebro sobreviva ao corpo dentro de um carapaça cibernética. Não se trata de ficção científica: o cérebro é o último órgão do corpo que morre, e os tecidos cerebrais envelhecem de forma bem mais lenta que outros.

O cérebro contido em uma interface não-humana seria mantido com vida com substitutos biológicos de sangue (com o necessário substrato energético, bioquímico e hormonal), interfaces de duas vias entre o cérebro e o computador, próteses neurais, órgãos humanos criados artificialmente e outras ferramentas de biotecnologia que poderíamos ver ainda nessa geração.

Devido a que nenhum cérebro humano esteve nessas condições, os neurologistas não sabem como este procedimento afetaria o grau de consciência, inteligência, entendimento e outras categorias nas quais baseamos nosso entendimento da vida e experiência humanas. Em outras palavras, não temos referência do que é ser um robô, ou ao menos um cérebro dentro de um robô.

O trio de cientistas mostrou-se otimista em que a mistura de próteses cerebrais e interface informática poderão permitir transplantes de cérebros nas próximas décadas. Esperar para ver.

Via | Co.Exist.


Pela primeira vez em vídeo, o momento em que uma jiboia engole um bugio

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Pela primeira vez em video, o momento em que uma jiboia engole um bugio

A capacidade alimentícia da jiboia-constritora é quase mítica. A conhecida imagem no Pequeno Príncipe de uma destas serpentes engolindo um elefante, ainda que fantasiosa, em boa medida dá conta do conceito que se tem desta espécie em nosso imaginário coletivo do reino animal.

Recentemente pesquisadores brasileiros captaram pela primeira vez em vídeo o momento em que uma jiboia engole um bugio, um depoimento que conquanto é impressionante em si próprio, permite entender os riscos de predação que vivem os primatas.


O tubarão que prefere caminhar

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Uma nova espécie de tubarão foi descoberto pelos cientistas nas águas orientais da Indonésia. O que torna especial este achado é que ele prefere caminhar pelo fundo oceânico, ainda que possa nadar perfeitamente.

O esqualo, batizado como Hemiscyllium halmahera, é uma espécie de tubarão bambu que pode chegar até quase 70 cm de comprimento longo e vive no fundo do mar onde caça invertebrados marinhos e pequenos peixes.

Devido a seu tamanho não apresenta uma ameaça para os seres humanos.

Dois exemplares foram descobertos no arquipélago indonésio de Muluku pelo biólogo Dr. Gerald Allen, do Conservation International, e sua equipe. Segundo conta Allen na revista International Journal of Ichthyology:

- "A nova espécie é claramente diferenciada. Suas características incluem, em geral, uma coloração marrom com numerosas marcas poligonais mais escuras e umas manchas brancas dispersas por todo o corpo".

O estranho movimento deste tubarão pode ajudar a proporcionar algumas pistas sobre como os antepassados animais começaram a caminhar sobre a terra, dando passo à evolução.

Via | Sci News.


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