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Biologia Open Source

PH

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Um dos acontecimentos mais importantes na Ciência, no século passado, foi a compreensão da estrutura do DNA, pelos cientistas norte-americanos James Watson e Francis Crick, em 1953 (o que lhes valeu o Prêmio Nobel de Fisiologia e Medicina, em 1962). Tal fato teria importantes e valiosas aplicações na Medicina, posteriormente, uma vez que estavam abertas as portas para se estudar e compreender melhor os fundamentos envolvidos na determinação das características de um ser vivo e os mecanismos pelos quais estas eram transmitidas a seus descendentes.

Será que estamos todos loucos?

LuisaoCS

Será que estamos todos loucos?

Cada vez mais diagnosticam novas doenças psiquiátricas, e a cada dia parece que estamos mais loucos. Por exemplo, na primeira edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM), do ano 1952, editado pela Associação Americana de Psiquiatria, listava-se apenas 100 categorias de doenças mentais. No ano 2000, este número triplicou e agora na nova edição de 2012, certamente incluirão novas deficiências relacionadas aos transtornos de comportamento sexual e o vício nos videogames.

O National Institute of Mental Health (NIMH) informa que mais de um quarto dos adultos padecem um transtorno mental diagnosticável em algum momento determinado de sua vida.

As pesquisas publicadas na Archives of Geral Psychiatry assinalam que aproximadamente metade de todos os americanos sofrerão uma doença mental durante sua vida.

Gary Marcus explica em seu livro Kluge que, simplesmente, nosso cérebro funciona bem mais nas coxas do que críamos. Estes dados têm, naturalmente, duas leituras. A primeira é que cada vez estamos pior da moleira. A segunda, que cada vez dispomos de melhores ferramentas de diagnóstico psiquiátrico; ainda que aqui talvez tenhamos que acrescentar uma inflexão relativa: a de que talvez estejamos exagerando um pouco e começando a categorizar como doença mental o que em realidade não é.


O princípio de Stitzer

LuisaoCS

"Quando fizer as malas para sair de férias, lembre-se de levar metade da roupa e o dobro do dinheiro."

Fivela porta-cerveja

LuisaoCS

Fivela porta-cerveja

Para mim, a Fivela porta-cerveja gera uma angústia, uma ansiedade, uma visão de um poço sem fundo e um dilema sem solução. Por uma parte, é bom ter as mãos livres enquanto se está bebendo porque, bem, a gente nunca sabe quando vai precisar saltar um muro e fazê-lo sem a ajuda das mãos requer uma agilidade de ninja que eu, desgraçadamente, não possuo.

Mas o tato é um sentido que dá muito prazer. Ter a cerveja sempre agarrada faz com que a gente se sinta mais seguro, sabendo com um par de sacudidelas da garrafa quantos tragos ainda restam antes de pedir outra gelada ao pinguim. Ademais, nunca se sabe quando vai ser preciso espatifar a cerveja contra a cabeça de alguém, fugir e ter que saltar um muro.

Via | Laughing Squid.


A diferença entre um bom pesquisador e um mau pesquisador

LuisaoCS

A diferença entre um bom pesquisador e um mau pesquisador

Como já escrevi em outros artigos, algumas pessoas tem um feio costume de atacar a ciência, sem saber citar ao menos um argumento sobre o assunto. Desconhecem, ou se fazem de tontos, que a ciência dispõe de alguns protocolos dificilmente criticáveis e que são os cientistas, as pessoas, que às vezes a usam malevolamente.

O melhor exemplo para discernir entre um bom cientista ou um mau cientista (isto é, entre um pesquisador que emprega corretamente os protocolos da ciência e um que não), é a história de Wilhelm Conrad Röntgen, um físico alemão que em 8 de novembro de 1895 produziu radiação eletromagnética no comprimento de onda correspondente ao que chamamos atualmente de raios X. Mas Röntgen tentou por todos os meios demonstrar que ele estava equivocado.

Um pesquisador de fenômenos pseudo-científicos raramente apresentará seus indícios com essa modéstia, levando em conta que está desafiando o conhecimento acumulado durante séculos: simplesmente afirmará que descobriu algo e que a ciência ortodoxa é muito cega para admitir que tem razão ou outro destes argumentos vagos, próprios de quem tem pouco à contribuir e ponto

Röntgen, no entanto, não deixou de confiar no método científico. Durante seus experimentos, descobriu que podia ver através das coisas, como um super-herói. Testou com objetos dentro de caixas de madeira e também conseguiu vê-los. O momento mais assustador foi quando viu boquiaberto os ossos de sua própria mão. Mas Röntgen não correu imediatamente aos meios de comunicação para anunciar sua descoberta. Sabe o que pensou?


Pesquisa demonstra que o medo pode ser deletado da mente

LuisaoCS

Pesquisa demonstra que o medo pode ser deletado da mente

Pesquisadores da Universidade de Uppsala, Suécia, chefiados pelo psicólogo Thomas Ågren, demonstraram que é possível apagar lembranças que foram armazenadas recentemente no cérebro, graças à alteração do momento em que acontece o processo de consolidação, o estudo publicado hoje poderia representar um grande avanço na pesquisa sobre a memória e o medo. Isto poderia fazer dos humanos uma espécie de super heróis ou tornar-nos seres completamente sociopatas?

Quando uma pessoa aprende algo, a memória permanente em longo prazo é criada com ajuda do processo de consolidação. No momento em que tratamos de recordar algum episódio em particular, a memória se desestabiliza para posteriormente estabilizar graças ao mesmo processo. Em outras palavras, pode-se dizer que não estamos recordando o que ocorreu originalmente, senão que lembramos o que pensamos que aconteceu na última vez, justo neste processo de reconsolidação é quando é possível afetar o conteúdo da memória, afirma Ågren.


Para além da vida... digital

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Nesta montagem, feita por uma agência de publicidade em uma praça de Bruxelas (Bélgica), cuidaram até mesmo dos pequeno detalhes: um adivinho com pinta de guru new age chamado Dave, um convite a ler a mente, um ambiente de cores brancas e inocentes... E toda uma série de detalhes para fazer com que os convidados relaxassem, com uma desculpa de que era um teste para um futuro programa de televisão que exibiria o abraço de boas-vindas, o contato visual do mais perfeito leitor de mentes e toda esta papagaiada que leva gente mediana a crer nas maiores bobagens.

Durante as sessões é possível ver como os protagonistas vão ficando cada vez mais e mais alucinados quando o mentalista "adivinha" coisas pessoais sobre eles, coisas pessoais que ninguém mais sabe, incluindo algumas tão íntimas como tatuagens ou preço da casa que estão vendendo. Há que ver o final...

O vídeo procede de uma campanha belga sobre segurança ao utilizar os bancos on-line, safeinternetbanking.be. Em outros espetáculos similares a realidade não é muito diferente, como já lemos até a saciedade em muitos livros: adivinhos, médiuns e pregadores pesquisam antes as vidas das pessoas que "vão ler a mente" ou com cujos familiares vão contatar. Podem utilizar a Internet ou, mais habitualmente, banco de dados pessoais vendidos na própria rede. Os entrevistados, neste caso, não associam o rastro que deixaram em uma entrevista prévia ou no cartão de visita ou identificação ou qualquer outro meio que permite a qualquer um saber seus dados.


Regra de Steinbach para programadores de sistemas

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"Nunca teste ou provoque uma condição passível de erro se você não souber como resolvê-la."

Gorilas examinam com curiosidade o passo de uma lagarta

LuisaoCS

No zoológico de Calgary, Canadá, um par de gorilas demonstra uma enorme curiosidade ante uma lagarta que passeava pelas barras de sua jaula.


Um cardeal ginandromorfo: metade macho, metade fêmea

LuisaoCS

Um cardeal ginandromorfo: metade macho, metade fêmea

O mundo é composto de um princípio feminino e um princípio masculino que outorgam um gênero a todos os seres vivos -isto é a norma-, no entanto existem casos nos quais estes princípios se fundem e coexistem de maneira conspícua em um organismo -já que em realidade todas as coisas contêm ambos gêneros-. Tal é o caso dos animais ginandromorfos, que exibem características de ambos os sexos.

O cardeal desta imagem mostra o diformismo sexual de sua espécie conjugado de maneira evidente em um único esboço. É quase perfeitamente vermelho e branco, macho e fêmea à metade. As imagens do pássaro em questão foram enviadas por Brian Peer ao blog Why Evolution is True, do professor de ecologia Jerry Coyne da Universidade de Chicago, como um caso de ginandromorfismo bilateral encontrado em Rock Island, Illinois.


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